Política

“O MPLA perdeu autoridade para dirigir este país”, diz dirigente da UNITA

Cuando Cubango - INTERVENÇÃO DO SECRETÁRIO PROVINCIAL DO PARTIDO, POR OCASIÃO DO 18 DE JUNHO

Excelentíssima Presid. Provincial da LIMA, sra. Eva Intumba

Excelência Secretário Provincial da JURA, Sr. Evarisio Manuel Tchipema

Caro Secretário Municipal de Menongue, Sr. Jorge António Muessuawo

Distintos Membros do Secretariado do Comité Provincial do Partido

Minhas Senhoras e Meus Senhores

Em nome da Direcção do nosso glorioso Partido UNITA, e em nome do executivo do Comité Provincial do Partido, saudo a todos muito boa tartde.

É uma grande honra celebrar o 43o Aniversário da LIMA, organização feminina da UNITA, criada dia 18 de Junho de 1972, por ocasião da 8a Conferência anual da UNITA, no Massivi, província do Moxico e ratificada pelo III Congresso Ordinário do partido realizado em 1973 no Kutaho.

Cabe­me a súbida honra felicitar as mamãs da LIMA pelo seu empenho total, coragem, determinação e responsabilidade ímpar na defesa dos interesses legítimos dos cidadãos em geral e em particular dos desfavorecidos.

O contributo das mamãs da LIMA na luta que este país conheceu por várias etapas diferentes, abriu os caminhos da Liberdade, da Reconciliação Nacional, da Democracia, da Justiça social e da defesa dos Diretos Humanos.

Durante o percurso, a LIMA consentiu o sacrifío para transpor as montanhas de incertezas, e nesta companhia não faltaram heroinas e mártires na sua gloriosa história.

LIMA ­PATRIA

LIMA ­UNIDADE

Situação política do país e da Província

a)­Estamos celebrar este aniversário num ambiente político maduro em que o pais regista o mais elevado índice de rejeçãodo do regime pelo povo e o mais elevado índice de aceitação da UNITA como alternativa à governação do MPLA.

b)­Tudo indica que Angola acordou finalmente do sono e já ninguem tem dúvida que o MPLA não tem mais nada para dar à Angola. Já ninguém tem dúvida que o governo do MPLA é incompetente, viola a Constituição, não

quer servir o povo e, por isso, perdeu a autoridade política e moral para dirigir este país.

*Em vez de protejer as vidas humanas; está matar. Para além de outros casos, está o exemplo da morte dos fieis da seita A LUZ DO MUNDO. Genocídio ocorrido no Monte Sumi, no município da Caála província do Huambo.

2­ A crise económica

a)­ Queda do preço de petróleo no mercado internacional;

b)­ o encerramento de alguns projectos (estaguinar o desenvolvimento do país);

c)­ Despedida dos trabalhadores (criar o desemprego eestá patentear a extremapobreza);

*quem não tem emprego, é impossivél ter casa codigna

*Quem não tem emprego, é impossivél ter pão que afugenta a fome e as doenças

*Quem não tem emprengo, não tem possiilidades de pagar propinas para os filhos estudaderem

d)­ Sobre a penúria da fome que afeita a população desta província *Recurso para a sobrevivência (tchanya)

c)­viagem do PJDS China.

Projecto do governo da mudança (UNITA)

1­Criar oportunidades de emprego, quer na função pública, quer no sector privado.

2­Garantiado salário mínimo que satisfaz as necessidades do trabalhador (trabalho igual ­ salário igual)

2­Construção de mais hospitais e pagar consultas (tanto nos centros urbanos como nas áreas rurais)

3­pretendemos um ensino gratuito e de qualidade para todos angolanos até a 13a classe

4­Segurança social para todos (subsídio de desemprego, pensões de reforma, promoção de assistência social e outros seguros

5­O Governo dirigido pela UNITA, priorizará a construção de habitações sociais para as famílias que estiverem em situação mais crítica

6­Sobre as autarquiais 7­registo civil

JURA ameaça sair as ruas para exigir libertação de jovens acusados de “Golpe de Estado”

Luanda - É com profundo sentimento de indignação e revolta que o secretariado provincial da JURA em Luanda tomou conhecimento da detenção ilegal, de dezenas de jovens activistas pelos Serviços de Investigação Criminal ­ S.I.C, em colaboração com os Serviços de Informação e Segurança do Estado ­ SINSE, acusando­os de uma suposta tentativa de golpe de Estado, quando na verdade o único crime que cometeram é ser cidadãos angolanos com pensamento diferente e consciência patriótica..

Fonte: JURA

Numa atitude que junta­se as várias, com graves violações dos direitos humanos, levadas a cabo pelo regime do mpla e seu governo contra cidadãos indefesos, principalmente Jovens que pensam diferente. Lembramos que não passa muito muito tempo desde que este regime do mpla assassinou nossos irmãos no Monte Sumi no Huambo, e deteve ilegalmente nosso irmão activista Marcos Mavungo em Cabinda, e julgou e condenou injustamente o jovem Jornalista e activista cívico Rafael Marques,

O secretariado provincial da JURA em Luanda condena veementemente esta e outras atitudes irresponsáveis, assassinas e antidemocráticas do regime, que somente impende a marcha da acentuação do estado Democrático de Direito, violando sobre tudo o direito à vida, à integridade física, à privacidade, à livre expressão e à manifestação consagrado na lei magna do País.

Nesta senda a questão que não se quer calar é: será que basta ter um livro, um computador, uma lapiseira e pensar diferente é suficiente para fazer um golpe de estado num país com o maior arsenal militar na áfrica austral?

Só pode ser na cabeça de um ditador desorientado no tempo e no espaço.

Diante desta s graves violações o secretariado da JURA em Luanda exige:

1­ A libertação imediata e incondicional dos jovens.

2­A devolução imediata dos bens materiais apreendidos. Tais como: computadores, telemóveis, livros, cadernos escolares, esferográficas, lápis e borrachas!

3­ O fim imediato da perseguição a outros jovens activistas, do auto denominado Movimento Revolucionário de Angola (MRA), aos sobreviventes do monte SUMI e outros.

Que fique aqui bem claro! Se as autoridades não libertarem imediatamente os jovens Ilegalmente detidos, então que preparem cadeias suficientes param prenderem a todos nós.

Para a juventude de Luanda em particular e do pais em geral, o secretariado provincial da JURA exorta a não se intimidarem com as atitudes maquiavélicas do regime do mpla, e que se preparem caso não se liberte imediatamente os nossos conjovens, faremos jus ao artigo 47o e outros da CRA para exigir nas ruas estes e outros direitos e de lá só sairemos com a libertação dos activistas. E desta alertamos que NÃO NOS RESPONSABILIZAREMOS PELO QUE DE MAIS HÁ­ DE ACONTECER.

Somos uma juventude sacrificada mais não perdida.

Basta de Raptos

Basta de Tortura

Basta de MORTE

JURA pátria

JURA ciência e progresso

Luanda ao 26 de Junho de 2015

O secretariado provincial da JURA em Luanda

Governo reúne-se com corpo diplomático para esclarecer suposto Golpe de Estado

Luanda - As autoridades angolanas reuniram-se esta segunda-feira, na capital do país, com o corpo diplomático acreditado no país para prestar informações sobre os motivos da detenção de 15 cidadãos nacionais acusados de rebelião, ocorrido a 20 do corrente.

Fonte: Angop

No encontro, que teve lugar na sede do Mirex, estiveram presentes da parte angolana os ministros das Relações Exteriores, Georges Chikoti, do Interior, Ângelo da Veiga Tavares, da Justiça e dos Direitos Humanos, Rui Mangueira, bem como o director do SIC, Eugénio Alexandre.

No fina do encontro, o ministro do Interior, Ângelo da Veiga Tavares disse que procurou-se manter informado o corpo diplomático sobre este processo que já é conhecido, dando-lhes uma nota geral sobre a natureza do mesmo e esclarecer algumas dúvidas.

Explicou que, neste contexto, foram colocadas algumas questões pelos membros do corpo dilomático aos membros do executivo no sentido do seu esclarecimento, dai que “pensamos que o encontro foi bastante frutífero”.

Acrescentou que, posteriormente, num outro encontro os membros do Executivo reuniram-se com a embaixadora americana acreditada em Angola, Helen La Lime, com o objectivo de procuram clarificar algumas questões que têm vindo à público.

O ministro Ângelo da Veiga Tavares referiu, igualmente, que este foi também um encontro bastante proveitoso no qual foi reiterado, às entidades angolanas, que de parte dos EUA o seu relatório não fala de assassinatos de opositores e outras coisas que foram retomadas por algumas redes sociais e órgão de informação generalista.

A ocasião foi igualmente aproveitada pelas autoridades angolanas para clarificar o processo que envolve alguns oficiais generais das Forças Armadas Angolanas (FAA) e o jornalista Rafael Marques, que não é uma repetição do primeiro processo de difamação, mas sim um outro de denúncia caluniosa, pelo facto de o jornalista ter intentado uma acção acusando os generais de homicídios.

Acrescentou que depois de algumas diligencias feitas pela Procuradoria Geral da República (PGR) na região das Lundas “constatou-se que, de facto, algumas destas pessoas que eram mencionadas como terem sido assassinadas foram de facto assassinadas, porém isto em processo que têm outros autores, no âmbito dos quais alguns deles terão sido já condenados e outros que encontram-se em cursos”.

Em função disso, e por ficar provado que estes oficiais generais nada tinham haver com este dossier, "a PGR encerrou este processo e os generais lesados com esta denúncia caluniosa intentaram uma acção. Portanto foi simplesmente isto e não há uma relação política neste processo que envolve Rafael Marques e alguns oficiais generais das FAA”, argumentou.

Neste contexto, o ministro considera ter sido bastante proveitosos este encontro.

Questionado pela imprensa sobre o suposto pedido de asilo à embaixada americana de um dos supostos implicados, o ministro disse que este assunto “não foi tratado por ser uma matéria que, do ponto de vista do oficial, as autoridades angolanas nunca assumiram que houve algum pedido de asilo, mas que a diplomata americana deu alguma clarificação”.

“Penso que a embaixada colocou à imprensa uma pequena informação que dá conta sobre que este tipo de matéria que são, mais ou menos, reservadas, mas nós não colocamos qualquer tipo de questão sobre este assunto à embaixadora”, argumentou.

 

Organizações de direitos humanos pedem intervenção do PR angolano

Luanda - Um grupo de mais de 10 associações de direitos humanos e cívicos escreveu ao Presidente da República a alertar sobre as detenções de cidadãos sem obedecer o que a lei estipula para o efeito. O grupo de monitoria dos direitos humanos chama a atenção de José Eduardo dos Santos para que não se repita o caso de Isaías Cassule e Alves Kamulingue, presos e mortos pelas autoridades do país apenas por querem organizar uma manifestação.

*Manuel José
Fonte: VOA

Exigem que PR  impeça que  caso  Cassule/Kamulingue se repita

Associações como a Omunda, Mosaiko, Fordu, AJPD entre outras associações pedem uma intervenção urgente do Presidente da República no caso.

 

"Escrevemos ao Presidente da República a chamar a atenção para este facto já que foi assim que aconteceu com Cassule e Kamulingue, temos que ter o cuidado para que isso não se repita, temos a obrigação de alertar para a violação de direitos destes cidadãos detidos", explica Lúcia da Silveira, da Associação Justiça Paz e Democracia em representação do grupo de monitoria dos direitos humanos que espera agora por uma reacção de José Eduardo dos Santos o mais cedo possível.

 

Segundo Silveira, a carta entrou na Presidência na quinta-feira passada, mas não houve ainda qualquer resposta. No entanto, aquela activista diz esperar que o Presidente “respeite os direitos dos cidadãos detidos porque, de acordo com o advogado dos jovens, até esta altura não foram apresentadas as provas que dizem ter e mesmo com provas e é preciso que os cidadãos detidos tenham direitos respeitados".

 

Por seu lado, a AJPD alerta que várias outras diligências serão feitas nos próximos dias para chamar a atenção da comunidade internacional sobre este assunto.

 

Independentemente de haver ou não provas, o Frei Júlio Candeeiro, da associação Mosaiko, apela aos decisores públicos que este tipo de perseguição contra quem tem uma opinião contrária em nada abona para a imagem de Angola.

 

"Acho que do ponto de vista de construção de uma sociedade de direito Angola está a recuar muito, perde muito com esta postura, quais são as provas? É preciso que se apresentem estas provas, não basta desconfiar e pronto", concluiu Candeeiro.

 

Grupo Parlamentar da UNITA reúne-se com embaixador dos EUA

Luanda - O Grupo Parlamentar da UNITA reiteirou hoje, 29 de Maio de 2015, em Luanda a necessidade de se construir um país estável e verdadeiramente democrático, onde se respeitem os direitos e liberdades da pessoa humana.

Fonte: UNITA

Esta posição foi manifestada durante o encontro realizado nas suas instalações, com a Embaixadora Americana em Angola, Helena La Lime, a quem o Grupo Parlamentar da UNITA explicou que o País que se tem não é estável dada a falta de transparência em quase tudo, desde a gestão das contas públicas, aos processos eleitorais, passando pela violação das liberdades fundamentais, entre outros, que podem fazer Angola explodir a qualquer momento.

O Grupo Parlamentar da UNITA apresentou, como factos, os movimentos frequentes de contestação da sociedade à figura do Presidente da República, a falta de prestação de esclarecimentos sobre os acordos assinados na sua recente deslocação à China, as chassinas de centenas de pessoas no Monte Sumi, bem como os processos eleitorais até aqui realizados, que indicam o deficit democrático que o país enfrenta.

A UNITA considera que Angola não serve apenas para negócios, pelo que pediu a comunidade internacional que ajude os angolanos a marchar no caminho da verdadeira Democracia, onde as pessoas possam usufruir dos seus direitos. Para o Grupo Parlamentar da UNITA, as questões de Angola não devem ser discutidas apenas a uma voz, daí ter aconselhado a Embaixadora dos Estados Unidos da América a contactar outras formações políticas da oposição em Angola. No encontro, a Embaixadora dos Estados Unidos da América garantiu estarem a ser dados passos para ajudar Angola e não só, a atingir os padrões democráticos.

A Delegação do Grupo Parlamentar da UNITA foi dirigida pelo seu Presidente Raul Manuel Danda, ladeado pelos Deputados Adalberto Costa Júnior, Victorino Nhany, Miraldina Jamba, Alcides Sakala, Maria Luisa Andrade e Albertina Navemba Ngolo.


A Embaixadora Helena La Lime fez­se acompanhar do Responsável pelos Assuntos Políticos, Ivan Vilela, e do Assessor de Imprensa, Phil Nelo.

Composição do “Governo de Salvação” que a PGR diz pertencer aos detidos

Lisboa – A composição do suposto “Governo de Salvação Nacional” que o Procurador Geral da República, general João Maria de Sousa, insinua ser a “prova” de que os jovens detidos iriam  substituir o actual “governo legitimamente eleito das eleições”, tratou-se de um manuscrito elaborado pelo jurista Albano Pedro nas redes sociais, em desafio aos internautas, num contexto distanciado a temática de "golpe de Estado".

Fonte: Club-k.net

PGR faz aproveitamento de lista feita por um jurista no facebook

Isto é, no passado dia 25 de Maio do corrente ano, Albano Pedro - que desde alguns anos defende que Angola deveria ter um governo com figuras de consenso, em caso de uma eventual crise política (como desaparecimento físico do PR) -, usou as redes sociais lançando a seguinte pergunta: “Se tivéssemos que indicar nomes para liderar um Governo de Salvação Nacional em caso de crise política superveniente quem reuniria consenso entre os angolanos?”

Em reacção, vários internautas - incluindo Afonso Mahenda Matias (Mbamza-Hamza) que se encontra detido - foram sugerindo nomes, contrariando e retificando as sugestões do jurista.

Porém, passado um mês, fontes que acompanharam o debate aberto nas redes sócias consideraram de má-fé, a conduta da PGR, em retomar a mesma lista para apresentar como se fosse de autoria dos jovens detidos.

Segundo a PGR, em comunicado de imprensa “entre os documentos apreendidos consta um com a composição de todos os órgãos do Estado que seriam criados pelos insurrectos, desde o Presidente e o Vice-Presidente da República, o Presidente da Assembleia Nacional, os Tribunais Constitucional, Supremo, de Contas e Supremo Militar, entre outras instituições do Estado como o Conselho de Ministros, os Ministérios, as Secretarias de Estado e os Governos Provinciais, denominado por Governo de Salvação Nacional, com a indicação dos nomes dos futuros titulares dos cargos públicos, constando também os nomes de alguns dos cidadãos ora detidos.”

O jornalista Reginaldo Silva que viu o seu nome a ser sugeridos, na altura, pelos internautas reagiu este fim-de-semana nos seguintes moldes:

“Lembrei-me que na última sugestão que circulou aqui no FB sobre a constituição de um governo alternativo o meu nome era apresentado para preencher o lugar de Ministro da Comunicação Social convite que eu nem a ter um dos maiores pesadelos nos meus sonhos aceitaria por múltiplas razões a mais importante das quais seria sem dúvida a falta de tempo, pois já tenho o meu tempo todo ocupado com tarefas muito mais interessantes. Lembrei-me agora desta lista por razões óbvias...”

Para melhor esclarecimento aos seus leitores, o Club-K publica na integra a "lista de composição" do "governo de salvação" feita, na desportiva, pelo jurista Albano Pedro e que esta merecer aproveitamento do regime como sendo de autoria dos elementos do Movimento Revolucionário de Angola.

PROPOSTA DE CONSTITUIÇÃO DE GOVERNO DE SALVAÇÃO NACIONAL
Súmula de Proposta de Um Governo de Salvação em caso de Crise Política.
Proposta 1:

================================================
1. Sugestão de Albano Pedro
================================================
GOVERNO DE SALVAÇÃO NACIONAL

PODER EXECUTIVO
Presidente Interino da República: Jose Kalupeta (com muitas contestacoes) Alexandra Simeão, Fernando Macedo.
Vice-presidente Interino (com poderes executivos): Justino Pinto de Andrade, Mihaela Weba.

Conselho de Ministros
Ministérios
Ministério da Defesa: Abílio Kamalata Numa
Ministério da Justiça e Direitos Humanos: Rafael Marques de Morais
Ministério da Saúde: Luís Bernardino.
Ministério da Educação: Carlinhos Zassala
Ministério da Economia: Carlos Rosado
Ministério dos Petróleos: Filomeno Vieira Lopes
Ministério da Comunicação Social: Reginaldo Silva.
Ministério da Cultura: Makuta Nkondo, MCK.
Ministério da Juventude: Joao Paulo Ganga.
Ministério dos Antigos Combatentes: Ngola Kabango
Ministério da Reinserção Social: José Patrocinio
Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural: Fernando Pacheco
Ministério do Empreendedorismo e Combate a Pobreza: Nelson Pestana Bonavena
Ministério do Interior: Fernando Heitor.
Ministério da Energia e Águas: Sem sugestão.
Ministério das Finanças: Tina Abreu.
Ministério do Ambiente: Vladimir Russo.
Ministério da Construção e Obras Públicas: Anibal Rocha.
Ministério da Geologia e Minas: Sem sugestão.
Ministério dos Desportos: Sem sugestão.
Ministério da Família: Katila Pinto.
Ministério da Segurança Social: Nuno Alvaro Dala.
Ministério das Pescas: Sem sugestão.
Ministério do Planeamento: Fanuel da Tribo de Ezer.
Ministério da Administração do Território e Urbanismo: Elias Isaac.
Ministério do Turismo: Sem sugestão.
Ministério dos Transportes: Sem sugestão.

Conselho da República
No ordenamento atual é presidido pelo PR e é composto por:
Vice-presidente da República: Justino Pinto de Andrade.
Presidente da Assembleia Nacional: Albano Pedro.
Presidente do Tribunal Constitucional: David Mendes.
Procurador Geral da República: Luaty Beirao.
Antigos Presidentes da República
Presidentes dos Partidos Políticos
10 Cidadãos designados pelo PR

Conselho da Segurança Nacional
No ordenamento atual é presidido pelo PR e é composto por:
Vice-presidente da República: Justino da Andrade.
Presidente do Tribunal Constitucional: David Mendes
Presidente do Tribunal Supremo: Marculino Moco.
Procurador Geral da República: Luaty Beirao.
Ministros de Estado
E outras entidades indicadas pelo PR

Secretarias de Estado
Secretaria de Estado para os Direitos Humanos: Luísa Rogério.
Secretaria de Estado para a Saúde: Sem sugestão.
Secretaria de Estado para Educação: Patrice Batsikma.
Secretaria de Estado para Comunicação: Liberty Chiaka.
Secretaria de Estado para Cultura: Mbanza Hamza
Secretaria de Estado para Juventude: Pedrowski Teca.
Secretaria de Estado para Agricultura: Sem sugestão.
Secretaria de Estado para o Empreendedorismo: Sem sugestão.
Secretaria de Estado para a Família: Sem sugestão.
Secretaria de Estado para os Transportes: Sem sugestão.

PODER JUDICIAL
Tribunal Supremo (presidente): Marcolino Moco
Tribunal Constitucional (presidente): David Mendes
Tribunal de Contas (presidente): Sizaltina Kutaya.
Supremo Tribunal Militar (presidente): William Tonet.

Conselho Superior da Magistratura
No ordenamento atual é presidido pelo Presidente do Tribunal Supremo e é composto por:
3 Juristas designados pelo PR
5 Juristas designados pelo Assembleia Nacional
10 Juízes eleitos entre si pelos Magistrados Judiciais

PODER LEGISLATIVO
Assembleia Nacional (Presidente): Albano Pedro.

INSTITUIÇÕES PÚBLICAS
Banco Nacional de Angola (Governador): Adao Ramos.
Comissão Nacional Eleitoral (Presidente): Padre Pio Wakussanga.
Museus e Monumentos (Administrador): Levi Ala Malowing.
Conselho Nacional de Advogados (Presidente): Adriano Sapingala.
Junta Nacional de Sindicatos (Presidente): Alemao Francisco.
Instituto Nacional de Segurança Social (Diretor): Sem sugestão.
Embaixador de Angola junto da ONU: Jose Mavungo.
Instituto Nacional da Criança (Director): Ermelinda Freitas.
Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (Director): Sem sugestão.
Serviços de Inteligência e Segurança Nacional (Director): José Gama.
Inspecção Geral do Estado (Director): Domingos da Cruz.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
Embaixadas e Consulados
Serviços de Migração e Estrangeiros: Adolfo Campos.

Governos Provinciais (Papel de fiscalizadores).
Governo Provincial do Bengo: Sem sugestão.
Governo Provincial de Benguela: Jesse Lufendo.
Governo Provincial do Bié: Sem sugestão.
Governo Provincial de Cabinda: Pe. Kongo.
Governo Provincial de Kuando-Kubango: Sem sugestão.
Governo Provincial de Kwanza-Norte: Sem sugestão.
Governo Provincial de Kwanza-Sul: Sem sugestão.
Governo Provincial do Cunene: Sem sugestão.
Governo Provincial do Huambo: Angelo Kapwatcha.
Governo Provincial da Huíla: Manuel das Mangas.
Governo Provincial de Luanda: Jose Maria.
Governo Provincial da Lunda-Norte: Sem sugestão.
Governo Provincial da Lunda-Sul: Sem sugestão.
Governo Provincial de Malanje: Sem sugestão.
Governo Provincial do Moxico: Itler Samussuku.
Governo Provincial do Namibe: Sem sugestão.
Governo Provincial do Uíge: Sem sugestão.
Governo Provincial do Zaire: Sem sugestão.

Autarquias
Poder Autárquico. Começar do Município ao nível comunal.

 

Ambrósio de Lemos desconhece existência de planos de “Golpe de Estado” contra JES

Lisboa - A exclusão de dois principais   comandantes da Policia Nacional  do dossier do suposto “Golpe de Estado” em Angola, esta a reforçar a tese de que se está  diante de uma estratégia de diversão do regime destinada a incutir na mente popular de que os activistas recentemente detidos pretendiam destituir o Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Fonte: Club-k.net

Comandante-Geral  em contradição com o PGR

A conclusão é baseada em recentes posições do comandante-geral Ambrósio de Lemos e do  Comandante Provincial em Luanda, António Sita que revelam desconhecimento do assunto.

 

Logo após a detenção nos jovens, estes dois responsáveis foram interpelados por jornalistas e curiosos que enviaram-lhes mensagens telefónicas pretendendo saber do que estaria acontecer com os detidos.

 

Ambrósio de Lemos respondeu que não podia comentar porque a situação não estava sob o seu controlo. Por seu turno, o comandante de Luanda, António Sita  respondeu, as mensagens  dizendo que “estou em Cabinda, no óbito de uma irmã , não sei de nada”.

 

De acordo com precedentes históricos, o desconhecimento dos dois comandantes da Policia, em situação de golpe de Estado equivaleria desatenção das suas responsabilidades como guardiões da ordem publica, e seriam automaticamente exonerados pelo Presidente da República, que se alega estar com o poder ameaçado.

 Contradição com pronunciamento do PGR

O desconhecimento do assunto por parte dois comandantes, coloca por outro lado , o Procurador Geral da República, general João Maria de Sousa numa posição contraditória. Em entrevista a RNA, o PGR alegou que tomaram conhecimento do suposto plano de alteração da ordem publica através de uma denuncia chegada aos órgãos da policia Nacional.

 

“Como pode chegar uma denuncia de planos de golpe de estado a policia nacional, e o  comandante geral e o provincial não são informados”, questionou o analista Carlos Alberto apelando as autoridades angolanas a não fabricar acusações para prender e torturar os jovens conhecidos por realizarem manifestações pacificas   contra o abuso dos direitos humanos no país.

BP do MPLA desvaloriza versão da PGR sobre suposto "Golpe de Estado"

Luanda – O Bureau Político do MPLA realizou nesta sexta-feira, 26, sob orientação do Presidente José Eduardo dos Santos, a sua terceira reunião ordinária, para analisar assuntos relativos à vida interna do partido e à governação de Angola.

Fonte: Club-k.net

Partido no poder não deu importância ao assunto

Segundo uma constatação a maior novidade é que o órgão máximo do partido ignorou a versão da Procuradoria Geral da República, do general João Maria de Sousa que insinua ter estado em curso planos para destituição do governo e do Chefe de Estado.

Em conformidade com precedentes, como foi o caso do afastamento do general Miala, o BP do MPLA seria informado e com provas na mesa do alegado plano de "golpe de Estado" e de seguida iria tomar uma posição pública.

Ao ignorar as insinuações da PGR, este órgão partidário, segundo observações, deu sinais azo as argumentações segundo as quais a “invenção” serviu para desviar a opinião pública de outros assuntos como execuções do caso Kalupeteka e o não esclarecido empréstimo chinês.

De realçar que nesta reunião partidária, o Bureau Político dedicou-se a assuntos com mais sustentação apreciando o relatório de balanço das actividades desenvolvidas no âmbito do Plano Nacional de Desenvolvimento, durante o ano de 2014.

Concluiu que no decurso deste ano continuaram a ser dados passos significativos, no sentido da materialização dos grandes objectivos constantes do Programa de Governação do MPLA para o período de 2012-2017.

No concernente a vida interna, o Bureau Político apreciou a proposta de Metodologia Geral de Preparação e Realização do VII Congresso Ordinário do MPLA, bem como o projecto de Convocatória para o conclave. Recomendou que os referidos documentos sejam submetidos a próxima reunião do Comité Central do partido.

O Bureau Político apreciou, igualmente, o Plano de Marketing para o VII congresso do partido, cujo propósito é divulgar e mobilizar os militantes, simpatizantes e amigos do MPLA para a sua participação activa em todo o processo de preparação do evento, a acontecer em 2016. Ainda sobre o congresso, foi apreciado o Regimento da Comissão Nacional Preparatória.

O órgão aprovou a proposta de renovação de mandatos da direcção do Grupo de Mulheres Parlamentares, apresentada pela direcção do Grupo Parlamentar do MPLA.

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