Bastidores

JES no comando do “Golpe de Estado”

Lisboa - De acordo com leituras pertinentes da situação, a recente reunião entre ministros do executivo com o corpo diplomático acreditado em Luanda, destinada a explicar a ocorrência de tentativa de “golpe de Estado”, em Angola, foi a  expressão mais clara, de que o Presidente José Eduardo dos Santos pode estar no comando da gestão desta abordagem que resultou na detenção de 15 jovens críticos ao seu regime.

 Fonte: Club-k.net

Ministros   foram orientados a se reunir com diplomatas  estrangeiros 

A  conclusão é apoiada em realidades do principio da obediência hierárquica, segundo as quais para os ministros do interior, relações exteriores, justiça e o director da DNIC, irem se reunir com o corpo diplomático em Luanda, devem ter antes a anuência do PR  que é o único chefe a quem eles devem obediência.

 

De acordo com explicações nenhum ministro em Angola pode  se reunir com diplomatas, em bloco,  sem ter autorização do Presidente. É, JES,  a única figura no executivo que tem “competências” para convocar todo corpo diplomático acreditado no país. 

 

Uns dias antes, o PGR, general João Maria de Sousa, o ministro do interior e o DG da SIC, ex- DNIC, foram  também ao parlamento apresentar as supostas provas criminais contra os 15 jovens detidos. A ida destes três responsáveis aquele órgão de soberania terá sido também após concertação ou ordens superiores de José Eduardo dos Santos, que é quem manda no executivo.

Filho de Agostinho Neto procurado pela justiça Suíça

Lisboa –  Funcionários da Embaixada de Angola na Suíça, foram alertados que os órgãos de justiça naquele país estão em vias de notificar Mário Jorge da Silva Neto, filho do Primeiro Presidente de Angola, para esclarecimento a cerca de um filho seu, menor de idade que estará naquela país, num caso com característica de “evasiva a paternidade”.

 Fonte: Club-k.net

Querem que assuma  responsabilidade de um filho menor 

Segundo fontes diplomáticas, o menor António Agostinho da Silva Neto, nascido no ano de 2006, em Angola   é filho de Mário Jorge da Silva Neto e de Lídia Mariza Kupeferschmid, uma cidadã angolana residente neste país, europeu.

 

Ainda de acordo com as mesmas fontes, autoridades suiças procuram chamar o pai da criança, para saber da sua condição financeira, uma vez que o menor de idade tem os seus estudos e saúde subvencionados por aquele Estado. O menor estará a beneficiar de um direito, que a Suíça presta apenas aos seus cidadãos menores cujos progenitores consigam provar que não tem condições financeiras para assumir as suas responsabilidades.

 

Desta forma, enquanto o cidadão Mário Jorge da Silva Neto não prestar esclarecimento as autoridades da Suíça a cerca dos seus rendimentos financeiro, vai ser dado como estando a endividar-se com este país europeu agravando a sua situação.

 

Há conhecimento de que Mário Jorge Neto envia uma mesada mensal para o menor equivalente a 1000 mil francos suiço. Porém, as despesas da criança rondam na casa dos 5500 francos .

 

Quadros da embaixada angolana na suíça que tomaram conhecimento que o assunto esta nas mãos de uma firma de advogados daquele país,  mostram-se preocupados que o assunto venha depois a provocar um escândalo, uma vez que o menor usufrui de um passaporte diplomático passado pelo Estado angolano, e também por ser neto do malogrado António Agostinho Neto.

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Quim Ribeiro beneficia de perdão de JES

Lisboa - José Eduardo dos Santos (JES), reconsidera decretar, dentro de quatro meses, um indulto presidencial, em favor do Comissário Joaquim Vieira Ribeiro “Quim”, e outros quadros superiores da Policia Nacional com ele detidos, resultando na anulação das suas respectivas penas decretadas pelo Supremo Tribunal Militar.

Fonte: Club-k.net

Em  alusão aos 40 anos de Independência

O referido indulto que é uma prorrogativa do Chefe de Estado enquanto alto magistrado da nação, deverá ser decretado, em alusão aos 40 anos de Independência, assinalados no próximo dia 11 de Novembro do corrente ano. Nesta data deverão ser perdoados e amnistiados outros presos cujos nomes constam de uma lista estudada pela Casa de Segurança da PR.

 

Deverão também beneficiar de um indulto - embora com algumas reservas - os antigos responsáveis do SINSE e Policia Nacional implicados no homicídio de Isaías Cassule e Alves Kamulingue.

 

António Vieira Lopes, antigo delegado do SINSE, de Luanda, que faz parte deste mesmo grupo poderá ser objecto de uma medida de clemência, com uma suposta condição previa de escrever uma carta publica, envolvendo  o seu antigo chefe, Sebastião Martins no homicídio contra os dois activistas.

 

A condição a ser imposta a António Vieira Lopes é supostamente destinada a salvaguardar juridicamente a integridade do general José Peres Afonso “Filó”, do Serviço de Inteligência militar, que a Associação Mãos Livres, manifesta levar a cabo, um processo em separado, pela sua implicância na execução de Isaías Cassule.

 

De recordar que foi também através de um indulto presidencial que o antigo réu Fernando Garcia Miala, viu a sua liberdade ser devolvida, em Outubro de 2009.

 

Antes ter beneficiado do indulta recusou, uma solicitação para pedir publicamente perdão ao Presidente José Eduardo dos Santos, como condição prévia para a medida de clemência. Miala retorquiu que nunca pediria perdão por continuar ciente de que jamais incorreu em qualquer acto de deslealdade face a José Eduardo dos Santos.

PGR vinga-se de Lídia Amões

Washington - Nos últimos dois anos, a Procuradoria-Geral da República tem encetado uma verdadeira perseguição extra-judicial à empresária Lídia Amões, primogénita do falecido empresário e membro do Comité Central do MPLA Valentim Amões.

Fonte: Club-k.net

A última medida da PGR, liderada pelo general João Maria Moreira de Sousa, demonstra o zelo vingativo desta instituição e o seu total desrespeito pelas normas elementares de justiça. Comunicou à empresária, à 18 de Junho, que tinha autorização para ausentar-se do país, mas a 20 de Junho, num sábado, revogou a decisão sem comunicá-la. Ordens foram dadas para que a mesma fosse detida no aeroporto.

 

Por ofício nº 000593/15-DNIAP-Proc. N.º 86/2013, de 17 de Junho de 2015, dirigido ao Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), a directora nacional da Direcção Nacional de Investigação e Acção Penal (DNIAP), órgão especial da PGR, Júlia Lacerda Gonçalves, autorizou a empresária a ausentar-se do país por um periodo de trinta dias. A autorização foi-lhe entregue ao fim do dia 18 de Junho.

 

Segundo o despacho de Júlia Lacerda Gonçalves, a autorização servia para a empresária, actualmente em estado de gestação, realizar tratamento médico na África do Sul. A permissão serviria também para a empresária regularizar a partilha da herança dos bens imobiliários que o seu pai detinha na África do Sul e que actualmente se encontram em risco de serem confiscados pelas autoridades locais.

 

Segundo soube o Club-K, Lídia Amões deslocou-se ao Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, no domingo passado, a 21 de Junho, para viajar. Para seu espanto, foi imediatamente detida e o seu passaporte confiscado.

 

A chefe de turno do SME, Eva Rafael, explicou à detida que recebera ordens superiores para confiscar o passaporte e encaminhá-la ao Serviço de Investigação Criminal (SIC) para detenção. Chamados ao local, dois agentes do SIC solicitaram ao SME o competente mandato de captura para que pudessem realizar a detenção. Porque não havia nenhum mandato formal, contactaram os seus superiores, dos quais receberam instruções para não efectuar a detenção sem mandato.

 

Por sua vez, o SME recusou-se a emitir qualquer nota de apreensão de passaporte, alegando apenas o cumprimento de ordens superiores.

 

Na mesma hora, segundo apurou o Club-K, ficou patente que a mesma Júlia Lacerda Gonçalves, que autorizara a viagem, emitiu um segundo despacho de revogação da sua própria decisão, no sábado, 20 de Junho. A DNIAP funciona apenas de segunda à sexta-feira, até às 15h00 e, nesse dia, essa instituição tinha as suas portas encerradas.

 

Alegadamente, a ordem superior, segundo fontes da magistratura a este portal, partiu do próprio Procurador-Geral da República, João Maria de Sousa. No seu despacho de revogação, através do ofício nº000611/15-DNIAP-Proc. Nº 86/2013, Júlia Lacerda Gonçalves invocou apenas que a medida se deveu a “imperiosas razões de justiça”.

 

Segundo um advogado contactado por este portal, “a PGR especificou as razões que determinaram a sua autorização. Com a revogação utilizaram um argumento genérico, que é uma forma de não fundamentar a sua decisão e impedir que a visada possa recorrer para fazer valer os seus direitos”.

 

Mas qual é o interesse da Procuradoria-Geral sobre Lídia Amões?

 

Fontes da procuradoria revelaram a este portal que supostamente o PGR, João Maria de Sousa, sentiu-se incomodado com a recente notícia veiculada pelo Club-K, segundo a qual o órgão que dirige está empenhado em destruir o Grupo Valentim Amões. A PGR tem intentado várias acções judiciais contra Lídia Amões, então cabeça-de-casal da herança de Valentim Amões, falecido em 2008.

 

Os casos de instrução processual contra Lídia Amões duram há quase dois anos, quando o período legal são apenas de 90 dias. A PGR não tem conseguido acusá-la de ter cometido algum crime.

 

Na sequência desses processos, a PGR, ultrapassando o seu mandato, tem proibido a movimentação das contas de cerca de oito empresas operacionais do Grupo Valentim Amões, pelos seus gerentes, levando-as à falência. Outra medida engendrada pela PGR é a não promoção da partilha dos bens da herança pelos herdeiros, num processo que já corre há sete anos.

* Ngola Kiluanji 

Colaboradores temem aconselhar JES

Lisboa - As razões segundo as quais alguns quadros da alta hierarquia do regime angolano tem se abstido de partilhar sugestões ou dar conselhos ao Presidente José Eduardo dos Santos a cerca de situações menos boas que ocorrem no país, são apresentadas como consequência de um generalizado sentimento que os mesmos colaboradores estariam receando uma possível exclusão.

 

Fonte: Club-k.net 

Nos meios onde é propaga esta teoria, são apresentados exemplos como o da falecida Maria Mambo Café, e posteriormente o caso de Aguinaldo Jaime, que a mais de dois anos deixou de ser recebido no palácio presidencial. Na ultima vez que ambos estiveram juntos terão tido uma conversa de quase duas horas, na qual Aguinaldo Jaime teria feito reparos e dado conselhos ao Presidente. Desde então, este antigo governador do BNA, viu os seus posteriores pedidos de audiência presidencial a serem ignorados.  

 

A reputação que JES tem, é de nas suas audiências revelar-se com qualidades de um “bom ouvite”, e que no momento não se manifesta oposto a nenhum opinião. Porém, quando encurta os contactos ou deixa de receber é sinal de que a pessoa terá dado conselhos não agradáveis

 

Nos últimos dias, muitos quadros do regime se sentiram imponentes em dar sugestões quando ao desfecho que se pretendia dar ao caso “Kalupeteka”. Para desviar as atenções do assunto, o aparelho de segurança levou a cabo um plano de diversão dizendo que um grupo de jovens activistas foi apanhado a reunir-se para uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente JES.

Tribunal de Contas detecta cargos fantasmas no J.A

Luanda - Além dos desvios assustadores de verbas detectadas pelos técnicos do Tribunal de Contas na fiscalização feita no Jornal de Angola, foi descoberto que o Presidente do Conselho de Administração, José Ribeiro, atribuiu arbitrariamente cargos de chefia a amigos e as pessoas que o prestam serviços.

 Fonte: Club-k.net

Nesta conformidade, o Jornal de Angola, tem mais de duas dezenas de directores, quase uma centena de chefes de departamento, e inúmeros chefes de sectores. Acredita-se que com a atribuição destes cargos, José Ribeiro consegue compensar os “serviços” prestados pelos seus colaboradores, pois salários para cargos de chefia são comparativamente altos.

 

Os directores recebem um salário 600 mil kwanzas, e mais 80 mil por mês para despesas de combustível, além de cartões de recarga de para telemóveis, manutenção da viatura, entre outras regalias. Os chefes de departamento, por seu turno, auferem mensalmente quinhentos e 50 mil kwanzas, e mais algumas regalias. Já o chefe de sector recebe quinhentos mil.

 

Além de que esta manifesta atribuída irresponsabilidade de José Ribeiro causa grandes danos ao Orçamento Geral do Estado, a gravidade, segundo se alega, está no facto de estes serem fantasmas, pois muitos dos tais responsáveis não tem sequer gabinete de trabalho. Por exemplo, uma amiga sua que trabalha no seu gabinete, que atende pelo nome de Josefa, aquém ele nomeou como chefe de departamento, apenas ela sozinha faz parte deste mesmo “departamento”, que não tem sector, secção, e nem mais algum funcionário, muito menos uma sala.

 

O DG José Ribeiro inundou o Jornal de Angola com casos do género, que, acabaram por ser detectados pelo Tribunal de Contas.  

 

Artur Queiroz continua a receber fundos públicos

 

Depois de suspenso o seu contrato e proibido de entrar no Jornal de Angola, por ondes superiores, Artur Queiroz continua a usufruir ilegalmente dos dinheiros do Jornal de Angola, com o total apoio de José Ribeiro e do administrador financeiro, Eduardo Mivo, que “fabricam” facturas para subtrair dinheiros da tesouraria e servirem este assessor português.

 

Segundo a nossa fonte, os montantes são entregues ao jornalista Pereira Dinis, que por sua vez faz chegar às mãos do assessor português. Pereira Dinis, tem se revelado abertamente cooperante de Artur Queiroz. O “velho” não só o manda fazer compras, como também o utiliza para as suas acções em escrever contra a UNITA, como foi o caso recente em que, com o respaldo de José Ribeiro, meteu o seu nome num texto onde tentavam detractar um jornalista espanhol.

 

Na semana passada, Pereira Dinis, acompanhado de uma colega de redacção, cujo nome omitimos propositamente, fez uma transferência, no valor de 500 mil kwanzas , para Artur Queiroz que se encontra em Portugal, sua terra natal .

 

Segundo parecer do analista Carlos Alberto “A julgar pelo que disse e escreveu José Ribeiro, de que Artur Queiroz é o melhor jornalista do mundo e que os angolanos deveriam aproveita-lo para aprender mais , numa irreflectida veneração ao seu ídolo, leva a crer que enquanto ele for o PCA do Jornal de Angola, dos cofres deste empresa pública sairá sempre dinheiro para sustentar o velho português e a sua família, por mais que as vozes contra aqui se levatem”

 

 

CSMJ abre concurso para vagas de Juízes

Lisboa - O Conselho Superior da Magistratura Judicial designou Augusto da Costa Carneiro (na foto), Simão de Sousa Victor e Mateus Manuel Receado para a constituição do júri do concurso curricular para o preenchimento de 1 (uma) vaga de Juiz Conselheiro do Tribunal Constitucional.

Fonte: Club-k.net

 Numa outra resolução,  que o Club-K, teve acesso, o CSMJ delegou aos citados quadros uma missão semelhante para o preenchimento de 4 (quatro) vagas de Juízes Conselheiros do Tribunal Supremo.

SINSE coloca aparelho de escuta na cela dos jovens detidos

Lisboa - Uma brigada especializada do Serviço de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE), montou micro aparelho de escuta nas celas dos jovens acusados de tentativa de “golpe de Estado”, contra o Presidente José Eduardo dos Santos.

Fonte: Club-k.net

“Gravações ilegais não servem de provas em tribunal”

Os micro aparelhos de ultima geração – com capacidade de gravar conversas num espaço de 48 hora – foram introduzidos nas tomadas de electricidade das celas, nos dias anteriores a chegada dos detidos.

 

Há  algumas semanas o SINSE teria usado o mesmo método para gravar sessões de palestras dos jovens que tiveram lugar na sala de aula de uma escola de inglês, na Vila Alice pertencente ao académico Alberto Neto. Logo após ter conhecimento que os jovens ali se reuniaram, o SINSE teria arrendado uma residência ao lado que lhe facilitou na operação de gravação das discussões da palestra dos jovens activistas.

 

Foi com base nestas  gravações que o regime alega serem as provas de que os jovens pretendiam  destituir o Presidente JES. Numa das gravações  que o PGR, general João Maria de Sousa apresentou a semana passada aos deputados, podia-se ouvir o palestrante Domingos da Cruz a defender que as ditaduras no mundo deveriam ser derrubadas desde que não fossem por via do golpe de Estado. O líder da bancada parlamentar do MPLA, Virgílio Fontes Pereira, a fazer fé, nas informações disponíveis não se manifestou convencido com as gravações como prova das acusações mas entendeu que se deveria deixar a justiça a fazer o seu trabalho.

 

Segundo registos, o SINSE tem implementado a mesma técnica de escutas nos locais onde há eventos, debates e seminários organizados por partidos políticos da oposição e grupos da sociedade civil tidos como avessos ao regime. A referida operação nunca é posta em marcha sem o conhecimento de um alto quadro do SINSE, general Fernando Octávio Manuel.

 

Joaquim Ribeiro, o ex- comandante da policia nacional de Luanda, terá sido o primeiro quadro do regime, a quem o SINSE experimentou os referidos aparelhos de escutas de ultima geração. Uns dias antes da sua detenção o SINSE colocou também um micro aparelho na tomada electrónica da sua cela. O mesmo foi feito, nas celas, dos seus seus colegas.

 

As escutas telefônicas em Angola, são feitas de modo ilegal (não permitidos por lei) e cobrem também alvos sensíveis como as embaixadas e organizações internacionais. Três anos antes de deixar o cargo, o ex- Chefe do SINSE, Sebastião Martins, tencionava legalizar está pratica para facilitar na apresentação de provas criminais em tribunal, em casos de difícil apuramento de evidencias, em processos judiciais. A 11 de Outubro de 2010,  o antigo patrão da secreta  remeteu ao Procurador-Geral da República, João Maria de Sousa, o “draft” da sua proposta para habilitadas apreciações e respectivos pronunciamentos.

 

Segundo pareceres, uma vez que as gravações feitas na palestra dos jovens são ilegais, as mesmas não podem ser apresentadas em tribunal como elemento de provas contra eles.

 

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