Música

Nicki Minaj pressionada a cancelar show agendado em Angola

Brasil - Nicki Minaj está com seu nome envolvido em uma polêmica devido a um show marcado para acontecer no próximo sábado, 19, em Angola. Segundo comunicado divulgado pelo site da “Fundação dos Direitos Humanos,” o concerto “Holiday Party Fro Unitel” está diretamente ligado com a familia do ditador José Eduardo dos Santos.

 

Fonte: portalpopline.com.br

Membros da organização já entraram em contato com os representates de Nicki pedindo para que o show seja cancelado: “Nicki Minaj é uma artista global. Milhares de pessoas olham pra ela como inspiração. Não é interessante para ela ficar ligada a ditadura corrupta de Angola”, diz o comunicado.

 

“Nicki tem seu nome ligado a eventos de caridades como o “Get Shoooled Foundation”, cujo objetivo é ajudar jovens a se formarem no colégio. Que tipo de inpistação ela dará os jovens angoleses se apresentado para um ditador que estirpa a liberdade e o futuro deles”, diz Thor Halvorssen, presidente do HRF.

 

Em 2013, Mariah Carey passou pelo mesmo problema. Na época, a diva recebeu mais de 1 milhão de dolares para se apresentar ao ditador e recebeu duras críticas.

Brasil: Ivo Meirelles e Dudu Nobre relatam calote em turnê em Angola

Brasil - O sambista Ivo Meirelles, ex-presidente da Mangueira, e o cantor Dudu Nobre passaram por um sufoco recentemente. Eles estiveram em Luanda, na Angola, no fim de novembro para promover uma grande roda de samba, pelo projeto batizado de "I Love Rio", fazendo com que a cultura carioca passasse pela África. Ao chegarem ao país, eles descobriram ter sido vítimas de um grande golpe. O produtor local não pagou o que havia combinado em contrato, cancelou as reservas em um hotel e fez com que os músicos ficassem completamente sem dinheiro no país. "Estivemos à beira da humilhação", relata Ivo.

Fonte: EGO

Em conversa com o EGO nesta quinta-feira, 10, após retornar ao Brasil, Ivo Meirelles relata a experiência negativa enfrentada por conta da quebra de contrato e o sufoco que passou. "Aceitei ir pra Angola sem antes receber o meu cachê no Brasil. Isso porque conheci um rapaz angolano, bem articulado, de nome Alisson de Antas Miguel. Abracei o seu projeto, que era de shows semanais com convidados. Eu, minha banda e sempre algum convidado brasileiro. Convenci vários artistas brasileiros a estarem comigo. O produtor, além de não me pagar um centavo sequer, não pagou o hotel onde estávamos hospedados, e a minha banda teve que deixar seus quartos. Sem termos pra onde ir, nos amontoamos em um quarto só é por lá ficamos até sermos todos convidados a deixar o hotel. Sem dinheiro, contamos com a solidariedade de amigos angolanos e brasileiros para nossa alimentação", desabafa o sambista.

Ivo Meirelles também conta sobre uma multa que todos de sua banda tiveram que pagar por conta de um visto de curta duração na África. "Tivemos um estresse enorme. Minha banda é formada por pessoas humildes e na possibilidade de viajarem pra Angola, tiveram que dispor de R$ 340,00 para retirar seus passaportes.O tal produtor nos orientou a tirar um visto de curta duração e acabamos todos multados. "


O cantor Dudu Nobre, que esteve em Luanda para apenas um show dentro do projeto, no dia 22 de novembro, contou ainda estar esperando receber parte de seu cachê, cerca de R$11.393. "Retardei a minha volta esperando receber, estava faltando esse dinheiro. O cara sumiu, o produtor desapareceu, e eu não vi mais mais esse dinheiro", lamenta ele, que completa: "A gente que trabalha com show infelizmente está sempre suscetível a esse problema com contratos, às vezes chegamos para fazer o show e não tem a grana. No caso de Angola eu confiei porque fui convidado pelo meu amigo Ivo Meirelles para estar lá. Infelizmente o produtor enganou o Ivo e a mim".


Outros músicos também chegaram a ser convidados por Ivo Meirelles para fazer participações no projeto do produtor Allison Miguel, mas, ao serem alertados pelo sambista, não chegaram a passar o sufoco na África. "Iríamos estrear com o Neguinho da Beija-Flor, mas o produtor não pagou o visto, daí ele não foi. Na segunda semana foi o Dudu Nobre como participação. O terceiro show seria o Vavá do Karametade, mas aí já percebi que não iríamos receber e falei para ele não ir para Angola. Depois disso não recebi mais meu dinheiro também, o produtor sumiu e cancelou os shows em cima da hora. Ele nos abandonou no hotel e foi aí que percebi que não receberíamos mais", conta Ivo.

 

Angola: Produtora Latino Rercord apresenta EP Alvorada

Lisboa – A produtora angolana Latino Record disponibilizou, para download gratuito nas redes sociais, o seu primeiro EP com 10 faixas musicais ao estilo hip hop. Participam no EP Alvorada músicos como Bobo Shant, Nigga Mop, Nando Power, Holly Shine e Exkal Shine, um veterano com créditos firmados no movimento underground, do hip hop, em Angola.

Fonte: Club-k.net

CEO revela surgimento de mais surpresas por sair 

Falando sobre os desafios da produtora, num vídeo posto a disposição esta semana, nas redes sociais, o empresário musical e CEO, Yuri Emanuel “Latino”, revelou que o objetivo principal do EP Alvorada foi mostrar o caráter principal da Label que dirige.

 

O CEO contou ainda que as produções estão a cargo de um jovem produtor Black Magic. “Nos temos, o nosso produtor da casa o Black Magic” que segundo Yuri Latino é o responsável de tracks do recém lançado como “No Pain, No Gain”.

 

Revelou também que estão a trabalhar com outros produtores do estilo musical hip hop e com reconhecida experiência no mercado nacional.

 

 

Respeitante a participação no EP, de Nigga Mop e Xkal, o responsável da Latino Record explicou que estes são músicos da produtora Mon Black. “Este primeiro projecto, houve alguns participantes como Exkal, Mob, que já temos estado a trabalhar em algumas músicas e até agora o trabalho tem corrido bem”.

 

Links para download do EP Alvorada:


http://www.mediafire.com/download/vk52s376bdsx1eq/Latino+Records+-+A+ALVORADA+%28EP%29+%282015%29.zip

https://soundcloud.com/latino-records-112809218/nao-es-dificil-prod-black-magic-bobo-shant-feat-exkal?in=latino-records-112809218/sets/ep-a-alvorada-lr

  

 

 

Sweet Maria participa no "African Intertainment awards Canada"

Toronto - A cantora angolana Swett Maria foi nomeada para concorrer na categoria da melhor Artista do sexo feminino no "African Entertainment Awards" Canada 2015 a realizar-se no dia 5 de Setembro do corrente ano.


Fonte: Club-k.net

 

Deposite o teu voto agora

 

Assim sendo, informamos que Sweet Maria, fez saber que os internautas poderão depositar "o seu voto digital no link em anexo e que terminará no dia 30 do corrente mês".

 


É oportuno salientar que para esta categoria participam quatro concorrentes e o voto de todos é importante e para tal basta votar no link em anexo:

 

Vote Sweet Maria

 

 

 

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MCK e Bonga, juntos, pela liberdade de expressão em Angola

Lisboa - MCK, 34 anos, é rapper e uma das vozes mais contestatárias do regime angolano. Bonga, 72 anos, é talvez o maior símbolo da música popular de Angola. Juntaram-se em palco, esta terça, no MusicBox de Lisboa, exigindo a libertação dos activistas detidos há mais de dois meses.

Fonte: Publico

Foi logo ao segundo tema. O dinamismo rítmico do hip-hop fazia-se ouvir, em palco o rapper MCK debitava palavras e, de repente, a música parou. Fez-se silêncio. Poderia pensar-se num problema técnico. Mas não.

“Essa música fica por aqui porque, nesta parte, iria entrar a voz do Ikonoclasta”, disse MCK, ou seja Katrogi Nhanga Lwamba, 34 anos, formado em Filosofia, agora a estudar Direito, umas das vozes críticas do regime angolano, naquele que foi o seu primeiro concerto em Portugal.

Estava explicitado o simbolismo da interrupção. O também rapper Ikonoclasta, ou seja Luaty Beirão, foi um dos 13 activistas detidos em Luanda, no mês de Junho, quando se reuniam para debater política à volta de um livro sobre resistência não-violenta contra a opressão.


Outros três foram presos nos dias seguintes, juntando-se a Marco Mavungo, que está detido desde Março. Continuam na prisão, alguns em celas solitárias, sem acusação formalizada, sendo aludido que estariam a preparar “actos tendentes a alterar a ordem e segurança pública do país.”

Na terça-feira, no MusicBox, em Lisboa, pediu-se a libertação. Não é a primeira vez que acontece. Desde que foi tornado público o vídeo-manifesto Liberdade Já!, suportado pelas mais diversas figuras angolanas e portuguesas, mas também moçambicanas ou brasileiras (Agualusa, Ondjaki, Kalaf, Nastio Mosquito, Paulo Flores, Pepetela, Mia Couto, etc), que acontecem iniciativas que denunciam a situação.

A razão directa do concerto era a reedição, em versão aumentada, do álbum Proibido Ouvir Isto (2012) de MCK, referência da nova música angolana, mas relativamente desconhecido em Portugal. Mas como é evidente desde o início que se sabia que aquele não iria ser mais um concerto. Existia a carga emocional dos momentos especiais. Antes mesmo de a música começar, Pedro Coquenão (Batida), subiu ao palco para dizer que o mote da noite era apenas um: “liberdade!” E foi isso mesmo.

Na sala, repleta, como seria de esperar, estavam muitos angolanos, mas também portugueses, sorvendo as palavras de MCK e, depois, ao longo da noite, também de Aline Frazão, Valete e Bonga. Para lançar as bases rítmicas, lá estava o sempre generoso João Gomes (Orelha Negra).

A música, como é evidente, também é contexto. Nas letras de MCK sente-se a riqueza da tradição oral africana, misturada com a eficácia do rap, revertida para acontecimentos precisos da vida sociopolítica de Angola. Por vezes, nestes casos, corre-se o risco do anacronismo. Mas à luz dos acontecimentos actuais, e no contexto de um país em transformação, com todos os antagonismos que daí advêm, adquirem uma ressonância precisa.

É inegável que as novas gerações angolanas ligadas às músicas e às artes estão a jogar um papel importante neste período, reflectindo e estimulando um desejo de mudança para o seu país – no sentido de ser projectada mais justiça, igualdade, tolerância e liberdade.

É verdade que nem todos se revêem de igual modo no olhar tantas vezes simplista que é lançado do Ocidente sobre África (como se todas as questões do continente se resumissem a elites corruptas ou a lideranças musculadas), mas no caso concreto dos detidos sente-se convergência de posições.

Onde também existe confluência é no amor a Angola, “independentemente da pobreza, dos gatunos e da corrupção”, haverá de declamar MCK na direcção da cantora Aline Frazão, a primeira convidada a subir ao palco. Aline concordou, recordou que havia estado naquele palco há meses na companhia de Ikonoclasta e expos a sua excelente voz, cantando com emoção “eu vou morrer aqui.” Sendo aqui, a sua Angola.

O que fascina em MCK é a forma fluída, aparentemente fácil, como debita palavras incisivas, sob batidas secas, sem ornamentos desnecessários. “Os diamantes são deles / O petróleo é deles / A imobiliária é deles / A banca é deles”, canta de forma clara em O país do pai banana, antes de declamar que “Pobreza é negócio / Transformaram Angola no país do futuro / Pois é / Deixamos tudo p’amanhã, né?”, numa crítica velada às elites angolanas, mas também aos que nada fazem para a mudança.

Depois surgiram alusões mordazes aos governantes que se perpetuam no poder – “o meu presidente foi presidente do meu avô, do meu pai e meu presidente e vai ser presidente dos meus filhos e dos meus netos”, disse – antes do rapper Valete irromper no cenário, expondo a habitual e contagiante energia, perante uma assistência totalmente conquistada.

Foi nesse caldo que entrou em cena Bonga, apresentado por MCK como sendo a personificação da angolanidade, 50 anos de canções, da luta pela independência à aflição da guerra, passando pela fase actual, com um país à procura de si próprio, quase a celebrar 40 anos de independência.

O “kota”, como era carinhosamente nomeado pelo rapper, enalteceu o papel de intervenção de MCK e das novas gerações, recordando o papel que a música pode ter na mobilização e no despertar de consciências, recordando que ao longo do seu percurso nunca deixou de ser ele próprio, mesmo se existiam forças que o impeliam para não o ser.

“Não tenham medo, nunca!”, exultou, antes de se lançar na interpretação de três canções, com acompanhamento acústico, perante uma plateia que absorvia a sua voz enrouquecida e histórias que ela contempla. Depois houve ainda tempo para ele e MCK se agruparem na interpretação de mais um tema, simbolizando uma importante irmanação geracional.

Bonga reconhece o activismo e a música das novas gerações. Estas agradecem-lhe o imenso legado e sem deixarem de procurar novas linguagens e expor insatisfação, não deixam de estimar a Angola de todos.

Na terça-feira, no MusicBox, num concerto onde a receita reverteu para as famílias dos detidos, houve qualquer coisa nova que pairou no ar. Alguns dirão que é um novo alento. Outros, desejo de liberdade.

 

Higino Carneiro produziu disco de cantora cubana

Havana - O governador do Cuando Cubango, Higino Carneiro, produziu o segundo álbum da cantora cubana Lindiana Murphy, intitulado "Terras". Numa entrevista ao Havana Times, Lindiana conta como começou a sua relação com Angola e fala do período em que esteve no país a gravar o disco.

 

Governador do Kuando Kubango compôs uma canção


Fonte: RA
“A vida tem surpresas preciosas. Angola veio até nós através de um empresário chamado Higino Carneiro, que durante uma visita a Cuba ouviu-nos e convidou-nos para participar no festival 23 de Março [no ano passado], o qual tinha a sua primeira edição na província do Cuando Cubango. Assim tivemos o privilégio de tocar para 45 mil angolanos na noite da nossa apresentação e fazê-los dançar durante 30 minutos”, contou a cantora.

 

Foi nessa altura que “nasceu a ideia de gravar para este mercado com a editora Letras & Sons”.

 

O disco mistura português, kimbundo e espanhol em canções nos géneros kizomba e semba. “Está incluída ‘Acontece’, uma das muitas composições do produtor executivo deste disco, Higino Carneiro, e ‘Muxima’, a famosa canção folclórica sem autor conhecido”.

 

Lindiana Murphy anunciou ainda que a apresentação oficial do disco será brevemente em Angola, mas só depois de gravar o terceiro álbum, Mantra, no qual está trabalhando agora e que já não tem influência angolana.

 

A cantora não descarta continuar a colaboração com a editora Letras & Sons. “Veremos que caminhos tomará Terra. Confesso que gostei muito de trabalhar com a Letras & Sons, será um prazer repetir”.

 

O selo Letras & Sons foi criado em 2010 com investimento privado do ex-deputado Melo Xavier e de Higino Carneiro, na altura Ministro das Obras Públicas, segundo o Jornal de Angola.

Dj Znobia ataca Coréon Dú: “Tu não mandas no Kuduro”

Luanda - O conceituado Dj angolano e um dos grandes impulsionadores do estilo Kuduro, conhecido por “Znobia”, fez duras críticas à Coréon Dú, criador do festival “I Love Kuduro”, cuja edição 2015 foi realizada este sábado (31), em Luanda.

Fonte: Jet7 Angola

Segundo Dj Znobia e outras figuras ligadas ao Kuduro, nesta edição do festival os kuduristas foram desrespeitados e abandalhados – muitos não foram pagos pela sua participação, houve tratamento desigual entre os cantores, a transmissão do evento no canal 2 da TPA foi interrompida sem qualquer justificação, além disso, este ano o evento nem se quer foi transmitido na TPA Internacional.

Na sua extensa crítica, Dj Znobia afirma que Coréon Dú só será respeitado no kuduro quando compreender o verdadeiro significado do kuduro, e acusa o criador do I Love Kuduro de “matar sonhos” e de querer determinar o destino dos kuduristas.

Znobia acrescentou: “O que a vossa organização fez nos meus colegas não se faz ... tu brincas com o nosso pão jovem (…) Tu não mandas no kuduro.”

Integra a mensagem de Dj Znobia:

“Só serás respeitado no mundo artístico em particular o kuduro quando aprenderes realmente o que é o kuduro e em verdade lhe digo senhor Coreon Du, as pessoas apenas te tremem pelo teu dinheiro não porque és uma boa pessoa, tu matas sonhos e queres determinar o destino dos músicos de kuduro, mas no meu caso é diferente, eu tenho mais fieis do que tu e não dependo do canal 2 e nem de nenhuma banda para me sentir eu...isto está a mudar e eu sou o znobia por mérito próprio (…)

O que a vossa organização fez nos meus colegas não se faz ...tu brincas com o nosso pão jovem, e o bom é que tu és inteligente e sabes que as pessoas apenas te colam por causa do seu dinheiro, porque tu queres mudar algo que já está escrito muito antes de cantares.

TU NÃO MANDAS NO KUDURO...KUDURO É ANGOLA E TU NEM NINGUÉM JAMAIS SERÃO OS DONOS DE ANGOLA, ANGOLA É DOS ANGOLANOS.

Por favor eu suplico, nos deixa só com o nosso kuduro não nos humilhes mais....Eu sou o dj znobia o filho do kuduro, o puto do Sebem e Tony Amado...não te metas no kuduro novamente”, escreveu Dj Znobia nas redes sociais.

Nelson Ebo canta com Andrea Bocelli em Nova Iorque

Washington – O tenor angolano Nelson Ebo, actualmente a viver nos EUA, partilhou no passado dia 1 de Novembro, em Nova Iorque, o palco com o italiano Andrea Bocelli. O acto teve precisamente lugar na prestigiosa Gala mundial do Metropolitan ópera deste estado americano.

Fonte: Club-k.net

Participaram ainda ao evento Piotr Baczala (tenor polaco estrela); Lawrence Brownlee (tenor americano) e o Grande maestro Eugene Khohn (diretor artístico do plácido Domingo é Andrea Bocelli).

 

A “Metropolitan Ópera” de Nova Iorque é tida como o melhor teatro e o mais importante do mundo da lírica. Tem a capacidade de acolher mais de 3 mil pessoas. Por lá passaram grandes cantores da lírica como Pavaritti, Plácido Domingo é outras estralas da ópera.

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