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Caso “Quim” Ribeiro leva a detenção do Comandante de Viana
Lisboa – Informações postas a circular em meios policiais em Luanda aludem a detenção do comandante da 7ª divisão da Polícia Nacional em Viana, Augusto Viana que estava a ser dado como estando em lugar incerto. Ventilações convergentes acenam que no decorrer da detenção teria sido alvo de tortura.
Fonte: Club-k.net
Augusto Viana tem a importância de ter sido a figura que alertou ao comandante Joaquim Ribeiro sobre os volumes de dinheiros que os seus subalternos encontraram na residência de um funcionário do BNA, em Viana. São muito ligados. Antes de ser comandante de Viana, serviu Joaquim Ribeiro como director do seu gabinete. (Augusto Viana na casa dos quarenta anos de idade é formado em direito)
A poucas semanas atrás teria se deslocado a Cuba, e logo após o seu regresso foi confrontado com as informações que davam conta dos problemas ou inquérito que envolvem o seu superior hierárquico. Nos ultimas dias o seu telefone era atendido pela esposa que limitava-se a responder que o mesmo “esta bem aqui ao meu lado” mas indisponível para falar. Suspeita-se que a esta altura o mesmo já se encontrava detido ou encoberto.
Para alem de Augusto Viana foram igualmente detidos dois oficiais seniores da direção províncial de investigação criminal em Luanda, todos eles conotados ao comandante suspenso. Uma das figuras que tem se mostrado inquietado quanto as detenções é António João, o director da DPIC de Luanda e muito próximo a “Quim” Ribeiro.
O inquérito em torno do comandante “Quim” Ribeiro esta a ser feito por uma comissão que tem a cabeça o comissário Fernando Torres da Conceição “Mussolo”. A exclusão de elementos da DNIC no assunto é justificada pelo facto de todos eles estarem a ser dados como “miúdos” do suspenso responsável da policia na província de Luanda.
Nos bastidores, há alegações de que os mesmos são responsabilizados pelo assassinato do superintendente-chefe do comando geral da policia, Domingos Francisco João que investigava o envolvimento dos responsáveis da policia no dinheiro aprendido em Viana.

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tiram a capa da justiça politico-partid aria.
Quantos aos argumentos aduzidos pela defesa do agora arguido não~têm nenhuma relevancia juridica porquanto tendo em conta a natureza do crime que se consubstancia em delitos diversos e estando ele em liberdade pode prejudicar a instruçao do processo,
quanto a questão de se saber se é ou não militar o crime que sdupostamente cometeu e se os órgaos de justiça militar possuem competencia para conhecer e proferir uma decisão util e idonra, devo sublinhar que o crime que supostamente cometeu(homicid io) foi cometido como militar, no exercicio da função militar e nao como cidadão comum,
A esses eu dou nome de ourgulhosos e ignoranttes muito obrigado.
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