Bastidores

“Kopelipa” encomenda garrafas de vinho com o seu rosto

Lisboa - A fabrica de vinho espanhola “Gran Calzadilla” reservou uma produção limitada do seu produto para o general angolano Hélder Vieira Dias Junior “Kopelipa”, que nas estruturas do governo exerce as funções de ministro de Estado e Chefe da Casa Militar do PR.

Fonte: Club-k.net

Generais do regime com fantasias  de reservas  vinho 

De acordo com registros, o general Kopelipa não é o único dirigente do regime com fantasias em reservas de vinho. Em 2014, o Club-K, reportou que a Quinta do Casal Monteiro, S.A., antiga Casa Agrícola Herdeiros de Dom Luís de Margaride de Portugal, havia produzido vinho com duas marcas de vinho com o nome do general angolano Higino Carneiro, actual Governador de Luanda. As marcas são: A “Higino Carneiro Serras Da Xxila Reserva Particular Vinho Tinto” e a “Higino Carneiro Serras Da XXila Reserva Rancha Santa Maaria Red”.

 

Imagem inédita de JES saudando Rafael Marques

Lisboa - O Rafael Marques de Morais, parabenizou o Presidente José Eduardo dos Santos (JES), que neste domingo (28) completou  74 anos de idade. A manifestação do activista foi expressa nas redes sociais e anexada ao registro de uma imagem inédita registrada no passado, em que o mesmo teve o privilegio de ir a uma festa sua de aniversário, no Futungo de Belas, em 1992.

Fonte: Club-k.net

“Em 1999,  o senhor  ordenou a minha detenção e  passei a compreendê-lo melhor”

“Camarada Presidente, por mais um ano de vida. Espero, no próximo ano, desejar-lhe um duplo parabéns pelo seu aniversário e pela sua reforma pacífica, na expectativa de que devolverá o poder ao seu soberano: o povo.”, escreveu o ativista que tem de destacado em trabalhos de exposição ás praticas de agressões contra populares  e corrupção que caracterizam o longo consulado de Eduardo dos Santos.

 

Em Julho de 2015, Marques escreveu no portal Maka Angola uma mensagem em que apesar de ser critico ao modo de governação de JES, também o admirava pela forma como conservava o seu poder.

 

“Apesar de ser um crítico acérrimo do seu modo de governação e do consequente sofrimento da maioria do povo angolano, admiro-o pela forma estóica como mantém o poder e compreendo muito bem a sua angústia perante a possibilidade de o perder.” lia-se na mensagem que solicitava ao PR, a soltura dos presos politicos que haviam sido acusados pelo general João Maria de Sousa, de estarem a preparar um golpe de Estado contra o Chefe de Estado.


“Durante algum tempo da minha infância, nutria por si um sentimento de terror. Sabia, nessa altura, quando o senhor presidente agendava uma saída da sua residência oficial na estância balnear do Futungo de Belas. Nessas ocasiões, por volta da meia-noite ou um pouco mais tarde, sentia a casa a tremer e a mãe, alarmada, vinha retirar-me do quarto para o quintal. A guarda presidencial transportava para a rua onde até hoje vive a mãe, em camião apropriado, um tanque de guerra soviético. Essa monstruosidade manobrava então para posicionar-se na estreita e curta travessa para a qual dava a parede dos dois quartos da casa. A estrutura era tão pobre e os tijolos já corroídos pelo salitre, por ser junto da praia, na Samba, que uns centímetros de desvio na manobra do tanque seriam o adeus eterno da minha família. A saída do presidente do palácio forçava-nos, então, a dormir no quintal até à retirada do tanque.”


“A minha infância ficou marcada por esse paquiderme de aço que, com um breve gesto, poderia desfazer a nossa casa e família, mesmo sem querer.”

 

"Não gostava de si por causa desse perigo de vida que corria sempre que o senhor presidente saísse do seu palácio. Rezava para que não tivesse de sair de lá. Eu frequentava a igreja, senhor."

 

“Em 1992, tive o privilégio de, pela primeira vez, ir a uma festa sua de aniversário, no Futungo de Belas. A minha expectativa era grande. Ia observar o convívio entre os dirigentes do meu país. Quando o senhor se retirou da festa, vi um ministro dar instruções para que um arranjo de lagostas fosse levado para o carro dele, um general a desviar uma preciosa garrafa de whisky, governantes e comensais a saquearem o que havia no banquete. Na altura, julguei tratar-se de um acto de generosidade da sua parte. Mas saí do Futungo de Belas muito mal impressionado com o tipo de indivíduos que o auxiliavam e continuam a auxiliar na governação. Se nem sequer se coibiam de levar a comida e os beberetes do palácio, como poderiam conter-se e gerir com probidade o património público?”

“Desde então, não mais tive ilusões sobre si ou os seus colaboradores.”


“Conto apenas estes dois episódios não para recriminá-lo, mas como um desabafo de alguém que, como milhões de cidadãos angolanos, tem mais experiências negativas do que positivas com o seu exercício do poder.”

“Muitas vezes interrogo-me, com perplexidade, quando noto que o senhor presidente se sente ofendido ou ameaçado com actos normais de descontentamento de cidadãos: Quão ofendido ou descontente teria eu de me sentir para fazer justiça ao que já sofri às mãos do seu regime?”

 

“Imagino o que passará pela cabeça de milhões de cidadãos, também afectados. Só a livre expressão nos poderá libertar de perigo de os recalcamentos se tornarem sentimentos de ódio, frustração e vingança.O respeito que o senhor merece é o reflexo da forma como respeita os seus governados e os seus interesses comuns. Já prescreve a Terceira Lei de Newton, que o senhor presidente como engenheiro conhece: “Para toda acção há sempre uma reacção oposta e de igual intensidade”.

 

“Em 1999, quando o senhor presidente ordenou a minha detenção, por se ter sentido ofendido com os meus escritos, passei a compreendê-lo melhor: é um homem poderoso, mas inseguro. Apreciei o gesto do seu secretário que me visitou para saber do meu estado de saúde e de espírito na cadeia. Apesar dos horrores por que aí passei, guardei uma melhor recordação da minha experiência por causa dessa visita. O então director da Penitenciária de Viana, Francisco Ningosso, enviou-me um cartão de amizade à cela, para um encontro debaixo de uma árvore que lá havia, e tivemos longas conversas. Esse diálogo foi interessante. O meu privilégio, no entanto, foi ter documentado e reportado sobre as violações dos direitos humanos na cadeia.”

 


Desta vez, senhor presidente, não envie o seu secretário para saber da saúde dos jovens. O procurador-geral da República, general João Maria de Sousa, precipitou-se ao anunciar publicamente, enquanto zelador da legalidade, que os jovens estariam a preparar um golpe de Estado contra si. Desacreditou o que resta de seriedade deste órgão judicial. O general João Maria de Sousa é muito mau. É péssimo a servi-lo. A descrença no sistema judicial não contribui para a a sua segurança.

 

Veja bem: o sistema judicial é o que o poderá proteger da barbárie se alguma vez a situação política mudar.
O sistema judicial é a fina película que separa a civilização da selvajaria.
Não comprometa o sistema judicial. Não comprometa a civilização e o direito.

 

O senhor presidente deveria ouvir o sussurro entre os operacionais dos próprios serviços de inteligência, que lhe são leais. Acham que o aproveitamento político-judicial dos relatórios de vigilância das actividades dos activistas detidos, para tão grave acusação, é contraproducente.


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Embaixador angolano envolvido em rapto

Lisboa - O actual Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola, na República da Coreia do Sul, Albino Malungo é citado em documentos como o autor do rapto, em 2010, em Luanda, da jornalista Amélia Filomena Clemente de Aguiar. O caso foi abafado pelo PGR, João Maria de Sousa que segundo, a lesada informou ao PR, que não houve ocorrência de rapto.

Fonte: Club-k.net

PGR encobriu o  processo para proteger dirigentes do regime 

Volvidos 6 anos, a identidade do autor do rapto veio agora a superfície porque a jornalista resolveu divulgar, nas redes sociais, os documentos do processo, depois de verificar que a Procuradoria do general João Maria de Sousa estaria a abafar o caso deixando impune os autores ligados ao regime.


“Há três anos que o Tribunal mandou remeter o processo contra o Antônio Henrique da Silva vulgo Dinguanza e do Albino Malungo á Procuradoria Gera e nada. Do Tribunal Supremo não sai”, lamenta a jornalista.


Na altura dos factos, a jornalista Amelia Aguiar escreveu ao Presidente José Eduardo dos Santos (JES) informando sobre o que aconteceu com a sua pessoa. Em reação ao Chefe de Estado pediu a então Ministra da Promoção da familia, Genoveva Lino para acompanhar o caso. No sentido de salvaguardar a imagem dos seus colegas, a antiga ministra induziu o PR  ao erro informando-o que rapto de Amélia Aguiar foi uma simulação premeditada pela mesmo.

 

“Essa dona Genoveva Lino é tão medrosa que nem entendo como foi parar à deputada. Um dia ela ligou para mim, a dizer que o Sr presidente tinha-lhe pedido para acompanhar o meu caso já que eu tinha escrito ao presidente a queixar-me dos tribunais. Eu até lhe disse que não a achava com cabeça ou competência para tratar do caso, mas como ela insistiu eu fui lá a Assembleia Nacional ter com ela. Foi ela que me disse que o procurador tinha dito ao Presidente que não tinha havido rapto e que eu simulara o ataque. Depois ela falou com o meu advogado, acagacou-se toda e nunca resolveu nada. Eu só estou a contar esses episódios para que vocês saibam quem são os ditos representantes do povo. Não nos iludamos. Eles só vêm dinheiro. É a máfia nacional. É ainda ficam a pedir quotas para as mulheres entrarem na política”, escreveu a jornalista nas redes sociais.

 

Com a devida venha o Club-K reproduz os documentos emitidos pela própria justiça angolana que contrariam a versão do Procurador Geral da República, general Joao Maria de Sousa transmitida ao Chefe de Estado angolano, segundo as quais não houve ação de rapto comandada pelo embaixador Albino Malungo.

 

 

General Laborinho favorito para ministro do Interior

Lisboa - Em meios do regime próximos do círculo presidencial conjectura-se ultimamente que o tenente-general Eugénio César Laborinho, actual Secrétario de Estado do Interior é a figura que o Presidente, José Eduardo dos Santos (JES) prefere para vir a substituir Ângelo Tavares de Veiga Barros como ministro do Interior.

Fonte: Club-k.net

Morte de militante  da UNITA precipita  queda de Ângelo Tavares 

De acordo com as referidas conjecturas, JES terá dado tais indicações  antes de realizar a última viagem a Barcelona ao avaliar a posição  do ministerio do interior sobre o ataque violento que uma delegação de deputados da UNITA sofreu em Kapupa (Cubal – Benguela) nas mãos de militantes do MPLA resultando em um morte e três feridos.

 

Na sua reação interna, JES teria reagido mais ou menos assim, junto dos seus assessores “estão a ver, eu queria nomear o camarada Laborinho, como ministro mas vocês opuseram-se, olhe agora o que este homem está a fazer”.

 

José Eduardo dos Santos referia-se ao relatório do ministério do interior (lido pelo comissário Aristófanes Cardoso dos Santos) sobre o ataque na Kapupa que continha dados aparentemente manipulados onde apresentavam a vítima (UNITA) como culpada.

 

O Presidente da República viu-se forçado em desmarcar-se da posição do ministério do interior tomando uma posição pública em que sugeria o aprofundamento e o melhoramento das investigações quanto ao ataque contra delegação do maior partido da oposição.


“Tudo deve ser feito para evitar que situações como estas não voltem acontecer”, disse o também Presidente da República de Angola, na cerimónia de abertura da IV sessão extraordinária do Comité Central do MPLA, no primeiro dia de Julho.


Numa ação aparentemente destinada a corrigir o seu erro, o ministro do Interior, exonerou o director provincial do Serviço de Investigação Criminal de Benguela, e autor do relatório manipulado superintendente-chefe Armando Vieira que foi recentemente substituído por superintendente Joaquim António José. Armando Vieira o autor do relatório manipulado foi entretanto transferido para a província do Huambo.

 

De realçar que esta não foi a primeira vez que o PR toma decisões em reação a relatórios de teores duvidosos que lhe chegam as mãos. Muito recentemente abordou o general Manuel Vieira Dias sobre a autenticidade do teor de um outro relatório, também da autoria do ministro Ângelo Tavares de Veiga Barros respeitante a operação que causou o desaparecimento de dois activistas Isaias Cassule e Alves Kamulingue, assassinados por agentes da Polícia de Investigação de Angola.

 

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João Lourenço nomeado sem ser consultado

Lisboa - Posições do novo vice-presidente do MPLA, João Lourenço, denotam que foi nomeado ao cargo sem ter sido consultado pelo líder do partido, José Eduardo dos Santos (JES) para saber se ele estava ou não disponível para assumir tais responsabilidades partidárias.

Fonte: Club-k.net/Lusa

Novo "Vice" do MPLA afirma-se surpreendido com nomeação

Falando à imprensa, no final da primeira curta reunião do novo Bureau Político, depois do VII Congresso ordinário, realizado na semana passada, João Lourenço declarou-se “um bocado surpreendido” pela sua escolha para o cargo de segundo homem do partido.

 

Contudo apontou as eleições gerais como o “grande novo desafio” a enfrentar nos próximos tempos.

 

“Esta manhã alguém me entrevistou e eu dizia, ‘não, é especulação’. O jornalista dizia, ‘ai é, é especulação, então vamos esperar algumas horas’. Portanto ele sabia mais do que eu”, referiu.

 

Relativamente aos apelos do líder sobre a disciplina e rigor no partido para a execução dos programas do MPLA, João Lourenço disse corroborar a posição do presidente José Eduardo dos Santos, segundo a qual um dos pontos fracos é a falta de materialização das ideias “por carência de disciplina, de organização”.


“E é por aí onde a gente tem que atacar, temos que imprimir a necessidade de haver maior rigor, maior disciplina em todo o trabalho que realizamos. Portanto, brincadeira é brincadeira, trabalho é trabalho, e temos que levar o trabalho a sério”, frisou.

 

O novo vice-presidente do MPLA, questionado pela agência Lusa, se estaria preparado para ocupar a liderança do partido, em caso de retirada do líder da vida política em 2018 como anunciou recentemente, João Lourenço preferiu não fazer comentários.

 

“Penso que é muito cedo para falarmos sobre esta matéria, prefiro prescindir de fazer comentários a respeito desta matéria”, respondeu.

 

Respeitante a conduta do PR, em não ter informado em primeira mão a João Lourenço se estava disponível ou não para o cargo, o antigo Primeiro Ministro e ex- SG do MPLA, Marcolino Moco reagiu através das redes sociais nos seguintes termos:

 

“Este é o problema. A caminho da terceira década do estabelecimento da democracia multipartidária no país, no maior partido que se diz deter o poder como associação de vários indivíduos, a ascensão para cargos tão importantes continua a depender de um só homem; cuja estrutura pessoal de apoio informa primeiro determinados jornalistas, para que os “eleitos” não se convençam que estarão lá por mérito próprio.”

 

Para Moco “Os homens indicados (depois necessariamente “eleitos”) para criar certas ilusões, por mais valiosos que sejam, como João Lourenço e Paulo Kassoma, só podem prometer muito trabalho. Nunca podem ter ambições pessoais, no domínio político. Sempre é muito cedo, mas a verdade é que “nunca mais é sábado”, como se dizia antigamente.”


De realçar que João Lourenço foi eleito para vice-presidente, enquanto Paulo Kassoma será o novo secretário-geral do MPLA

 

Matross recusa deixar o cargo de SG do MPLA

Lisboa - Estão a ser identificadas no actual Secretário-geral do MPLA, Julião Paulo "Dino Matross”, manifestações de recusa em abandonar o cargo partidário que cessa formalmente na próxima terça-feira (22) quando for anunciada o novo Secretariado executivo do Bureau Político do MPLA, na primeira reunião do Comité Central após o congresso.

Fonte: Club-k.net

Deverá ser colocado como Secretario dos antigos combatentes 

De acordo com estimativas, o Presidente José Eduardo dos Santos é aguardado que venha indicar como “vice” do partido, o ministro João Manuel Gonçalves Lourenço, por sua vez a pasta da Defesa Nacional seria assegurada pelo general Francisco Higino Lopes Carneiro que pode deixar Luanda a favor de Job Castelo Capapinha.

 

Para Secretário Geral, deverá ser nomeado o engenheiro António Paulo Kassoma, actual secretário dos quadros. Quanto a “Dino Matross”, o SG cessante, há ventilações de que pode vir a ser acomodado como Secretario para os antigos combatentes, em substituição de Francisco Magalhães Paiva “Nvunda”.


É também estimada a saída do actual Secretario para informação, Mário António de Sequeira e Carvalho por alegada inoperacionalidade no sector. Para a sua substituição estão a ser sugeridos, pela imprensa angolana, nomes como Carolina Cerqueira, Manuel António Rabelais.

 

É igualmente aventada a saída de João Martins “Jú”, do cargo de secretario para os assuntos políticos. Para a sua substituição fala-se em dois nomes. O de Mário António de Sequeira e Carvalho e de  Carlos Maria Feíjo.

 

General “Kianda” pediu passagem à reforma

Lisboa - As reclamações levantadas à margem do VII congresso do MPLA, segundo as quais o general Salviano de Jesus Cerqueira “Kianda” não deveria ingressar no Comité Central por imperativos constitucionais, foram recentemente desdramatizadas com o avanço de dados explicando as condições o remetem para atividades políticas.

Fonte: Club-k.net

Polêmica em torno do seu ingresso ao Comité Central do MPLA

Segundo dados, a sua entrada ao Comité Central do MPLA foi antecedida como antecipado pedido de passagem á reforma, ocorrido em 2014, e aceite pelo Comandante-Em-Chefe das Forças Armadas Angolanas, José Eduardo dos Santos conforme consta numa ordem n.º 10/14 reproduzida em Diario da República.

 

O documento indica igualmente passagem à reforma por Limite de Idade, de outros generais como Luís Pereira Faceira, Mbeto Monteiro Traça, Augusto da Costa Carneiro, Benigno de Oliveira Vieira Lopes, Raul Pedro Hendrick da Silva e etc.

 

O general Salviano de Jesus Sequeira, é presentemente o Secretário de Estado da Defesa para os Recursos Materiais, cargo que pode ser ocupado tanto por um oficial no activo ou reformado. No período que antecedeu a Independência de Angola fez parte da guerrilha do MPLA onde se destacou como comandante baseado na zona norte do país. Presentemente, corre que manifesta vontade de afastar-se também do executivo para desfrutar da sua reforma.

 

TV Zimbo deixa cair novamente a sua máscara partidária

Luanda - A TV Zimbo que, à semelhança dos demais órgãos públicos e privados de comunicação social excedeu-se na cobertura do congresso do MPLA, deixou cair novamente a sua máscara partidária.

Fonte: Club-k.net

No final do conclave do “M”, Francisco Mendes, um dos principais pivôs desta estação televisiva privada, protagonizou mais um episódio rasteiro em matéria de jornalismo que teve como objectivo “esvaziar” ou, no mínimo, contrariar uma entrevista que o líder da banca parlamentar da UNITA, Adalberto Costa Júnior, havia dado momentos antes à Zimbo.


Chamado a comentar o discurso do Presidente do MPLA, o responsável da UNITA teceu duras críticas ao pronunciamento do líder do maior partido em MPLA, o que terá provocado algum desconforto ao entrevistador, embora o representante da UNITA tivesse tido também a hombridade de elogiar alguns aspectos “positivos” do conclave do “M”.


Se o gesto de convidar um dos responsáveis do maior partido da oposição para comentar o discurso do presidente José Eduardo dos Santos foi um acto digno de registo, porque inédito entre nós, este ganho acabaria, porém, por ser manchado, com outra entrevista feita logo de seguida a Jesuíno Silva, 2.º secretário do Comité Provincial do MPLA em Luanda, que, curiosamente, não se encontrava na sala onde fora entrevistado Adalberto da Costa Jr..


A forma como Jesuíno Silva reagiu prontamente ao pronunciamento do representante do Galo Negro, aponta que o cenário tinha sido previamente montado pela Zimbo, pois só assim se justifica como ele teve acesso às declarações de Costa Jr. Só pode!


Este caso remete-nos para outro episódio não menos caricato, quando há dias Francisco Mendes, numa espécie de boca de aluguer, questionou, no final de uma entrevista que fez ao reverendo N´Toni Zinga, por que razão, este não gostava do MPLA...

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