Desporto

“Mãos leves” no Bravos Maquis causa “guerra” entre presidente e dirigentes

Luanda  - Motivo de incontida alegria para os adeptos e para as gentes do Leste de Angola, a  recente promoção do Bravos do Maquis à I Divisão nacional de futebol, “Girabola”, tem sido também motivo de uma “guerra sem quartel” entre alguns dirigentes do clube, de um lado da barricada, e o presidente Manuel Augusto Quitadica “Docas”, do outro. 

 
Fonte: Club-k.net
 
Em causa está a gestão opaca dos recursos recebidos a título de patrocínio da Fundação Brilhante, o “braço” da responsabilidade social da ENDIAMA. Para os descontentes, “Docas”, que é descrito pelos seus parceiros como tendo “mãos leves”, terá dado destino escuso a parte dos mais de AKZ 100 milhões alocados pela instituição beneficente da concessionária nacional de diamantes.
 
 
O patrocínio começou a ser dado no início da presente temporada, visando não só o torneio de apuramento ao “Girabola’2017”, mas também toda a preparação atinente à prova e o pagamentos de dívidas acumuladas anteriormente. 
 
 
Os pares de direcção de “Docas” no FC Bravos do Maquis suspeitam de descaminho de avultadas verbas depois de terem visto os montantes constantes nas requisições de fundos e os respectivos comprovativos de depósitos nas contas do clube e de fornecedores de bens e serviços. Para um dos elementos, que falou ao Clube-K sob anonimato, “as verbas solicitadas são muito superiores às que o clube gastava quando estava na I Divisão”.
 
Os desafectos de “Docas” entendem que o que se está a gastar agora é um absurdo, pois, ao contrário da maioria dos clubes, o FC Bravos do Maquis sequer precisa de alugar estádio para jogar, já que tem estádio próprio. Logo, as suas despesas deveriam ser menores que as da maioria dos clubes.
 
 
As “makas”, entretanto, vêm de há já algum tempo, quando há um par de anos Manuel Augusto Quitadica “Docas” terá iniciado o processo de privatização em benefício próprio de um hotel no Lwena, que até prova em contrário é propriedade do clube. É que, a obra foi erguida com fundos saídos da Caixa Social das Forças Armadas Angolanas (FAA), até há pouco tempo o principal patrocinador do clube, mas que desistiu, precisamente devido à alegada gestão danosa do presidente.
 
 
Depois, aliás, que das torneiras da Caixa Social das FAA deixou de jorrar quase intermináveis quantias de dinheiro, a equipa de futebol foi despromovida do “Girabola” a temporada passada.
 
 
O mal-estar entre “Docas” e os seus colegas de direcção tem ganho contornos cada vez mais pavorosos, à medida que os desagradados dirigentes vão descobrindo o “monumental império” que o presidente terá construído à custa do clube. Uma mansão em Cascais (Portugal), outra em Maputo (Moçambique), onde também tem um hotel, e vários empreendimentos no Leste de Angola, todos criados após a sua entrada na agremiação “maquisard”, constituem apenas parte da “descoberta” do pecúlio patrimonial e não só acumulado por “Docas” ao logo dos mais de 15 anos que está no FC Bravos do Maquis, primeiro como “homem forte” do futebol e agora como presidente.
 
 
“Como se entende que um homem, que à chegada ao clube tinha apenas uma lojeca no bairro de São Paulo, em Luanda, tenha construído tamanho património?”, questionou a fonte que vimos citando, antes de acrescentar que a folha de salários do FC Bravos do Maquis será, eventualmente, a mais extensa de todas as agremiações desportivas do país. “O Petro-Atlético de Luanda e o 1.º de Agosto têm, respectivamente, em torno de 60 e 80 trabalhadores. Mas a nossa folha tem muito mais e já teve 300! Isto não faz sentido. Alguma coisa está mal”, conjeturou.
 

 

Comandante Prata anuncia candidatura à presidência da FAF

Luanda - O antigo vice-presidente da Federação Angolana de Futebol (1986/90), José Luís Prata, anuncia sábado a sua candidatura à presidente de direcção da instituição para o quadriénio 2016/2020, em acto a decorrer a partir das 9h30, em um dos hotéis de Luanda.

Fonte: Angop

Em declarações nesta segunda-feira à Angop, na capital do país, afirmou, entretanto, que seu programa de acção será apresentado apenas em data a anunciar, na cidade de Saurimo, província da Lunda Sul.

O antigo jogador do ASA (década 60/70) é o primeiro a assumir publicamente concorrência à Pedro Neto, actual detentor do cargo, que também já anunciou recandidatura.

Em declarações ao programa da Televisão Pública de Angola (Domingo Desportivo), José Luís Prata afirmou ter sido motivado, entre outros, pela baixa posição de Angola no ranking da FIFA e que se propõe trabalhar com todos que se identificarem com o seu projecto.

O aspirante ao cadeirão máximo da FAF também já exerceu o cargo de coordenador das selecções nacionais em duas ocasiões, na altura no consulado de Armando Augusto Machado (1991/95) e Justino Fernandes (2000/2008).

O Ministério da Juventude e Desportos orientou que todos os Clubes, Associações Provinciais e Federações Nacionais que não tenham realizado os respectivos actos eleitorais a fazê-lo até ao dia 31 de Dezembro.

 

Jogador garante ter 23 anos mas clube suspeita que tem o dobro

Lisboa - Victor Emenayo, avançado nigeriano, tem sido por estes dias o homem do momento no campeonato do Azerbaijão, mas não pelos melhores motivos. Isto porque o jogador, recentemente contratado pelo Shahdagh Qusar FK, afirma ter 23 anos, mas o seu clube acredita que na verdade tem... praticamente o dobro da idade.

Fonte: CM

Ainda que o passaporte do jogador confirme a versão dos 23 anos, apontando 1993 como o ano de nascimento, o clube azeri defende que este tem mais de 40 anos, sendo que um dos argumentos que utiliza é o facto de parecer mais velho que o treinador Adil Mahmudov.

"Como é que alguém pode dizer que não tenho 23 anos meramente pelo meu aspecto? Não sou mentiroso", afirmou Emenayo, após ter estalado a polémica.


Ora, se por um lado existe quem acredite que o avançado possa sofrer da 'Doença de Lorde' (as pessoas parecem mais velhas do que realmente são), por outro é inevitável fazer a comparação com Joseph Minala, avançado camaronês da Lazio, de 17 anos, que supostamente teria 42. No entanto, veio a confirmar-se que a versão de Minala, atualmente com 20 anos, era verdadeira.

 

Isabel dos Santos candidata a dirigente de clube de futebol angolano

Luanda - A empresária angolana Isabel dos Santos, que lidera a petrolífera estatal Sonangol, vai ser presidente da assembleia-geral do Petro de Luanda, um dos clubes mais representativos de Angola.

Fonte: lusa

Segundo informação divulgada pelo próprio clube, Isabel dos Santos, primeira filha do Presidente angolano, José Eduardo dos Santos, lidera a lista àquele órgão nas eleições de 17 de setembro, tendo como candidato a vice-presidente (da assembleia-geral) Paulino Jerónimo, por sua vez presidente da comissão executiva da Sonangol, empresa patrocinadora do clube.


Na mesma lista - única - concorre ao cargo de presidente da direção do Petro (Atlético Petróleos de Luanda) Tomás Faria, que será reeleito.


Considerada a mulher mais rica de África, Isabel dos Santos, 43 anos, tem negócios sobretudo na banca, energia e telecomunicações em Angola e Portugal.


Desde que assumiu o cargo de presidente do conselho de administração da Sonangol, em junho último, que Isabel dos Santos tem sido apontada por alguma imprensa local como possível candidata à sucessão do pai na liderança do país.


Fundado em 1980, o Petro de Luanda é um dos mais carismáticos clubes de Angola, com cerca de 9.000 sócios e vários títulos conquistados em modalidades como andebol, basquetebol, futebol, voleibol ou hóquei em patins, mas também atividades de ginástica, atletismo, karaté e vela.

 

Portugal é campeão do Euro2016

Lisboa - O futebol português alcançou em Paris o maior feito da sua história. Éder foi o herói de uma equipa guerreira que derrotou a anfitriã e favorita França no prolongamento. Cristiano Ronaldo ergueu o troféu depois de ter abandonado o relvado lesionado e em lágrimas.

Fonte: Lusa

Um campeão europeu também se faz de sofrimento, sacrifício e lágrimas

O palco do Stade de France, em Paris, assistiu à noite mais épica de sempre do futebol nacional, este domingo. Pela primeira vez na história Portugal conquistou um título num grande torneio e é o novo campeão europeu. O conjunto de Fernando Santos, que partiu para a final com a França com o rótulo de derrotado antecipado, venceu a favorita anfitriã do torneio, com um golo do improvável Éder, no prolongamento. Numa partida carregada de dramatismo e emoção e com Cristiano Ronaldo fora de acção logo aos 25’, devido a lesão, a equipa das "quinas" soube manter a serenidade e uma grande maturidade, tornando-se numa digna vencedora. O Euro 2016 começou com muito sofrimento para os portugueses, mas acabou em glória.

 

Em todos os fusos horários do globo, onde se fale português, é tempo de festejar a noite memorável a que assistiu a capital francesa. Em particular os cerca de 10 mil adeptos nacionais que se fizeram bem notar em Saint-Denis e que terão uma história lendária para contar aos netos, assim como um bilhete para colar num quadro e pendurar na sala. Nunca antes a França havia sido derrotada numa final disputada em casa e até já fizera chorar muitos portugueses no Europeu de 1984, quando derrotou a selecção nacional, nas meias-finais, em Marselha, no último suspiro do encontro. A resposta chegou 32 anos depois e de luva branca.

 

Mas a festa portuguesa em Paris pareceu uma realidade muito distante ainda antes da meia-hora de jogo. Cristiano Ronaldo, o capitão de Portugal e sobre quem repousavam todas as esperanças para esta final, deixou-se cair no relvado, lesionado, na sequência de uma entrada violentíssima cometida por Payet, aos 17’. Saiu uma primeira vez, foi assistido, voltou a entrar, mas não conseguiu suportar as dores. Abandonaria o campo de maca a chorar copiosamente, tal como chorara na final perdida para a Grécia no Euro 2004, em Lisboa, quando tinha apenas 19 anos. Lágrimas de impotência em ambas as ocasiões, mas bem mais sofridas desta vez. O avançado via fugir-lhe por entre os dedos a final mais importante de uma carreira onde já conquistou quase tudo. Quase: faltava-lhe precisamente um título pela sua selecção. Já não falta e foi ele quem ergueu a taça no Stade de France.

 

Sem a sua grande referência e depois de ter suportado uma entrada fortíssima da França no jogo, a selecção provou que não é apenas Cristiano Ronaldo e outros dez. A dramática saída do seu líder terá mesmo servido de inspiração para o que se seguiu. Uma inspiração que foi totalmente absorvida, por exemplo, pelo guarda-redes Rui Patrício, que terá feito a maior exibição da sua vida frente à França, depois de já ter salvo a selecção em outros momentos deste Europeu, nomeadamente ao travar um penálti frente à Polónia, nos quartos-de-final, que manteve Portugal na rota de Paris.

 

Coincidência ou não, a França também baixou consideravelmente o ritmo do encontro após o abandono forçado de Ronaldo. Face à incapacidade atacante demonstrada por Portugal (um remate em todo o primeiro tempo, que Nani atirou por cima) e perante as ocasiões que ia criando, supôs que o triunfo seria uma questão de tempo e paciência. Já a selecção nacional, cerrou os dentes e preparou-se para a batalha com todas as armas que lhe restavam. E eram quase todas defensivas.

 

Melhorou consideravelmente no segundo tempo, quando procurou ter mais posse de bola e com ela enervar o adversário. A luta no meio-campo foi prosseguindo sem tréguas, com Portugal a equilibrar o confronto, mas faltava-lhe uma referência atacante para ter outras ambições. Do lado francês, surgiram duas grandes oportunidades, protagonizadas por Griezmann (66’) e Giroud (75’). A dez minutos do final do tempo regulamentar, os dois seleccionadores lançaram as últimas cartadas para tentarem resolver a partida sem recurso a prolongamento. Gignac entrou para o lugar de Giroud; Éder rendeu Renato Sanches (aos 67’, Fernando Santos já chamara João Moutinho para reforçar o meio-campo: duas decisões felizes que estariam na génese do triunfo). Contas feitas, Portugal arriscava mais.

 

E a verdade é que o tão mal amado ponta-de-lança revolucionou o ataque da sua equipa, até então praticamente inexistente. Com grande capacidade de choque e robustez para segurar a bola, foi sofrendo inúmeras faltas e permitiu à selecção nacional estender-se mais no terreno. As oportunidades surgiram em ambas as balizas nos derradeiros instantes, com Gignac a atirar uma bola à base do poste direito da baliza portuguesa, já nos descontos. Seria o canto de cisne da selecção francesa na partida.

 

Nos instantes que antecederam o prolongamento, Ronaldo saiu do balneário e foi motivar cada um dos seus companheiros, como o havia feito antes da decisão das grandes penalidades com a Polónia. Um gesto de liderança de um grande vencedor. O que aconteceu na meia-hora seguinte iria chocar a França. Portugal surgiu para o tempo extra com outro espírito e vontade. Não do ponto de vista defensivo, solidário e de entreajuda, que esteve sempre presente, mas na ambição. Em dois lances de bola parada, Éder (após um canto) e Raphaël Guerreiro (na cobrança de um livre frontal cavado pelo ponta-de-lança) fizeram tremer os orgulhosos “bleus”. Ao cabeceamento de Éder conseguiu responder o guarda-redes Lloris; ao remate do luso-francês valeu a barra.

 

Foi o prelúdio do momento que nenhum português jamais irá esquecer. Após uma recuperação de bola, João Moutinho assistiu o luso-guineense, este libertou-se da marcação, com uma diagonal e atirou rasteiro ainda fora da área, com a bola entrar junto ao poste direito. Faltavam 11 minutos para acabar o encontro e os franceses não conseguiram mais levantar-se.

 

Portugal é campeão europeu e o segundo menor país em população a alcançar este feito, só superado pela Dinamarca. Estará na Taça das Confederações no próximo ano, na Rússia, a antecâmara do Mundial de 2018. O sonho de Fernando Santos não era mesmo um devaneio.

Mputu condenado a pagar dois milhões de dólares ao Kabuscorp

Luanda - Depois de, em janeiro, ter feito entrar na FIFA um pedido de indemnização de dois milhões de dólares ao jogador Trésor Mputu por ter abandonado o clube, em abril de 2015, desrespeitando o contrato que tinha assinado, válido até final desta época, o Kabuscorp viu o Single Judge da Player Status Committee dar-lhe razão integral no processo.

Fonte: A Bola

Trésor Mputu, que chegou a ser considerado um dos melhores jogadores africanos a atuar no continente, foi condenado a pagar dois milhões de dólares ao emblema angolano, num prazo máximo de 30 dias.



O valor pedido pelo Kabuscorp divide-se em 500 mil dólares por violação de contrato e 1,5 milhões por danos materiais, como o pagamento da transferência ao TP Mazembe, da RD Congo.


Trésor Mputu pode ainda recorrer para o TAS sendo que, neste momento, encontra-se castigado e sem poder jogar.

 

Angolanos festejam em Luanda ao som do Benfica para esquecer a crise

Lisboa - Algumas centenas de angolanos e portugueses festejaram hoje, ao som do kuduro, num hotel de Luanda, o título de campeão nacional português do Benfica, esquecendo, por momentos, a crise que marca o dia-a-dia de Angola.

Fonte: Lusa

"Neste momento não há crise nenhuma. O Benfica faz esquecer tudo, a crise e os problemas", disse à Lusa o apresentador da televisão angolana Pedro N'zagi, que foi o animador de serviço da festa na conhecida "Casa 70", local de concentração dos benfiquistas em Luanda.

Ao ritmo do kuduro e regada com muita Cuca, a cerveja angolana, a festa foi animada ainda pelos cânticos de apoio ao Benfica, repetidos a uma só voz por angolanos e portugueses.

"Uma das coisas mais impressionantes é estar fora do país, fora de Portugal, fora da sede do clube e esta família estar aqui como se fosse ao estádio. Essa é a força do Benfica", rematava Pedro N'Zagi, enquanto já lançava ao microfone da "Casa 70" o desafio: "Benfica dá-me o 36".

Em pleno coração do bairro Vila Alice, aquele espaço foi pequeno para receber os adeptos benfiquistas, angolanos e portugueses, que pretendiam assistir, pela transmissão televisiva, ao decisivo jogo no estádio da Luz, praticamente todos equipados a rigor, de todas as idades, formando uma espécie de estádio em miniatura em que nem os constantes cânticos faltavam.

Em maio de 2015 a Lusa encontrou neste casa emblemática de Luanda Luís Ramos, 33 anos, e Joana Sampaio, de 27, dois portugueses que acabavam de chegar a Angola e que comemoravam então o primeiro título fora de casa.

O piloto e a relações públicas repetiram hoje a presença na "Casa 70", depois de um ano de dificuldades: "Na altura estava a chegar e agora estou de partida. Foi o meu primeiro 'tri' e logo aqui em Angola. Aliás, festejei dois campeonatos neste sítio, o que foi muito bom", disse à Lusa Luís Ramos.

Ao fim de um ano e meio, o piloto português deixa Angola já em junho, mas ainda não sabe onde poderá comemorar um próximo título benfiquista: "Infelizmente estou de saída, mas foi uma excelente experiência e levo grandes recordações. Vamos ver se é em Portugal ou noutro sítio do mundo que volto a comemorar".

Então com poucos dias de Angola, Joana Sampaio regressou à mesma casa onde festejou o seu primeiro campeonato fora de Portugal quando ainda dava os primeiros passos no país. Hoje a emoção foi a mesma.

"Seja em Lisboa ou em Luanda a sensação de felicidade é a mesma. E isto, para quem está fora, é uma forma de aproximação às nossas raízes, num ambiente de festa, que depois também nos dá alguma saudade, de querer estar lá", disse.

Enquanto já ensaiava uns passos de kuduro, Joana não deixa de se mostrar agradada com a experiência de um ano em Angola.

"Está a ser uma grande experiência a título pessoal e profissional, apesar das dificuldades que o país está a atravessar. Mas com vontade e determinação conseguimos", concluiu.

Numa ronda pela cidade de Luanda, em vários outros restaurantes era possível ver a festa de angolanos e portugueses, sobretudo no exterior, com todos equipados a rigor e entoando o cântico "Benfica campeão".

Futebol: Kabuscorp vence 1º de Agosto

Luanda - O Kabuscorp do Palanca derrotou, na tarde deste sábado, o 1º de Agosto, por 2-0, em partida da 12ª jornada do campeonato nacional de futebol da primeira divisão, Girabola, disputada no Estádio 11 de Novembro, em Luanda.

Fonte: Angop

Mano, aos 12 minutos, e Kanko Tresor, aos 90', marcaram os golos que garantiram os três pontos a formação "palanquina", que ocupa, à condição, o segundo lugar da tabela classificativa do Girabola, com 21 pontos.

 

O 1º de Agosto continua na liderança com 27 pontos.

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