Lisboa – A Comissão Nacional Eleitoral (CNE) lançou oficialmente, na passada quinta-feira (8), em Luanda,  uma campanha nacional de Educação Cívica Eleitoral, que visa as eleições gerais de 23 de Agosto de 2017, em cerimónia orientada pelo seu  presidente, André da Silva Neto.
 
Fonte: Club-k.net
 
Campanha  de Educação Cívica Eleitoral para ensinar o povo a votar 
 
A referida campanha esta a gerar polemica e acusações de parcialidade uma vez que estão a atribuir a CNE a feitura de uma placa de simulação para ensinar a população a votar. A referida simulação,  com os símbolos e insígnias da CNE  é vista como tendenciosa por ilustrar votação ao MPLA, e ao seu candidato João Manuel Gonçalves Lourenço. 
 
Até ao momento a CNE ainda não reagiu as imputações que lhe são feitas  sobre a alegada campanha de educação cívica a favor do MPLA.  Este assunto da propaganda acontece meses depois de a CNE ver-se embaraçada com o caso das suas viaturas usadas para apoiar comício do MPLA, na província do Huambo.
 
 
A este episodio junta-se ao facto da CNE ter perdido credibilidade depois de ter violado a lei, ao contratar uma empresa espanhola, INDRA mundialmente famosa como  especialista em fraude eleitoral. A INDRA tem enfrentado casos de tribunais por ajudar regimes ditatoriais na américa latina a se fazerem eleger  através da fraude eleitoral. 
 
 
 
Em 2012, a PGR de Angola abafou  uma queixa do  partido UNITA, em que apresentava provas de como a INDRA    ajudou  a CNE a manipular o processo eleitoral para favorecer o partido no poder em Angola. 



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