Washington - Uma carta posta a circular de alegados funcionários consulares em Lisboa, da conta de uma reclamação invocando que “O Consulado Geral da República de Angola em Lisboa tal como as demais Missões Diplomáticas sofreu redução de pessoal atendendo a crise económica que avassala o país.”

Fonte: Club-k.net

"Famílias atravessam uma situação financeira muito delicada"


Os subscritores alegam que foram despedidos “os funcionários com mais anos de casa nomeadamente funcionários entre os dez e os trinta anos de casa, deixando de parte os funcionários contratados a menos de um ano, numa altura em que havia a necessidade de contenção de custos.”.

 

Segundo os mesmos “Os funcionários despedidos, que se encontram nas condições previamente citadas implicam um maior esforço económico pois as indemnizações a que têm direito em nada se compara com as indemnizações a serem pagas aos funcionários que estão a menos de um ano”

 

Os mesmos lamentam que nestas condições “várias famílias atravessam uma situação financeira muito delicada”, por isso exigem as necessárias indeminizações a que tem direito, e que no seu ponto de vista as autoridades se recusam a pagar.

 

Dizem eles que “os funcionários estão impossibilitados de trabalhar, não estão a receber os seus salários nem o papel do fundo de desemprego para terem acesso a Segurança Social, com escolas dos filhos, contas de casa para pagar”, e que por está razão “veem-se obrigados a recorrer a via judicial para garantirem o pão de cada dia.”

 

Os alegados funcionários acreditam que ao tomarem esta medida “o recurso aos tribunais vai manchar a imagem do país, criando mais uma vez uma imagem negativa do mesmo” e que “Esse facto será certamente difundido pelos canais de comunicação.”

 

Reiteram no alerta que “Os funcionários despedidos não receberam as indemnizações”e que os seus colegas “que estão empregados não recebem o subsídio de férias a que têm direito”, por isso solicitam “a intervenção a quem de direito pelo bom desempenho da Diplomacia na diáspora e pelo bom nome do país.”

 



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