Diáspora

Angolanos na diáspora protestam contra prisão de activistas

Luanda - Angolanos na diáspora realizam uma série de manifestações em diversas cidades europeias nesta semana em protesto contra a prisão de 15 activistas do auto-denominado Movimento Revolucionário.

Fonte: VOA

A organização é do Movimento para a Paz e Democracia em Angola (MPDA) e , para já, Lisboa, no dia 29, e Bruxelas, no dia 31, serão as primeiras cidades a receber os protestos que voltarão a Bruxelas a 14 e 27 de Agosto em dois lugares diferentes.

 

A secção portuguesa da Amnistia Internacional(AI) anunciou que estará presente na “concentração pela liberdade de expressão em Angola”, que se realizar às 18 horas de quarta-feira, 29, no Largo de São Domingos, Rossio, em Lisboa, “renovando os apelos à libertação de todos os activistas, defensores de direitos humanos e prisioneiros de consciência visados na recente vaga de repressão das autoridades angolanas”.

 

A organização de direitos humanos mantém uma campanha intensa a favor das quase duas dezenas de activistas e cidadãos angolanos que foram detidos ao longo dos últimos meses “tão simplesmente por exercerem o seu direito de liberdade de expressão e liberdades fundamentais de cidadania”.

 

O comunicado da AI lembra que na semana passada “outros quatro activistas e um jornalista ficaram retidos durante mais de oito horas quando foram visitar aqueles prisioneiros de consciência detidos em Junho”.

A organização reitera estar a desenvolver igualmente uma frente de campanha pela libertação do activista José Marcos Mavungo, detido em Cabinda há mais de quatro meses e acusado de crime contra a segurança do Estado, “apenas por estar envolvido na organização de uma manifestação de protesto contra violações de direitos humanos e a governação naquela região de Angola”.

 

Representação da Casa-Ce na Alemanha organiza encontro com a comunidade angolana

Stuttgart - O Coordenador Geral da CASA-CE na Europa, Emanwell Mayassi « Patriota Liberal », informa que a Representação desta Coligação partidária irá organizar uma reunião pública  na cidade de Stuttgart (Alemanha), no próximo sábado, 25 de Julho de 2015 das 15h00 às 19h00.


Fonte: Casa-Ce

O encontro, destinado à comunidade angolana assim como a todos aqueles que amam Angola e se interessam a tudo que diz respeito a Angola,  tem por objetivo fazer conhecer melhor o projeto de sociedade e as ideias da CASA-CE para Angola e os angolanos.


Durante esta reunião com a comunidade angolana radicada na Alemanha, será explicado o que a CASA-CE preconiza para a sociedade angolana. Que espécie de sociedade queremos construir em Angola ? O que se espera de cada angolano para conseguirmos construir a sociedade que queremos ? Entre muitos outros temas.
 

Todos aqueles angolanos ou amigos de Angola que ainda não conhecem esta formação política ou que a conhecem vagamente, terão a oportunidade de colocar todas as perguntas que sempre tiveram sobre a CASA-CE a fim de a conhecerem em profundidade.


Os que quiserem formalizar o seu ingresso na CASA-CE também poderão fazê-lo livremente.


A reunião terá lugar no seguinte endereço :

WAIBLINGEN STRASSE 2                                         
70372 STUTTGART (BAD CANNSTADT)


Modo de acesso :
                    
S1, S2 & S3 HALTSTELLE BAHNOF BAD CANNSTADT
U1, U2 & U13 HALTSTELLE WILHELMSPLATZ


A entrada é livre e gratuita.
Todos os angolanos e amigos de Angola estão cordialmente convidados a participar deste encontro. Mesmo se não residem na Alemanha, se poderem desloquem-se ou convidem os vossos parentes, conhecidos e amigos residentes na Alemanha, e sobretudo na cidade de Suttgart, a estarem presentes neste encontro.
Não percam esta oportunidade, contamos com a vossa presença.

No fim do encontro um lanche será oferecido a todos os participantes.

Para mais amplas informações ligar para os seguintes terminais telefónicos : 0049 1764 220 5274, 0049 174 940 6095 ou 0033 6 40 41 40 40 (França).
Podem também escrever para : Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 


Todos por Angola
Uma Angola para todos

 

O Gabinete do Coordenador Geral

Blogue : www.casa-europa.blogspot.com   
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Representação da CASA-CE no Reino Unido organiza encontro com a comunidade angolana

Reino Unido - O Coordenador Geral da CASA-CE na Europa, Emanwell Mayassi « Patriota Liberal », informa que a Representação desta Coligação partidária irá organizar um encontro público de confraternização com a comunidade angolana  na cidade de Londres (Reino Unido), no próximo sábado, 25 de Julho de 2015 a partir das 18h00.


Fonte: Casa-Ce


O encontro, destinado à comunidade angolana assim como a todos aqueles que amam Angola e se interessam a tudo que diz respeito a Angola,  tem como objetivo refletirmos juntos sobre a situação sócio-económica e política do nosso país Angola.


Durante o encontro os que tiverem perguntas poderão ver estas últimas esclarecidas a fim de conhecerem em profundidade a CASA-CE assim como a atualidade sócio-económica e política de Angola.


O encontro terá lugar no seguinte endereço :

PRIDE OF TOTTENHAM
614 HIGH ROAD                                         
N17 9TA TOTTENHAM

Modo de acesso :
Métro : SEVEN SISTERS, EM SEGUIDA PEGAR O AUTOCARRO (BUS) 149 ou 279.


A entrada é livre e gratuita.


Todos os angolanos e amigos de Angola estão cordialmente convidados a participar deste encontro. Não percam esta oportunidade, contamos com a vossa presença.


O encontro é de confraternização, assim sendo, haverá boa música angolana, comes e bebes e muito mais.


Para mais amplas informações ligar para os seguintes terminais telefónicos : 074 668 1499 ou 0780 469 2151 ou 0740 710 2241. Ou escrever para : Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

 

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Diáspora convoca manifestação pela libertação de presos políticos em Angola

 COMUNICADO

Bruxelas - Caros Compatriotas, Amigos de Angola,

Viemos através deste comunicado informar todos compatriotas angolanos e amigos de Angola que, a manifestação que estava prevista para sexta-feira dia 17 de julho de 2015 junto ao Parlamento europeu em Bruxelas não teve lugar, devido da deslocação dos eurodeputados para o Estrasburgo em França e foi marcada para as datas citadas aqui por baixo:

Fonte: MPDA 

O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), convida todos angolanos e angolanas afim de participar nas manifestações organizadas pela diáspora contra as detenções de mais de 20 jovens manifestantes do movimento revolucionário, activistas cívicos e o irmão do líder do MPDA que declaram os seus direitos e liberdades fundamentais em Angola e presos desde o dia 20, 21 e 22 de junho de 2015 nas suas residências sem mandado de captura e sem no entanto contar os jovens que foram detidos antes dos jovens revus, nomeadamente Marcos Mavungo, Mário Faustino, Kalupeta e colegas, inclusivamente o meu irmão Manuel Pedro em represália das minhas actividades na Europa contra o regime de José Eduardo dos Santos à 36 anos no poder totalitário em Angola, que continua privar e subalternizar povo angolano.

 

Por isso, o MPDA apela a solidariedade de todos angolanos e amigos de Angola, organizações dos direitos humanos, jovens europeus, humanistas, democratas, reformadores, socialistas, liberais, e nacionalistas, afim de ajuntarem-se conosco nas datas previstas.

SEXTA-F. DIA 31 DE JULHO DE 2015 DAS 14H00 - 16H00 DEFRONTE O PARLAMENTO EUROPEU, PRAÇA DE LUXEMBURGO EM 1041 BRUXELAS (Transportes: de estação do midi: métro 5,6 direcção Simonis e paragem de Trône, depois mudar para os autocarros ou camionetas que vão para a Praça ou estação de Luxemburgo)

 

SEXTA-F. DIA 14 DE AGOSTO DE 2015 DAS 14H00 - 16H00 DEFRONTE A EMBAIXADA DE ANGOLA, RUA FRANZ MERJAY, 182, 1050 BRUXELAS (Transportes: de estação do midi: metro 5,6 direcção Simonis e paragem da Luisa, depois mudar para os electrícos, 91, 92, 4 direcção Vanderkinder, paragem: Molière e atravesar a esquerda)



QUINTA-F. DIA 27 DE AGOSTO DE 2015 (MEGA MARCHA) DAS 13H00 - 16H00 DO PARLAMENTO EUROPEU, PRAÇA DE LUXEMBURGO EM 1040 BRUXELLES (Transportes: de estação do midi: metro 5,6 direcção Simonis e paragem de Trône, depois mudar para os os autocarros ou camionetas que vão até a Praça de Luxemburgo, onde partiremos as 14h00 para a Comissão européeia situada na Praça de Schuman)

 

A Liberdade não é uma premissa mas é uma luta que necessita coragem, tenacidade e determinação de um povo consciente do seu sofrimento.

Martin Luther King disse, é um dever moral, e obrigatório de desobedecer a uma lei injusta!

Eu aprendi que a coragem não é a ausência do medo, mas o triunfo sobre ele. O homem corajoso não é aquele que não sente o medo, mas aquele que conquista por cima do medo!

Lembrai-vos Das Lições Da Vossa Escola E Estudai A Voz Da Vossa Consciência "Jonas M. Savimbi".

A Razão das nossas reivindicações:

- As detenções arbitrárias e as prisões extrajudiciárias contra os jovens;

- As violações repetidas dos Direitos do Homem e da Constituição angolana; - As violações das liberdades de expressão, de reunião e de manifestação;

- A exclusão social, cultural e filosófica;

- A corrupção virtiginosa e as vilhagens sistemáticas dos fundos públicos;

- A degradação da vie social e os 36 anos do poder totalitário do presidente Dos Santos.

Massunguna da Silva Pedro Président du MPDA

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Antigos estudantes de Portugal criam associação e declaram JES como membro

Luanda - Os antigos estudantes angolanos em Portugal vão criar, na próxima sexta-feira (dia 18), a assembleia constituinte da Associação dos Antigos Estudantes Angolanos em Portugal, anunciou hoje, o seu porta-voz, Albino Carlos.

Fonte: Angop

Em declarações à Angop, Albino Carlos referiu que a criação da referida associação é de facilitar o enquadramento e integração dos seus membros ao mercado de trabalho, emprestando assim a sua contribuição para o desenvolvimento económico, social político e cultural do país.

Adiantou ainda que a associação tem ainda como objectivo realizar estudos e trabalhos académicos, visando a defesa da identidade nacional, assim como realizar actividades de cooperação com entidades públicas e privadas, para a preservação da soberania nacional, da paz e unidade nacional.

“A organização visa também incentivar e apoiar iniciativas de investigação, desenvolvimento e contribuir para a divulgação de informações de carácter científico, técnico e profissional através de acções que possibilitem a valorização dos quadros formados em Portugal, bem como a promoção da imagem de Angola”, acrescentou.

Segundo o porta-voz, no acto da constituição da assembleia vão ser eleitos os corpos sociais, estando neste momento aberto o processo de candidaturas dos interessados.

Associação dos Antigos Estudantes Angolanos em Portugal terá dois membros beneméritos: o primeiro Presidente de Angola, António Agostinho Neto, e o Presidente da República, José Eduardo dos Santos, e contará com membros de honra, nomeadamente as individualidades que se destacaram em Portugal em prol do país, deste políticos, artistas, desportistas, economistas, entre outros.

 

Protesto em Lisboa em solidariedade com presos políticos angolanos

Lisboa - Um grupo de jovens concentrou-se em frente ao Consulado angolano em Lisboa para exigir a libertação imediata de ativistas presos neste país africano. E já se preparam mais protestos deste género em Portugal e em Angola.

Fonte: DW

O protesto simbólico que teve lugar na tarde desta sexta-feira (17.07), na capital portuguesa, procurou ser o precursor de mais ações por parte da sociedade civil portuguesa no sentido de se acabar com a repressão existente em Angola.

 

O protesto foi convocado por um grupo de cidadãos que estão preocupados com as constantes violações de direitos humanos registadas em Angola. "É uma chamada de atenção", explica a portuguesa Margarida Lima, uma das impulsionadoras desta vigília simbólica que quis "trazer este problema que está a acontecer em Luanda para as ruas, para a frente dos representantes do Governo angolano em Lisboa".

 

Segundo Margarida Lima, "é uma mensagem de solidariedade, de muito respeito e de muita admiração por estas pessoas que estão presas em Luanda". A maioria dos portugueses, "até mesmo ativistas", acrescenta, "não tem bem a noção do nível de repressão vivido em Angola".

 

A portuguesa, que faz parte de um jornal independente, diz que este protesto não foi convocado por nenhuma associação, mas por um grupo de jovens – alguns dos quais ligados a espaços culturais alternativos – que se auto-organizaram tal como os jovens ativistas detidos em Luanda.

Fotografados por funcionários consulares

Pouco depois de ter começado o protesto, Margarida Lima descreveu via telefone à DW África como estava a decorrer a vigília em frente ao Consulado de Angola em Lisboa. "Muita polícia, muitos agentes do consulado a fotografarem-nos, mas estamos tranquilos. Temos faixas e estamos a distribuir folhetos com informação".


Segundo a jovem manifestante, a própria polícia avisou-os que os funcionários do Consulado não tinham autorização para lhes tirar fotografias. "E pediram-lhes para que parassem de nos fotografar."

 

João Paulo Batalha, o diretor executivo da organização não-governamental Transparência e Integridade – Associação Cívica (TIAC), considera importante que "a sociedade civil em países como em Portugal se mobilize em defesa dos presos políticos angolanos".

Para o representante da TIAC, é "inqualificável do ponto de vista dos direitos humanos" que os jovens ativistas estejam presos pelo crime de se reunirem e por terem opiniões críticas sobre o regime.

Silêncio "complacente" de Portugal

"Angola está rapidamente a deixar de ser um país democrático e está a transformar-se aceleradamente numa ditadura, em que o poder político é cada vez mais forte com os cidadãos", sublinha ainda João Paulo Batalha.

O diretor executivo da TIAC critica o silêncio do Governo português por não tomar posições acerca destes actos de repressão registados em Angola.

"Os sucessivos governos em Portugal têm uma atitude de absoluta subserviência com o poder angolano e de complacência com a corrupção", acusa.

Têm de ser os cidadãos em Portugal e em Angola a protestar e a denunciarem estes "negócios políticos", diz João Paulo Batalha, porque "há falta de vontade dos responsáveis políticos".

A DW África apurou que já estão a ser preparados mais protestos desta natureza tanto em Portugal como em Angola. Para 29 de julho está agendada para a capital angolana, Luanda, uma manifestação para denunciar "detenções arbitrárias" e "perseguições políticas". E também para exigir a libertação dos ativistas detidos recentemente.

Angolanos no exterior fundam a "União da Diáspora angolana"

Bélgica - Os angolanos residentes no exterior de Angola, subscritores da petição sobre o direito de voto para os angolanos no exterior, e que foi depositada na Assembleia Nacional em Março último, têm o enorme prazer de informar que desde sábado 20 de Junho de 2015, foi fundada em Bruxelas (Bélgica) uma organização internacional dos angolanos residentes no exterior do país e denominada : UNIÃO DA DIÁSPORA ANGOLANA. Em sigla, U.D.A.


Fonte: UDA

Os membros fundadores desta organização se deslocaram de alguns países europeus. Nomeadamente da Bélgica, da França, da Holanda, do Luxemburgo, da Noruega e de Portugal. Delegados de certos países, como por exemplo Alemanha, não conseguiram deslocar-se por causa de alguns constrangimentos de vária ordem.


A UDA tem uma Representação Internacional e uma Representação em cada país da diáspora onde existem comunidades angolanas.
Por enquanto ela encontra-se representada apenas em certos países europeus. O plano a longo prazo é estender progressivamente as representações em todos os países do mundo onde vivem angolanos.


O compatriota e renomado ativista dos direitos cívicos e culturais, Alfa Kuabo, residente no Reino Unido, foi eleito como Representante Internacional (Coordenador Geral) interino da UDA nesta fase de fundação e consolidação da organização.


Com efeito, os angolanos residentes fora do país têm a firme convicção que para melhor poderem defender os seus direitos e interesses diante do governo angolano assim como diante dos governos dos países onde residem, devem unir-se e conjugar os seus esforços com vista a levarem o governo angolano a implicar-se mais na resolução dos problemas que afligem a Diáspora angolana.


Nomeadamente à questão da documentação e do direito de voto no exterior, entre tantos outros temas que desde já se encontram na agenda de trabalhos desta organização  recém criada.  Angola conheceu um longo período de conflito armado durante o qual o país estava tão desorganizado. Uma vez terminado o conflito, é dever do governo de Angola resolver a questão da documentação não somente para os angolanos residentes em Angola, mas também para todos aqueles que vivem no estrangeiro. Porque mesmo residindo no estrangeiro estes últimos continuam a amar Angola e sendo angolanos. Deve-se acabar com a enorme burocracia e complicações as quais assistimos aquando da solicitação de documentos nos nossos consulados.


Os objetivos principais da fundação desta organização é de unir os angolanos em torno da defesa dos seus direitos e interesses. Mas também o de ser um instrumento de ajuda mútua e solidariedade entre angolanos, assim como de promoção da cultura angolana na sua diversidade. 
Assim sendo, a UDA está desde já ao serviço dos angolanos na Diáspora. Todos os angolanos residentes fora de Angola estão cordialmente convidados a ingressar e fortificar esta organização que se empenhará afincadamente e verdadeiramente na defesa dos direitos e interesses de todos aqueles angolanos que forem vítimas de injustiças ou que simplesmente verem os seus direitos violados.


Contrariamente as confederações das associações angolanas (organizações que agrupam no seu seio todas as associações angolanas) que o regime angolano está a criar em diversos países da Europa através dos consulados de Angola nestes países, e cujo um dos objetivos principais e inconfesso é o de preparar uma base  eleitoral na diáspora para o Partido no poder, a UDA é uma organização apartidária e de iniciativa da sociedade civil angolana na diáspora.


Uma das provas evidentes de que as confederações das associações angolanas que o regime está a criar no exterior de Angola não têm por finalidade defender os interesses dos angolanos fora do país, é que quando em Fevereiro de 2015 os angolanos na diáspora começaram a subscrever uma petição em prol do direito de voto para os angolanos residentes fora de Angola, e que foi depositada na Assembleia Nacional em Luanda, um dos Presidentes duma destas confederações recusou dar a lista das associações angolanas para que os membros destas últimas pudessem assinar a petição. 

 

Adotámos por divisa "A União Faz a Força - Unidade, Fraternidade e Solidariedade", porque acreditamos que apenas unidos seremos mais fortes e melhor poderemos defender os nossos direitos e interesses diante do governo angolano assim como diante dos governos dos países onde residimos.

 

Convidamos, uma vez mais, todos os angolanos na diáspora a ingressar nesta organização, pois ela pretende ser o porta-voz independente e apartidário dos angolanos fora do país.


Para contactar-nos, por favor, escrever para o seguinte endereço eletrónico :
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Queiram também visitar a nossa página de Facebook : « União-Díaspora Angolana ».

Obrigado pela atenção dispensada.

A União Faz a Força
Unidade, Fraternidade, Solidariedade

 

Bruxelas, 01 de Julho de 2015,

Os Membros Fundadores da UDA

Bruxelas: Grema exige a libertação dos activistas detidos

Bruxelas – Os migrantes angolanos estabelecidos em Benelux e reunidos no seio de GREMA (Grupo de Reflexão para uma boa Governação em Angola), associação de sociedade civil, insurgem-se energicamente contra a detenção pelas autoridades angolanas de 15 jovens activistas em Luanda, sob pretexto que planeavam um “golpe de Estado” contra o Presidente José Eduardo dos Santos.

A detenção, sem fundamento crível, dos mesmos é arbitrária e os maus tratos que sofrem nas cadeias são indignos de um Estado de direito. Finalmente, o que é que resta ao cidadão angolano se lhe tirar o direito de pensar e de debater?

Os angolanos de Benelux protestam com força contra a interpelação dos jovens «revolucionários pacifistas» e exigem que seja tomadas as seguintes medidas:
Libertação imediata dos detidos;
Restituição de seus bens confiscados pela Policia Nacional;
Respeito do artigo 41 da Constituição da República;
O fim de detenções arbitrárias e da intolerância politica;
Separação de poderes (poder legislativo, executivo e judiciário);

Os migrantes angolanos de Benelux pedem ao Presidente José Eduardo dos Santos a revisão da política do governo em matéria de segurança interna, e exigem que começa no país um debate sobre a possibilidade de uma alternância política.

Bruxelas, aos 02 de Julho de 2015.

GREMA
Migrantes Angolanos de Benelux
Eduardo B.W. Eduardo McKee
Adminstrador Geral Secretário Executivo.

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