Luanda - Um grupo influente próximo ao Presidente do MPLA, José Eduardo dos Santos encarregou recentemente o antigo líder do CDS-PP e  ex vice-primeiro-ministro de Portugal  para negociar a compra do grupo de comunicação Cofina, detentor do diário  português “Correio da Manhã”.

Fonte: Club-k.net

Foi encarregado  a negociar a compra do grupo de comunicação Cofina

De acordo com fontes próximas ao assunto, o papel de Paulo Portas é apenas de mediar a modalidade das negociações e de seguida passar o processo a parte angolana interessada na aquisição  das ações da Cofina.

 

Por outro lado, fontes que acompanham as intenções  da parte dos investidores  angolanos, interpretam que o interesse do MPLA, é de poder vir a "controlar" a politica portuguesa, por via do Jornal generalista diário, “Correio da Manhã”, que é líder de mercado em Portugal, com mais de 110 mil exemplares vendidos por dia.

 

O “Correio da Manhã” é também a publicação que se tem notabilizado como transmissor de muitas fugas de informação provenientes da justiça portuguesa. Foi o mesmo que deu ênfase ao caso de corrupção envolvendo o ex-Vice-Presicdente angolano, Manuel Domingos Vicente.

 

Quanto a Paulo Portas, foi no passado um critico de  José Eduardo dos Santos a quem já chegou de acusar de manter o seu povo na miséria  enquanto se mantinha na opulência. Nos últimos anos, mudou de discurso passando a enaltecer JES como um grande líder africano. Também tornou-se muito ligado ao general Manuel Vieira Dias “Kopelipa” e ao ex-Vice-Presidente de Angola, Manuel Vicente. Este último dá-lhe uma Avensa mensal de cerca de 25 mil dólares pagos através da empresa Mota Engil, onde Portas está formalmente colocado como consultor.

 



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