Internacional

Obama: Ninguém deve ser presidente por toda vida

Brasil - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou nesta terça-feira que nenhum líder africano deveria se perpetuar no cargo além do estabelecido na Constituição de seus países, como ocorreu no Burundi, porque isso conduz a uma situação de "instabilidade e de luta".

 

Fonte: Noticias.terra.com.br

Quando um líder pensa que é a única pessoa que pode manter unida sua nação, "isso significa que falhou"

"Francamente, não entendo isto. Estou em meu segundo mandato. Adoro meu trabalho mas, sob a Constituição, não posso voltar a me candidatar. E acredito que poderia ganhar", confessou perante o plenário da União Africana, que pela primeira vez recebeu hoje um presidente americano em exercício.

 

Segundo Obama, que conclui hoje sua primeira visita oficial à Etiópia, "o progresso democrático na África está em risco por culpa daqueles líderes que rejeitam deixar o cargo quando terminam seus mandatos".

 

"Quando um líder tenta mudar as regras na metade do jogo só para seguir no cargo, arrisca a desencadear uma situação de instabilidade e luta, como vimos no Burundi", disse, entre uma grande ovação.

 

O líder americano falou assim de seu colega burundinês, Pierre Nkurunziza, que acaba de ser reeleito para um terceiro mandato descumprindo o limite constitucional de duas legislaturas, o que suscitou uma onda de violência que fez dezenas de vítimas e forçou a fuga de mais de 160 mil pessoas.

 

"Não entendo por que alguém quer ficar tanto tempo, especialmente quando ganhou tanto dinheiro", se perguntou, com relação à imobilidade que mostram líderes também em outros países do continente, como em Ruanda e Uganda.

 

Na opinião de Obama, quando um líder pensa que é a única pessoa que pode manter unida sua nação, "isso significa que falhou" em sua tarefa.

 

Obama replicou com seu exemplo. "Ainda há muito que quero fazer para manter a América avançando. Mas a lei é a lei, e ninguém está acima dela", especificou.

 

"Francamente, estou desejando a volta da minha vida após a presidência. Poderei passar mais tempo com minha família, encontrarei novas formas de servir a meu país e poderei visitar a África mais frequentemente ", palavras que foram recebidas com entusiasmo no plenário.

 

Igualmente, Obama chamou os líderes africanos a se inspirar no ex-presidente sul-africano e líder da luta contra o "apartheid", Nelson Mandela, que "deixou um legado durável e foi capaz de sair do cargo e transferir o poder de forma pacífica".

 

"Da mesma forma que a UA -continuou- condenou golpes de estado e transferências de poder ilegítimos, a autoridade e a voz poderosa da UA também pode ajudar a garantir ao povo da África que seus líderes respeitam os limites de seus mandatos e suas constituições".

 

"Ninguém deve ser presidente por toda vida", concluiu.

 

O presidente dos Estados Unidos deixará a Etiópia nesta tarde e porá fim a uma viagem de quatro dias na qual também visitou o Quênia, terra natal de seu pai, para tratar sobre assuntos comerciais, de segurança e de direitos humanos.

África do Sul desafia TPI e recusa deter Omar al-Bashir

Joanesburgo - Presidente sudanês é acusado de crimes de guerra, contra a humanidade e genocídio durante o conflito no Darfur. Ele nega.


Fonte: DN Globo


De fato azul e gravata a condizer, Omar al-Bashir posou com os restantes líderes para a foto de família da cimeira da União Africana, ontem em Joanesburgo. Proibido de sair da África do Sul por decisão de um tribunal de Pretória, o presidente do Sudão ficará hoje a saber se esse mesmo tribunal decide entregá-lo ao Tribunal Penal Internacional (TPI) da Haia.

 

Procurado por crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio durante o conflito no Darfur, Bashir goza de imunidade, como todos os participantes na cimeira. E as autoridades sul-africanas parecem dispostas a desafiar uma instância judicial que consideram "já não ser útil para o propósito para o qual foi criada".


Criado em 2002 na cidade holandesa de Haia para julgar responsáveis por crimes de guerra, crimes contra a humanidade ou genocídio quando a justiça dos respetivos países não pode ou não quer atuar, o TPI está dependente das autoridades dos países signatários - 121, nos quais não se incluem os Estados Unidos - para aplicar os seus mandatos.


Com tribunais criados especialmente para o Ruanda e a ex-Jugoslávia, todos os casos hoje em aberto no TPI se referem a África. O que já levou os líderes africanos a acusá-lo de estar enviesado. O Congresso Nacional Africano (ANC - o partido do presidente sul-africano Jacob Zuma) acusou ontem o TPI de exercer uma "justiça seletiva" e defendeu a revisão dos estatutos daquele tribunal de forma a que se torne "uma instância independente para uma justiça universal e equitativa".

Militares anunciam golpe de Estado no Burundi

Lisboa - Um general do Burundi anunciou a destituição do Presidente, mas Pierre Nkurunziza, ausente no estrangeiro, respondeu dizendo que a tentativa de golpe “falhou”. A meio da tarde desta quarta-feira, a situação não era clara e um oficial superior disse que decorriam “negociações” entre fiéis do chefe de Estado e golpistas.

Fonte: Publico

Nkurunziza, que estava em Dar es Salaam, regressou a Bujumbura, segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros tanzaniano. E o general golpista ordenou o encerramento das fronteiras e do aeroporto da capital.

Pouco antes, um militar que pediu o anonimato disse à AFP que há “negociações entre os dois campos” para encontrar “uma solução” que preserve “os interesses nacionais”. As duas partes estão “de acordo em não derramar o sangue dos burundianos”, acrescentou.

O anúncio da destituição foi feito através de rádios privadas pelo major-general Godefroid Niyombare, antigo companheiro de armas de Nkurunziza. “O Presidente Pierre Nkurunziza está destituído das suas funções, o Governo está dissolvido”, anunciou Niyombare, afastado em Fevereiro da chefia dos serviços de informações, depois de ter desaconselhado o chefe de Estado a concorrer a um terceiro mandato, o que é considerado inconstitucional pelos seus adversários políticos.

“Falhou”, reagiu pouco depois Nkurunziza, na sua conta no Twitter. O Presidente estava em Dar es Salaam, para participar numa cimeira de países da África Oriental dedicada à crise política no Burundi. Os chefes de Estado ali reunidos “condenaram o golpe”.

Depois do anúncio de Niyombare, ouviram-se tiros esporádicos no centro da capital. Soldados fiéis ao Presidente dispararam para o ar para dispersar centenas de opositores de Nkurunziza, que, segundo um jornalista da AFP, saíram à rua e se concentraram junto às instalações da radiotelevisão nacional. Militares defensores do afastamento do chefe de Estado tentaram tomar as instalações da estação, mas a guarda resistiu, segundo informações da Reuters.

“Consideramos isto uma piada, não um golpe”, disse um conselheiro do Presidente, Willy Nyamitwe, à Reuters. À AFP confirmou o levantamento de “um grupo de militares” e considerou “fantasista” a declaração de golpe. Disse também que “as pessoas que lançaram essas mensagens através das rádios privadas estão a ser procuradas para serem levadas à justiça”.

A crise política no Burundi começou a 26 de Abril, depois de Nkurunziza, Presidente desde 2005, ter anunciado a intenção concorrer nas eleições previstas para Junho. A contestação já provocou a morte de mais de duas dezenas de pessoas.

Casas de luxo: Angolanos são os que gastam mais em Portugal

Lisboa - A meta de Sotheby’s em Novembro era de fechar 2014 com um volume de negócios de 150 milhões de euros em Portugal. Agora que as contas estão feitas, a agência imobiliária dedicada ao segmento de luxo termina o ano com um volume de 185 milhões de euros, após a venda de 212 imóveis, com um crescimento de 48% em termos homólogos.

Fonte: Jornal de Negócio
Dolores.jpg - 45.09 KBO valor médio de venda também aumentou face a 2013, fixando-se nos 870 mil euros. Segurança, clima e hospitalidade são apontados como os motivos para a aposta em Portugal.

Os clientes estrangeiros vêem a sua quota reforçada para os 66%, optando por áreas como a linha do Estoril, Sintra, Lisboa e Algarve. Já os portugueses tendem a ser mais modestos no preço, adquirindo imóveis entre os 500 e os 700 mil euros.

Na totalidade do mercado português das casas de luxo, transaccionaram-se 2 mil propriedades acima dos 500 mil euros, refere a empresa liderada por Gustavo Soares.

Quem compra o quê?

Franceses: são os que mais compram, representando quase 30% do total dos clientes estrangeiros. Procuram casas antigas no centro das cidades para transformar na sua segunda habitação. Em média, estão dispostos a pagar entre os 800 mil e um milhão de euros.

Angolanos: o peso desta nacionalidade é mais reduzido, mas ganha destaque pelo valor investido em casa imóvel. Os angolanos pagam, em média, 1,8 milhões de euros por uma casa de luxo em território português.

Brasileiros: são os segundos maiores compradores na Sotheby’s e procuram apartamentos novos e edifícios com arquitectura contemporânea. O preço médio fixa-se nos 700 mil euros, encarado como uma porta de entrada para negócios em território europeu.

Ingleses: os compradores ingleses continuam a privilegiar o Algarve, por se tratar de um destino de golfe e praia. Os britânicos são os terceiros maiores compradores e tendem a investir valores semelhantes aos franceses.

Chineses: são os quartos maiores compradores e investem, em média, entre um e dois milhões de euros. A compra é vista como uma porta de entrada para o território europeu, uma vez que um investimento superior a 500 mil euros em imóveis portugueses é condição para a obtenção do visto "gold" [autorização de residência para actividade de investimento].

Igreja Universal oferece a fiéis escrituras de "terrenos no céu"

São Paulo - A Igreja Universal do Reino de Deus, em mais uma de suas campanhas marqueteiras, absurdas e anti-bíblicas, colocou à venda escrituras de sociedade com Deus. Mediante a oferta depositada, o fiel recebe um contrato que lhe da direitos sobre o Criador, o qual passa a ser seu sócio, e pode exigir as bênçãos que supostamente lhe correspondem. 

*Marcos Paulo
Fonte: Portal Metropole
Para “autenticar” o contrato, 70 pastores da IURD estariam selando o documento com o sangue do cordeiro, e à partir de então o contrato passaria a ter valor legal ante Deus.

O vídeo da divulgação da venda das escrituras foi vazada por um grupo na internet. O programa foi transmitido na internet pelo site da Igreja Universal.

No vídeo o pastor que ali comandava disse que fiéis já estariam comprando a novidade, os chamados "contratos da fé" são escrituras de "terrenos no céu". Com a compra do papel, o fiel teria direito a um terreno celestial.

As escrituras não tiveram valor estimado ou divulgado no vídeo, mas a compra delas é sucesso entre os fiéis de mais de 70 igrejas da universal.

De salientar que a 31 de Dezembro de 2012, em Luanda, um total de 16 cidadãos angolanos perderam a vida quando participavam uma vigília da IURD, designada "Vigília da Virada - Dia do Fim", em consequência de esmagamento e asfixia provocadas pela grande afluência de populares. Entre as vítimas havia três crianças com idades entre os três e quatro anos, além 120 feridos.  

Após a tragédia o governo angolano abriu um processo-crime contra a direcção da referida igreja. Segundo Júlia Rosa de Lacerda Gonçalves, da Direcção Nacional de Investigação Penal da Procuradoria-Geral da República (DNIAP-PGR), “neste momento, estamos a aguardar a realização daquilo que achamos ser o último acto processual para, posteriormente, remetermos o processo para o tribunal competente”, disse.

Júlia Lacerda argumentou que o acto está ser feito por uma instituição que não está vinculada à DNIAP-PGR, pelo que a responsabilidade do atraso recai sobre ela, garantindo que brevemente será finalizado. “O importante não é concluir o processo no prazo compreendido, mas sim instaurar devidamente o processo, ainda mais neste caso, que tem muita gente envolvida”, justificou.

Desde que a IURD organizou o “Dia do Fim” que provocou várias mortes, já se passou três anos. Na época, a Polícia Nacional alegou que o ocorrido deveu-se ao facto de terem aparecido mais fiéis do que as expectativas da organização, o que causou excessiva lotação no interior e exterior do estádio.

Devido a isso, a IURD ficou impedida de realizar actividades religiosas durante três meses. A interdição foi anulada no dia 30 de Março de 2013. Na altura, ficou determinado que a igreja seria alvo de fiscalizações permanentes da Procuradoria Geral da República, dos Ministérios do Interior, da Justiça e Direitos Humanos e Cultura.

Manifestações em 170 cidades nos EUA e ilações para Angola

New York - A violência deflagrou na madrugada desta terça-feira após o anúncio da deliberação do Grande Júri norte-americano ter recusado acusar o agente da polícia que o matou o jovem negro Michael Brown, de 18 anos de idade em Agosto do corrente ano.

Fonte: Editado/Club-k.net

Presidente Barack Obama apela à calma

O polícia  Darren Wilson que matou o jovem negro desarmado em Ferguson,  cidadede de Missouri, não foi condenado nem será julgado. Consequentemente, e exporadicamente com slogs propagados nas redes sociais mais uma centena de manifestações em todo o país reclamam justiça para Michael Brown. A família pede a reabertura do processo.

O Presidente Barack Obama que apelou  à calma reconheceu que "muito trabalho esta por ser feito no que diz respeito à melhoria das relações raciais entre brancos e negros e às questões de imposição da lei".

Washington DC, Nova Iorque, Los Angeles, Atlanta, Boston, Filadelfia, Oakland e Seattle albergaram ontem a noite as maiores concentrações, de tom pacífico, salvo isolados incidentes e algumas detenções. O consolado Americano na cidade de Toronto e a embaixada America na cidade de OTAWA tambám foram alvos de centemas de descontentes/manifestantes em solidariedade a Michael Brown.

Há edifícios e carros incendiados e lojas pilhadas. A polícia ripostou com gás lacrimogéneo para tentar conter a violência generalizada.

 Policia que matou diz que «Estou de consciência limpa, fiz o meu trabalho»

«A razão pela qual estou de consciência limpa é porque sei que fiz o meu trabalho como devia», disse Wilson à ABC, falando publicamente pela primeira vez desde o episódio de 9 de agosto. Quando questionado se o incidente terminaria de igual modo se Brown fosse branco, respondeu: «Sim… sem dúvida».

Ilação para Angola

“O Exemplo patriótico do jovem Ganga” segundo define Marcolino Moco. Por outro lado Michael Brown é o simbolo da injustiça racial na América. Destes dois problemas sociais o descontentamento populare é similar mas os resultados e posição do governo é completamente diferente. Neste contexto é oportuno mencionar que das manifestações nos Estados Unidos, o governo de José Eduardo Dos Santos tem vários aspectos a considerar e dentre os quais se destacam:

- Responsabilidade e pronunciamento do chefe da Nação em assuntos de impacto Nacional
- O governo ou partido no poder não actua como policia e juiz
- Manifestação eh um direito necessário de expressão ideológica
- Responsabilidade da policia durante as manifestações
- Respeitar a diferença de pensamento não teoricamente mas no ponto de vista prático
- Para manifestações não é necessário autorizações protocolares ou governamentais

 

Obama anuncia um novo capítulo nas relações EUA-Cuba

Washington - O presidente Barack Obama anunciou nesta quarta-feira um novo capítulo nas relações entre os Estados Unidos e Cuba, assinalando que já é hora de acabar com "um enfoque antiquado sobre a ilha comunista".

Fonte: Angop

"Através dessas mudanças, tentamos criar mais oportunidades para os povos americanos e cubanos e iniciar um novo capítulo", afirmou.

Falando em cadeia nacional, Obama também anunciou que os Estados Unidos vão revisar a designação de Cuba como Estado patrocinador do terrorismo e que vai discutir no Congresso a suspensão do embargo aplicado contra Havana, destacando que isolar a ilha por 50 anos não atingiu os seus objectivos.

Obama agradeceu ainda ao Papa Francisco pela ajuda que proporcionou no processo de aproximação dos dois países.

Já o presidente cubano, Raul Castro, num pronunciamento simultâneo, anunciou que, durante conversa por telefone com o presidente americano, na terça-feira, acertou "o restabelecimento das relações diplomáticas" com os Estados Unidos, lamentando, no entanto, que ainda seja mantido o "bloqueio" económico sobre a ilha.

"Acertamos o restabelecimento das relações diplomáticas. Isto não quer dizer que o principal tenha sido resolvido: o bloqueio económico", disse Raul, que confirmou, também, a libertação de três agentes cubanos presos nos Estados Unidos, assim como as do funcionário terceirizado do governo americano Alan Gross e de um "espião de origem cubano" a serviço de Washington em Cuba.

Gâmbia: Falha a tentativa de golpe de Estado durante a ausência do Presidente

Washington - Uma tentativa de golpe de Estado na Gâmbia gerou o caos na capital do país, Banjul, nesta terça-feira, 30, depois que um grupo de soldados aproveitou a ausência do presidente, Yahya Jammeh, para atacar vários edifícios governamentais, segundo a imprensa local.

Fonte: VOA

ImageO jornal Freedom Newspaper revelou que militares atacaram durante a madrugada o Palácio Presidencial de Banjul e um quartel militar na ponte de Denton, que liga a cidade ao resto do país, além de outras instalações da cidade.

De acordo com a mesma fonte, durante os combates posteriores ao ataque do Palácio Presidencial, pelo menos cinco soldados rebeldes morreram, entre eles o suposto líder do golpe, o tenente-coronel Lamin Sanneh, antigo líder da guarda presidencial.

Até agora, nem o Governo nem os golpistas se pronunciaram sobre o caso.

A Agência de Imprensa Africana informou no domingo que Yahya Jammeh viajou para França com uma ampla delegação governamental para se reunir com o presidente francês, François Hollande.

Nascido em 1965, Yahya Jammeh chegou ao poder em 1994, aos 29 anos, após um golpe de Estado de características muito similares à tentativa de hoje e no qual praticamente não encontrou resistência.

Desde então, Jammeh ganhou quatro eleições consecutivas, sendo a última em 2011, quando conseguiu um apoio superior a 70 por cento, embora as autoridades regionais da Comunidade Económica de Estado de África Ocidental (Cedeao) terem considerado que elas foram viciadas.

Em Julho de 2010, sete pessoas, entre elas o então chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, o tenente-general Lang Tombong Tamba, foram condenadas à morte por organizar um golpe de Estado. No fim de 2012 a pena foi substituída pela prisão perpétua.

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