Luanda – A imposição de um novo Conselho de Administração e as medidas arbitrárias que o novo Presidente do Conselho de Administração (PCA) da Televisão Pública de Angola (TPA) toma antes de entrar em funções está a criar um ambiente de insatisfação no seio dos trabalhadores.

*Márcio Rodrigues
Fonte: Facebook

Estão sem salários

Irritados com a orientação de Hélder Bárber em anular o processo de aumento salarial e, consequentemente, o atraso no seu pagamento, os funcionários da TPA decidiram cruzar os braços nesta quarta-feira (04), caso não seja reposta a política implementada pela equipa de António Henriques da Silva.


Na última sexta-feira, deslocou-se à empresa o actual administrador para informação, sem tomar posse, Manuel da Silva “Manelito” e privou com o actual director adjunto de informação, Ramiro Matos. No centro do encontro esteve a elaboração de uma estratégia para abrandar a fúria dos trabalhadores.

Gestores de renome e juristas no país afirmam que o comportamento do novo “boss” da TPA viola a legislação laboral e mostram-se cépticos com o regresso de um ambiente de harmonia num futuro breve nas duas empresas que sofreram “mão pesada” do chefe do executivo, sob influencia de, António Manuel Rabelais.

A frustração que se vive no seio dos trabalhadores da TPA, pode ter grandes repercussões no seio dos seus familiares e amigos. O seu desempenho durante o processo de cobertura eleitoral também poderá ser afectado.