Porquê sou da CASA-CE de Abel Tchivuku? - Júlio Kuvalela

Luanda - Sou da CASA-CE porque acredito em Deus Pai e lá, na CASA-CE, teme-se a Deus, fonte da Vida, respeitam-se os Valores ancestrais e, sobretudo, cultiva-se e encoraja-se religiosamente a honrar as nossas línguas nativas, como a alma de cada povo que compõe o mosaico etnográfico de Angola, nossa pátria, nossa mãe, nossa Casa comum.

 

Fonte: Club-k.net

Sou da CASA-CE e voto nela porque considero que Angola é um país para cada um dos seus legítimos filhos e filhas e que, sob o lema da “Unidade na Diversidade”, podemos todos realizar-se plenamente, desde que tenhamos acesso igual às oportunidades de realização, o que a CASA-CE entende e está, técnica e humanamente, bem preparada para implementar.

 

 Sou da CASA-CE e voto nela, porque estou convencido da sua pia fé no Homem e Mulher Angolanos, cuja dignidade de pessoas humanas defende e sempre defenderá, para que as tendências da modernidade global não os traga na sua voragem voluptuosa da identidade clonada e supostamente igualada, mas que, no fundo, é pura homologação de uma só cultura.

 

Sim, a CASA-CE afirma-se no Angolano (a) e luta por sua vida digna, sua identidade africana e angolana, concebendo políticas realísticas que afrontem os verdadeiros problemas, entraves ao seu desenvolvimento harmonioso;

 

Sou da CASA-CE e voto nela porque sei que, com ela teremos uma liderança patriótica, num timão do Dr. ABEL EPALANGA TCHIVUKUVUKU, secundado por outro filho de Angola, o Almirante ANDRÉ MENDES DE CARVALHO, ou simplesmente Gen. “Miau”. Voto na CASA-CE, pois, acredito que com esses patriotas, Angola vai conhecer novos rumos, novos caminhos, caminhos de uma verdadeira e autêntica Paz, que radica na Justiça social o seu empenho no progresso económico, e não na paz dos vencedores, na clássica e destrutiva “PAX ROMANA”, tão erroneamente defendida por certos generais cá da nossa “societas”, armados em intelectuais que falsamente se arvoram em pilares da tal “Intelligence” moribunda (Vide: Jornal de Angola, n. 12605, ano 35, 18 de Junho 2012, Segunda Feira, pags. 4-5) Eu sou inteiramente contra essa Paz, fruto das armas, e que me recorda motes como este: “o poder reside e se funda no cano de um fuzil”. Isso aí de, “se vis pacem, bellum parat” [traduzindo: “se queres a paz, prepara a guerra”, nunca foi paz e nunca será ; Votemos a CASA-CE porque, acreditem-me, a CASA-CE não se fia nessa paz podre, a mísera paz do simples calar das armas, mas, SIM, a CASA-CE crê na Paz que pressupõe o desarme dos corações, segundo os cânones da “Pacem in Terris” de João XXIII. A Paz que defende a CASA-CE e sua liderança garante a Reconciliação Nacional, pois nasce da Justiça e do perdão sinceros, e prima por afrontar os antigos problemas dos homens/mulheres que deram o seu melhor pela Pátria, os Desmobilizados, Veteranos de Guerra e Antigos Combatentes e que, hoje, estão votados ao esquecimento, pura e simplesmente olvidados no limbo duma escandalosa miséria.

 

 Sou da CASA-CE e voto em cheio nela, porque com o estado corrupto da “Res Pubblica” herdada de uma governação corroída nos famigerados ‘33 anos’, só a CASA-CE e sua liderança garantem o princípio da Angolanidade, Honestidade e Competência, como critérios irrenunciáveis de uma Governação impoluta, séria e autêntica.

 

Sou da CASA-CE e VOTO vitoriosamente nela porque, sei que quem é jovem, honesto, intrépido e herói como foi Hoji-ya-Henda, vai seguir-me e entrará na CASA-CE, pois só ela poderá resgatar o sonho das nossas aspirações, só com a CASA-CE e seus líderes se poderá sonhar de novo como jovens de um país rico e portentoso, mas empobrecido pela ganância, corrupção, nepotismo e delapidação da sua enorme riqueza pela actual ‘entourage’ política, que nada mais tem a oferecer aos angolanos e angolanas. A CASA-CE de TCHIVUKU e de “MIAU” é segura e jamais desabará os seus  fundamentos, isto é, a sua firme convicção de realizar o sonho de todos os Angolanos, na senda do profetismo de Martin Luther King, da coragem de Mandume, na sagacidade diplomática da rainha Jinga Mbandi, no patriotismo de Kapalandanda e soberania de Ekwikwi, na genialidade de Katyavala, na firmeza da jovem rainha Lueji ya Nkonda, na fragrância e inteligência de Kimpa Vita, enfim, no nacionalismo de Holden Roberto, Agostinho Neto e Jonas M. Savimbi, alicerces da Nação Angolana …

 

Entremos na CASA-CE, não fiquemos ao relento; há espaço para todos os filhos de Angola na CASA-CE, não duvidem. E se ainda assim receardes entrar por receio de represálias, garanta à CASA-CE e seu Candidato o seu VOTO, que é e será sempre secreto… O seu voto significa Mudança radical, Metánoia e não Matamorfose dos que, pouco tempo atrás, foram comunistas e autocratas intemperados, e do estilo estalinista, e que hoje, talvez por milagre, também se dizem democratas… Valha-nos Deus!!!

 

Mudança é Agora, a Hora dos Angolanos, a nossa Hora! Vamos sancionar essa mudança radical com o teu voto, com o meu voto, com o nosso voto, o Voto do POVO. Há quem tenha medo dessa mudança radical dos hábitos, sobretudo os da corrupção. Há quem desconfia da dita mudança radical…  como se o adjectivo ‘radical’ fosse o mesmo que radicalismo. Não é bem assim! Existe uma enorme diferença entre os termos RADICAL e RADICALISMO… Como todos os “ismos”, o segundo termo refere-se à atitude de alguém que entende impingir o seu modo de interpretar o mundo, impor a sua cosmovisão aos outros. Radicalismo é, neste caso, sinónimo de absolutismo, imperialismo, comunismo, fundamentalismo e como já disse acima, todos os “ismos” conduziram aos píncaros da irracionalidade humana, no que à conduta humana diz respeito.

 

Pelo contrário, entendemos que ser radical é arraigar as próprias raízes bem no solo, conservando a própria identidade que, no caso nosso, é angolana, no contexto da mãe África. E basta recordar a expressão cristã “viver a radicalidade evangélica”, para percebermos que é inteiramente positiva a expressão em itálico, pois ela significa viver profundamente a mensagem da boa nova, ser autêntico, probo e inabalável. Assim procedem apenas aqueles que têm vincados os pés no chão, que não construíram a sua casa sobre a areia, mas os fundamentos bem assentes na terra firme. É isso que quer dizer RADICAL, ou RADICALIDADE, com que a CASA-CE se identifica. Por isso, sou da CASA-CE e nela voto no próximo dia 31 de Agosto de 2012.

 

 Na CASA-CE, todos os membros sentem-se mesmo em Casa, como numa família que se orienta, tanto por normas emanadas pela Autoridade paternal e maternal, como por usos, tradições e costumes que radicam a sua razão de ser, no instinto de conservação e valores éticos irrenunciáveis. E porque na CASA-CE e com a CASA-CE a governar, se defenderão os valores tradicionais da Família, com protecção da vida na procriação responsável, subsídios a famílias indigentes, encorajamento dos nascimentos como forma estratégica de tutela sábia da angolanidade etnológica no solo pátrio de Angola.

 

 A CASA-CE é a opção alterna real, eu Voto CASA-CE e ABEL EPALANGA TCHIVUKUVUKU, a coligação e o candidato da Viragem a 180º na governação de Angola, pois vai realizar os Angolanos. E tu, o que esperas ainda? Venha e faça parte da CASA-CE ou, simplesmente, não te esqueças de votar a CASA-CE e seu candidato à Presidência do País, pois é chegada a Hora, a Hora dos Angolanos, a nossa Hora. Por isso, sou da CASA-CE e voto nela…

 

*Júlio Kuvalela,  Professor Universitário, de Direito Constitucional e Ciência Política






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