Diáspora

Seis estudantes angolanos com ordem de expulsão de Cuba

Luanda - Seis estudantes angolanos receberam a ordem de expulsão de Cuba na sequência de incidentes registados no Centro Universitário José António Echeverría (Cujae), em Havana, onde estudam.

Fonte: VOA

A data limite para deixarem a ilha é 11 de Junho e aguardam a qualquer momento a passagem que lhes permitirá regressar a Angola.

Como a VOA anunciou anteriormente, dez estudantes angolanos enfrentavam um processo disciplinar na universidade que frequentam em Havana depois de terem agredido, juntamente com mais quatro estrangeiros, um colega que roubava nos seus quartos.

Dois estudantes que falaram com a VOA em Março e Abril sob anonimato por medo de represálias justificaram o acto como “a gota de transbordou o copo de uma situação que era do conhecimento da reitoria da universidade”, que não fez nada para evitar que os roubos se repetissem.

"Os roubos eram contantes", reiterou uma das fontes.

Apesar de os estudantes terem apresentado um pedido de desculpas, como propôs o embaixador angolano em Havana, José César Augusto "Kiluanji", a reitoria da universidade decidiu avançar com a expulsão de seis dos 10 estudantes, enquanto os restantes ficam em regime condicional, podendo ser expulsos em caso de qualquer reincidência.

Anteriormente, uma fonte da VOA revelou que os “estudantes angolanos estavam a ser perseguidos” naquela instituição de ensino e tendo “a reitora afirmado que nenhum angolano terminará a carreira” no Cujae.

Dos seis estudantes expulsos, quatro são de Luanda e dois de Benguela, um deles está no último ano de formação em engenharia, outro no terceiro e quatro no segundo.

Sem apoio da Embaixada angolana em Luanda ou do Instituto Nacional de Bolsas de Estudos de Angola (INAGBE), os estudantes agora encontram-se "frustrados e desanimados", como disse à VOA um dos 120 alunos angolanos que frequentam o Cujae, mas que não está no grupo expulso.

“No início, todos os estudantes estavam do lado deles, mas agora o grupo desuniu-se devido a fugas de informação”, disse a mesma fonte sob anonimato.

A VOA tentou mais uma vez falar com a Embaixada de Angola e com o representante do INAGBE em Havana, mas ninguém atendeu à chamada.

Toronto: Nota de falecimento

Toronto - Digníssimos Membros da Comunidade Angolana de Ontario: A direção da ACO cumpre o doloroso dever de comunicar o falecimento da Cidadã Angolana (nossa Irmã), que em vida chamava-se por CHARLENE MATONDO, irmã do nosso Irmão Edi Matondo, Director da ACO-ONTARIO, para a área de Imigração e Serviços Legals, ocorrido ontem terça-feira dia 10 de Maio.

 

Fonte: ACO

 

O corpo de CHARLENE MATONDO estará presente para velório esta Sexta-Feira dia 13 de Maio, das 16:00 às 20:00, na Casa Fúnebre Paul O'Connor, Sita na 1939 Laurence Ave. East (Pharmacy & Warden).

 

Os Serviços Fúnebres e Funeral terão lugar no Sábado dia 14 de Maio às 13:00, na Salvation Army Citadel, sita no 107 Cedarvale Ave. Em Toronto-Canada. E atravez desta, apresentamos a Família enlutada e Amigos, os nossos mais profundos sentimentos de Pesar.

Angola nomeia novo cônsul-geral para Lisboa

Lisboa - O Governo angolano nomeou Narciso do Espírito Santo Júnior, quadro do Ministério das Relações Exterior desde 1982, para o cargo de cônsul-geral em Lisboa, disse à Lusa fonte da diplomacia angolana.

Fonte: Lusa

O novo cônsul-geral de Angola na capital portuguesa toma posse na quinta-feira, em Luanda, em cerimónia presidida pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, indicou a mesma fonte.


Narciso do Espírito Santo Júnior já exerceu funções diplomáticas nas embaixadas de Angola no Gabão, no antigo Zaire e na ex-Jugoslávia. Foi ainda cônsul-geral em Joanesburgo, África do Sul.

Subsistirá nas funções Cecília Baptista, atual cônsul-geral de Angola em Lisboa.

Em Portugal, Angola conta com consulados nas cidades de Lisboa, Porto e Faro.

 

CASA-CE na europa considera à condenação dos « revús » uma vingança política

Alemanha - A Coordenação Geral da CASA-CE na Europa vem por este meio repudiar e denunciar veementemente a pesada condenação à prisão efetiva de que foram alvos os jovens contestadores da má governação do país e das práticas recorrentes de corrupção implicando dirigentes angolanos mas que nunca são inquietados por quem de direito.

 

Fonte: CASA-CE

Reunião da CASA-CE na Alemanha (Stuttgart, 25.07.2015)

A CASA-CE na Europa acompanhou com muita atenção o pseudo julgamento que teve lugar durante cinco meses em Luanda e que culminou com a condenação dos jovens conhecidos como « Revús » a longas penas de prisão efetiva. Com efeito, as acusações levantadas contra os jovens presos políticos não foram provadas durante a encenação que os condenou. A CASA-CE na Europa considera esta condenação como sendo uma vingança política. Pois, o regime autoritário que impera em Angola, há muito que buscava vias e meios para fazer calar estes jovens que se tinham tornado numa pedra no seu calçado. As constantes tentativas de manifestações de denúncia da situação caótica na qual o país se encontra, e as violentas repressões subsequentes, aborreciam tanto o regime por alertarem à comunidade internacional sobre as violações constantes dos direitos humanos cometidas pelo governo de Angola. Razão pela qual decidiu tudo fazer para os fazer calar. Mesmo na ausência de provas exigidas pela lei penal para se poder condenar um indivíduo. E a patética e absurda acusação de atos preparatórios de golpe de estado, que está a causar o riso de todas nações sérias do mundo e a ridiculizar cada vez mais o governo de Angola diante da comunidade internacional, foi o melhor meio que o regime encontrou.


Mas a maneira parcial e injusta como o « julgamento » dos Revús foi conduzido, permitiu ao mundo inteiro entender que finalmente o que se chama de « Justiça » em Angola não é nada mais, nada menos do que uma autêntica INJUSTIÇA ! Porque o teatro que desembocou com à condenação dos jovens, da justiça apenas tem o nome. E nada mais. O regime serviu-se dos tribunais do país para legalizar e legitimar à parcialidade e injustiça.
O regime serviu-se dos tribunais para legalizar e implementar à vingança contra as vozes incómodas dos jovens!

 
Num país sério e democrático nunca estes jovens seriam condenados, nem mesmo com a pena suspensa. Porque a sua culpabilidade em momento nenhum foi provada.


Em qualquer parte do mundo nunca um juiz pode ir buscar provas na internet a fim de provar a culpabilidade duma das partes no julgamento. Num julgamento o juiz faz o papel de árbitro para encontrar a verdade através das provas e argumentos apresentados pelas partes no julgamento. Mas no julgamento dos 15 + 2, o juiz Januário, segundo o que a imprensa relatou, foi buscar vídeo publicado no Youtube para o projetar na sala de audiência servindo assim de prova contra os « Revús ».


Diante de todas estas arbitrariedades, manipulações e injustiças cometidas pelo regime a fim de condenar quem é inocente, a CASA-CE na Europa estima que à justiça não foi feita no caso dos 15 + 2. Assim sendo, exprime a sua incondicional solidariedade para com os presos políticos e suas famílias, mas igualmente a todos os angolanos, conhecidos e anónimos, vítimas das injustiças e da repressão deste regime que não quer viver em irmandade com todos aqueles angolanos que não se identificam com as suas políticas e visão de Angola. Idem para o caso « Marcos Mavungu » e « A Luz do Mundo ou Kalupeteka ». A justiça também não foi feita nestes casos.


A CASA-CE na Europa incentiva todos os seus militantes, simpatizantes e amigos a solidarizar-se com as manifestações de repúdio dos abusos de poder anunciadas pelas comunidades angolanas na diáspora.


A CASA-CE Europa exprime também a sua solidariedade a todos os angolanos vítimas das enxurradas nos últimos dias, que causaram mortes e destruíram bens materiais. E lança igualmente um apelo ao governo de Angola no sentido de tudo fazer a fim de apoiar devidamente os nossos compatriotas que perderam tudo, ou quase tudo, nestas chuvas torrenciais.


Para terminar, a CASA-CE Europa endereça os seus profundos sentimentos de pesar a todas as famílias angolanas que perderam um ou mais entes queridos com a epidemia de febre amarela que assola o país atualmente. Exorta o governo de Angola a parar de desdramatizar a situação enquanto centenas de compatriotas morrem todas as semanas, e a tomar todas medidas que se impõem com vista a salvar vidas de centenas de angolanos. Pois, esta epidemia resulta das péssimas condições sanitárias em Angola. O governo não deve ter medo ou vergonha de decretar estado de emergência e de pedir ajuda da comunidade internacional. Tal como acaba de fazer com o FMI. Pois, são milhares de vidas dos melhores filhos de Angola que estão em risco. O direito à vida é um direito sagrado e o governo deve respeitar e fazer respeitar este direito, e não pode deixar de defender vigorosamente este direito constitucional.


« Todos por Angola – Uma Angola para todos »


Paris, aos 22 de Abril de 2016


A Coordenação Geral da CASA-CE Europa

Bolseiros na Ucrânia desmentem ministro do Ensino Superior

Luanda - Seis bolseiros angolanos na República da Ucrânia dizem não serem reais as declarações do ministro Adão do Nascimento, que disse, em Luanda, ontem, em conferência de imprensa sobre o estado do ensino superior em Angola, que todos os estudantes neste país estão com o problema dos complementos de bolsa resolvidos até Novembro e Dezembro de 2015.


Fonte: O País

Os estudantes, quatro da cidade de Ivano Fraskisvsk e dois de Lviv, reiteram que estão há 16 meses sem complementos de bolsa e acrescentam que a última vez que “viram a cor do dinheiro do Estado foi em Setembro de 2014”.


Os estudantes, que ontem acompanharam a conferência de imprensa do ministro Adão do Nascimento via internet, dizem estar dispostos a apresentar os extratos bancários para confirmar a data do último depósito efectuado pelo INAGBE.


Estudantes de outras cidades admitem terem recebido os complementos de bolsa em 2015, mas apenas até ao mês de Agosto, uma informação reiterada pelos pais e encarregados de educação contactados por este jornal.


Os estudantes e encarregados, que falam em abandono, pedem ao ministro que confirme essas declarações a partir do representante do INAGBE na Rússia, Fernandes Júnior, que também responde pelos bolseiros na Ucrania, por falta de uma embaixada ou consulado de Angola neste país.

Polícia Federal do Brasil investiga chegada em massa de angolanas à cidade de São Paulo

Luanda - Nos primeiros três meses do ano, 600 angolanas chegaram a São Paulo, quase todas com filhos e muitas ainda grávidas. O boom obrigou o poder local a abrir dois abrigos emergenciais e a pedir o apoio da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência. A história está hoje em destaque no Estadão, portal do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: NJ

“Segundo o Comité Nacional para os Refugiados, o número de pedidos de refúgio de angolanos no Brasil está em alta: 630 até esta segunda-feira (mais de seis por dia), ante 1.100 em todo o ano passado”, publica o Estadão, acrescentando que em Fevereiro verificou-se um pico.

“Na véspera do Carnaval, num só dia, um grupo de 50 angolanas com filhos chegou a São Paulo”, escreve o portal, relatando uma sobrecarga no sistema de assistência.

“A demanda não era esperada pela Prefeitura e forçou a administração a abrir dois abrigos emergenciais, que já acolhem 266 mães e crianças. Outros 19 centros de acolhida regulares também acomodam famílias angolanas recém-chegadas”.

Apesar de as emigrantes invocarem perseguição política e religiosa como motivos para a saída de Angola, as entidades brasileiras desconfiam que foi a crise que deu esse empurrão.

“O imigrante não pode dizer para as autoridades de um país estrangeiro que está entrando em função de relações económicas ruins. Mas pode dizer que pede refúgio por processos políticos e religiosos”, assinala ao Estadão Dagoberto Fonseca, coordenador do Centro de Estudos das Culturas e Línguas Africanas e da Diáspora Negra da Universidade Estadual Paulista.

Já a secretária municipal de Assistência Social, Luciana Temer, avança que pediu a intervenção do Governo Federal para entender o boom de angolanas. “Se chegar mais um grupo de 50 mulheres, não terei onde pôr”, avisa.

Segundo explica o Estadão, ao darem a luz em território brasileiro as mulheres “ganham cidadania, e o pai ainda pode solicitar visto permanente, sob justificativa de reunião familiar”.

O jornal informa também que o Ministério da Justiça está a investigar o fluxo de angolanas, tendo emitido um alerta para o Ministério das Relações Exteriores e solicitado o apoio da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência.

Além da necessidade de “fazer o levantamento de entrada e saída para tentar identificar um desvio padrão”, o secretário nacional de Justiça Beto Vasconcelos destacou a necessidade de “apurar eventuais ilícitos”.

 

Director do INAGBE proíbe bolseiros no exterior de reclamarem atraso dos subsídios em rádios estrangeiras

Washington - Contam-se pelo menos oito meses de atraso no pagamento dos subsídios de bolsa aos estudantes angolanos, bolseiros do Instituto Nacional de Gestão de Bolsas de Angola, cuja sigla é INAGBE.

Fonte: VOA

"Os assuntos de Angola devem ser tratados pelos angolanos"

De várias partes do mundo chegam gritos de socorro, reforçados em Angola pelo choro dos seus pais.


Contactada por bolseiros angolanos na Rússia, Ucrânia, Índia, França, a Voz da América tem vindo a contar histórias de estudantes desesperados mas não desesperançados.


Jilsimar Oliveira, estudante de telecomunicações no 4º ano, na Ucrânia, raciona a comida que recebe de caridade, não sai do quarto da residência, por medo de ser impedido de entrar por falta de pagamento de renda e justifica que os estudantes angolanos na Ucrânia não conseguem emprego devido à cor da pele.


O reitor da Universidade de Jilsimar já não está disposto a negociar, conta o estudante, acrescentando que o ministro Adão do Nascimento tem total conhecimento do que se está a passar.


Do lado mais a ocidente da Europa, reclamam também os estudantes em França. Os relatos de Anjo Fudiela, estudante do 2º ano de Engenharia Física, são em nome de todos os estudantes. Eles criaram um site de recolha de donativos para poderem sobreviver.


Anjo é do Bairro do Cassequel, em Luanda e tem oito irmãos. Ele não perde a esperança, nem coloca a hipótese de voltar para Angola sem o diploma. Embora outros colegas noutros países já tenham considerado a ideia.


A VOA contactou Moisés Kafala Neto, director-geral do INAGBE, que não reconhece a veracidade destes relatos. Kafala Neto lamentou ainda que os estudantes tenham entrado em contacto com a VOA, dizendo que "os assuntos de Angola devem ser tratados pelos angolanos".


No contrato dos estudantes com o INAGBE as partes têm que cumprir com várias obrigações. O INAGBE tem que garantir o pagamento do subsídio de bolsa, o estudante tem que garantir bom rendimento académico. O INAGBE não paga, o estudante não consegue ir às aulas.


Ao que tudo indica, nenhuma das partes está a cumprir com o que ficou contratualizado.

 

Comunicado da CASA-CE europa alusivo ao 4° aniversário da coligação

Luanda - A Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral, CASA-CE, fundada a 3 de Abril de 2012 em Luanda, acaba de completar neste domingo, 3 de Abril de 2016, 4 anos de existência.


Fonte: CASA - CE


A Coordenação Geral das Representações da CASA-CE na Europa, vem por este meio felicitar e agradecer todos os militantes, simpatizantes e amigos da CASA-CE, dentro como fora do país, que se têm empenhado afincadamente no engrandecimento desta Coligação partidária. E em particular, enaltecer os enormes esforços que o Presidente da Coligação, companheiro Abel Epalanga Chivukuvuku, tem feito para que a CASA-CE fosse a incontornável formação política angolana que é, e com a qual os angolanos hoje contam para restitui-los o orgulho de ser angolanos.

 
O momento é de regozijo e de reflexão sobre o caminho percorrido até aqui e sobretudo relativamente aos desafios que nos esperam pela frente.
A CASA-CE na Europa encoraja todos os seus militantes, simpatizantes e amigos a prosseguirem a envidar esforços porque no próximo ano temos um grande compromisso com à nação angolana, consistente em ganhar às eleições com vista a realizarmos Angola e os angolanos. Porque, mais do que nunca, o 1° trimestre do presente ano demonstrou-nos que o nosso país precisa realmente e com a máxima urgência da alternância do poder.


Pois, a situação catastrófica da saúde nos nossos hospitais, falta de medicamentos e de materiais médicos, falta de espaço e de pessoal nos necrotérios ou morgues dos nossos hospitais que obrigam os próprios familiares dos defuntos a dar banho ao falecido e ao relento (nua e em frente de muita gente); assim como à situação política e socioeconómica em geral prevalecente atualmente em Angola, não honram o nosso país e os cidadãos que somos.


Angola tem capacidade para proporcionar melhores condições sociais ao seu povo. Mas os dirigentes que temos não têm amor à pátria nem ao próximo. Os governantes angolanos são desumanos ! E não estão a saber dar prioridade ao que é prioritário. O pouco que têm feito, não o fazem com o intuito de resolver os problemas que afetam o nosso povo, para aliviar o seu sofrimento. Mas sim para mostrar ao mundo que estão a trabalhar, enquanto muito pouco fazem, comparativamente com as capacidades do país. Razão pela qual não têm resolvido em primeiro lugar o que é urgente. Por exemplo, construíram bonita Marginal de Luanda e o novo Parlamento. Tudo isso é bonito e necessário ao país. Mas, deviam construi-los só depois de terem resolvido o problema da saúde, das morgues em condições, da água, eletricidade, estradas em condições e saneamento básico (esgotos, recolha de lixo...). Para evitar que haja inúmeras mortes nos nossos hospitais como o que está  a acontecer atualmente. Vivemos em tempo de paz, não se justificam todas estas mortes de angolanos que assistimos nos últimos dias.


Todas estas situações devem reforçar cada vez mais a nossa determinação de continuar a trabalhar afincadamente para em 2017 conseguirmos responder positivamente aos anseios dos angolanos de ter a mudança que Angola tanto precisa.


Não é tempo de cruzar os braços. Mas sim de arregaçar as mangas e trabalhar cada vez mais e melhor. Porque os angolanos, dentro como fora de Angola, contam com a CASA-CE.


TODOS POR ANGOLA - UMA ANGOLA PARA TODOS.


2017, MUDANÇA ORDEIRA, PACIFICA E POSITIVA,
COM ABEL CHIVUKUVUKU COMO PRESIDENTE DE ANGOLA E DE TODOS OS ANGOLANOS .

Paris, aos 4 de Abril de 2016.


A Coordenação Geral da CASA-CE Europa

 

 

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