A loucura lucida do lunático regime de JES – Raul Diniz

Luanda – Acredito plenamente que a generosidade esta implícita na natureza dinâmica da verdade. Não existem duas verdades que possam distanciar-se uma da outra pelo simples facto de ambas derivam do mesmo criador. Ambas provêem da mesma natureza Divina, mas, uma e outra produzem efeitos diferentes quando da sua utilização. Daí a necessária separação que valoriza a natureza da verdade proveniente do alto da parte de Deus.

Fonte: Club-k.net

Fica claro que a soberania da verdade esta conectada ao poder de Deus e não ao mundo criado por Deus para o Homem. Estamos num momento de pleno crescimento externado dos movimentos sociais, e esse crescimento atemoriza assustadoramente as estruturas da nossa vil ditadura o que se denota pela enorme agitação política flagrada no interior do partido no poder a trinta e oito anos ininterruptos e no dos seus mais direitos colaboradores internacionais.

É reveladora a ignorância que transporto comigo porque a leveza e a simplicidade do meu coração faz-me sentir grande afecto apelativo por viver decididamente aprisionado a excelência da verdade Divina.

PASSEIO A LUANDA DO MINISTRO PORTUGUÊS DA PROPAGANDA INTERNACIONAL DO REGIME DE JES PAULO PORTAS

Assistimos nestes últimos tempos a chegada de sinistros viajantes do tempo, que ao chegarem a nossa terra, usam de determinados estratagemas esquisitos que faz até mesmo o diabo torcer o bicudo narigão.

Eles chegam sem motivos aparentes que justifique as suas vindas ao nosso país, esses energúmenos viajantes, deslocam-se ao nosso país convidado umas vezes pelo ditador presidente e outras vezes chegam a Luanda a convite das suas filhas, primeira filha Isabel dos Santos e segunda  filha luso angolana Tchizé dos Santos.

Os destemidos convidados chegam a Angola muito bem pagos com fundos  públicos apenas para criarem factos políticos em beneficio do ditador JES e da sua família! Refiro-me a vinda desnecessária de Paulo Portas (in)fiel representante do governo falido de um país falido que de facto é Portugal, que se transformou inesperadamente em uma degradante colónia financeira de JES e de Isabel dos Santos. 

Portugal não pode nem vai escapar futuramente a acusação de se ter transformado na placa giratória da corrupção internacional protagonizada pelo nosso ditador, suas filhas e filhos e pelos seus apaniguados colaboradores com a anuência explicita dos governantes portugueses.

Esses esbirros, pretensos dirigentes internacionais angolanos ao serviço de JES são autores morais e materiais da corrupção nacional e internacional. Essas espécies de boca de aluguer não passam de tuberculosos mentais autênticos mentecaptos têm sido convidados assíduos  dos governos de Portugal com pompa e circunstância.

Essa qualidade de protegidos de Portugal fiéis adeptos da corrupção internacional, seriam indesejáveis em qualquer outro país democrático europeu e ou do mundo civilizado que se prese sê-lo.  É verdade sim, e, todos sabem que Portugal é de facto a maior lavandaria utilitária de branqueamento do capital financeiro de toda a ladroagem executada pelos corruptos angolanos.

Esses gatunos angolanos contam com a experiente colaboração e com a total cumplicidade dos dirigentes políticos, empresários já identificados de Portugal, e contam ainda com a total cumplicidade do judiciário português. Eles utilizam o território português e as instituições do aparelho de estado como as secretas a seu bel prazer, sem oposição alguma que os impossibilite alcançar os seus intentos naquela parcela do território europeu.

Os portugueses sabem muito bem e conhece quem de facto hoje manda em Portugal! Toda a nação portuguesa esta de cócoras, estupefacta com a nova realidade que o seu país se encontra e reconhecem que de facto Portugal tem um novo patrão que se comporta como um autêntico sultão das arábias, e que se apoderou da alma portucalense sem a valida permissão do digno povo português.

José Eduardo dos Santos coadjuvado pela sua filha a russa descendente Isabel dos Santos imprevisivelmente tornaram-se senhores e donos dos destinos do povo português. Toda comunidade democrática mundial tem conhecimento privilegiado dessa nova realidade portuguesa e acompanham de longe a desenfreada caminhada das máfias institucionalizadas nos dois estados.

O desempenho verificado em Portugal com a lavagem de biliões de euros e dólares provenientes das receitas petrolíferas e diamantes de sangue roubados ao nosso país, é feito com o conivente envolvimento da banca portuguesa com a finalidade de despistar vestígios que os ligue as autoridades portuguesas a esse alargado movimento de corrupção internacional com origem no governo de Angola.

Todos sabem que riqueza roubada e desviada para Portugal pertence a todos os autóctones angolanos. Será que o Ministro Paulo Portas confundiu Luanda com o parque Eduardo Sétimo? Ou será que o ministro português da propaganda de JES não sabe que o dinheiro que a Isabel dos Santos ostenta não é de origem lícita, por conseguinte não é legal?

Não sabe Paulo Portas ou Paulo Janelas que Isabel dos Santos é uma ladra internacional e que tarde ou cedo terá de prestar contas dos suas ilicitudes praticadas as autoridades judiciais angolanas e as autoridades dos países para onde ela e seu pai e irmãos levaram praticaram crimes internacionais de corrupção e branqueamento de capitais? Portugal e o governo de Passos coelho não conhecem essa realidade aqui descrita? Pensam os políticos portugueses que nós os angolanos somos autenticas bestas cegas, que não sabemos nada acerca da riqueza roubada que é nossa por direito?

Para além de Portugal ajudar no saque das nossas riquezas, agora também querem dar-nos pistas de engrandecimento político falseado. Paulo Portas ao tentar a todo custo vender uma imagem distorcida do presidente angolano, prestou um mau serviço a Portugal e a comunidade democrática mundial ao ridicularizar a natureza legalista e democrática da diplomacia portuguesa.

O ministro português com dizeres inoportunos veiculados na imprensa não foi feliz com retórica usada na sua oratória por se tornar impropria para consumo. Afinal o ministro dos negócios estrangeiros deduziu que Angola se resume ao umbigo de José Eduardo Dos Santos e ao MPLA?

Ou por acaso Paulo Portas e o governo português nunca ouviram falar no maior partido da oposição angolana a UNITA? Esqueceu-se o ministro português da propaganda do regime angolano Paulo Portas, que, no parlamento Angolano existem outros partidos fortes como a CASA-CE e o PRS que por sinal foram roubados nas eleições de 31 de agosto de 2012?

Isso demonstra o servilismo bajulador  que trouxe o cínico Paulo portas as terras da Rainha Ginga, Muandume, N’Zinga M’Bandi dentre outros reis e rainhas que heroicamente se bateram contra o colonialismo português, que tenta em vão ressuscitar através das mãos trémulas de Paulo Portas.

Quando o ministro de um país com responsabilidades históricas que Portugal tem, vem a Angola dos Angolanos e não se encontra com as direcções dos partidos históricos com implantação nacional e assento parlamentar, é porque esse personagem é macabro e de se vestir de ministro não merece da parte dos angolanos o menor apreço nem respeito.

Pois, Paulo portas apesar de vir a Angola oficialmente nas vestes de Ministro dos negócios estrangeiro de Portugal, na verdade ele veio nas vestes de ministro dos negócios estranhos aos interesses do povo português e angolano.

Pelo que observamos aqui em Luanda, o Paulinho veio apenas e só cumprir calendário estabelecido entre o seu patrão José Eduardo Dos Santos e o próprio senhor Paulo Portas, em suma o ministro português cumpriu a sua parte do trato feito com JES, fez a  propaganda favorável ao regime angolano capazmente.

Paulo Portas é conhecido em Portugal como especialista em matéria de bajulação populista e fácil de ser corrompido por ter uma afeição descomunal pelo dinheiro, daí a sua necessária contratação por parte de JES e do lobby angolano ligado ao MPLA em Portugal! Paulo Portas veio a Angola apenas e só para promover a imagem indesejável e já bastante debilitada de JES, esse ministro não veio representar o povo do seu país, mas sim veio a negócios pessoais como todos os políticos portugueses o fazem ao chegar à terra prometida Angolana em busca de benesses financeiras.

Afinal o que percebe Paulo portas sobre a África e sobre Angola e até mesmo sobre a excelência da nossa angolanidade para vir fazer insinuantes declarações bombásticas de tão bajuladoras serem?

O que leva um ministro português vir a Angola afirmar sem motivo algum aparente de que José Eduardo Dos Santos é a maior referencia de África, ou que o presidente angolano é dos maiores líderes africanos?

Se JES é o maior aos olhos do Paulinho Do Parque Eduardo Sétimo lá nas bandas da rotunda do jardim do Marquês do Pombal! A pergunta que nunca pode calar é a seguinte: Em que lugar o valente bajulador Paulo portas colocaria o inegável filho de Deus, o orgulho de todo africano e não só, o nosso político maior de África e porque não do universo político democrático Nelson Mandela?

Volto a perguntar, o que sabe sobre a África e sobre os africanos esse exímio ideólogo convicto defensor do homossexualismo político internacional? Afinal, o que veio fazer a nossa terra esse ministro? Veio apenas legitimar JES aos olhos dos angolanos roubados?

Presumo que afinal Paulo Portas veio a Luanda somente para tentar viabilizar a campanha internacional de promoção inviável da imagem do presidente ditador JES com expressivas palavras mentirosas de inoportuna bajulação; enquanto o seu colega e companheiro de ideologia o politiqueiro Castro Caldas em ensaio público no parlamento Tuga, procurava em vão denegrir com esmerada bajulação a imagem de uma das grandes referências do nosso nacionalismo, essa pessoa que sequer se encontra mais entre os vivos para se defender.

O mais velho Jonas Malheiro Savimbi é de facto uma grande estrela do nosso nacionalismo contemporâneo a par do Presidente Agostinho Neto e do mais velho Holden Roberto. Não acham essa simbiose tão maligna como sendo uma tremenda falta de integridade política da parte dessa raia miúda da política portuguesa? Não acham meus camaradas que Paulo Portas é uma autentica fraude politicamente perigosa e não digerível?

Afinal tem sido habitual ao longo dos anos a pratica dos sucessivos governos portugueses intrometerem-se nos assuntos internos de Angola. E só assim também se justifica a razão da teoria avançada pelos círculos democráticos independentes de que o PSD, o pequenino partido comunista português e o partido socialista seriam os principais responsáveis pela manutenção permanente de JES e do MPLA no poder apesar do tremendo desgaste que ambos sofrem nos dias de hoje!

A esses partidos aos qual se juntou o partido político propalador da mentira diplomática CDS-PP do Paulinho do Jardim Eduardo Sétimo. É do conhecimento de uma grande franja da sociedade política angolana que ao longo dos anos esses partidos políticos portugueses, as suas campanhas eleitorais têm sido sistematicamente garantida com o dinheiro publico pertencente ao povo angolano.

Todo angolano sabe que o Portugal político indisfarçavelmente odeia Angola e os angolanos, a razão desse ódio esta implícito na inveja que movem por sermos detentores de tão grande riqueza.

Afinal, até onde vai chegar essa porca vergonha da interferência política nos assuntos internos de Angola da parte de Passos Coelho e de Paulo Portas? Até onde Passos Coelho e Paulo portas querem prosseguir com o servilismo político impregnado de desoladora bajulação  elevado a um graxismo tão miserável  feito a uma tão sinistra personagem  como o senhor ditador José Eduardo Dos Santos?

Acredito que em toda criação de Deus, existem parâmetros inexplicáveis que distinguem uns seres de outros seres. Nessa divisão quantitativa e qualitativa vinda da parte de Deus mostra o quanto Deus aprecia a diversidade e a diferença nas coisas que Ele mesmo cria para si. Daí perceber que de facto somos tão diferentes e tão iguais conforme a vontade requerida de Deus, mas, não se deve confundir a aparente simbiose da semelhança entre os seres ora criados por Deus com a imagem do próprio criador.

Nos dias de hoje reparamos que a minoria dirigente do país se tornou snobe e descaradamente adquiriram um tipo inexplicável de absoluta cegueira, que os torna pouco menos inteligentes levando-os a ficar completamente desconectados das realidades da pobreza generalizada do povo.

E ainda assim, e, apesar do descontentamento generalizado que grassa entre os angolanos, o regime descompensado de habilidades de JES e seus mais afoitos congregados nada fazem para alterar essa disfuncional realidade pecaminosa imposta a todos e, que, faz a maioria do povo nacional sofrer a décadas o resultado dessa cegueira política maligna.

O regime e seus dirigentes vivem numa redoma que produz falsas motivações que os levam a agredir e a denegrir com pejorativos adjectivos a quem ouse pôr em causa o mundinho pseudo crioulo criado a contento para conservar os padrões da elevada ostentação de riqueza ilícita que o poder político e financeiro ilegal lhes concede.

Por outro lado, os detractores da verdade democrática são permeáveis ao desconforto que lhes provocam tenazmente a loucura lucida do lunático regime de José Eduardo Dos Santos, que os obriga navegar em estridentes embarcações que se movimentam em marés de águas turvas rumo ao nada, buscando coisas nenhuma.

Esses predadores sádicos satisfazerem-se sentimentalmente com coisas que lhes possibilitam obter prazeres efémeros, eles branqueiam a verdade objectiva da sua pobreza espiritual com futilidades descartáveis.

Essas pessoas vivem entre a fronteira do abismo e a fronteira do inferno, assim como disseminam todo fel acumulado do seu perturbador ódio e vileza, na tentativa de despersonalizar incoerentemente a linha ténue que separa a fronteira da verdade a da mentira a da honestidade a da desonra, e a da alegria a da tristeza, que habilmente manobram na vã tentativa de dominar a inteligência incomparável do povo que agora despertado não aceita mais viver acorrentado às múltiplas mentiras enganosas, de um regime fútil e inexpressivo com validade aprazada.

Hoje o povo inteligente não aceita nunca mais conviver com as festanças e regabofes palacianos nem deseja ouvir os enfadonhos discursos desconfortáveis preenchido de azedas mentiras do chefe militar da ditadura JESSEANA.






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