Luanda – Quem a viu é que conta. A inopinada exoneração da comissária-chefe Elizabeth Maria Rank Frank – na segunda-feira última – pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos, dos cargos de delegada provincial do ministério do Interior e de comandante Provincial de Luanda da polícia nacional, deixou-a seriamente debandada.

Fonte: Club-k.net

A comissária-chefe Elizabeth Maria Rank Frank, vulgarmente tratada por “Bety”, foi vista pelos efectivos em serviço – momentos após do anúncio da sua exoneração pelos órgãos de comunicação social – a derramar rios de lágrimas nos corredores do Comando Provincial de Luanda.

O cenário – descrito como de “profunda tristeza” – comovente obrigou alguns dos seus colaboradores mais próximos a aconchegarem. “Ela passou nos corredores a soltar lágrimas”, contou um dos agentes que esteve no local, acrescentando que “dei muita pena”.

Por outro lado, a destituição da comissária Bety foi motivo de “grande regabofe” para a maior parte dos efectivos Comando Provincial de Luanda e não só. Este portal soube que alguns comandantes municipais e comunas chegaram ao ponto de organizar repentinamente, no mesmo dia, sentadas de comes e bebes para quem quisesse. 

“Ela era muita achada, maltratava verbalmente os agentes quando bem entendesse usando palavrões”, revelou uma outra fonte, acrescentando que “até se gabava que iria ficar aqui mais tempo que o ex-comandante Quim Ribeiro”.

Importa realçar que o Presidente da República decretou, por conveniência de serviço e ouvido o Conselho de Segurança Nacional, a exoneração da comissária-chefe Elizabeth Maria Rank  Frank, nomeando assim o comissário António Maria Sita para ostentar os respectivos cargos. Enquanto a comissária Bety foi para o cargo de conselheira do Comandante Geral da Polícia Nacional, Ambrósio de Lemos.



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