Se ganharmos as eleições vamos convidar pessoas que são honestas do MPLA - diz líder do Bloco Democrático
Luanda - O Bloco Democrático, partido reconhecido pelo Tribunal Constitucional no dia 20 de Outubro de 2010, está a preparar o eleitorado para as próximas eleições gerais que se realizam no próximo ano. Em entrevista ao Jornal de Angola, o presidente do Bloco Democrático disse que a criação de núcleos em todas as províncias é a principal tarefa do partido, que nasceu da extinção do FpD (Frente para a Democracia), por não conseguir a percentagem mínima legal nas últimas eleições legislativas. Justino Pinto de Andrade fala também das dificuldades no exercício da actividade partidária no país e defende que a actual Comissão Nacional Eleitoral deve ser reformulada e transformada em Comissão Eleitoral Independente.
* Gabriel Bunga
Fonte: JA
A nossa grande preocupação é a juventude
Jornal de Angola – Que avaliação faz da actividade partidária do Bloco Democrático?
Justino Pinto de Andrade (JPA) – Estamos a tentar criar um partido político para ficar no xadrez político-partidário angolano. Por isso, a nossa grande preocupação é criar as estruturas que deverão dar vida ao partido e que são os núcleos. Neste momento, estamos em fase de estruturação dos núcleos do partido em muitas províncias do nosso país. É evidente que há províncias onde a estruturação é mais fácil e outras onde é mais difícil. A comunicação social está mais concentrada em Luanda, fundamentalmente, e por isso a informação não chega, como devia ser, lá mais longe. Por outro lado, a implantação de um partido político tem a ver com os recursos que possui e, como partido novo, ainda não possuímos recursos suficientes.
Em quantas províncias o partido Bloco Democrático está implantado?
Estamos implantados na maior parte das províncias. Nalgumas estamos mais activos que noutras. Ainda temos de fazer mais trabalho. Há províncias onde a nossa acção se baseou fundamentalmente na recolha de assinaturas para a legalização do partido e só agora estamos a entrar numa fase de consolidação. Há outras onde estamos muito mais avançados. Por exemplo, na de Benguela estamos muito bem implantados. Também estamos bem representados em províncias como Kwanza-Norte, Kwanza-Sul e Malange. Mas, por exemplo, se caminharmos para o Leste, do país que é mais distante, tem menos população e os centros urbanos são muito menores, aí temos algumas dificuldades de implantação, o que não significa que não vamos chegar lá.
Como está o processo da democratização interna?
Já fizemos a Convenção do partido, na qual foram eleitos os órgãos e, depois, fizemos um conselho nacional, em Benguela, onde reunimos os nossos representantes provinciais, que ainda não são representantes eleitos. A nossa intenção é que, a nível das províncias, municípios e comunas, haja um processo de eleição democrática de todos os responsáveis. Portanto, aqueles representantes provinciais têm a legitimidade que lhes é conferida pela Direcção do partido, mas ainda não têm uma legitimidade das bases.
O Bloco Democrático é um prolongamento da Frente para Democracia (FpD)?
Este partido surgiu da vontade expressa de ex-militantes da FpD, militantes de outros partidos, de alguns militantes que estavam no MPLA e, também, de pessoas que nunca tiveram qualquer militância político-partidária. Mas tenho de reconhecer que a estrutura que nós utilizámos, fundamentalmente para a recolha das assinaturas, tem muito a ver com a da FpD. É lógico que as pessoas estão aí, não morreram, e portanto tinham direito de se juntar aos outros para poderem dar corpo a uma nova entidade. A mensagem que temos de passar é que este partido é o Bloco Democrático. A Frente para Democracia auto-extinguiu-se, não foi extinta formalmente pelo Tribunal Constitucional.
Qual é a ideologia do Bloco Democrático?
O Bloco Democrático é um partido com preocupações sociais muito fortes. Não gosto da leitura que se faz sobre se é partido de centro, de esquerda ou de direita. Não estou preocupado com rótulos. Estou preocupado é com políticas, com ideias. Rótulos qualquer indivíduo pode comprar nos supermercados. O que é importante para mim, enquanto membro e presidente do Bloco Democrático, é que este partido não é de direita. É um partido de esquerda, com preocupações sociais bastante fortes.
A base dos militantes continua a ser de intelectuais tal como na extinta FpD?
Não. Essa ideia foi avançada pelo MPLA para tentar debilitar a imagem da FpD, criando a ideia de que se tratava de um partido elitista. Todos os partidos têm intelectuais. O partido com mais intelectuais em Angola é o MPLA e, inclusive, tem comités de especialidade e ninguém diz que o MPLA é um partido de intelectuais. De uma forma geral, as direcções dos partidos têm um peso relativamente grande de intelectuais.
Quais são as expectativas do partido para os próximos desafios políticos?
As nossas expectativas passam pela organização e por uma boa estruturação, para que os angolanos disponham de um instrumento de fazer política partidária capaz de resistir ao tempo e de se adaptar às transformações que vão acontecendo no mundo. Gostaríamos de satisfazer melhor os interesses dos angolanos, quer daqueles que estão bem, quer daqueles que não estão bem. Acredito que um partido com pessoas de consciência democrática pode fazer melhor do que aquilo que tem sido feito até agora e que tem a ver com os recursos naturais. Gostaria que os cidadãos percebessem isso. Estou na política por causa dos cidadãos. A nossa grande preocupação é a juventude.
Estão preparados para participar nas próximas eleições gerais?
É evidente que temos de fazer tudo para participar. Temos de fazer a leitura do tempo e temos de criar condições para participar nas eleições, porque quem não aparece não existe. Além disso, temos que disputar o poder. Este poder que o MPLA tem deve ser disputado por partidos políticos que têm coisas novas para apresentar ao eleitorado angolano. Vamos existir para podermos participar e apresentar novas propostas ao eleitorado e o palco fundamental para apresentação dessas propostas são as eleições.
Vai ser o cabeça de lista?
Não. Mas no fim da lista não vou ficar, de certeza absoluta. Acredito que a minha presença no Parlamento será necessária. Agora quem vai ficar à frente não sei.
E se os militantes o elegerem para ser o cabeça de lista?
Faço esse sacrifício.
Sacrifício porquê?
Porque a vida de Chefe de Estado é uma vida que exige sacrifícios. Há pessoas que pensam que esta vida só tem benefícios, mas é necessário abdicar de muitas coisas. Passaria a ser uma pessoa para a sociedade apenas e não para mim. Mas se isso me for exigido para poder desempenhar o papel que os meus companheiros me atribuírem é evidente que o farei.
Se o Bloco Democrático ganhar as eleições, convida outros partidos políticos para integrarem o Executivo?
Não tenho dúvidas disso. Porque, por exemplo, há pessoas que estão no MPLA e são muito válidas e honestas, e nesse caso estariam na oposição. Mas ser da oposição não é estar excluído da gestão do país. Não vale a pena pensar que ser adversário do MPLA é considerá-lo inimigo e mau. Não o considero assim. Seria injusto até pela minha própria história e passado. Se eu pensasse assim, seria o mesmo que dizer que estava no meio dos malfeitores.
O senhor é economista e professor universitário há muitos anos. Por que razão decidiu fazer política?
Na política não ganho coisa nenhuma. Antes pelo contrário, até gasto uma parte do meu salário para pagar as minhas obrigações. Faço política por uma questão de consciência cívica. Fi-lo no período colonial, na luta pela democratização do nosso país e faço-o agora enquanto líder de um partido. Vou continuar a fazer política, a todos os níveis.
É fácil fazer política?
Não é fácil. É complicado, é duro. Porque a política exige meios, recursos e sacrifícios, mas é estimulante, quando nós acreditamos naquilo que fazemos.
O que gostava de ver no pacote da legislação eleitoral quando for adaptada à Constituição da República?
JPA- Eu obedeço à Constituição, mesmo que não tenha concordado com o formato que ela tomou. Mas, de qualquer forma, a partir do momento que está legitimada, aprovada e em vigor, o que tenho de fazer é lutar no quadro da Constituição. Falo precisamente da Comissão Nacional Eleitoral, que não é uma comissão independente. É uma Comissão Nacional Eleitoral partidarizada e, por outro lado, com um peso muito grande do Chefe de Estado, que não só interfere através daquelas pessoas que nomeia pessoalmente, como também e através do MPLA, que está amplamente representado na comissão. Por isso mesmo, tenho toda a legitimidade para dizer: cumpra-se a Constituição. Ou seja, crie-se uma Comissão Eleitoral Independente, verdadeiramente, para ser credível.
E o que gostaria de ver reflectido na Lei dos Partidos Políticos?
Essa teoria de que quem não atinja 0,5 por cento dos votos expressos é extinto não faz sentido. É uma extinção administrativa. A morte ou o desaparecimento dos partidos ou o seu revigoramento deve depender do eleitorado e não de uma norma administrativa. O eleitorado é que sabe se esvazia completamente um partido ou se o engrossa. Essa lógica não vigora em parte alguma do mundo. Só aqui. Por exemplo, em Portugal, há partidos políticos que existem desde o início da democracia e que nunca tiveram essa percentagem mas têm actividade. É evidente que têm actividades muito limitadas, aparecem normalmente nos actos eleitorais e, no entanto, ninguém corre com eles.
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A educação que recebi NÃO me permite descer a esse nível.
E não seria um desqualificado qualquer, com a língua de cobra, como o Sr. que me faria perder o auto-controlo.
Absolutamente, nunca!
Posso ser ainda novo, falta-me uns anitos para os 30 anos, mas, por ai, vê-se quem tem mais MATURIDADE.
Nunca lhe perdoarei, a ofensa à minha mãe, mas para dizer a verdade, uma cobra venenosa da sua estirpe, só demonstra o cuidado que é necessário ter com certo tipo de emigração de estrangeiros para Angola, e de certos luso-angolanos!
Porque senão, daqui a 100, ou 200 anos, alguns dos vossos descendentes, marcharão pelas ruas das cidades de Angola, a cantar o hino de saudações a Hitler, como o fazem em vários países da América Latina, e os nativos amerindios, coitados, só ficam a ver e a lamentar, como é que deixaram escapar o poder para os descendentes de europeus!
Preferia não ter nascido, para não imaginar que esse PESADELO poderá um dia acontecer, aos descendentes dos meus filhos, apesar de ainda não ter filho.
Mas um dia tê-los-ei, e terei que defender hoje, e educa-los, para que NUNCA venha acontecer amanhã, o que aconteceu no passado em Angola, em varias partes da Africa, incluindo nos tempos muito antigos no Antigo Egipto Negro.
Gosta ou não o Sr., o problema é seu e dos pensam da mesma maneira!
Vá a China, Índia, Indonésia, Singapura, para só citar estes países, defender que os descendentes dos antigos colonizadores NÃO têm que se acomodar, integrar, na sociedade dos nativos desses países, e verá, o que lhe farão?
Experimente, mas leve um caixão consigo, porque esses povos, não falam, mas FAZEM!
Palhaço!
Mais uma vez, o Tarzan John Malkovich no seu melhor, sempre a subir!
Hurra!
Que cobra!
Tenho estado aqui a tentar calar um puto que por ser estudante universitário e racista, pensa que com falácias e mentiras envernizadas, faz de todos os outros em geral e particularmente dos mulatos, seus subalternos.
Bem haja
O teu caso deve ser reportado a um técnico de saúde mental e a minha área é diametralmente oposta à antropoligia cagona e à demência.
Já nem mereces ser tratado por você porque já percebi que és um puto e nem vergonha na cara tens.
Try to be understud for all angolans.
Dont try to show your arrogance with foolish articles in english or french.
What a stupidity
What a fucking clown you are.
Give me a break sucker.
És aquilo a que os comunista e lacaios do MPLA/JES eAAN chamavam chefe do piquetes do poder popular.
Mas é um kuatcha makutista que é tão reles ou pior.
A tua aprendizagem académica só serve para incendiar, insultar, promover o ódio, instigar a discórdia.
Olho clínico.
Porra coitados dos meus patrícios que te caírem nas mãos, a julgar por tudo que achaste que eu era, vais sofre chacota de todos, seu BURRO DO NAMIBE.
Se algum dia quisermos derrubar este governo mafioso e crápula, precisamos de sabedoria, maturidade e tolerância, para além de conhecimento balofo como o teu, que depois na prática não terá aplicabilidade prática.
Sabedoria de papagaio só serve para entreter quem gosta.
O teu canudo nunca será Know How, porque és um odioso lunático, que se alimenta de raiva pelos outros.
Como te disse a primeira vez ÉS UM CÃO RAIVOSO, mas agora acrescendo RAFEIRO c/ Coleira a indicar falso Pedigree.
Nem tu nem ninguém que mal te educou tinha nível para ser empregado do meu pai ou do meu avô paterno seu ciprilento atrasado.
Vai lidar com a tua laia de charlatães b.u.m.b.o.s. xico espertos
E atenção que o que te chamo a ti não é extensível a nenhum negro ou p.r.e.t.o que considero honesto e inteligente, e contra os teus vatícinios de kimbanda charlatão falhado são muitíssimos.
Mas não fiques ainda mais complexados porque o KKK americano e os Skinhead de vários países europeus têm PULAS BRANQUELINHAS tão charlatães e matumbos como tu.
Aqui já não tens capital de crédito seu FALSÁRIO patológico.
Acabou-se o tempo de antena porque não vivo de bolsas de estudo.
Tenho filhos com cursos superiores quase terminados, pagos à custa do meu esforço físico e intelectual, não tenho tempo para limpar fraldas de canucos cagões e malcriados como tu
Tchau Borboletinha ciosa
Você deve sofrer muito.
Agora percebo porque recebeu apoio do Falcão.
Era um dos coitadinhos, vitimas do monstro branco racista.”
Não sei se haverá maior CROMO como este no Mundo!
Já vi muitos, mas como o Sr. é demais!
Recebi apoio do Sr. Falcão?
Já tinha dito, anteriormente, que já vi o Sr. Falcão pessoalmente na rua, e limitei-me a observa-lo de longe.
Mas foram as suas vigorosas defesas dos africanos, em Portugal, que fizeram tê-lo estima e respeito, e pelo seu tom, suspeito ter ficado com ressentimento do Sr. Falcão pela sua atitude na defesa dos africanos.
A ficção imaginária com que o Sr. pinta a sua vida para ocultar o seu ODIO PROFUNDO para com os africanos, NÃO engana.
a)
“Mulato é um termo que designa uma pessoa que é descendente de africanos e europeus (cf. mestiço). Podem apresentar os mais variados perfis fenotípicos e culturais.
A maioria dos estudiosos confirma que o termo 'mulato' vem das palavras em espanhol e português para a mula, que por sua vez, baseiam-se no termo em latim para o mesmo animal, mulus. A mula é o produto resultante do cruzamento do cavalo com burra ou do jumento com égua. Como significa um produto hibrido (mistura de raças), passou a aplicar-se ao filho de homem branco e mulher negra ou vice-versa. A palavra foi usada pela primeira vez cerca de 400 anos atrás, durante o período escravista.
Na comparação implícita pode ter entrado o interesse dos escravocratas em justificar a escravidão e todas as perversidades contra os escravos, passando a idéia de que eram próximos, mas não pertenciam à mesma espécie dos brancos.”
Ver em,
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mulato
Talvez o melhor dicionário da Língua Portuguesa, Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, de António Houaiss, na sua última edição, dá um significado mais politicamente correcto.
Alias, com a descolonização do mundo, à crítica pós-colonial, e a rejeição pelo menos publica do racismo, obviamente, os filólogos, teriam que ser influenciados pela tendência da sociedade.
Pelo menos nos registos públicos! Como seria de esperar.
Mas nem sempre foi assim!
Contou-me um colega universitário brasileiro, que a edição de 2001, publicada na altura, o mesmo NÃO tinha a sensibilidade e cuidado na definição do termo “mulato”, tendo provocado dos movimentos negros brasileiro criticas de racismo, e que na ultimas edições o autor deu uma definição mais aceite, pela comunidade negra brasileira.
Aqui na Inglaterra NÃO tenho acesso a tal edição de 2001, para confirmar.
É uma tendência que se observa mesmo nos últimos dicionários portugueses, que o Sr. cita.
Consulta os dicionários portugueses, e brasileiros, de há 20, 50 anos atrás, para não irmos mais longe!
E verá, qual o sentido da palavra “mulato”.
Até na obra do americano Mark Twain, Adventures of Huckleberry Finn, de 1884, em que o mesmo usava o termo depreciativo “Nigger”, tão do seu agrado, devido a critica dos africanos-ameri canos, nas ultimas edições à uma tendência de suprimir o seu uso.
Como conta o jornalista Blair Shewchuk do canal da TV canadiana CBC, num artigo seguinte, sobre o grande escritor francês Alexandre Dumas:
“MULATTO AND MALIGNITY”
By Blair Shewchuk
CBC News Online
More than a century after his death, Alexandre Dumas was reburied with state fanfare last month. The writer’s remains were taken from a small graveyard in his home town of Villers-Cotterê ts to France’s tomb of honour at the grand Pantheon in Paris.
The procession was quite a spectacle, with colourful characters from novels like The Three Musketeers and The Count of Monte Cristo brought to life by actors in costumes parading down the street. The ceremony was a mix of celebration and sombre reflection, with French President Jacques Chirac admitting that recognition of Dumas was long overdue.
Our coverage referred to the author’s struggle against racism, including details about his background as the grandson of a French nobleman and a Haitian slave. We and some other media outlets referred to his mulatto roots, which prompted this e-mail complaint from Yellowknife:
--- Are slaver terms commonly used by the CBC? From my experience, the CBC sets the high journalistic standards in this country. As a publicly funded institution, the CBC is supposed to uphold Canadian values. Racist terminology is not acceptable in my eyes, nor in the eyes of my fellow Canadians.
The author of this article makes reference to the celebrated Alexandre Dumas having a mixed background, but chose to use the slave term mulatto, from the Spanish word for mule. I can't speak for the other patriotic Canadians whom this author would call mules, but I take offence in the use of such dated and racist terminology.
I hope but doubt that the choice of this word was made through ignorance of its significance, or through error. In either case, there is always a little book known as a dictionary that can clear such matters up, as well as speaking to people of mixed background.
To me, mulatto is no different than saying half-breed, etc... I decided to check another news Web site (BBC) to see what terminology was used by them. The BBC referred to Dumas's mixed background as a reason for the delay in his honours, but did not use the plantation term of mulatto.
I must say that I am disappointed by the lack of judgment shown in the preparation of this article, and I am sure that it does not reflect the feelings of the CBC as a whole, as the CBC is as multicultural as Canada. I hope that next time the author or editor involved will think and do a little research into what they are writing and saying, instead of preparing hasty reports with offensive language. As for this term being acceptable, why not try asking someone who is supposedly mulatto to find out if they enjoy this objectifying label?
Ver in
http://www.cbc.ca/news/indepth/words/mulatto.html
Esse idiota basbaque não tem remédio!
É mesmo um caixote de lixo.
A triste sina de ser Tarzan fora do tempo!
Que bicha!
E que miséria!