Luanda  - O Continente africano é o terceiro mais extenso com cerca de 30 milhões de Quilómetros quadrados, cobrindo 20,3% da área total da terra firme do planeta. É o segundo continente mais populoso da terra com cerca de um bilhão de pessoas, representando cerca de um séntimo da população mundial, apresentando grande diversidade étnica, cultural, social e política. É um continente que despertou o interesse dos europeus pelo ar misterioso e exótico e por guardar elementos bem diferentes daquela com os quais eles estavam acostumados. Até mesmo no Norte do continente, conhecido há mais tempo, apresentava civilizações com hábitos e costumes muito particulares aos olhos ocidentais. Exemplo disso foi a civilização egípcia, que demostrou o poder e a capacidade intelectual dos povos africanos.

Fonte: Club-k.net

A Descolonização é o nome genérico dado ao processo uma ou várias colónias adquirem ou recuperam a sua independência, geralmente por acordo entre a potência colonial e um partido político ou movimento da libertação.

 

Este processo é igualmente antecedido por um conflito entre as forças vivas da colónia e administração colonial, como aconteceu na formação dos estados Unidos, ou ainda por um processo mais pacífico, em que o partido ou movimento de libertação exerce pressão sobre o governo colonial, seja por petições legais, seja pela organizações de manifestações, normalmente com o apoio de grupos de pressão dentro do país colonizador.

 

No entanto, houve casos em que a potência colonial, quer por pressões internas ou internacionais, quer por verificar que a manutenção de colónias lhe trás mais prejuízos que benefícios, decide por sua iniciativa conceder a independência às suas colónias.

 

Referente a Primavera Àrabe nome dado à onda de protestos, revoltas e revoluções populares contra governos do mundo árabe que eclodiu em 2010. A raiz dos protestos é o agravamento da situação dos países, provocado pela crise económica e pela falta da democracia. A população sofre com as elevadas taxas de desemprego e o alto custo dos alimentos e pede melhores condições da vida. Os pretestos compartilharam técnicas de resistência civil em campanhas sustentadas emvolvendo greves, manifestações, passeatas e comícios, bem como o uso das mídias sociais, como facebook, twitter e youtube, para organizar, comunicar e sensibilizar a população e a comunidade internacional em face de tentativas de repressão e censura na internet por parte dos estados.

 

As redes sociais desempenharam um papel considerável nos recentes movimentos contra a ditadura nos países árabes. A propagação do movimento conhecido como Primavera Árabe, que começou em 2010 na Tunísia, para todo o Norte da África e Oriente Médio não teria sido a mesma sem os recursos proporcionados pela internet. Foi na internet que os sectores mais inconformados da sociedade encontraram o instrumento ideal para exercer o ciber-ativismo, de onde eles poderam canalizar as críticas contra os abusos do poder das autoridades, agenda e realizar acções de protesto.

 

Recurso a Constituição: Os presidentes dos países africanos juram defender a constituição dos respectivos países mas a situação, em alguns Estados, tende a mudar com o tempo.

 

Agora constitucionalistas verificam duas tendências: uma de líderes que tentam mudar a constituição para se manterem no poder, e outra de uma nova onda de protestos populares contra essas manóbras. Na última década, pelo menos uma dúzia de líderes africanos alteraram as respectivas constituições para ficarem mais tempo no poder.

 

A União Africana e a Organização da Unidade Africana, foram formados com o objectivo principal de finalmente consolidar os Estados Unidos da Àfrica. Neste caso, pensou se para tal por seguinte:

 

-É preciso a permanência livre, dos povos da Àfrica, se qusermos desfrutar de todos os benefícios dos recursos africanos, devendo estar unidos para planejar nossa defesa total e completa exploração de nosso material e meios humanos no interesse total de todos os nossos povos. Andar sozinhos, limitaria nossos horizontes, reduz as nossas espectativas e ameaça a nossa liberdade.

 

-É preciso lutar incessantemente e inergicamente, para a paz duradoura da Àfrica e solução de problemas económicos, sociais e políticos do continente, deve haver um princípio democrático. Isto significa que a dominação estrangeira sob qualquer desfarce deve ser destruida.

 

-Devemos agora unir os esforços, pois as independências políticas foi apenas um prelúdio para uma nova e mais envolvida luta pelo direito de realizar as nossas actividades económicas e sociais, para a construção de nossos assuntos, sem serem por esmagamento controle humilhante e interferência.

 

Instituições informadas e pessoas inteligentes fora da Àfrica, afirmavam que o poder económico da Àfrica depende de um Estados Unidos da Àfrica porque se a Àfrica fosse então um e único país, teria uma renda brutal de vários bilhões de dólaras. Essa é a importância absoluta de um estados Unidos da Àfrica.

 



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