Bastidores

Ex- Presidente do Gana recebe dirigente da UNITA

Luanda - Rafael Massanga Sakaita Savimbi Secretário Geral Adjunto da UNITA  que representou o Presidente do partido  Isaias Samakuva na Conferência "Election Bridge" no Ghana, foi recentemente recebido por John Kuffor ex Presidente daquele país para cumprimentos de cortesia e falar sobre África, com uma voz autorizada pela experiência acumulada.

Fonte: UNITA

A conversa de mais de quatro (4) horas, cingiu-se na Democracia em África, o papel da Juventude e no futuro do Continente.

 

O ex-líder Ghanense, país que já é um exemplo de democracia em África, acha que, só uma juventude progressista, patriótica e determinada pode contribuir para a democratização e consequentemente desenvolvimento do continente.

 

Rafael Massanga Sakaita Savimbi, aproveitou a ocasião, para informar aquele Estadista, sobre a actual situação de Angola.

Ruben Sicato novo Secretário da comunicação da UNITA

Lisboa – Anastácio Artur Ruben Sicato foi recentemente nomeado para assumir as funções de Secretário da UNITA para comunicação e Marketing, em substituição do coronel na reserva, Lourenço Pedro que passa a ser o assessor de imprensa junto ao Gabinete presidencial, de Isaias Samakuva.

Fonte: Club-k.net

A pasta da comunicação e Marketing estava reservada ao brigadeiro na reforma Marcial Adriano Dachala que entretanto mostrou-se indisponível por razões de saúde que o remetem em período de ausência para o exterior do país.


O novo titular da pasta da comunicação de 59 anos é hematologista clínico, que ao tempo da guerrilha viveu em Lisboa, onde exercia medicina, e era representante da UNITA em Portugal. Esteve pela segunda vez no extinto GURN depois de ter exercido o cargo de ministro da Saúde entre Abril de 1997 e Dezembro de 98.

“Toninho” Van-Dúnem na construção de barragem em Moçambique

Lisboa -  O antigo Secrétario do Conselho de Ministro de Angola, Antônio José Mendes Pereira Campos Van-Dúnem “Toninho”, é a figura angolana citada pelo portal “Africa Intelligence” como integrante de um consórcio responsável pela construção de duas barragens em Moçambique.

 Fonte: Club-k.net

Tratam-se das hidrelétricas de Boroma e Lupata, ambas situadas na bacia da Zambeze, no centro daquele país e que cujas obras  custaram cerca de um bilião de dólares norte-americanos. A primeira está avaliada em 600 milhões de dólares norte-americanos e terá uma potência de 215 megawatt, enquanto a de Lupata, com uma potência de 600 megawatt, está estimada em 1.2 mil milhões de dólares.

 

O consórcio que esteve envolvido na construção das duas hidrelétricas foi constituído pelas empresas Electricidade de Moçambique (EDM) e SONIPAL, de Moçambique, ATP Engenharia e Consultoria, do Brasil e a Energia de Angola (ENAGOL).

 

A ENAGOL apesar de estar  oficialmente em nome de  uma jovem advogada e “testa de ferro”, Marlene de Jesus Pedro de Cardoso, é associada aos interesses empresariais de “Toninho” Van-Dúnem. Pelo menos foi este antigo dirigente angolano que  se apresentou em Moçambique como seu principal responsável. 

Advogadas angolanas expostas no Panama Papers

Lisboa - O recente escândalo do “Panama Paper” está a expor membros da Ordem dos Advogados de Angola (OAA) que emprestaram os seus nomes para servirem de “testa de ferro” em  empresas envolvidas numa rede de corrupção que está a agitar a indústria petrolífera.

Fonte: Club-k.net

Como “testas-de-ferro” de empresas ligadas a práticas de suborno 

Segundo documentos, em posse do Club-K, o caso que envolve um grupo de  advogadas angolanas e funcionários da Sonangol está ligado  com a consultora petrolífera  UNAOIL LIMITED que é uma empresa constituída nas Ilhas Virgens Britânicas pela família Ahsani (um poderoso clã de origem iraniana) e sediada no Mónaco, onde a polícia da Inglaterra já esteve recentemente a fazer buscas, no seguimento de um pedido dos serviços de fraude britânicos.

 

As advogadas angolanas entraram no esquema em 2010, ao ajudarem a constituir  em Angola,  uma sucursal da UNIOL LIMITED que foi incialmente registrada em nome de dois “testas de ferro”,  Walter Fonseca Mendes da Costa e Keny Henda Paquete Cursino, 37 anos, funcionário da Sonangol que entrou na sociedade, em representação da ENAGOL – Energias de Angola.

 

Depois de pouco tempo da  formalização da empresa, em Angola, o sócio/ “testa de ferro” Walter da Costa cedeu a sua participação a uma “testa de ferro”, neste caso a advogada Nair Iracema Gouveia Castelo Pitra que passou a estar como representante da UNAOIL, empresa mãe  registrada nas ilhas Virgens britânicas. Nair Pitra é uma advogada experimentada em assuntos de  consultoria  para a industria de óleo e gás. A mesma   já trabalhou para os  escritórios de Carlos Feijó e Raúl Araújo.

 

A ENAGOL – Energias de Angola, acionista  da UNAOIL-Angola, é associada aos interesses do antigo Secretario do Conselho de Ministro, Antônio José Mendes Pereira Campos Van-Dunem “Toninho”, mas que foi registrada em nome de uma “testa de ferro”, Marlene de Jesus Pedro de Cardoso, igualmente advogada de 34 anos de idade. A advogada Marlene Cardoso está igualmente como “testa de ferro” em outras empresas ligada a "Toninho" Van-Dunem como a “Bled Capital” e o  “projecto & aplica Angola Consultores, limitada”.

 

Uma outra advogada angolana citada como tendo prestado trabalhos, na área dos contratos para a ENAGOL, é Maria Jesus que trabalha actualmente na TAAG, a companhia área de bandeira nacional.

 

As referidas advogadas foram colocadas como donas de empresas cujos os donos não desejam ser conhecidos devido as suas posições sociais ou políticas.  Segundo a “praxi”, elas depois passam uma procuração irrevogável cedendo as participações das empresas aos verdadeiros donos.

 

Em círculos internacionais, a “Unaoil Limited”, passou a ser chamada como a “companhia que subornou o mundo”.

 

Uma investigação jornalística conduzida pelos grupos de comunicação Fairfax Media e Huffington Post revela "dezenas de milhares" de emails corporativos que comprovam a entrega de subornos a altas figuras de Angola, por parte da Unaoil.

 

A investigação cita o caso do responsável do Comité de Controlo das Concessões (CCC) da Sonangol, Francisco Gonçalves “Chico Zé” que surge na história, associado a um contrato da empresa suíça Sulzer, especializada em equipamentos.

 

Segundo os jornais The Age e The Huffington Post, “a firma suíça prometeu pagar a Gonçalves, à época responsável por todos os blocos petrolíferos em Angola, 2,5% de um contrato de 20 milhões de libras”.

 

A comissão, que ao câmbio actual implicaria o pagamento de cerca de 3,5 milhões de dólares a Francisco Gonçalves, seria, de acordo com as duas publicações, viabilizada através de um “Fundo Social”.

 

Ainda segundo a investigação, quando a Sulzer assumiu que “não tinha mecanismo” para efectuar o pagamento, o hoje vice-presidente da Sonangol Sinopec International – subsidiária internacional da petrolífera estatal – demonstrou descontentamento e começou a “fazer pressão”.

Tema relacionado:

Novo escândalo de corrupção: Cerca de 3,5 milhões de dólares implicam vice-presidente da Sonangol Sinopec

 

Zenú dos Santos novo acionista do Standard Bank Angola

Lisboa - José Filomeno de Sousa dos Santos “Zenú”, comprou 49 por cento de acções do Standard Bank de Angola que pertenciam a AAA-Activos liderada pelo economista Carlos Manuel de São Vicente.

Fonte: Club-k.net

Ações avaliadas em mais de 100 milhões de dólares 

 

A  referida compra segundo documentos em posse do Club-K, foi feita através de uma empresa Inpal-Investimentos e Participações na qual José Filomeno de Sousa dos Santos detém 75% das ações e parceria com um sócio Jorge Gouds Pontes Sebastiao detentor das restantes 25% das ações.

 

Os 49 por cento agora vendidos foram adquiridos ao Standard Bank Angola em 2012 através de um aumento de capital, que então duplicou para USD 100 milhões o dinheiro disponível do banco, a operar em Angola desde 2010.

 

O Standard Bank Group, com sede em Joanesburgo, África do Sul manter-se-à como accionista maioritário (51 por cento), tendo agora como parceiro a Inpal-Investimentos e Participações de Zenú dos Santos.


Para além do Standard Bank  Angola, o também Presidente do Fundo Soberano de Angola está associado   num outro banco comercial angolano, de que é fundador,  o Banco Kwanza, cujas participações colocou, em 2012, em nome de um testa de ferro, Jean-Claude de Morais Bastos.

Angola terá «Banco da China»

 Lisboa - O Presidente da República, José Eduardo dos Santos autorizou recentemente o “Bank of China”, instituição financeira bancária com sede em Beijing, República Popular da China, a estabelecer na República de Angola uma sucursal denominada «Banco da China - Sucursal em Angola», para o exercício da actividade financeira bancária.

Fonte: Club-k.net

O «Banco da China» fez-se incialmente presente em Angola através de um escritório de representação em Luanda, desde 2012. Tornou-se no primeiro banco chinês com financiamento aprovado pelo BNA e oficialmente registrado em Angola. Porem, somente agora é que o PR através do Despacho Presidencial n.º 57/16 deu luz verde a esta instituição chinesa a funcionar como um banco comercial a semelhança dos já existentes em Angola.

 

Até poucos anos, os escritórios de representação d o Banco da China em Luanda, dedicava-se apenas ao fornecer aos clientes com serviços de assessoria financeira, consultoria em aspectos como financiamento, câmbio, compensação e investimento.

 

Fundado em 1912, o BOC é o único banco comercial na China operando continuamente por um século, bem como o banco comercial mais internacionalizado e diversificado naquele país. Esta representada em mais de 35 países

Miala distancia-se de José Tavares

Lisboa - Fernando Garcia Miala, o antigo diretor geral do Serviço de Inteligência Externa (SIE) distanciou-se de eventuais conotações (traduzidas em parcerias empresarias) feitas a sua pessoa a figura de José Ferreira Tavares, o ex- Presidente da Comissão Administrativa de Luanda, associada a um outro empresário Fernando Ferreira.

Fonte: Club-k.net

Zé Tavares suspeito  de ter se insinuado sócio do ex-DG do SIE

Em meios que lhe são próximos, o general das FAA, admite ter apenas parceria com o empresário Fernando Ferreira, que é seu afilho, através de uma empresa “KNG - Investments, Limitada” localizada na província do Kwanza-Norte. E não com o ex-Presidente da comissão administrativa de Luanda que cujo contacto desconhece.

 

Nas últimas semanas surgiram informações invocando que José Ferreira Tavares teria se juntado ao general Fernando Miala, em parcerias empresarias. Porém, em círculos conhecedores da conduta de José Tavares suspeitam que a referida ventilação tenha sido uma artificio destinado grudar se da reputação do antigo patrão da secreta angolana. A suspeita é baseada no antecedente em que Zé Tavares insinuava se como amigo pessoal do Presidente José Eduardo dos Santos e que recebia suas chamadas telefônicas.

 

De acordo com esclarecimento, uma tia sua identificada por “Bia” é que, amiga de infância de JES, e não ele. Bia é irmã de um outro falecido correligionário de Eduardo dos Santos, o malogrado Mário Santiago. A dada altura Zé Tavares que foi desertor das extintas FAPLAs esteve desempregado e a tia solicitou que lhe empregassem e foi então lhe dado um cargo de administrador do Sambizanga e uma patente militar de general, razão pela qual é considerado um dos muitos “generais de ocasião”.

Governador convida ex-colegas do BFA para “Vice” do BNA

Lisboa – Valter Filipe da Silva, o governador do BNA propôs ao Presidente da República, José Eduardo dos Santos nomes de antigos colegas  da JMPLA e do Banco de Fomento de Angola (BFA) para integrar a sua equipa de trabalho (Vice-governadores e administradores) recentemente empossada e apresentada aos funcionários  do  banco central angolano,  no passado dia 13.

Fonte: Club-k.net

De acordo com registros, o novo vice-governador  do Banco Nacional de Angola (BNA), Manuel António Tiago Dias foi seu colega e pertenceu a área jurídica e de auditoria do BFA. Mudou-se depois para o BNA. É oriundo da JMPLA, organização juvenil pela qual a sua esposa Emília Carlota Dias foi a segunda Secretaria Nacional, de Luter Rescova.

 

A  nova Vice-governadora Suzana Maria de Fátima Camacho Monteiro teve também passagem pelo BFA e depois mudou-se para o BNA, onde ao tempo da gestão de José de Lima  Massano  se tornou Directora do Gabinete de Estudos. Suzana Camacho Monteiro Formou-se em economia na Universidade Agostinho Neto (UAN) ao tempo do Ministro das Finanças Armando Manuel.

 

Para o conselho de administração está também um “ex-BFA”, Gilberto Moisés Moma Capeça, descrito como “grande amigo do governador Valter Filipe”. Formado em engenharia de sistema de informação, Gilberto Moma Capeça esteve na área dos créditos do BFA. É igualmente quadro da JMPLA, desde o seu tempo de estudante em Portugal.

 

Dentre os nomeados para o conselho de administração está também Samora Machel Januário Silva, 40 anos, que foi uma proposta de Francisco Cristóvão “Chiquinho”, um econômica da Casa Civil tido como a pessoa que na sombra dirige o BNA, tendo em conta a falta de experiência do novo governador  Valter Silva.

 

A proposta inicial de Francisco Cristóvão “Chiquinho”, seria  Ferreira Neto, um economista do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) e igualmente ligado a JMPLA.

 

Samora Machel Januário Silva, o escolhido de “Chiquinho” é um quadro de créditos firmado e que integra o sector econômico do SINSE, na Maianga. Estudou na Faculdade de Economia e conta no seu CV passagens pelo BFA e Ministério da Industria.

 

Está a concluir um doutoramento em economia monetária e finanças, e ao mesmo tempo dedica-se a docência como professor na Universidade Piaget de Luanda, e na Metropolitana. De acordo com argumentações, Samora Machel Silva, esta destinado a ser o “cabeça pensante” do BNA em termos da organização interna. Foi-lhe confiado o departamento dos serviços centrais e patrimônio.

 

Para além dos “Ex-BFA”, fazem ainda parte do Conselho de Administração do BNA, Ana Paula Patrocinio Rodrigues, Victor Manuel da Costa e António Manuel Ramos da Cruz, o único administrador reconduzido ao cargo.

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