Desporto

Candidatura de Carlos Graça à presidência do Petro do Huambo gera descontentamentos

Luanda  - Sócios e amantes do Petro do Huambo estão descontentes com as informações postas a circular na cidade capital do planalto central, segundo as quais Carlos Graça iria recandidatar­se à presidência do clube. O antigo dirigente do Petro, que é acusado do descaminho de vários bens patrimoniais da agremiação desportiva, ainda não apresentou publicamente a sua candidatura ao cargo, mas pessoas próximas a Carlos Graça admitem que ele poderá fazê-­lo nas “próximas horas”.

Fonte: Club-k.net

A eventual candidatura do ex­director provincial dos Desportos à frente dos destinos de um dos clubes mais populares do Huambo seria no sentido de colmatar uma iminente desistência do candidato da lista A, Fernando Manuel Tito “Geovetty”.


Este último, tido até então como um delfim de Carlos Graça, está numa situação de aparente ilegibilidade devido ao facto de se ter apossado de um terreno do clube, onde procedeu à construção de um posto de abastecimento de combustíveis. Além disso, tem ainda a seu desfavor o facto de, por razões profissionais, ter sido transferido para Luanda.


Tudo aponta que o acordo firmado, a 20 de Fevereiro deste ano, durante a Assembleia­Geral (AG) do clube fundado por Armando Machado, com vista à fusão das duas listas concorrentes numa única de consenso caiu por terra.

“ Apesar de ter sido advertido sobre os riscos da sua candidatura devido, sobretudo à forma desastrada como geriu o clube (de 1994 a 2008), o senhor Graça convenceu­-se que pode ganhar as eleições a qualquer preço”, notaram as fontes deste jornal.

Dizem que tal convicção resulta do facto de alguns elementos afectos à lista A terem engendrado, num passado recente, manobras de bastidores que culminaram na inscrição de novos sócios com o objectivo escuso de “desequilibrarem” a balança eleitoral.

“Entre Dezembro de 2015 e Janeiro de 2016, eles procederam ao recrutamento apressado de novos sócios, num processo que foi totalmente realizado fora da secretaria do clube e que contou com a conivência de alguns funcionários deste órgão, ao ponto de terem retirado e transportado para parte incerta material de escritório do clube(livro de registo de sócios, máquina de escrever, cartões, carimbos, etc.)”, denunciaram as fontes do club-k.

Apurou-­se que, à luz dos estatutos, os novos sócios “estão impedidos de votar por não disporem do tempo mínimo exigível para o exercício do voto”. Segundo se soube, o prazo de entrega das listas concorrentes termina nesta sexta­feira, 11, pelo que a eventual candidatura de Carlos Graça poderá ser chumbada, visto que ele é acusado de ter abocanhad0 uma boa parte dos seus terrenos, assim como de outros bens tendo para o efeito se aproveitando da sua condição de responsável do clube.

As tentativas de ouvir a versão do ex­director dos Desportos do Huambo não foram bem­sucedidas. Recorde­-se que o Tribunal Provincial do Huambo decidiu adiar em Janeiro último as eleições no Petro que estavam agendadas para o dia 30 do mesmo mês, devido a uma série de arbitrariedades registadas na fase do processo eleitoral.

Uma sentença da Sala do Cível e Administrativo daquele órgão judicial, a que o Club-K teve acesso, considerou como “procedente e provada” a providência cautelar interposta pela lista B, liderada por Aníbal Rebelo de Oliveira Salumbo. A outra lista era encabeçada por Fernando Manuel Tito, “Geovetty”, tido como o “delfim” do antigo director do clube, Carlos Graça.

O acórdão datado de 26 de Janeiro declarava como “nula a decisão tomada pela Comissão Eleitoral, presidida pelo Sr. Martulino Pestana Culitata”, que, como se sabe, decidira afastar no dia 9 de Janeiro a lista B do pleito eleitoral.

O Tribunal fundamentou a sua decisão no facto de a referida Comissão ter extravasado as suas competências, já que as denúncias apresentadas pela lista A deveriam ser apreciadas pelo Departamento Ministerial de tutela e não pela Direcção Provincial do Huambo da Juventude e Desportos, como foi no caso vertente.

Tribunal adia eleições no Petro do Huambo

Huambo - O Tribunal Provincial do Huambo decidiu adiar as eleições no Petro local, que estavam agendadas para este sábado, 30, devido a uma série de arbitrariedades registadas na fase do processo eleitoral.

Fonte: Club-k.net

Uma sentença da Sala do Cível e Administrativo daquele órgão judicial, a que o Club-K teve acesso, considera como “procedente e provada” a providência cautelar interposta pela lista B, liderada por Aníbal Rebelo de Oliveira Salumbo. A outra lista era encabeçada por Fernando Manuel Tito, “Geovetty”, tido como o “delfim” do antigo director do clube, Carlos Graça.

 

O acórdão datado de 26 de Janeiro declara como “nula a decisão tomada pela Comissão Eleitoral, presidida pelo Sr. Martulino Pestana Culitata”, que, como se sabe, decidira afastar no dia 9 de Janeiro a lista B do pleito eleitoral.

 

O Tribunal fundamentou a sua decisão no facto de a referida Comissão ter extravasado as suas competências, já que as denúncias apresentadas pela lista A deveriam ser apreciadas pelo Departamento Ministerial de tutela e não pela Direcção Provincial do Huambo da Juventude e Desportos, como foi no caso vertente.

 

Na óptica do tribunal, “ a direcção provincial da Juventude e Desportos [que não é um Departamento Ministerial de tutela] não tem competência para regular este assunto, porque é um órgão local cujo director é nomeado e exonerado pelo Governo Provincial do Huambo”.

 

O acórdão faz ainda referência ao facto de a Direcção dos Desportos, então liderada por Carlos Graça, ter feito tábua rasa a uma decisão da Assembleia Geral (AG) do Petro Atlético do Huambo que, a seu tempo, considerou como “ilegal” a conduta da referida Comissão Eleitoral.

 

Em relação a este assunto, convém referir que a Direcção dos Desportos do Huambo divulgara, de forma algo suspeita, um comunicado na Emissora local no qual considerava a decisão da AG do Petro como “ irrelevante e de nenhum efeito”.

 

Carlos Graça apeado do cargo

 

O ditado segundo o qual “um mal nunca vem só” encaixa­se como uma luva no caso de Carlos Graça que, nesta quinta-­feira, viu­-se apeado do cargo de Director Provincial dos Desportos, no âmbito de uma remodelação operada pelo governador Kundy Paihama. No seu lugar, foi indicado Joca Figueiredo, até então administrador adjunto do Huambo.

 

 

A sua exoneração pode significar um duplo revés, depois das suas pretensões de eleger o seu candidato favorito, “Geovetty”, de sua graça, à frente dos destinos do Petro do Huambo terem sido frustradas, por força de uma sentença do Tribunal daquela província, que decidiu esta semana adiar as eleições dos corpos gerentes na agremiação desportiva.

 

Com a sua saída do pelouro dos Desportos, aliada à derrota judicial do seu candidato à direcção do Petro do Huambo, as portas estão doravante escancaradas para a descoberta de eventuais descaminhos ou gestão dolosa do património do clube fundado por Armando Machado, nos idos dos anos 80.

 

 

Em meios locais, sobretudo desportivos, diz­-se que uma das causas que terá precipitado a queda de Carlos Graça terá a ver com o facto de ele ter interferido “abusivamente” no processo eleitoral do Petro local, assim como de ter abocanhado parte do património da referida agremiação desportiva, onde construiu um salão de festas e um restaurante.

 

Corre também a versão de que terá sido o próprio responsável a pedir o seu afastamento do cargo por razões de saúde.

Irregularidades podem levar ao adiamento das eleições no Petro do Huambo

Luanda  - As eleições para a renovação de mandatos no Petro do Huambo, que estão marcadas para o próximo sábado, 31, correm risco de não se realizarem devido a uma providência cautelar instaurada por das listas concorrentes.

Fonte: Club-k.net

Segundo apurou o Club-K , o elenco encabeçado por Aníbal Salumbo deu entrada no passado dia 11 de Janeiro no Tribunal Provincial do Huambo de uma providência cautelar, na qual pede o adiamento do pleito eleitoral devido a uma série de supostas anomalias.

Dentre as irregularidades apontadas, avulta o facto de o actual elenco directivo não ter realizado a Assembleia­-Geral (AG) do clube para apresentação do seu relatório/contas, de acordo com os estatutos que regem a referida agremiação desportiva.

A forma precipitada como foi feita a marcação das eleições ­ quase sem aviso prévio ­ aliada a supostas manobras de bastidores protagonizadas pela lista A, que tem à testa Fernando Manuel Tito, “Geovetty”, estão a causar alguma estranheza não só entre os concorrentes da lista rival, como também no seio da sociedade desportiva local.

Para alguns observadores, não estarão igualmente alheias as alegadas falcatruas à indicação de uma comissão eleitoral chefiada por Martolino Pestana, uma estratégia que terá sido gizada pelo director Provincial da Juventude e Desportos do Huambo, Carlos Graça. Em relação a esta figura, que no passado chegara a exercer as funções do presidente de direcção do Petro do Huambo, pairam fortes suspeitas de ter se aboletado de bens patrimoniais do clube durante o seu consulado.

Correm informações de que Carlos Graça, aproveitando­se do cargo que exercia no clube, terá construído um salão de festas e um restaurante num terreno pertencente ao Petro do Huambo.

Fernando “Geovetty”, que é tido como o candidato proferido do polémico director dos Desportos, é acusado, por sua vez, de ter construído uma bomba de combustível noutro espaço pertencente ao mesmo clube desportivo.

Está a causar ainda surpresa o facto de a lista B ter sido chumbada pela suspeita comissão eleitoral, depois de a mesma ter procedido à alteração do regulamento eleitoral introduzindo uma “estranha adenda” eleitoral.

Consta que muitos adeptos depositam com grande expectativa na lista encabeçada por Aníbal Salumbo que, à semelhança de Manuel de Almeida, Amílcar Salumbo, Jóia Santos (basquetebol), foi uma das estrelas mais cintilantes do clube fundado, no limiar da década 80, por Armando Machado.

Fazem ainda parte da lista B outras figuras de peso apostadas em tirar o clube da actual letargia, destacando­se dentre elas os nomes de Ernesto Maria (presidente de mesa da AG), José Carlos Dias Brás, Evandra Machado (vogais), Jaime Lua e Alberto Camulombo (Direcção Fiscal).

As próximas horas serão decisivas, de grande expectativa em torno da sentença a ser proferida pelo Tribunal Provincial do Huambo, já que a mesma poderá influenciar na sobrevivência de uma das agremiações desportivas mais antigas do panorama desportivo local, bem como nacional.

Toda Verdade sobre a Saída do Filemon - José Lola

Benguela - A lacônica nota de imprensa que foi publicada Domingo dia 27 de Dezembro de 2015 diz que Jose Kilamba e André Makanga irão treinar a equipa nacional de uma forma interina e não clarifica o futuro de Romeu Filemon e seus adjuntos.

 

* José Lola
Fonte: Club-k.net

Segundo informações de fontes, o técnico que deveria apresentar-se no dia 26 de Dezembro furtou-se disso, tal como fizeram os seus adjuntos Paxe e Ndombasi que contactados pela FAF, alegaram que não compareceriam por solidariedade para com Filemon por terem mais de 9 meses de salários em atraso. André Makanga e Jose Kilamba que são técnicos da FAF, foram os únicos que se apresentaram aos trabalhos e não foram solidários.

 

Por estar a passar as festas com a família Filemon, desligou os telefones como normalmente faz quando esta em Benguela.

 

Com todos os jogadores concentrados e prontos para treinarem como estava inicialmente marcado, e com a ausência do treinador, incontactavel, os dirigentes entenderam como um acto de rebeldia pelo facto de varias vezes evocar na imprensa os problemas contractuais que vivia e que estava a fazer chantagem, o que alguns próximos de Romeu desmentem. No entendimento dos dirigentes, o treinador deveria pelo menos enviar um SMS a manifestar as suas intenções, ou uma carta por escrito, ou um telefonema e não sabotar a seleção nacional de futebol, pois já a imprensa noticiava a sua ausência o que criaria embaraços.

 

Para os dirigentes da FAF, Zeca Amaral, Lito Vidigal, Ferrin e mesmo Cavalcante também tiveram salários em atrasos, mas mostravam sempre o seu profissionalismo e nunca tinham sabotado os treinos da seleção nacional. Os mesmos quando acabaram os seus compromissos contractuais, saíram com os salários em atrasos, mas mesmo depois foram pagos. Ha rumores que existem na FAF salários em atrasos de outros treinadores adjuntos que ha muito lá trabalharam.

 

Não se conseguia entender que o treinador que tinha uma postura rígida com jogadores como o Massunguna, Manucho e outros, por não terem comparecido ao treino na data e hora marcada e por manterem-se incontactaveis, a ponto de nunca mais terem sido convocados e ter ao mesmo tempo aquele comportamento de rebeldia.

 

A seleção nacional teria que continuar a treinar, teria que continuar a sua preparação para o CHAN, seria importante manter a condição física dos miúdos até que se conhecesse na realidade as intenções do treinador.

 

Na reunião com a direção, a Romeu Filemon e pares, terá sido dito que deveriam por escrito explicar os motivos da não comparência e do porque terem se mantido incontactaveis e sabotarem os trabalhos da seleção, e que essa justificação deveria ser apresentada ate terça feira dia 30 de Dezembro, um dia antes da partida da seleção para a África do Sul. Ate aquela data, quem iria conduzir os trabalhos da seleção seria o Kilamba e o André Makanga e Filemon entendeu aquilo como uma atitude de despedimento. Nem sequer lhe foi dada a hipótese de explicar-se. Para espanto dos dirigentes, Romeu Filemon no mesmo dia terá feito declarações a imprensa prometendo inclusive que meteria a boca no trombone e que convocaria uma conferencia de imprensa na sexta-feira a seguir.

 

Romeu Filemon que ganha $25,000/mês não recebe salários ha mais de 9 meses o que se entende o comportamento. Mas tem sido também motivo de discórdia no seio da direção da FAF por não apresentar resultados palpáveis que justificam tamanho salario para uma federação que tem graves problemas financeiros. A derrota diante da África do Sul em Benguela no jogo de apuramento para o Mundial de Futebol não terá agradado a muitos membros de direção e aos adeptos em geral. O facto de injustificadamente ter alterado a equipa na segunda mão, demonstrou que o treinador não tem ideias fixas relativamente a equipa apesar do tempo de trabalho que tem na seleção. Para muitos, ha jogadores na seleção que são autênticos “Hiaces” pois não apresentam rendimento nenhum e não se entende porque são sempre convocados e titularizados. Filemon gaba-se de ter eliminado a África do Sul para o CHAN, mas esquece que a África do Sul já ha muito tinha abdicado do CHAN, colocando em campo a sua terceira equipa. Ha rumores de que não tem uma boa gestão da equipa com jogadores chaves da equipa que dizem não ter um bom método de treinamento e ser extremamente fraco como técnico. Os dirigentes do Primeiro de Agosto o terão demitido pelos mesmo motivos, pois parece não ter muito punho sobre as equipas que dirige. O dialogo permanente que se exige a um técnico com os seus jogadores nos clubes, parece não existir. Ha inclusive jogadores que dizem não aceitar jogar mais para a seleção de Angola enquanto ele for o treinador, pois tem dado tratamento diferenciado a alguns que ele considera como filhos e outros como enteados. Não se entende que convoca jogadores da diáspora pra depois nem sequer os colocar entre os 18 convocados. Ha também rumores de que alguns jogadores são ainda convocados porque a direção acha que tem margem de progressão, porque senão Romeu nunca mais os convocaria. Tem a fama de querer sempre viajar para a diáspora exigindo ajudas de custo e bilhetes de classe executiva para ir pesquisar jogadores, o que irrita os dirigentes pois a caixa forte da FAF não comporta isso tudo.

 

O treinador tem razão em exigir que lhe paguem os soldos, tem família, tem compromissos financeiros e terá pensado que estava numa posição de força e certamente não esperava por esse posicionamento da FAF. Alguns amigos próximos de Filemon, reconhecem alguma arrogância nele e não entendem porque o treinador que alegadamente beneficiou dum Lexus LX570 cedido por Pedro Neto, casa paga para viver em Luanda e alguns salários pagos, não teve uma postura mais humilde e paciente.

 

Romeu Filemon, entretanto parece não ter uma relação católica com o vice presidente para as seleções nacionais Raul Chipenda que não colabora muito em algumas pretensões do treinador, por isso tenta varias vezes falar directamente com o presidente Pedro Neto pois sente que algumas das suas preocupações são barradas por Chipenda. Aparentemente não tem uma relação próxima com Jose Kilamba e André Makanga, pois nunca os considerou seus homens e alegadamente nunca os consulta para pedir conselhos.

 

A onda de salários atrasados na FAF e endêmica, pois alguns funcionários, revelaram-nos que passaram as festas em branco, por terem mais de 9 meses atrasados, mas mesmo assim continuam a trabalhar.

 

Analises aprofundadas indicam que os problemas financeiros no seio da FAF irão continuar e que mesmo que se baixe os salários dos treinadores devido ao quadro financeiro actual, poucas melhorias haverá, pois as fontes de financiamento vão minguando devido a actual crise financeira que leva potenciais patrocinadores a fazerem cortes orçamentais. As mesmas analises não entendem que a claque da seleção Nacional, o Movimento Nacional Espontâneo e outras organizações de cariz partidário e mesmo clubes de futebol, sejam unidades orçamentadas e recebam dinheiros públicos de uma forma directa e a própria FAF que dirige o futebol e a seleção, não seja uma unidade orçamentada.

Técnico da seleção angolana de futebol suspenso por ausência dos treinos

Luanda - Romeu Filemon foi suspenso no domingo pela Federação Angolana de Futebol (FAF) "por ausência injustificada", que o mesmo promete esclarecer esta semana em conferência de imprensa.

Fonte: Lusa

Segundo a imprensa angolana, a ausência de Romeu Filemon deve-se a oito meses de salários em atraso.

 

No domingo, no mesmo comunicado, a FAF anunciou a substituição de Romeu Filemon e dos seus adjuntos Afonso Paxe Filho e Dombasi Njinga João por não terem comparecido no sábado, ao reinício dos treinos de preparação para o Campeonato das Nações Africanas (prova em que as seleções só podem utilizar jogadores das respetivas ligas) CHAN2016.

 

A quarta edição da prova disputa-se no Ruanda, entre 16 de janeiro e 07 de fevereiro.

 

"As coisas têm que ser ditas com verdade. Provavelmente, quinta ou sexta-feira darei uma conferência de imprensa, no sentido de esclarecer verdadeiramente o que se está a passar", disse Romeu Filemon à Rádio Nacional de Angola.

 

Na quarta-feira, Romeu Filemon tinha pedido a regularização dos salários dos membros da equipa técnica dos 'Palancas Negras', durante uma conferência de imprensa realizada em Luanda, para o balanço da primeira fase de preparação da seleção para o CHAM2016.

 

"Vivemos uma crise financeira que influencia bastante o nosso grupo. Penso que se o problema for resolvido com urgência não vai afetar o grupo. Espero que a estrutura competente da federação possa resolver esta situação o mais rápido possível", disse na altura o técnico.

 

A FAF referiu no seu comunicado que ficam à frente da seleção nacional interinamente os técnicos José Kilamba e André Macanga.

Petro de Luanda conquista segundo título de campeão africano

Luanda - Com um toque de campeão nacional, apresentado no princípio e no fim do jogo frente ao Recreativo do Libolo, o Petro de Luanda conquistou esta noite de sábado, 19, o seu segundo titulo de campeão africano com triunfo de 89-75. A partida foi a reedição do último campeonato nacional, em que o Petro venceu na finalíssima. entretanto, mas recentemente, para a supertaça, o Libolo levou a melhor.

Fonte: Angop

No jogo de hoje, sempre que fosse a cesta Quezada não conseguia transformar em pontos, contrariamente a Reggie Moore que comandou a equipa tricolor com sete pontos seguidos, nos primeoiros cinco minutos do quarto inicial.

Do lado da equipa campeã africana Carlos Morais teve a visibilidade necessária ao converter lances livres e dois triplos.

Cinco empates 11-11,15-15, 19-19, 21-21, 24-24 no decurso a desenrolar do desafio em que o Petro de Luanda, derrotado duas vezes na fase de grupos. Ao contrário, o Libolo estava invicto até hoje, rumo à revalidação.

Num início de jogo muito refinado, pelo rigor defensivo e ofensivo apresentado pelos dois emblemas angolanos, foi o Petro que conseguiu vantagem ao final do primeiro quarto por 26-24.

A etapa seguinte pintou a chama “tricolor” e a quatro minutos do intervalo abriu sete pontos à frente (35-28) a custa de muito nervosismo do Libolo. Valeu a serenidade petrolífera que também mais vezes rodava o banco, no intuito de gerir as faltas e equilíbrio na técnica de cada jogador que fosse lançado.

Mas a experiência de Cipriano e a garra de Milton Barros fizeram com que o Libolo recuperasse tempo e ficasse próximo do marcador (40-35) contando ainda com o apoio do seu público.

Imparável, com as soluções em campo e no banco, visto que não se sentia qualquer diferença entre quem saísse e quem entrasse, momento que obrigou a equipa técnica da equipa do Cuanza Sul a solicitar um desconto de tempo que em nada serviu, pois o Petro de Luanda saiu com a vantagem de 49-37 para o intervalo.

No terceiro período, coube ao base do Libolo Bráulio Morais iniciar o "festival" com um triplo, depois de desenquadrar Quezada. esta jogada levou por instamtes algum conforto para os torcedores "laranjas" nas bancadas do multiusos do Kilamba.

Por largos três minutos, os comandados de Adingono “apagaram-se” nas ideias e o Libolo conseguiu marcar pontos que lhe permitiram sonhar na recuperação até quatro pontos (62-58).

A sorte não parecia estar do lado da equipa dos irmãos Morais, que não conseguiam fazer o seu jogo característico, tendo o Petro saído para o final do terceiro período mais uma vez em vantagem 67-63.

Em vez do lançador nato e para evitar ser surpreendido, as jogadas de ataque passaram a ser canalizadas para Domingos Bonifacio, que discretamente marcou os pontos necessários para que se mantivessem sempre na frente.

Com muitas possibilidades de arrumar o jogo, a turma do eixo-viario foi em alguns momentos apresentando intranquilidade quando Leonel Paulo e Valdelicio Joaquim foran excluídos depois de atingirem a quinta falta. Eram fundamentais no jogo de tabelas.

Sem muitas soluções e com o moral baixo, o Libolo deixou de acelerar e foi cometendo sucessivas faltas, terminando com a derrota de 89-75.

Federação angolana substitui Romeu Filemon

Luanda - A Federação Angolana de futebol anunciou hoje a substituição do técnico principal da seleção de Angola, Romeu Filemon, por "ausência injustificada" deste no reatamento domingo dos trabalhos com vista ao CHAN2016 no Rwanda.

Fonte: Angop/Sapo

De acordo com um comunicado da FAF endereçado à Angop, estão também afastados os seus adjuntos, Afonso Paxe Filho e Dombasi Njinga João.

Em substituição, para dar continuidade ao programa de preparação face aos compromissos que se avizinham, em reunião extraordinária a direção da FAF decidiu indicar interinamente para conduzir os trabalhos da seleção angolana os técnicos José Kilamba e André Makanga.

O comunicado não esclarece se se trata de uma substituição definitiva.

Angola integra o grupo B desta competição destinada a jogadores que atuam no respetivo país, ao lado do Congo.

Num outro comunicado refere que a seleção nacional adiou de hoje para dia 30 a viagem para a África do Sul, onde ficará até 14 de janeiro de 2016 altura em que partirá para Kigali para participar no CHAN 2016.

Durante a sua estada em terras sul-africanas, os “Palancas Negras” deverão, segundo a mesma fonte, fazer quatro jogos de controle diante de seleções africanas que também estagiarão na África do Sul.

A competição rwandesa será disputada de 16 de janeiro a 7 de fevereiro.

Angola integra o grupo B, com RD Congo, Etiópia e Camarões.

Federação angolana suspende Horácio Mosquito por um ano

Luanda - O empresário Horácio Mosquito foi suspenso por não ter provado as acusações de corrupção que lançou em maio, ainda como presidente do Recreativo da Caála

Fonte: ojogo

A decisão foi tomada pelo Conselho de Disciplina da FAF, que também vai participar o caso ao Ministério Público, de acordo com um comunicado enviado hoje à agência Lusa por aquele órgão.

Horácio Mosquito era presidente da equipa do Huambo desde 2008, tendo apresentado a demissão das funções em junho, cerca de um mês depois de ter denunciado, em conferência de imprensa, alegados "atos de corrupção no futebol nacional".

Após análise do relatório do instrutor do processo levantado logo na altura, a FAF considera agora que o empresário não fez prova das acusações, sendo por isso suspenso de toda a atividade na modalidade durante 360 dias e ao pagamento de uma multa de 300.000 kwanzas (cerca de 2.000 euros), a pagar pelo Caála no prazo de 10 dias.

"No período em que vigorar a execução da pena aplicada ao mesmo, deve este abster-se de fazer quaisquer pronunciamentos públicos, sob pena de o Clube Recreativo da Caála incorrer em pena acessória conforme o caso", determinou ainda a federação.

Face à "gravidade das declarações proferidas", os "danos morais causados à FAF, aos seus membros e outras pessoas ligadas ao futebol" e o "facto de o mesmo não ter provado em sede própria" as denúncias, com "declarações que transcendem o regime disciplinar desportivo", foi ainda determinado que "seja feita uma participação junto do Ministério Público e demais órgãos competentes", por se tratar de um caso do "foro criminal".

Será também comunicada a decisão às instâncias internacionais e ao Ministério da Juventude eDesportos angolano, pedindo a FAF que a pena aplicada "seja extensiva ao exercício da função de agente desportivo noutras modalidades" em Angola.

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