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Comandos das FAA desviados querem intervenção da primeira dama angolana

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                                                                                    A
                                                                                     Sua Excelência
                                                                                     Dra Ana Paula dos – Primeira Dama de Angola                                                                     

Primeiro-sargento Gaudêncio Januário Finete  (NIP 30459595)de 33 anos de idade, natural do Namibe, filho de Paixão do Coito Finete e de Ana Maria Cecília Finete, componente da 23ª companhia de tropas especiais e Tenente Trindade Diogo Adão Pedro(NIP 46050693) de 40 anos de idade, filho de Diogo Adão Pedro e de Eva Adão Arsénio, natural de Luanda, ambos  foram eleitos a representar o colectivo de 153 efectivos de comandos desta vigésima terceira companhia de tropas especiais das FAA, para junto das entidades afins resolver o contencioso, com vista ao regresso dos componentes da companhia (153) a unidade de origem depois do cumprimento do dever militar nas Lundas.


                       Pequeno historial da 23ª companhia de tropas especiais


Somos um grupo de duas subunidades de 200 comandos, agora reduzida a 153 tropas, por falecimento e desaparecimento de outros. A vigésima terceira companhia de comandos em duas subunidades, foi formada de Março 1992 á Fevereiro de 1993 em Katalangombe, Minguez em Caboledo, Provincia do Bengo. Foi a primeira companhia do primeiro batalhão de comandos das forças armadas angolanas FAA, comandado na altura pelo falecido Tenente-coronel Paixão do Coito Finete, natural da província do Namibe, antigo e antigo combatente oriundo das FAPLA em 1976. Esta mesma companhia, a pôs o juramento de bandeira em Fevereiro de 1993, teve como o comandante, o capitão José Manuel Catanguês que viria a falecer  em Lucapa, no ano de 1997, ao serviço da empresa de segurança privada teleservice.

 

O capitão José Manuel Catanguês, o primeiro homem a comandar a nossa companhia em duas subunidades, quando naquela altura, ainda ostentavam o distintivo de Tigre, um símbolo natural a dimensão da bravura do efectivo, era natural da província do Moxico. De entre as grandes batalhas travadas por esta  vigésima terceira companhia, no âmbito da reposição do poder da administração do estado, destaca-se o socorro as tropas do General  Sukissa na Provincia do Huambo, mesmo naquela altura ainda encontrando-se na primeira fase de preparação. Depois de juramento a bandeira em Fevereiro de 1993, a 23ª companhia de comandos, a primeira formada nas FAA, enfrentou várias batalhas, muitas das quais a de Benguela, no Municipio da Ganda, Municipio do  Cubal, Municipio do  Chongori. Na Provincia da Lunda norte travaram batalhas em Cafunfo, Caxixia e Luô. Na Provincia do Kuanza Norte, travaram batalhas em Maria Teresa, kambambi, Dondo. Na Provincia de Cabinda permaneceram dois anos e tiveram grandes batalhas nos Municípios de Bucuzau, Beniz, Miconji, Mixombo em outras localidades.

 

 A Calmia naquela altura na província de Cabinda foi o produto de entrega desta companhia de tropas especiais que nunca conheceu as cidades, tendo em conta o seu carácter de acção. No dia 19 de Outubro de 1995 por ordem superior do General Antonio Emílio Faceira, na altura Chefe de divisão da direcção de tropas especial das FAA, foram retirados de Cabinda para uma nova missão nas Lundas. Passando por  Katalangombe em Cabo-Ledo para uma formação a curto prazo com especialistas sul Africanos. Em Novembro de 1995 a companhia em duas subunidades, embarcou a partir do aeroporto militar de Cabo-Ledo, pelas 12H00, para mais uma missão militar nas Lundas, sob o comando do Tenente-coronel Paixão do Coito Finete na altura 2º comandante do regimento de Comando e comandante do destacamento operacional de comandos das FAA.” Fim do historial.


Volvido algum tempo, os componentes das duas subunidades desta companhia, receberam ordens superiores militares do General Antonio Emílio Faceira que por questões de estratégia militar, o efectivo deve mudar de fardamento, passando a usar uniforme de cor preto, proveniente da África de Sul. A máxima militar com é consabido, primeiro cumpre e só depois pode reclamar. Deste modo esta orientação foi cumprida na sua integra, passando o efectivo a fazer o uso de fardamento preto, mas fazendo o uso de material bélico habitual ou seja de comandos das FAA. Mas tarde, descobriram com estranheza os membros do efectivo da 23ª companhia que estavam a ser enganados, com presunção de desvios para a segurança privada da teleservice que tem como sócios, os Generais: Antonio França Ndalu, Armando da Cruz Neto (actualmente Governador da Provincia de Benguela), António Emílio Faceira e António Luís Faceira. Quando estes reclamavam o interesse de voltar as unidades de origem, tudo estava bloqueado, uma vez, o General Antonio Emílio Faceira era o Chefe de Divisão e direcção de tropas especiais das FAA. Também havia uma orientação expressa na direcção da Teleservice, para que ninguém autorizasse passar uma declaração ou guia de devolução.

 

Atendendo porém que o efectivo jurou a bandeira em defesa da pátria e não para servir interesses pessoais de Generais como é o caso, não obstante a formação de comandos ter acarretado despesas e porque na condição do efectivo da 23ª companhia de comandos, também os componentes das duas subunidades de comandos lacraus vive o mesmo problema, consubstanciado ao desvio da tropa segurança privada. Outrossim quando os componentes saíram das casas, partiram para a defesa da pátria. E, prevalecendo o braço de ferro quanto ao regresso deste efectivo a unidade de origem. Quando, menos se esperava, os signatários ao reclamarem os seus direitos militares (salários em atraso de 360 meses, reconversão de patentes e outros direitos), foram surpreendidos no mês de Setembro do ano de 2008 uma cédula de licenciamento a desmobilização sem qualquer comunicação antecipada, o que por si só mostra claramente haver má fé.


Atendendo por outro lado que qualquer cidadão angolano ao abrigo da Lei constitucional, tem direitos e deveres.

 

E, porque o encontro realizado no passado dia 22 de Fevereiro de 2010 (segunda-feira) na Direcção principal de pessoal e quadros do Estado Maior general da FAA, convocados a comparecer os signatários primeiro-sargento Gaudêncio Januário Finete e o Tenente Trindade Diogo Adão Pedro, por ausência do primeiro, ter sido representado pelo sargento Inácio Simão de Sousa, presidido por sua Excelência o Almirante Emílio de Carvalho Bibí-Chefe de direcção principal de pessoal e quadros das FAA, também presentes o chefe adjunto, o tenente General Hugo Leitão, o tenente General Antonio Filomeno Pereira “Meno” chefe de divisão de tropas especiais, o Coronel Agostinho Tomas e tenente-coronel Feliciano Paulo Tchitandula ”Lilí”, não produziu resultado almejado. Consistindo muito mais em ameaças de cadeias, comparando-nos com os comandos búfalos em julgamento. Sublinhando que não temos tanques para fazer guerra contra generais.

 

Presumindo haver uma cabala que visa tão-somente denegrir a nossa imagem  que com o espírito patriótico e audácia, demos o melhor de nós a causa da pátria, ao ponto de incompreensivelmente, termos sido desviados das forças armadas para fins empresariais de generais.

 

Atendendo que o uso abusivo de que fomos alvos enquanto membros das forças armadas também lesa os interesses da nação, estando em jogo o dinheiro gasto para a nossa formação militar que contou com o concurso da assessoria de comandos portugueses.

 

Somos pela presente solicitar a Vossa Excelência Dra Ana Paula dos Santos, nossa mãe grande que junto O Presidente da Conferencia Episcopal dos Bispos de Angola e são Tomé e Príncipe CEAST, Dom Gabriel Mbilingui e a Dra Joana Lina nossa deputada a bancada parlamentar, digne mediar este conflito,Estamos cientes de que melhor que ninguém, uma mãe sabe o quanto custa crescer um filho, o quanto é prejudicial amputar o desenvolvimento de um filho e o quanto é doloroso um filho partir para a tropa e no fim aperceber-se ter sido desviado para interesses alheios a pátria.


Bem  Haja
Namibe, aos 25 de Fevereiro de 2010


1º Sargento Gaudêncio Januário Finete                 Tenente Trindade Diogo Adão Pedro
MANDATADO/933419432                                               MANDATADO/923631810


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Comentários Arquivados:



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0 visao aberto 27-07-2010 14:45 #13
é triste e de lamentar quando pensamos que homens num passado nao muito longinquo, foram chamados deixando seus familiares, estudo para servirem a PÁTRIA, mas nao, servir os interesses desses mlandros generais. Paguem o que vcs devem a esses irmaos. É vergonhoso. Fuiiiii.
0 Ao Pacovio do Angolense 04-03-2010 15:22 #12
Seu retardado,dever ias ir ao manicomio e habiar cok os que se assemelham a ti ( Malucos ).

Nao te preocupes vou reservar um lugar para ti no papa Kitoko .vais a guerra sozinho ,
0 viana as escuras 04-03-2010 09:50 #11
Essa dai e' outra q ja esta envolvida com a corrupcao do marido e dos comparsas, ela nao vos vai dar ouvidos,a solucao esta nas vossas maos.
Nao confiem nesta puta gatuna
0 kavalandunga 03-03-2010 10:14 #10
Estes generais faceiras, são uns malandros, deviam ter vergonha de vestir uma farda, estes homens deviam lhes fazer a folha...
0 Angolense 03-03-2010 09:33 #9
Nao quero ler este Artigo!

Mas olha irmao comando, se achares que o nossos responsaveis politicos estam com a mesma Historia dos anos Passados va a guerra e emplata uma um Estado que respeita os direitos humanos em todos sentidos

Um ab.
0 Zairense 03-03-2010 06:18 #8
é duro saber que depois de sete anos de paz efectiva, dinheiro gasto em aquartelamento e ..., ainda nos deparamos com tropas insatisfeito. isto é grave para um país que tenta lutar contra as marcas da guerra, usando psicologos e outros especialistas dé áreas socias.

a insatisfacçao pode provocar outros estragos a esta pequena paz. tratem do problema.
0 Da nisso 03-03-2010 01:54 #7
Apertem todos eles e nao se esquecam do Cmdte Yola das tropas especiais no Calumbo ex- BDE/EMG, fez tantas, monetariamente serviu-se dos dinheiros de varios ex-oficiais, mortos e na reserva ele e o seu financeiro que acabou por morrer na South por maculo, mandem uma sindicancia e saberao a verdade....fui.
0 Nao a forca do braco 02-03-2010 19:27 #6
Nosso pais e grande e da para todos viverem em paze abundancia
0 Argumentisrta 02-03-2010 16:11 #5
O que nao se pode tolerar e o regressoa Guerra meus irmaos
0 Kuribota 02-03-2010 07:55 #4
Precisamente por causa disso achas que adianta alguma coisa recorrer aos Tribunais? Qual o General que foi até hoje apertado por qualquer Tribunal por abusos deste e doutro tipo? Tás contra os Generais e respectivos "Chefes" e atacas também estes Homens pisados e escorraçados por eles? Eles merecem o H grande, tu não o mereces nem um minusculo ao tomares essa posição, desculpa que te diga...

Ainda por cima com ameaças veladas para se calarem porque não conseguirão ganhar contra os tanques deles? Um General Tuga que fizesse uma dessas a Comandos Portugueses da época e estaria o caldo entornado NA HORA! Nem imagino como ficaram por dentro ao ouvir um desaforo desses e ainda assim tiveram o sangue-frio para não perderem a cabeça...

Cutuquem a onça com vara curta e depois verão como elas mordem...

:sad:
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