INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO DO CAZENGA ISPOCA

DIRECÇÃO GERAL

À
Direcção de informação do Club K

=Luanda=

29/11/2017
Oficio - NR: 191/DG/ISPOCA/2017/GJ
Assunto: Carta resposta do ISPOCA
Os nossos melhores e respeitosos cumprimentos

A DIRECÇÃO GERAL DO ISPOCA com veemência repudia e condena a conduta difamatória, caluniosa e injuriosa da matéria publicada e difundida pelo portal Jornal Club K, com epígrafe a “CORRUPÇÃO E PAGAMENTOS ILEGAIS NO ISPOCA” (Edição de 28 de Novembro de 2017)

 

O artigo publicado no pretérito 28 de Novembro, expõe um conjunto de inverdades, violando não só o bom nome e reputação de uma instituição de ensino reconhecida pelo Estado Angolano, com o devido mérito, assim como, viola a honra e o bom nome de alguns dos seus membros que integram o seu quadro docente, que em tempo oportuno adoptarão as medidas necessárias a reparação dos danos provocados por esse portal, que os assistem nos termos da legislação penal e da Constituição da República, bem como, manifesta um autêntico desrespeito a Lei de Imprensa no que tange ao cumprimento dos deveres de informar com rigor, objectividade, imparcialidade e isenção. Na sequência da informação veicula e no exercício do direito a resposta consagrado na Lei de Imprensa, exigimos que a presente seja integralmente publicada no vosso portal.

 

Na sequência dos já referidos pronunciamentos infundados feitos no portal Jornal Club K, onde se faz saber matérias relacionadas com “CORRUPÇÃO E PAGAMENTOS ILEGAIS NO ISPOCA” (edição de 28 de Novembro de 2017), imputadas à Direcção do ISPOCA, esta considera necessário informar e fazer esclarecer:

 

1. Logo no primeiro parágrafo o articulista vedeta cremos nós porque jornalista que se preze não é, anuncia a bacoquice ora transcrita “ ....pagamento de AKZ 250.000.00 (Duzentos e Cinquenta Mil kwanzas ) à instituição e pagamento de AKZ 100.000.00 (Cem Mil Kwanzas) a AKZ 200.000.00 (Duzentos Mil Kwanzas) aos respectivos tutores.” Facto que nós consideramos inexacto e irreal por não corresponder com as práticas da instituição, uma vez que ela observa as orientações constantes da tabela emolumentar, aprovada pelo Ministério do Ensino Superior que apenas confere o pagamento de AKZ 250.000.00 (Duzentos e Cinquenta Mil Kwanzas). Ademais;

 

2. Independentemente das intenções da entidade ou pessoa singular autor do tema da denúncia, a direcção do ISPOCA não emitiu qualquer orientação que autorize aos tutores a cobrança de serviços de tutoria, uma vez que, a instituição tem a responsabilidade de através dos seus Departamentos Académico e Científico, indica ou aprova os Orientadores das Monografias e os pagas via Secretaria-geral.

 

3. O ISPOCA não tem registada nenhuma denúncia nos Serviços Académicos ou na Secretaria-geral de qualquer estudante ou encarregado de educação relativamente a situação ora denunciada e retomada pelo Jornal Perola das Acácias, pelo que;

 

4. Não corresponde a verdade a afirmação segundo a qual “o ISPOCA, uma instituição que funciona sob incontáveis irregularidades e ilegalidades, não paga os tutores que conduzem os finalistas ao grau de licenciado”.

 

5. Constitui um facto indiscutível que, o ISPOCA não tem pagamentos em atraso pois estão regularizados os pagamentos com todos os tutores que orientaram as monografias referentes ao ano de 2016, e nessa altura apenas se aguarda pela realização das defesas. Situação que pode ser comprovada pela folha de salários ou mesmos através do quadro docente.

 

6. Outrossim, nos comprometemos, tendo em linha de conta a informação veiculada, enquanto Direcção do ISPOCA a criar uma Comissão de Inquérito, destinada a apurar as denúncias feitas e caso sejam comprovadas, a mesma tomará as medidas sancionatórias conforme o regulamento interno.

 

7. No mesmo espírito impugnamos a matéria imputada ao ISPOCA de comprado favores ao antigo Ministro do Ensino Superior, como contrapartida pela de bens. Como instituição de ensino que preza por uma Angola melhor e cultores de homens, agimos sempre em conformidade com a lei.

 

8. – Em atenção a gravidade da informação veiculada das consequências imediatas e futuras, contra reputação da nossa Instituição, os nossos Advogados têm a orientação de accionar os mecanismos legais, judiciais e administrativos para a reposição da verdade.

A Direcção Geral

 

 



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