Luanda - O recluso que se encontrava detido na esquadra do Bita Progresso, segundo a investigação, prometeu 18 mil dólares ao comandante da esquadra e a um chefe do SIC para ser libertado. O plano acabou por correr mal por causa da intervenção de um agente, que estranhou as movimentações e acabou por ser morto.

Fonte: Novo Jornal

Estão detidos três efectivos do Ministério do Interior pertencentes à esquadra do Bita Progresso, em Viana, por suspeita de envolvimento na morte de um colega, o subinspector Joaquim Luzango dos Prazeres Kapassola, durante uma simulação de assalto para libertar um recluso. Trata-se do comandante da esquadra, o chefe de sector e o chefe de investigação criminal da respectiva esquadra.


Uma fonte da investigação, que falou ao Novo Jornal sob anonimato, disse que os três funcionários do Ministério do Interior e mais sete supostos marginais estão detidos, desde o dia 5 de Setembro. As detenções foram feitas depois de um trabalho árduo desenvolvido pelos efectivos da investigação criminal de Luanda, que permitiu desfiar um intrincado novelo.


"Foi um grande trabalho que o pessoal da investigação criminal teve, porque os envolvidos no caso fizeram tudo para que todos pensassem que se tratou mesmo de um assalto perpetrado por marginais que foram resgatar um comparsa seu. Tentaram apagar as pistas, mas, como o crime não é perfeito, deixaram um rasto e foi seguindo esse rasto que os apanhámos", revelou.



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