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Bloco Democrático apela regime para que cesse repressão sobre os jovens

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Luanda -  Texto conferencia de imprensa  apresentada  na abertura da campanha política do Bloco Democrático,  esta terça-feira, em Luanda, por Justino Pinto de Andrade.


Minhas Senhoras e Meus Senhores!
Caros Jornalistas!


1. Primeiro que tudo, quero agradecer a vossa presença nesta Conferência de Imprensa. Como sabem, ela foi convocada com o objectivo de vos falarmos um pouco sobre o Bloco Democrático, também sobre o momento que o país vive e, ainda, sobre algumas das nossas expectativas para o processo eleitoral.

 


2. O Bloco Democrático constituiu-se recentemente como partido político – tendo sido formalmente reconhecido pelo Tribunal Constitucional há pouco mais que um ano. Mas é também o depositário de algumas longas e interessantes experiências políticas, fruto da participação activa de alguns dos seus integrantes em episódios que marcaram a nossa história moderna.

 

3. Muito por causa dessa herança histórica, podemos então dizer que somos um partido político que deve ser tido em conta e quer merecer a confiança dos angolanos e das angolanas.

 

4. Mas o nosso orgulho, enquanto formação política, deriva também de nos estamos a constituir num verdadeiro pólo de atracção para as camadas mais jovens, pois são precisamente os jovens que se colocam hoje na vanguarda do pensamento e da acção para a criação de uma sociedade aberta à modernidade.

 

5. Os jovens que aderem e que acreditam no Bloco Democrático tomaram consciência de que os seus direitos de cidadania têm sido intencionalmente subtraídos. Por isso, contestam já, e de um modo vigoroso e corajoso, o status quo, chamando a atenção do país e do mundo para o modo como são aqui cerceadas as liberdades. Somos por isso, e cada vez mais, verdadeiros referenciais para a nova libertação que o nosso país precisa e que estamos a empreender.

 

6. O Bloco Democrático orgulha-se do espírito combativo das novas gerações e quer ser a sua expressão política organizada.

 

7. O Bloco Democrático quer também constituir-se no porta-voz de todos aquelas outras gerações que viram as suas expectativas defraudadas. Temos a certeza que eles ainda alimentam a esperança de uma vida melhor para si e para os seus. E é possível materializar esta esperança, se todos nos unirmos em torno desta causa comum. Um povo sem esperança é um povo que está a morrer – e nós não queremos morrer.

 


8. Estamos, pois, a organizarmo-nos. Estamos, sim, a estruturar uma base sólida. A nossa identidade assenta essencialmente no nosso compromisso com os valores da liberdade, da modernidade e da cidadania.

 

9. O Bloco Democrático leva a cabo um processo de expansão por todo o território nacional. Temos tido dificuldades, sobretudo as que são impostas pela resistência dos caciques locais. Os caciques locais estão suficientemente identificados: eles representam um poder que teima em apostar na aplicação de fórmulas antigas, que o tempo se encarregou de negar.

 

10. Tal como sucedeu noutros países – mesmo aqui do nosso continente – o velho caciquismo está em declínio, e será substituído por uma Nova Esperança. Com a determinação de todos, e em especial daqueles que se identificam com os ideais do Bloco Democrático, lançaremos para o caixote do lixo da história os adeptos da opressão, da manipulação das consciências, da corrupção.

 


11. Os caciques locais dizem que não nos temem pela quantidade. Mas vê-se pela forma como hoje reprimem as contestações, que eles têm medo das novas ideias. Estamos a assistir ao despertar de uma nova consciência política e cívica. Hoje o nosso povo já vai saindo à rua para reivindicar os seus direitos que foram confiscados pelos caciques locais.

 


12. Cada membro do Bloco Democrático tem, pois, o dever de ser exemplar na comunidade onde vive, na escola onde estuda, no seu local de trabalho. Ele deve funcionar como o farol de uma Nova Esperança, afirmando-se pela clareza das ideias, pelo humanismo nas relações sociais, também pela forma como cumpre as suas obrigações.

 

13. Em todas as circunstâncias decisivas na história dos povos surgem sempre homens e mulheres determinados que servem de orientação para a grande massa. Cabe aos membros e simpatizantes do Bloco Democrático tomar a dianteira neste processo – construindo um bloco de ideias novas, novas propostas para devolvermos a esperança aos angolanos e às angolanas. Se aos outros coube a vez de desiludir o nosso povo, com as suas práticas negativas de intolerância e de insensibilidade social, a nós compete agora restituir ao nosso povo a Esperança perdida.

 


14. Cada vez mais, os resultados da má política estão bem visíveis: persistem os elevadíssimos índices de pobreza, a subida vertiginosa dos níveis de criminalidade, a agressividade contra os mais pobres, a opulência do novo-riquismo sem justa causa, a bajulação institucionalizada que se transformou em fórmula mágica para o acesso aos bens e ao património.

 


15. O Bloco Democrático quer organizar a nossa sociedade em moldes diferentes. Queremos crescer e desenvolver – e para desenvolver temos que atender às necessidades das pessoas. Queremos promover o bem-estar social e fazer da justiça social uma pedra-angular da vida dos angolanos.

 

16. A partir de agora, e através de uma Campanha de Exposição do Partido, vamos poder apresentar as nossas ideias e os nossos projectos de um modo mais atempado. Vamos comunicar mais regularmente com as nossas populações. Com o site do Bloco Democrático de que falaremos ainda aqui nesta Conferência de Imprensa, será mais fácil apresentarmos as nossas ideias e os nossos projectos. Por aí, todos passarão a ter um mais rápido acesso aos nossos documentos programáticos e, também, ao retrato da nossa actividade político-partidária.

 

17. O Bloco Democrático quer ser o destinatário privilegiado dos protestos legítimos dos nossos concidadãos. Desses protestos e dessas reivindicações, nós saberemos elaborar conclusões e traçar estratégias de actuação para uma melhor governação do nosso país.

 

18. Os indicadores sociais que nos são mostrados todos os dias e, em especial, nos relatórios internacionais, evidenciam a urgência de uma viragem de política.

 

19. Queremos implementar políticas económicas que atendam às necessidades dos cidadãos. Queremos que o crescimento económico beneficie os cidadãos na sua globalidade e não apenas um reduzido número de privilegiados.

 

20. No poder, o Bloco Democrático irá despartidarizar a Administração do Estado, colocando-a ao serviço do país. Iremos também aperfeiçoar e melhorar os métodos de actuação dos Órgãos de Defesa e de Segurança, para que eles sirvam verdadeiramente o interesse nacional, e não apenas o de uma parte dos angolanos.

 


21. Olharemos para o empresariado nacional na perspectiva do interesse global. Os nossos empresários sentir-se-ão, finalmente, livres da cultura da bajulação a que foram obrigados para viabilizarem os seus negócios. O seu interesse particular será devidamente protegido e salvaguardado, sem que se tenham de filiar num partido político.

 


22. Temos perfeita consciência da enormidade da tarefa de reordenar este país. Estamos convictos que é possível fazer melhor, para o bem de todos.

 

23. Este país precisa de pôr fim ao ciclo vicioso das alianças com as ditaduras. A época que vivemos exige novos posicionamentos internacionais, novas fórmulas de relacionamento internacional, sempre na perspectiva da construção de sociedades livres e realmente comprometidas com o desenvolvimento e as liberdades democráticas.

 

Minhas Senhoras e Meus Senhores! Caros Companheiros do Bloco Democrático!

 


24. Avizinha-se o período eleitoral e já se assiste a todo um conjunto de manobras com vista a desvirtuar a vontade dos angolanos. Criam-se leis que não se cumprem. Instrumentalizam-se os órgãos públicos que deviam funcionar como referenciais de transparência e de justiça.

 


25. O regime está a colocar as suas peças nos locais mais apropriados, e de novo com o objectivo de defraudar as justas expectativas do eleitorado. As peças desse verdadeiro puzzle estão em movimento, e nós não podemos ficar indiferentes. Temos que denunciar vigorosamente tudo quanto esteja incorrecto. Não podemos pactuar com uma nova fraude.

 


26. O país que hoje temos já é diferente do que tínhamos em 2008. Temos agora gente muito determinada que sai para as ruas em protesto. São protestos pacíficos, mas podem transformar-se em acções violentas se a repressão se abater injustamente. Nos outros países foi assim. E nós não queremos que o seja em Angola. Nós queremos que Angola seja um país de paz e de desenvolvimento. Por isso, apelamos ao regime que cesse imediatamente com a repressão que vem exercendo sobre os jovens e os trabalhadores.

 

27. O Bloco Democrático está preparado para um jogo democrático limpo. Mas não está disponível para dar cobertura a fraudes. E nem vai ficar de braços cruzados se o regime optar por violentar os direitos fundamentais do nosso povo. Estaremos determinados na defesa dos que são injustamente reprimidos.

 

 

28. Vamo-nos socorrer de todos os meios de protesto pacíficos para evitar que se defraudem as expectativas dos eleitores. Saberemos recorrer aos órgãos de justiça – desde que eles façam justiça – mas não nos coibiremos de sair também à rua, se os nossos direitos de cidadania estiverem a ser flagrantemente violados.

 


29. A sociedade civil tem um papel muito importante a desempenhar neste momento. Devemos, em conjunto, agir para que a tentação da fraude não prevaleça. A paz e a justiça são do interessa da nação e não apenas dos partidos políticos.

 


30. As oposições também podem coordenar-se de forma a reduzir a margem de manobra do regime no seu afã para tomar conta de tudo. Convidamos, pois, as oposições a juntarem-se a nós neste esforço pela Verdade Eleitoral.

 

31. Que as Oposições não se deixem seduzir por promessas e ofertas – afinal, a fórmula privilegiada pelo regime para desmantelar os seus opositores.

 

32. Queremos também alertar para o perigo de se dar muita importância às vaidades e ambições políticas pessoais.

 


33. Este é o pior momento para se dar livre curso aos particularismos de cada um. Devemos, sim, concertar esforços, mas com visão nacional e no interesse de uma verdadeira alteração do actual estado de coisas – e para melhor.

 

34. Desejo que se sintam bem e que coloquem as questões que acharem pertinentes.

Muito Obrigado!







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-1 X 01-02-2012 08:44 #16
Este povo cobarde está a delirar de febres altas.
+1 Professor Kiluange 01-02-2012 09:36 #17
Que digam o que queiram! Mas a verdade é que enquanto não desmilitarizarm os Angola dos 57 mil homens chineses [espalhados por todo o território angolano]mercen ários encobertos “disfarçados” em mão-de-obra barata, tudo mantem-se igual ! E o mais triste acima de tudo e' que 59% desses 57 mil chinos, que pululam livremente na nossa terra, sairam directamente das prisões chinesas...à semelhança dos portugueses degregados exportados para Angola na era de Portugal colonial...Foi num dos acordos entre a secreta bancaria chinesa e os representantes de JES, nomeadamente General Manuel Hélder Vieira Dias Júnior “Kopelipa, Manuel Vicente e Carlos Maria da Silva Feijó...Mas hoje são esses mesmos homens que querem eleições?!... E' tão engraçada essa ideia de JES em promover a ascensão da propriedade privada no mercado angolano: tanta coincidência junta !!!!
+1 Malanjinho 01-02-2012 09:48 #18
Concordo plenamente q as gatunagens resolvem-se no tribunal. Estas msm em altura de contar quantas queixas-crimes jà foram feita contra o JES, Manuel Vicente e etc. Tu sabes q até agora o procurador n se pronunciou e n o vai o fazer e por isso, como a justiça n se farà, entào fazemos a justiça a nossa maneira: Mostrar descontentament o nas ruas e fazermos chegar a mensagem p/aqueles q ainda n sabem q vivemos tal mal e desgraçadamente , prq o dinheiro é todo roubado pelo JES e a sua familia.
E tu tmb deixas de ser povo consciente, mas sim inconsciente, prq n sabes o q dizes e a palavra manifestaçào n é uma invençào angolana. Esta palavra se ou a pratica dela, se fosse tào mà como o MPLA diz, acredito q mundialmente jà estaria proibida.
+2 Joca Mangope 01-02-2012 10:57 #19
So ganham eleicoes porque o CNE, o Conselho Superior da Magistratura, o Tribunal Supremo e a Procuradoria Geral da republica sao instituicoes do MPLA. Nao permitem a auditoria dos sistemas informaticos usados. Nao permitem acesso aos Partidos da oposicao aos Bancos de dados. Ora bem. Posso eu tambem por la os nomes de milhoes de pseudo-angolano s que logicamente vao votar no MPLA. E o outro M.a.c.a.c.o. ainda vem dizer que isto esta bonito. Nem em Luanda ha luz, quanto mais na angola profunda.Se ha alguem a rir neste Pais, e a minoria que continuamente acambarca os nossos recursos financeiros que podiam muito bem ser usados em prol da maioria. esses sim tem motivos para rir da nossa miseria. Mas hao-de rir por muito pouco tempo. e os Paises arabes viraram Somalias por causa da ganancia dos Mubarakes, Kaddafis e outros, nao por causas dos seus povos. E se isto virar Somalia sera so e unicamente porque as pessoas pensam que sao donas deste Pais e que podem fazer e desfazer sem se preocupar com os interesses dos angolanos. Esta Terra tambem e nossa. Queremos TODOS usufruir das suas riquezas.
0 Hassim Nandah 01-02-2012 11:13 #20
Este indidíduo que assina por POVO CONSCIENTE é um verdadeiro alucinado!!! Vive na [***]. mas não se dá conta. É aquele tipo de pessoa que pensa que está tudo bem porque é sustentado pelo sistema corrupto que ele próprio defende.
+1 Totorof 01-02-2012 13:12 #21
Eu, entendo que queremos o melhor, mas tambem nao nos devemos agitar. O MPLA, que ate votei a favor, ja nao me convence por causa do DITADOR passou dos limites. O MPLA e melhor sem o DITADOR. MPLA SIM MAS SEM O DITADOR pai das mentirosas e mentirosos, tao muidos tambem ja querem mentir. Desculpem-me, e peco a Deus todo poderoso que me perdoe se pequei, mas o meu coracao ja nao aguenta mais o descaramento do DITADOR, mentiroso e cobarde, sempre escondido... Sorte que nunca ninguem esteve interessado em lhe matar. Mas ao ofender dessa maneira o seu proprio povo, sem saudar, sem visitar hospitais, cadeias, escolas, etc.. e uma prova que ele nunca gostou dos angolanos... As vossa maos estao a cheirar mal por isso ele nao vos sauda, nem vos liga e diz que a pobreza nao e culpa dele...
0 zuma 01-02-2012 13:39 #22
ate quando?
0 Prof.Kiluange NYC 01-02-2012 13:48 #23
Qual é a relação parentesca entre José Eduardo dos Santos e Manuel Vicente? "Perdoem-me" essa audácia... mas que fazer quando sois vós que controlais os nossos cofres … e agora “cantais, chorais, dançais, enfim: viveis intensamente, antes que feche- se a cortina e a peça termines sem aplausos”...
-3 Katinton 01-02-2012 15:29 #24
Concordo com o povo consciente. Estes políticos amadores da oposição estão cegos pela ambição de querem chegar também aos cofres do estado. Porque não há outro motivo pra sacrificar os jovens com manifestações estúpidas. Os jovens se fosse para se manifestar deviam exigir em principio a abertura de universidades mas não tocam nisso. Antes falam do dinheiro do Presidente da Republica e sua família. Será que os jovens também querem ser presidentes? Perderam a razão e agora não sabem o que eles querem. O país está renascer depois de tantos anos feito refém pela UNITA que só o destruia e não deixam as familias se comunicarem e trabalharem livremente. Julgo que esta gente vai morrer nesta ambição e nunca vão chegar ao poder. Só o verão pelo binóculo.
-2 Domingos Ribas 01-02-2012 17:16 #25
O Bloco Demcratico esta muito empenhado na mobilizacao de jovens, pagando inclusive dinheiro e logistica para se manifestarem contra o governo eo presidente da republica. Nisto tambem eata metida a senhora Elsa Rimli. Se fossem mesmo democraticos e se fossem pela paz, nao estariam a fazer esta politica suja que pode arrastar o pais a desgraca. Agora veem dizer para o governo que os vandalos e delinquentes mobilizados e apoiados pelo Bloco Nao Democratico devem ser deixados a solta tomando conta do pais que queremos pacifico e cada vez mais prospero e unido. apesar das dificuldades. teham juizo meus senhores.
0 Prof.Kiluange NYC 01-02-2012 23:45 #26
Quanto mais o homem buscar subterfúgio para a sua própria miséria, ele perde a oportunidade de se rejuvenescer... quer espiritual ou moralmente...É precisamente essa audácia psicótica que JES e seus comparsam exacerbam:culpa bilizar outrem pelos seus males.Compreend amos o que está em jogo: o futuro de Angola!...Só lhes restam a cova e sabe-se lá qual!Não permitamos que esses homens levem para suas covas o nosso futuro...Sejamo s realistas: exijamos uma "revisão contratual" dos acordos entre os governos angolano e o chinês... exijamos a retirada dos 57 mil chinos mercenários disfarçados de mão-de-obra barata...audito ria à situação económico-finan ceira do Governo Angolano para os anos de 2007 a 2010, incluindo 2011...E somente depois é que se fala das eleições.
-2 POVO CONSCIENTE 02-02-2012 01:25 #27
ACERTEI EM CHEIO. CONSEGUI IRRITAR VOS. NAO VEJO PROJECTOS POLÍTICOS CONCRETOS NAS EXPLANAÇÕES DOS APANIGUADOS DO BD. SO CONSTATO INSULTOS E ISSO DEIXA ME FELIZ PORQUE SÓ SE CRITICA A QUEM TRABALHA. NA REALIDADE O MEU PONTO DE PARTIDA FOI O SAMBIZANGA E DEPOIS DISSO CALCORRIEI A MINHA ANGOLA DE ARMA NA MÃO LUTANDO PELA LIBERDADE DO MEU POVO QUE HOJE SENTE SE NOVAMENTE AMEAÇADO POR VILÕES SERVIDORES DE POTÊNCIAS INIMIGAS QUE NÃO QUEREM DEIXAR DESENVOLVER UM PAIS TERCEIROMUNDIST A. E ANDEI POR VÁRIOS PAÍSES,DESDE A NAMÍBIA A SINGAPURA,DO GABÃO A INDONÉSIA,DE FRANCA AO BRASIL,DE PORTUGAL A RÚSSIA, DA TANZÂNIA A DINAMARCA,DA CHINA AO LESOTHO E TANTOS OUTROS. E CONFIRMO QUE MELHOR QUE ANGOLA EM RITMO COMPARADO DE CRESIMENTO NÃO EXISTE NO CIMO DA TERRA. POR ISSO DIZEMOS. E POR ISSO...."....."...........................
NAO OS GOSTAM!
-2 POVO CONSCIENTE 02-02-2012 01:46 #28
JUSTINO P DE ANDRADE COM QUASE SETENTA,FILOMEN O V LOPES NOS SESSENTA,LUIS DO NASCIMENTO A CAMINHAR PARA LÁ A PASSOS LARGOS. TANTAS ASNEIRAS JÁ PRATICARAM NAS SUAS VIDAS E NÃO TOMAM TINO. AINDA POR CIMA SE FOREM AO LOUINDUIMBALE NINGUÉM LHES CONHECE, SE FOREM A SAMBA SÃO DESCONHECIDOS, SE FOREM A OMBANJA LEVAM CORRIDA, SE FOREM AO BEMBÉ VÃO LHES DAR DE MALIANOS. E QUEREM SER LIDERES EM ANGOLA! COMO ASSIM? A LIDERANÇA CONQUISTA SE COM SACRIFÍCIO. UM POVO SÓ SEGUE UM LÍDER QUE POSSUA CARISMA. VOCES NEM NO MERCADO DOS KWANZAS SÃO MAIS CONHECIDOS QUE O LUTCHANA MOBULO E OS TRAPALHÕES NÃO FAZEM ESQUECER O MAN RÉ . ORGANIZEM SE COM IDEAIS DEFINIDOS E NÃO TIREM COPIAS DOS PROJECTOS DOS ANARQUISTAS QUE APARECERAM NO UNDO ÁRABE QUE AGORA NÃO SEURAM OS SEUS PAÍSES. MANIFESTEM SE PACIFICAMENTE EXIGINDO MUDANÇAS COM IDEIAS CONSTRUTIVAS,PO RQUE OS INSULTOS NÃO VOS LEVAM A VITORIAS. PENSEM NO QUE PODERÃO FAZER DE BOM SE UM DIA ASSUMIREM A LIDERANÇA DE ANGOLA. MAS POSSO GARANTIR OS QUE NUNCA FUI DO BD,POIS NÃO SOU DOS QUE MUDAM DE CAMISOLA SÓ DE ABUSO . ESTAREI AQUI DEPOIS DE SETEMBRO A VER VOS DIZENDO QUE HOUVE FRAUDE APÓS UMA DERROTA CLAMOROSA,POIS OS BD NÃO TEM ESTALECA POLÍTICA PARA OMBREAR COM O GRANDE MPLA. LUTEM PARA ESTAR VIVOS PARA CONSTATAREM DE FORMA INEQUÍVOCA QUE NAS PROFUNDEZAS DE ANGOLA NINGUÉM VOS CONHECE,LOGO,NI NGUÉM VOTARA EM VOS
-1 António Saviemba 02-02-2012 10:08 #29
DEIXEM DE ATIRAR OS JOVENS PARA A FOGUEIRA ESCONDENDO SE ATRAS DA SUA INOCÊNCIA. LUANDA NÃO E ANGOLA E A MAIORIA DA JUVENTUDE QUE NASCEU,CRESCEU E VIVEU NA GUERRA NÃO SE REVÊ NA IDEOLOGIA DESSES JOVENS PÃO COM QUEIJO QUE VIVEU NA EUROPA A GASTAR DINHEIRO DOS PAIS E DA REPUBLICA E REGRESSOU DE BRINQUINHO,DROG ADA E SEM FORMAÇÃO.
ARRANJA AÍ UMA QUINTA E VAI CUIDAR DOS SEUS NETOS...
0 Roberto 17-02-2012 11:52 #30
O BD est´consciente dos seus erros de levar a juventude a rua de forma desordeira logo vê-se na obrigatoriedade de rever as suas estrategias no que tange a persuadir os jovens, de ruas e poucos conhecedor da realidade politica e social do país.
Neste contexto é imperioso que o BD deixe este tipo de politica e procure ser um verdadeiro partido democratico para o bem de todos ojs filhos desta nação.
leftCLUB-K.net é um portal informativo angolano sem afiliações políticas e sem fins lucrativos cuja linha editorial consubstancia-se na divulgação dos valores dos direitos humanos, educação, justiça social, analise de informação, promoção de democracia, denuncias contra abusos e corrupção em Angola.

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