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Dino Matross dialoga com a diáspora angolana

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Lisboa – O secretário-geral do MPLA, Julião Mateus Paulo “Dino Matross”, discutiu, na noite de quarta-feira, em Lisboa, a problemática de vida com que muitos angolanos enfrentam em Portugal, apelando-os a “manterem-se confiantes no futuro de Angola”.
 
Fonte: Angop

Num afluído encontro, para o qual a primeira-secretária do Comité do MPLA em Portugal, Rosa de Almeida, apelara para “um diálogo sem tabus”, “Dino Matross” respondeu à muitas das preocupações levantadas pela plateia, integrada maioritariamente por militantes e simpatizantes do seu partido, assim como por muitos estudantes universitários.
 
Entre as preocupações, constaram a difícil situação de vida por que muitos dos cidadãos angolanos vivem, neste momento, em Portugal, onde “a crise, como facilmente se poderia prever, já vai afectando a vida dos nossos concidadãos”, segundo Rosa de Almeida ao discursar na abertura.
 
O regresso “adiado” de muitos quadros qualificados ao país por diversas razões, sobretudo de ordem socioeconómica, a posição “crítica” que estudantes angolanos, incluindo muitos finalistas universitários, enfrentam no pagamento das suas propinas, e problema de desintegração em Portugal, foram ainda das questões levadas ao dirigente do MPLA.
 
Mereceram também a atenção dos participantes, o desemprego “galopante” em Portugal, fruto da crise económica e financeira, e o “ligeiro” afastamento, do ponto de vista cultural, dos filhos dos angolanos nascidos em Portugal com o país dos seus progenitores (Angola).
 
Para o evento, que visou igualmente saudar o 4 de Fevereiro, um “importante acontecimento para o resgate da nossa identidade e Nação, duramente disputada pelos nossos ante-passados”, segundo Rosa de Almeida, os angolanos na diáspora portuguesa apresentaram ainda propostas relativas ao empreendedorismo e à integração “quando se chegar à Angola”.
 
“Sensível com todas as inquietações”, o secretário-geral do MPLA prometeu “dar seguimento às mesmas”, mas foi efusivo em algumas situações, como o caso de “estudantes angolanos que, formados em medicina com bolsas do Estado angolano, decidiram não voltar mais ao país”, considerando “inadmissível”, porque, lembrou “Dino Matross”, “o país investiu muito na formação dos seus estudantes no exterior”.
 
Este foi o segundo encontro do género com a comunidade angolana em terras de Camões, num espaço de menos de três dias, depois de, na segunda-feira última, a secretária-geral da Organização da Mulher Angolana (OMA), Luzia Inglês “Inga”, ter apelado para o regresso dos quadros angolanos.
 
No encontro, que visou também saudar o dia 4 de Fevereiro, Luzia Inglês chamara a atenção para o momento oportuno de angolanos na diáspora voltarem “quanto antes” ao país, “num momento em que a Europa vive uma grande crise económica e financeira”.
 
“Se aqui em Portugal já há gente a passar fome, porque é que os quadros angolanos insistem em cá ficar quando o nosso país tanto precisa dos seus filhos?”, questionara a secretária-geral da OMA, que esteve em Lisboa, onde participou na reunião do Conselho da Internacional Socialista das Mulheres (ISM).
 
Por sua vez, “Dino Matross” chefiou a delegação do MPLA na reunião do Conselho da Internacional Socialista (IS), terminado na terça-feira, da qual, numa das suas importantes conclusões, foi criada uma Plataforma, apoiada pelo MPLA, para seguir os ideais progressistas do desenvolvimento e da emancipação humana, e “valorizar o trabalho sobre o capital e reconhecer na cultura um instrumento de diálogo e de cooperação".
 
Além do MPLA, a Plataforma tem, entre outros, o apoio do Partido Socialista português, o MLSTP-PSD (São Tomé e Príncipe), o PAICV (Cabo Verde), o PAIGC (Guiné-Bissau) e o Partido Democrático Trabalhista (PDT) do Brasil.
 
Entre outras conclusões, a IS aprovou igualmente uma proposta de alerta para a transparência na administração pública, bem como uma nova forma de envolvimento individual nas causas e campanhas da organização, através do activismo social.







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-5 Joao 08-02-2013 10:05 #1
Boa ideia Sr Dino Matrose, o dialogos assim desta natureza resolven problemas!Boa iniciativa sim!Todos nos temos a conciencia que o PMLA faz e diz faz, mas ver dirigentes do poder a chegar ate a nos na diaspora e debater sem tabu certas questoes, ja e um bom caminho!continu a neste ritimo Sr Dino
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+5 pires. feliciano 08-02-2013 13:42 #2
Nada temos à ver com istou nos que penos diferente e objectivamente contra este bando de incompetentes.a lem disso o convivio foi entre emepelistas da diaspora e ac' ccandidato de tugas ao imigracao
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+3 Belas Dos Santos 08-02-2013 13:54 #3
Amigo Joao nao tenhas cerebro de peixe enxerga longe ok --entende que os Angolanos nao sao so os do m.p.la ok mais sao os de Cabinda ao Cunene do mar ao leste .Que figura triste este Dino que trouxe.
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+2 Abaixo a Delta 08-02-2013 14:57 #4
Os da diaspora nao podem voltar enquanto comprar casa for esse pesadelo de filas “furadas” por subornos quefaciltam os que têm fundos para pagar. A VOA esta a denunciar que “há policias envolvidos no esquema e que facilitam os furadores da bicha" Ha gente que esta a dormir la. Quem chega as três da manhã, já tem mais de cento e tal pessoas a frente. O mundo inteiro ja esta a olhar para Angola outra vez rindo-se da incompetencia do nosso Governo. Isso ê forma de se tratar o cidadao? E a Delta anunciou que isso vao levar muitos meses. Faz sentido? Porque tem que ser so ela a vender? Porque nao dao esse processo aos bancos e a todas as imobiliarias para facilitar a vida ao cidadao? Veja aqui o que se esta a passar na bicha das casas: http://www.voaportugues.com/content/article/1599206.html
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+2 londrino 08-02-2013 15:58 #5
bastou olhar pra fonte da noticia"ANGOP" ja se deu entender que o homem"Matross" foi dialogar com os apoiantes do MPLA no estrangeiro.
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+3 E. quimico 08-02-2013 16:11 #6
senhor amigo do diabo vai maze pro cara@lho. velho atrevido
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+1 Kilamba 08-02-2013 21:24 #7
Dino Matou-se a ele e a todos os angolanos de boa fé que acreditam nas promessas da politica defunta do MPLA. . Não se pode passar a vida inteira a enganar os cidadãos e por isso jamais acreditaremos nestas jornadas de propaganda que nunca trarão resultados positivos para os angolanos mais carenciados quer em Angola quer na diáspora. Só a mudança poderá inverter esta habitual manipulação doo regime caduco
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-2 kizua dos Santos 08-02-2013 23:42 #8
Os angolanos de Portugal têm sorte, pela língua, de fazerem uma boa reintegração, reinserção e reinstalação em terra natal. Mas nada está a ser feito para os angolanos de países anglófonos e francófonos de modo a terem uma boa reinserção, reintegração e reinstalação quando de regresso. Esses são descriminados e acusados de não dominar a língua portuguesa cujo facto dificulta o ingresso no trabalho através o teste (prova de aptidão). Outro problema é a obtenção da Equivalência de vossos Diplomas ou Certificados de habilitações literárias junto à UA. A todos os angolanos de diáspora, ao regressar ao país, ficais a saber que ciúme existe entre vocês e nós que aquentamos a guerra. Todavia, aquilo passa pelo tempo. Eu vi isto em Vietname
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+2 Fantasma de Nito Alv 08-02-2013 23:43 #9
O nosso país não tem futuro com o governo do mpla

Sem estes corruptos o nosso país vai crescer muito e melhor
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+1 João Sem Terra 09-02-2013 10:32 #10
Dino, agarra-te bem a este posto porque depois disto, apenas te resta a nulidade em que te tornaste. É interessante a forma como tens evitado os cargos de ribalta para que não se destape muito do teu consulado sangrento em nome do dinheiro e não da pátria.
Boa sorte, para ti e para os teus, porque se te desejar boa justiça, poderá ser complicado.
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+2 Sincero 09-02-2013 11:26 #11
Mas estes mais velhos não têm data de expiração???
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+1 londrino 09-02-2013 17:07 #12
nada se o Putin nao tem data de expiracao agora imagina os seus irmaos do MPLA
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+1 laziano 10-02-2013 14:29 #13
este velho é o 2º gatuno é mt. calmo mais cuidado, é toda conversa afiada. eles preferem recrutar estangeiros onde pode tirar dividendos do que o nacional.
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