Luanda - O agente do SIC que, logo após a divulgação do vídeo foi alvo de um processo disciplinar interno, viu agora a PN remeter o seu processo para o Ministério Público, deixando de estar sob responsabilidade das instâncias da polícia, informou o porta-voz do Ministério do Interior, inspetor-chefe Mateus Rodrigues.


Fonte: NJ
 
Depois de ouvido na PGR foi-lhe decretada a prisão preventiva como medida de coação. Também ouvidos pelo Ministério Púbico, os outros seis agentes do SIC presentes na operação mas foram postos em Liberdade.

 
"Pela natureza do ato, no exercício das suas competências legais, o Ministério Público instaurou o devido procedimento criminal para o apuramento dos factos, tendo sido constituídos arguidos sete agentes do SIC", nota o comunicado da PGR.

 
No entanto, o Comandante-Geral da Polícia Nacional, comissário-geral Alfredo Eduardo Mingas "Panda", embora admitindo que se tratou de um "excesso", fez questão de lembrar que o agente que efectuou os disparos estava inserido num "combate" com os marginais e que essa situação, geradora de grande stresse, foi o cenário em que esse mesmo "excesso" foi cometido.

 
 
 
 
 
 
 

 

 

 

 



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