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Empresa de inspecção conotada a Zénu gera controvérsia

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Lisboa  - Uma empresa privada  apresentada,  em meios empresárias, como fazendo parte dos interesses  de José Filomeno dos Santos “Zenu”, em  associação com o  director Nacional das alfândegas de Angola, Sílvio Franco  Burity está a ser objecto de debate controverso  em Angola.  A empresa, conhecida por “Laboratório Brumangol”  dedica-se a  inspecção de alimentos/produtos  que entram no país, uma actividade que segundo, algumas  reacções críticas,  deveria ser  unicamente  da exclusividade do Estado.

Fonte: Club-k.net

Em  associação com o director  das alfândegas

O  laboratório Brumangol entrou em funções desde 2011, através de um contrato (nº. 24/SNA/2011) do Ministério das Finanças e o  Serviço Nacional das Alfândegas. A sua actividade  está, a causar leucemia entre os importadores, por a mesma ter sido imposta a proceder com  a  inspecção de todos os alimentos que entram no mercado angolano. Não obstante, a isto,  a Brumangol está  a ser objecto de críticas  pelos altos preços que praticam para a inspeção dos alimentos  importados.


Para  além de estar a exercer uma actividade que retira competência ao Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), ou ao Laboratório de  Controlo de Qualidade do Ministerio do Comercio,  a Bumangol é acusada de estar a inflacionar alguns preços dos produtos importados no mercado. Recentemente uma firma de empresários portugueses, em Angola,  teve de subir os preços do bacalhau devido aos custos da “imposição” da inspecção desta mesma empresa. 


Acadêmico levanta questões/Interrogações

Quem também levantou a voz sobre o assunto em análise  é o acadêmico Celso Malavoloneke, por via das redes sociais.  “Do meu ponto de vista, ninguém no seu perfeito juízo está contra as análises laboratoriais dos alimentos importados. Mas deve-se urgentemente dizer quem são os importadores que trazem para o país alimentos importados. E esse anúncio não deve ser feito pela empresa que faz lucros fabulosos com isso.”


“Em segundo lugar, esta situação não deve servir de desculpa para actos ilícitos: O Director dos Serviços Nacionais das Alfândegas não pode fazer negócio com uma empresa na qual é sócio. E a função destas análises é do Estado, e não de privados. E os preços devem ser regulados pelo Estado, não ao livre arbítrio da empresa que ganha com isso.” Esclareceu.


Malavoloneke questiona também o “porquê nos debates organizados pelas rádios este fim de semana, os importadores não foram convidados para dizer da sua justiça o que acham desta sarrabulhada? Quem está estas pessoas a proteger?”


Relatório revela que Brumangol carece de certificação


Em 2012, um relatório entitulado (ver anexo) desenvolvido pela Universidade do Minho e patrocinado pela União Europeia  revelava que “No País existem 7 Laboratórios, pertencentes ao Ministério da Saúde (Instituto Nacional de Saúde Pública),  Ministério das Pescas (Instituto Nacional de Investigação Marinha), Ministério do Comércio (Laboratório de  Controlo de Qualidade), Ministério da Agricultura e do Desenvolvimento Rural (Laboratório Central),  Ministério do Interior (Laboratório Central de Criminalística), Angomédica e o Brumangol.”

“Destes, apenas  o Laboratório das Pescas está certificado. Os demais carecem de certificação, o que pressupõe aferir que o resultado das análises nem sempre convencem as partes interessadas”, le-se no relatório.


Ainda de acordo com o  relatório, “O Laboratório privado Brumangol, está em fase de certificação, e é vocacionado para análise de produtos de importação e de produção nacional, perspetivando-se, ainda, a análise de medicamentos e produtos farmacêuticos”.

 








Debate o tópico nas redes sociais:





Debate no Club-K:


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Comentários Arquivados:



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0 Angolano 10-07-2013 11:31 #42
Lamento a informar que o tal Brumangol esta demasiado exercer as funcoes atribuida pela SNA, ao cobrar ate 315.254,00KZ por 15 Kgs de Arroz. O circular N-89/DPP/SNA/20 13, rubrica na alinea 3a.Os procedimentos plasmados na tabela a baixo nao se aplicam as mercadorias importadas par particulares ou par miss6es diplomaticas para o seu consume proprio. Agora pergunte-me sera q 15 Kgs de Arroz e para ser Comercializado? Triste!!!!!!!
Tenho Comprovativo, isto e roubo!!!!!
0 Juvenal tchinhama 16-06-2013 12:06 #41
Tudo isto que acontece no nosso pa'is e muito complicado. Ou seja dividir para melhor remar.........
0 Fantasma de Nito Alv 07-05-2013 11:43 #40
Este também começou a vender farinha de mandioca para ser rico só pode

Esta família é um fenómeno ou mesmo do além...
0 Julia Arminda 07-05-2013 08:13 #39
...Apos a chegada da mercadoroa a angoladeve-se realizara a inspecção pelo Laboratorio Central do Ministerio do Comercio, o único competente em qualquer pais normal, a realizar a inspecção confrontando com o resultado obtido na origem sendo o qual se der negativo e for imcompativel, processar a empresa importadora, de crime com a segurança alimentar e de segurança de estado. Portanto, pedimos ao Sr presidente da república a tomada de medidas urgente porque o povo esta a ficar cansado destes abusos de poder de muitos dirigentes angolanos. Onde esta a Lei da Proibidade Publica?
0 Julia Arminda 07-05-2013 07:50 #38
É estranho o que se passa neste país. Ninguém diz que não deve ser feita a inspeção de qualidade. Aliás aplaudimos essa atitude mas se fosse tomada por decisão do Estado com interesse da defesa da qualidade alimentar dos cidadãos e da segurança nacional. Mas quem deve fazer este controle é o Estado e não uma empresa privada sem certificação. Pode lhe ser pedida em casos especiais algumas análise mas sempre e repito em casos pontuais. E mais um empresa conotado com o Director Nacional das Alfândegas e o flho do próprio presidente da República! É incrível! Porquê que no contrato que o Governo tem com as empresas de inspeção pré embarque não inclua asaanálises laboratoriais? Neste momento a inspeção pré embarque só contempla apenas a verificação documental e classificação pautas das mercadorias.
0 Julia Arminda 07-05-2013 06:46 #37
É uma treta.
0 Homem do Kambuku 06-05-2013 23:30 #36
Estes mafiosos envolvem a família de JES nos negócios, mas quando correm mal o Zedu furnica-os, dai que o Minfin, já foi par a rua, Dir Regional iden e gora vai o Dir Nacional dos SNA, Silvio Burity, grande bandido qu orquestrou tudo isto.

Esse malandro concebeu o maior roubo de todos os tempos as Empresas. Pior que a troca da moeda. Esse vigarista tem que ser preso.
0 londrino 06-05-2013 13:32 #35
este Zenu anda a comprar varios apartamentos no valor de milhoes de libras em Londres com dito Fundo Soberano de fachada que foi criado pelo seu pai"gatuno" os lideres da oposicao tenhem que pedir uma explicacao ao JES sobre a maneira como seu filho anda a comprar esses apartamentos em Londres.
-1 Cambamba Luís 06-05-2013 13:18 #34
Ia-me esquecendo. Como é k eu posso negociar comigo mesmo?
Tem que se encostar a parede ao Director das Alfândegas. Quer ser empresário ou funcionário público.
A mania de mamar em duas chuchas tem k acabar.
-1 Cambamba Luís 06-05-2013 13:14 #33
No meu magro intender, a inspenção dos alimentos deve sim ficar a cargo de empresa ou empresas privadas para não carregar as responsabilidad es ao Estado, este que já está a aborrotar de responsabilidad es. É assim que se faz em outros a Países. Mas, às empresas encarregues desta importante missão pois delas depende a saúde das pessoas que comem estes produtos, devem-se atribuir responsabilidad es. Elas devem apresentar relatórios concisos ao INADEC , sobre as actividades realizadas. Pois é o INADEC que representa o consumidor angolano. Quanto a subida do preço do bacalhau. É uma treta. Pk em angola não regulamentação de preços. Cada um faz o preço k quer e o cidadão que se lixe. É assim k se vive.
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