Luanda - O ministro angolano da Saúde, Luís Gomes Sambo, afirmou, sexta-feira, em Luanda, que os êxitos alcançados, até ao momento, no concernente a melhoria de esperança de vida dos cidadãos angolanos, que passou de 45 anos em 2002 para 60 em 2016, deve-se ao empenho do pessoal deste sector e das políticas traçadas pelo Executivo.

Fonte: Angop

Luís Sambo que apresentou o Programa de Governação do MPLA para o período 2017-2022 aos quadros do sector, enalteceu os esforços empreendidos pelos profissionais da Saúde nos seus variados níveis, a quem confia para o alcance das metas preconizadas no documento do partido no poder.

 

Para a Saúde, Luís Sambo disse que se prevê, para os próximos tempos, trabalhar no sentido de elevar o índice de desenvolvimento humano, de 0,533 para 0,60, reduzir a taxa de mortalidade infantil de 44 para 35 por mil nados-vivos, a taxa de mortalidade de crianças menores de cinco anos, de 68 para 50 por mil nado-vivos.

 

Com base nas orientações das Nações Unidas e das estratégias do Executivo angolano, isso para o sector da Saúde, pretende-se também elevar de 49,6% para 65% o número de mulheres assistidas durante no parto, por parte do pessoal de saúde qualificado.

 

Neste mesmo encontro, Diógenes de Oliveira membro do Comité Central do MPLA, que apresentou o Manifesto Eleitoral reiterou que o seu partido prima pelo compromisso de satisfazer os anseios da população.

 

O político destacou os projectos implementados, até agora, nos mais variados domínios que visam a melhoria das condições de vida da população, além de outros que estão em execução em diversas regiões do país.

 

“As promessas do candidato do MPLA podem e serão cumpridas, na medida em que o país dispõe de bases para que a classe média esteja definida”, concluiu.

 



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