Luanda - Gonçalves Ihanjica,  um funcionário seneor da TPA,   do  jornalismo angolano estando sendo  tido como um dos culpados no crime contra humanidade que decipou milhares de cidadãos angolanos, após um ataque mortífero da febre amarela em 2016.


* Rui Santiago
Fonte: Club-k.net

Caso: Morte de milhares de pessoas 

Numa carta assumida pelos funcionários da TPA, onde Ihanjica ocupava o cargo de Administrador Executivo e Director de Informação até 2017, descrevem que ele   aproveitou-se do cargo para escamotear a verdade e esconder as mortes de mais de milhares de angolanos para não manchar a antiga gestão de José Eduardo dos Santos.


Agora, Nhangica tem recorrido  a Direcção da Investigação Criminal (SIC), e serviços de baixa visibilidade para intimidar o também presidente do Movimento dos Estudantes Angolanos Francisco Teixeira, que após sua exoneração pelo actual presidente João Lourenço, lamentou num telefone feito a Ihanjica o facto de ter censurado a divulgação de milhares de mortes pela febre amarela, em maio de 2016, nos seguintes termos: “o senhor não sabe o que fez… milhares de pessoas foram morreram por sua causa…” lamentava Francisco Teixeira.


Gonçalves Ihanjica é um agente da TPA  que pertence a uma brigada que prestava serviços a cidade alta e escondido no jornalismo angolano.


Francisco Teixeira está a ser processado pelo Gonçalves Ihanjica usando a direcção do SIC no processo 2118/017-02-SIC, instruído pelo Paulo Paca e será ouvido pela primeira vez há 18 de junho de 2018.  Estamos ansiosos para  ver como este processo vai terminar. 



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