Música

Yola Semedo arrecada quatro prémios e vence terceiro Angola Music Awards

Luanda - A artista Yola Semedo foi a grande vencedora da terceira edição do Angola Music Awards, que se realizou na noite de sábado em Saurimo, arrecadando quatro estatuetas, nomeadamente a de cantora feminina e álbum do ano.

Fonte: Lusa

A cantora angolana era já a grande nomeada da noite, concorrendo em sete categorias nesta terceira edição da gala, marcada pela descentralização do evento, neste caso para a capital da província da Lunda Sul, a cerca de 1.000 quilómetros de Luanda.

Durante a gala, questionada pela agência Lusa, Yola Semedo disse que o último ano foi de sucesso, comprovado com as nomeações que o novo trabalho discográfico recebeu.

"Foi, acho que sim. Abracei este projecto com muito carinho e aqui está a grande resposta do sacrifício feito", disse a cantora.

Yola Semedo venceu ainda nas categorias de melhor tema do ano nos estilos kizomba, com "Volta amor", e semba, com "Você me abana".

Outras vozes femininas estiveram igualmente em destaque entre os premiados, como Anna Joyce e Bruna Tatiana, bem como a dupla NGA, distinguida com a melhor canção rap/hip-hop e artista masculino do ano.

Durante a gala, a organização atribuiu ainda o Prémio Carreira ao cantor Bonga.

Esta edição do Angola Music Awards foi a primeira a realizar-se fora de Luanda, o que levou milhares de pessoas a concentrarem-se no exterior do recinto do evento, em Saurimo, obrigando à intervenção policial, inclusive do corpo de intervenção.

O evento foi organizado pelo grupo Mener, este ano em parceria com o Governo Provincial da Lunda Sul e com o Ministério da Cultura e da Juventude e Desportos.

Angola Music Awards 2015 - premiados

Melhor Produtor Musical: "Filho dessa luta" - Mvula/Miguel Camilo.

Álbum do Ano: "Filho Meu" - Yola Semedo.

Grupo do Ano: "Kwatsiru" - Tchobari.

Melhor Música Popular do Leste de Angola: "É mamé" - Lemba Catchiokwe.

Melhor música Popular do Norte de Angola: "Matonti" - Kyaku Kyadaff.

Melhor Semba: "Você me abana" - Yola Semedo.

Melhor Gospel: "Meu Tudo" - Angospel.

Melhor Afro-Jazz/ World Music: "Ame Ndu Ku Sole" - Totó ST.

Melhor Afro-House/ Dance: "Encosta na dama do outro" - Bebucho Q Kuia.

Melhor Rap/Hip-Hop: "Mesmo Assim" - NGA

Artista Revelação do Ano: Anna Joyce.

Melhor R&B/ Soul: "Curtição (A resposta)" - Anna Joyce.

Artista Feminina do Ano: Yola Semedo.

Música D`Ouro: "Santo António do Zaire" - Ricardo Lemvo.

Melhor Kuduro: "São vocês" - Pai Latifa.

Melhor Videoclip Musical: "Amor Robótico" - Coréon Dú

Melhor DJ: DJ Paulo Alves.

Melhor Kizomba: "Volta amor" - Yola Semedo.

Artista Masculino do Ano: NGA.

Música do Ano: "Meu Tudo" - Bruna Tatiana.

África do Sul: Morreu músico Bangão

Joanesburgo – O Músico e compositor angolano, Bernardo Jorge  Martins Correia  “Bangão” faleceu na madrugada deste domingo (17), vitima de doença do fórum hepático, no hospital Louis Pastor, de  Pretória, na República da África do Sul.

Fonte: Club-k.net

“Bangão” foi em Fevereiro passado, evacuado para este país, por decisão dos Serviços de Apoio a  Presidência da Republica  que decidiu apoia-lo, depois de terem sido informados   que o músico lutava pela vida no hospital Josina Machel em Luanda.

 

Há  poucas semanas atrás, a equipa de médicos sul africanos que o assistiam, informaram que na sequência da detecção de um câncer em estado avançado e que teria se ramificado até aos pulmões, o mesmo estaria em fase de contagem regressiva.

 

Foi, precisamente há cerca de quatro dias, antes da sua eterna partida que o músico havia deixado de falar entrando em coma. Antes deste período, ele solicitou aos médicos que lhe deixassem ir para Angola, a fim de encarar a morte em solo pátrio, o que não foi autorizado por se encontrar bastante fragilizado (ausência de imunidades) e sem condições de viajar. Teria também chamado a sua esposa, que o acompanha pedindo para cuidar dos seus filhos mais novos. O músico disse a ela tinha a certeza que tinha a certeza que desta vez não resistiria.

  

Dono de uma longa e rica carreira artística, como refere a comunicação social angolana, Bangão é um dos músicos mais referenciados do mercado nacional, fruto dos seus dois últimos discos “Sembele” e “Cuidado”.

 

Exímio executante do estilo semba, que no suporte textual das suas canções apresenta narrativas autênticas de ocorrências do quotidiano angolano, Bangão pisou pela primeira vez um palco a 18 de Outubro de 1978, como elemento do grupo os Gingas Kakulo Kalunga.

 

Na sua carreira artística, passou pelo agrupamento “Tradição”, em 1974, que integrava, entre outros, Alaito (tumbas) e André Lua (voz).

 

De 1976 a 1977 integrou, como vocalista, o grupo Processo de África, com Guncha (tumbas), Artur Décimo (viola baixo), Alaito (bateria) e Abílio (viola ritmo). No entanto a sua primeira grande aparição pública ocorre a 18 de Outubro de 1978, como integrante do grupo Os Gingas Kakulo Kalunga.

 

Em 1996, venceu o prémio Liceu Vieira Dias, com o tema “Kibuikila” (Peste), acompanhado pela Banda Movimento. Em plena ascensão da carreira Bangão é convidado, em 1999, a fazer parte da Banda Movimento, sempre como vocalista.

 

No mesmo ano, ganhou a primeira edição do concurso Semba de Ouro, com a canção “Kangila” (pássaro agoirento) e afirmou-se como cantor e compositor de inequívocos créditos firmados.

 

O ano 2003 consagrou Bangão como um dos maiores intérpretes da música popular angolana. Neste ano, no Top Rádio Luanda, ganha os prémios da música do ano, com o tema “Fofucho”, voz masculina do ano e é reconhecido com o prémio preservação pela sua incessante defesa da música popular angolana.

 

Em 2005 venceu o Top dos Mais Queridos, da Rádio Nacional de Angola (RNA).

 

Nascido a 27 de Setembro de 1962, no bairro Brás, no actual distrito urbano do Sambizanga, em Luanda, onde inicia a carreira musical, Bangão já participou em espectáculos realizados em Portugal, Argentina, Namíbia e Brasil, onde dividiu o palco com o cantor brasileiro Gilberto Gil.

Pai Banana culpa MCK pela sua desgraça musical

Luanda  - O Kudurista Pai Banana,  de sua graça Carlos  Gonçalves do Amaral revelou recentemente a revista “Jovens da Banda” que a sua desgraça musical, começou quando  o rapper  MCK, usou a sua vez  na conhecida  música  “o país do pai Banana”. Desde então segundo, Carlos Amaral, foi ofuscado deixando de receber convites para espectaculos e de aparecer na televisão.  

Fonte: Club-k.net

“Ele adicionou a minha voz na música dele”

Carlos Amaral detalha que   “[Quando] entre 2011 para 2012 o rapper MCK trouxe aquela musica “O País do Pai Banana”, aquilo só ofuscou ainda mais a minha imagem. Ele adicionou a minha voz na música dele e as pessoas pensaram que eu colaborei. Ligaram-me à política, [então] deixaram de me convidar para fazer espectáculos.”

“Por dois anos deixei de fazer rádio e televisão. Fiquei totalmente fechado e não tive como divulgar a minha musica. Aí você que vive do Kuduro, morre.”, lamentou o kudurista.

De realçar que em ocasiões passada, o músico McK esclareceu, a imprensa, que a música “o país do pai banana”  faz referencia a um  país que não dispõe de bons exemplos em termos de figuras publicas dando como o  vencedor do Big Brother Angola, Pai Larama e o próprio kudurista  Carlos  Gonçalves do Amaral vulgo “Pai Banana”.

De acordo com as palavras do rapper, o “Pai Larama e o Pai Banana são muito parecidos. São gémeos. Se reparar com calma, não existem grandes referências das nossas figuras públicas associadas ao poder” 

Ary: ”Eu não vou mudar, às vezes tento me fazer de santa e os fãs reagem mal”

Luanda - A cantora Ary foi a convidada desta quarta-feira no programa Made In Angola da TV Zimbo, onde falou dos seus projectos e da dificuldade que teve para agradar o público com a sua personalidade.

 

Fonte: Sapo

A diva disse no programa apresentado por Vânia Vilela que só vai fazer um filho daqui a mais dois anos.
"Filho só daqui a mais dois anos. Enquanto não tenho nenhum “mon ami” só vou estar concentrada na minha carreira, fazer músicas, agradar o público e cantar".

 

Alegre e sempre bem disposta com o seu jeito único de ser, a diva disse que tem muitos colegas da música que antes eram “finos e regrados” mas que agora a imitam em palco.

 

”A minha personalidade foi um choque para o público, eles gostavam das músicas e não da cantora. Eu me impus e disse não vou mudar. Se eu fizer o que eles querem não vou viver feliz. Às vezes tento me fazer de santa e os fãs reagem mal.”

 

A cantora disse que possivelmente no mês de Abril vai lançar um single e que agora está muito atarefada pois tem músicas novas. Está a fazer muitas publicidades de bebidas e de uma operadora móvel.

 

Ary admitiu ainda ser fã e respeitar o trabalho de Yola Semedo, que tem apoiado a sua carreira desde o início.

Nova temporada do Show do Mês arranca com Irina Vasconcelos

Luanda - Os dias 27 e 28 de Março marcam o duplo concerto de Irina Vasconcelos, na segunda temporada do show do mês. Segundo a organização, o auditório do Royal Plaza Hotel,em Talatona,continuará a ser o local eleito para a realização daquele espectaculo mensal.

Fonte: NJ

A escolha de Irina Vasconcelos,acrescentam os responsáveis do evento, deveu-se ao facto de se tratar do mês da mulher pelo simbolismo que o mês tem para o sexo feminino reforçado pelo talento com que a vocalista da banda Café Negro tem se notabilizado em muitas das suas apresentações. Conhecida pela sua versatilidade, executante de rock como estilo predilecto, vai interpretar, além de temas da sua autoria, sucessos nacionais e internacionais, uma incursão dos anos 70 aos 90.

O evento, com o habitual inicio marcado para as 21 horas é organizado pela Nova Energia. Um DVD para cada concerto é outro dos planos que serão, a começar pelo show desta voz feminina da nova geração mas que carrega uma maturação na maneira de interpretar temas resultantes de uma viagem musical incomun para artistas das sua faixa etária Marito Furtado, director artístico do projecto, revela que "Há músicos que tiveram muito sucesso nas décadas 60,70 e 80, mas não existe nenhum registo disto, mesmo em cassete audiovisual".

Segundo ele, maior parte não possui imagens para mostrar as gerações vindouras, uma vez que naquela altura, a tecnologia não estava tão avançada por um lado e, actualmente, por falta de condições por outro.

"Queremos mudar isto, é o nosso contributo à cultura angolana, música em particular", explicou. "A prioridade são os nossos, enquanto não esgotarmos as opções aqui, dificilmente vamos partir para o mercado internacional. Poderá excepcionalmente acontecer, não vamos fechar esta possibilidade, mas não é o nosso conceito", esclareceu o integrante da banda Maravilha, afastando desse modo a fraca possibilidade de existirem no plano de espectáculos artistas estrangeiros.

A ideia mantém-se de dois shows no final de cada mês (sexta e sábado), variando sempre entre nova e velha geração, mas com prioridade para aqueles que não têm tido oportunidades de se mostrar em cartaz.

O Show do Mês continuará a ser suportado musicalmente pela Banda Maravilha, mas com a possibilidade de inclusão de novos membros na banda, de acordo com a necessidade do músico em cartaz.

O projecto arrancou em 2014 pela mão da Nova Energia e já levou vários artistas nacionais àquele palco mediante shows em que incluiam-se algumas homenagens. Selda, Filipe Mukenga, Pedrito, conjunto de vozes femininas que integrava Patricia Faria, Gersy Pegado, Yadira Cabanas, Djanira Mercedes e Irina Vasconcelos. , Robertinho, Gabriel Tchiema, Jovens cantando Teta Lando (Selda, Kyaku Kyadaff, Jack Nkanga e Zino) Angola 70 (Gaby Moy, Jó Rosa e Legalize), Zé Kafala e Ricardo Lemvo.

Angola: Irina Vasconcelos em "noite mágica"

Luanda - Noite mágica, concerto interactivo e mais de uma hora de música, "extraídas" de um passado que continua vivo na mente de centenas de angolanos. Foi neste cenário que a artista Irina Vasconcelos "arrebatou" corações, nesta sexta-feira, em Luanda, no espectáculo de lançamento da segunda temporada do projecto "Show do Mês".

Fonte: Angop

Durante uma hora e 45 minutos, a cantora angolana "viajou" no tempo e foi a três décadas marcantes da música nacional e internacional.

Segura na voz e admirada, interpretou sucessos como "Belina" (Artur Nunes), "Stapora do Diabo" (Bana), "Sacrifice" (Elton Jonh) e "Minha Viola" (Beto de Almeida).

O evento, em que interpretou outros números, teve três momentos distintos.

Isto representou uma inovação que valorizou o concerto, assistido por mais de 300 pessoas.

Irina começou com um trio de músicos (percursionista, Violancelo e Dj), de seguida actuou com a banda (Maravilha), antes de cantar com o Dj.

Em alguns momentos, deu um cariz electrónico ao show, mas noutros soltou a voz, ao som dos acordes da banda.

No meio deste cenário, um convidado quase roubou-lhe o protagonismo, com dois grandes sucessos nacionais.

Trata-se de Zé Kafala, que fez dueto com a artista no tema "Kudizola Kweto" e despediu-se com "Renuncia Impossível".

O folclorista deixou extasiado o público, que pedia mais.

Mas a noite era mesmo de Irina. Sobre ela recaiam todos os olhares, os holofotes da imprensa e a avaliação da crítica.

A "guerreira", como é conhecida, rápido se apercebeu disso.

Mostrou garra no seu primeiro grande show a solo e justificou o porquê ser tido como uma das revelações da música angolana.

Para mostrar o seu preparo e veia apurada para a música, percorreu pelo rock, género musical que lhe caracteriza, sendo líder do grupo Café Negro.

Para encerrar a noite, voltou às raízes e ao folclore nacional, brindando a plateia com "Kilapanga do órfão".

Kudurista Pai Banana "surrado" na via pública - vídeo

Luanda – O kudurista Pai Banana foi recentemente espancado na via pública por um colega seu de profissão (identificado apenas por Da Beleza), sob acusação de ter furtado um telemóvel “Samsung – Galaxy 5”, como justifica o agressor no vídeo. Não se sabe ao certo em que parte de Luanda foram registadas as chocantes imagens.

Fonte: Club-k.net
Kudurista.jpg - 30.69 KBO vídeo posta a circular há escassos dias nas redes sociais, mostra a vítima (neste caso o Pai Banana) já “surrado” a ser colocado – feito um objecto – na porta-bagagem de uma viatura, cor vermelha, de marca Kia Soul, cuja chapa de matricula: LD-70-35-FP.

Nas imagens, o agressor “Da Beleza” acusa o seu colega de o ter furtado seu telemóvel. Fazer justiça pelas mãos próprias, em Angola, é quase uma pratica normal sob o olhar dos órgãos competentes (Polícia Nacional e Procuradoria Geral da República).

O que aconteceu com a vítima Pai Banana, após ser posto na porta-bagagens? O mesmo está em vida? Em que estado? São perguntas que o Club K deixa no ar. Agora resta a saber qual será a reacção da Polícia Nacional diante deste cenário arrepiante.

Musico DBC não faz parte de grupos reportados como estando em litígio

NOTA DE ESCLARECIMENTO 

Luanda - Na sequencia de uma matéria publicada pelo portal Club-K, referente ao litígio entre dois grupos de jovens em Luanda, nomeadamente HDA e Alameda, na qual é anexado uma fotografia de três jovens  em que  apareço ao lado, tenho a esclarecer o seguinte:

 Fonte: Club-k.net

Não pondo em causa a veracidade da informação,  esclareço a opinião publica que condeno o uso da minha imagem uma vez que não faço parte de nenhum grupo  das partes em litígio conforme reportado pelo Club-K.

Como músico que sou,  faço parte do grupo musical  “Dibandanzas Connection DBC”. A  fotografia em que apareço foi tirada  após a venda da mixtape "Taking Over"  comercializada nos dias 8 e 9 de Novembro de 2014  na praça da independência e casa da juventude em Luanda. 

Portanto não existe nenhum envolvimento com nenhum grupo que não seja de caracter musical. A  imagem publicada,  retrata pois  um momento de celebração pelo sucesso da obra e havia muita gente ligada ao mundo musical que nos veio parabenizar. Assim sendo entendo que não podemos ser culpados  se as pessoas  que vieram nos parabenizar  pelo nosso trabalho artístico tem algum problema de litígio com terceiros. 

Sabendo da vossa dedicação pela necessidade de bem informar, acreditamos que irão esclarecer este lapso

Atentamente  DBC

 

Nota da Redação: A direção deste portal apresenta sinceras desculpas ao músico rap DBC pela postagem de uma fotografia sua publicada num contesto contrario ao tema  reportado. 

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