Bastidores

Detectada incongruência na nomeação de administradores da RNA

Lisboa - Individualidades ligadas a comunicação social em Angola, consideram como incongruência o facto de o ministério da comunicação social ter indicado como administrador não executivo da RNA, um quadro que é ao mesmo tempo o diretor provincial da “Radio-Mais”, em Benguela.

Fonte: Club-k.net 

Director de Rádio concorrente no CA da RNA

A referencia sobre a existência de uma suposta incongruência é apoiada em sustentações segundo as quais a “Radio-Mais” é uma emissora privada que faz concorrência a RNA, órgãos que agora o seu Director provincial, Carlos Alberto André Gregório acaba de ser nomeado administrador.

 

Antes de entrar para a Radio Mais, Carlos Alberto André Gregório era o diretor emissora provincial de Benguela, órgão de que fora afastado ao tempo da ministra Carolina Cerqueira por pressão dos trabalhadores que o acusavam de mau gestor.

 

As más-línguas, na altura, insinuavam que o afastamento de Carlos Gregório  da emissora provincial era por efeito da reputação de ser um dos homens que protegia os interesses do ex-ministro da Comunicação Social, Manuel Rabelais (na foto) na província de Benguela. Dizia-se também que a sua acomodação na Radio Mais, em 2012, foi movida por influencia de Rabelais, estava como principal assessor dos acionistas da Media Nova, a holding detentora da ZTV, Jornal o Pais e etc.

 

Os sectores que encaram a sua nova nomeação como um acto de incongruência, suspeitam que sua ascensão a administrador não executivo da RNA poderá ter sido também patrocinada por Manuel Rabelais, agora nas vestes Secretário para os Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa do Presidente da República, e que na prática é quem controla os órgãos de comunicação públicos do regime.

Vicente ausente por motivos de saúde

Lisboa – A razão pela qual o Vice-Presidente da República, Manuel Domingos Vicente não chefiou, desta vez, a delegação angolana que participou há dias, na 26.ª Sessão Ordinária da Assembleia dos Chefes de Estado e de Governo, deve-se ao facto de ter estado no período de convalescência por conta de uma operação aos olhos realizada em Espanha.

Fonte: Club-k.net

Em seu lugar, foi designada uma delegação encabeçada pelo ministro das relações exteriores, George Rebelo Chicoty, na qual fez ainda parte a ministra da promoção da mulher e família, Filomena Delgado.

Ministro da Geologia e Minas em maus lençóis

Luanda  - O ministro da Geologia e Minas, Francisco Queiroz, está com os dias contados à frente do pelouro que dirige há alguns anos, segundo disse ao Club-K fonte do Palácio Presidencial. Integrando, embora, uma lista de governantes que serão removidos dos cargos proximamente, o caso deste economista é tratado como sendo “especial” e tudo indica que não deverá esperar mais pelo “pacote de exonerações” que apeará muitos ministros e secretários de Estado. Ou seja, Francisco Queiroz vai “cair” sozinho e já nos próximos dias.

Fonte: Club-k.net

Com o PLANAGEO em curso e sem possibilidades de recuo ou insucesso, Francisco Queiroz tornou-se agora peça descartável, algo que está prestes a acontecer. O motivo são os resultados pífios apresentados pelo sector – excepção ao subsector dos diamantes – desde que o antigo assessor da Presidência da República assumiu o cargo.


No Palácio da Cidade Alta o entendimento é que o sector mineiro deveria assumir um papel relevante na diversificação da economia nacional, assumindo mesmo a liderança neste particular. Porém, na perspectiva da Presidência da República isto não tem acontecido, o que terá exasperado já o chefe de Estado em razão de julgar que o sector não pode ficar à espera dos resultados do PLAGEO.


Na verdade, José Eduardo dos Santos em várias ocasiões terá manifestado junto de colaboradores mais próximos o seu profundo desagrado com a imagem passada pelo Ministério da Geologia e Minas. Para o Presidente da República o titular desse departamento ministerial deixa transparecer que, mesmo não tendo ainda terminado e havendo, entretanto, necessidade de se acelerar o processo de diversificação da economia, o PLANAGEO é o ponto de partida e de chegada de toda a actividade do sector mineiro, como se nada mais houvesse para fazer.

A posição de Francisco Queiroz é ainda mais periclitante porque ao titular do poder executivo chegaram informações segundo as quais o ministro é pouco mais do que mera figura decorativa em toda a engrenagem do PLANAGEO, onde o verdadeiro “motor” é Makenda Amboise, um veterano quadro do sector que já passou por vários postos e que agora é o director do PLANAGEO.


Mas estes não são os únicos “pecados” apontados a Francisco Queiroz. Outro que é reiterado e que tem caído mal na “Cidade Alta” é a sua aparição constante nos órgãos de comunicação social do Estado, com destaque para a Televisão Pública de Angola (TPA). Por da cá aquela palha, o ministro não se coíbe de convocar a media, quase sempre para debitar lugares-comuns, fazendo-os pura e simplesmente para aparecer e dar a impressão ao chefe de que está a trabalhar arduamente.


Esta táctica, porém, não gerou os efeitos que o ministro esperava. Antes pelo contrário, resultou exactamente em efeito contrário porque há muito que é voz corrente no Palácio Presidencial que o momento é de mais acção e menos palavras, sobretudo quando as palavras são desprovidas de conteúdo e indiciam manifestamente intuito de auto-promoção pessoal, como são interpretadas as de Francisco Queiroz no outeiro de São José, onde a sua imagem está mais do que fragilizada.


Por isso, nos próximos dias Francisco Queiroz deverá ser substituído por João Baptista Borges, actual secretário de Estado das Águas, um quadro cuja competência técnica e discrição são muito apreciadas pelo Presidente da República. Em boa verdade, aliás, não é apenas ao Chefe de Estado que as qualidades do possível substituto agradam. No próprio ministério é grande o nível de aceitação de João Baptista Borges. Inclusive quadros levados por Francisco Queiroz, em princípio tidos como seus dilectos, torcem para ver o chefe pelas costas e receber o novo ministro.


O desejo de mudança no cargo mais alto do ministério é tão grande que há muitos trabalhadores, incluindo quadros intermédios de reputada valência técnica, que preparam uma “festa de boas-idas” ao actual ministro, como aconteceu com Carolina Cerqueira no Ministério da Comunicação Social, onde teve de ouvir assobio, palmas e vivas dos trabalhadores no dia da sua exoneração, enquanto trabalhava no gabinete, sem saber o que estava a acontecer.

Adilson Monteiro “ilibado” do caso Jorge Valério

Lisboa – Funcionários do Tribunal Provincial de Luanda (TPL), concluíram como sendo nulas uma a possibilidade do réu Adilson Indeleny Kaynda Monteiro “Ady Py”, 21 anos de idade, ter estado presente no acto de assassinato que tirou a vida de Jorge Valério Coelho da Cruz, em 2012.

Fonte: Club-k.net 

Localização geográfica dos réus ajuda esclarecer o crime

Adilson Monteiro tinha rivalidade com o malogrado consubstanciada em ameaças mutuas, nas semanas anterior ao crime. Ele foi inicialmente detido por terem havido registro de mensagens suas com outros interlocutores em que assumia ter tido um confronto com o falecido. Adilson actualmente, a viver em Portugal   esta a ser julgado a revelia por posse de estupefaciente encontrados nas suas vestes, no dia em que a DNIC foi fazer buscas em sua casa.

 

A tese de ilibação de Adilson Monteiro é apoiada no registro de rastreio dos telefones das partes suspeitas de terem participado ou de serem cumplices pela morte de Jorge Valério. Os registros do referido rasteio indica que na noite em que Jorge Valério foi morto, o telefone de Adilson Monteiro indicava estar em comunicação com uma antena da UNITEL, que cobre a Ilha de Luanda. Ou seja, a localização geográfica de   Monteiro indicava que ele estaria na discoteca Chill-Out, na Ilha de Luanda.

 

Caso João Mateus "Teodoro"

 

Ainda de acordo com registro, não foram também encontradas nenhuma localização geográfica indicando que João Mateus "Teodoro", - o elemento apresentado pela DNIC como sendo o assassino de Jorge Valério - estivesse igualmente no local do crime.   Este facto esta a reforçar as suspeitas de que os elementos que estão a ser julgados em Tribunal não sejam os verdadeiros assassino de Jorge Valério.

 

Para além das impressões, foram feitos exames a todas roupas e sapatos dos réus Victor Nsumbo “Baia”, João Manuel Mateus “Teodoro” para ver se havia vestígios de sangue (correspondente ao encontrado no local do crime), e tudo deu negativo segundo o relatório do Laboratório Central de Criminalística (LCC).

 

O caso do réu que já estava na cadeia na noite do crime

 

No passado dia 17 do corrente mês, o Jornal O Pais, publicou uma matéria indicando que o réu António Niete conhecido por “Cototocha” estava detido, à data dos factos (morte de Jorge Valério), por roubo de viatura. Porem, nos autos, “Cototocha” aparece citado como o homem que estrangulou Jorge Valério com tambor.

 

Os réus Victor Nsumbo “Baia”, João Manuel Mateus “Teodoro” e António Niete, segundo a advogada oficiosa, representados por Carolina Mateus, não fizeram parte da morte de que se vêm acusados. Voltou, a advogada, quando lia as alegações finais, a invocar a questão da tortura que dizem serem perpetradas pelos instrutores do processo e o facto de terem sido ouvidos antes pela DNIC, sem a presença dos mandatários judiciais.

 

Personalidades  que acompanham o caso Jorge Valério, em Luanda são de opinião que as autoridades anulem o julgamento de forma a dar lugar uma nova investigação a fim de se investigar os verdadeiros assassinos que tiraram a vida do estudante universitário.

 

As mesmas personalidades suspeitam que a conduta da DNIC em ter apresentando falsos bandidos foi para mostrar trabalho em tempo recorde visto que o Presidência angolana estava a seguir o caso com algum interesse através da media. 

 

 

PGR suspeito de conspirar contra o Presidente

Lisboa – As ações da Procuradoria do general João Maria de Sousa de usar o aparelho judicial para perseguir jornalistas e ativistas cívicos críticos ao regime angolano está a ser vista como um acto conspiratório contra   o prestigio externo do Presidente José Eduardo dos Santos (JES).

 Fonte: Club-k.net

Através de actos de perseguição à críticos do regime

A conclusão é baseada num acesso debate, ocorrido este fim de semana, nas redes sociais em torno do anúncio de uma reclamação de que a PGR teria processado o líder da UNITA, Isaías Samakuva para responder pelo processo-crime no 73/2013, pelos supostos crimes de reunião e manifestação ilegal e injúria contra a autoridade pública.

 

Segundo o internauta Jah Paz, “O plano do PGR é de derrubar o Presidente da República, pretendendo que todos se manifestam contra o PR e sua família e ver se o povo se revolta. Ele finge que está a prender para defender [o governo], mas o plano dele é derrubar o Presidente”

 

Um outro internauta Admilson Arabany, entende que o PGR “esta a ir longe de mais, esta a fazer envergonhar o Presidente”, uma vez que segundo adianta “O Senhor Silva Mateus já falou sobre o MPLA que gostam de confusão e o Zé Maria é que vai sujar e deixar cair o Zé Dú”.

 

Em meados de 2015, o PGR, general João Maria de Sousa assumiu a detenção de 15 activistas acusando-os de planearem um suposto atentado contra o Presidente da República e de pretensão de destituírem os órgãos de soberania. Esta acto do PGR angolano motivou contestação social, a nível internacional causando prejuízos enormes para a imagem do Presidente Eduardo dos Santos que foi citado em canais de televisão dos EUA como um líder autocrático.

 

A “Freedom House”, uma organização de defesa dos direitos humanos alertou a semana passada que as autoridades angolanas deverão intensificar neste ano as suas ações de repressão contra elementos críticos ao regime.

 

Segundo aquela organização com sede em Washington, “encurralado pela quebra do preço do petróleo, o Governo autocrático de Luanda vai provavelmente intensificar a supressão dos dissidentes e aumentar o escrutínio das actividades dos cidadãos angolanos”.

Administrador do Cazenga engana Higino Carneiro

Luanda - O Administrador Municipal do Cazenga Vítor Nataniel Narciso, enganou e “tapou os olhos” do novo Governador de Luanda, Higino Carneiro, nesta quarta feira 27, durante a visita de campo do Governador ao Município por ele dirigido.

Fonte: Club-k.net

Dois dias antes da visita do Governador ao Município, o Administrador meteu a sua equipa técnica no terreno para dar uma outra imagem ao município, fundamentalmente nas ruas onde iria passar a comitiva do Governador. Na segunda feira, dia 25 de Janeiro, a equipa técnica da Administração do Cazenga trabalhou o dia todo e durante a madrugada na remoção dos resíduos sólidos , que se encontravam nos bairros desde o ano passado. Em tempo recorde o lixo desapareceu no Cazenga em menos de 48 horas. Mas como o bem não vem só para o munícipes do Cazenga, na madrugada do dia 26, enquanto a equipa técnica da Administração recolhia os resíduos sólidos, uma da suas máquina durante a remoção do lixo, danificou um cabo de média tensão da ENDE, deixando parte da Comuna do Hoji Yá Henda sem energia eléctrica até ao presente momento.

 

Por outro lado Tani Narciso convocou o Conselho de Auscultação Social do Município para uma reunião no dia 27 de Janeiro, na presença do Governador. A reunião estava marcada para as 15:00 horas do mesmo dia.

 

Dias antes isso no dia 25 e 26 o Assessor do Administrador de nome Rúben Luzivikueno, telefonou para os membros do Conselho de Auscultação Social à comunicá - los que durante a reunião, "não deveriam fazer intervenções que mancham a governação e imagem do Senhor Administrador Tani Narciso", que deveriam falar apenas bem do Administrador.

 

Apenas cerca de 5 membros do Conselho de Auscultação Social participaram na referida reunião com o Governador porque a reunião teve início por volta da 14:00 horas, quando a convocatória inicial da Administração para os referidos membros era para as 15:00 horas. Para o espanto dos membros do Conselho, eles a chegarem para a reunião no horário pré estabelecido segundo a convocatória da Administração a mesma reunião está a terminar.

 

Tani Narciso para ter a sala cheia com pessoas que se faziam passar como membro do Conselho Municipal de Auscultação Social, convocou os funcionários das Administrações Comunais para estarem presentes na reunião, se fazendo passar como membros do Conselho de Auscultação do município, enganando assim o novo Governador de Luanda.

Higino Carneiro aspira controle do MPLA em Luanda

Lisboa - Circula em meios políticos em Luanda, rumores segundo as quais o novo governador provincial, general Higino Lopes Carneiro estará alimentar a ideia de chamar a si, o controle do Secretariado do MPLA, na capital do país, adoptando assim, um modelo similar adoptado nas restantes províncias, em que o chefe dos executivo locais são ao mesmo tempo os primeiros secretários do partido.

Fonte: Club-k.net

Deseja governar  num ambiente de coabitação saudável

De acordo com informações plausíveis, a estratégia do novo governador seria propor a cogitação de Carolina Cerqueira para o cargo de primeira Secretaria provincial de Luanda, em substituição de Bento Francisco Bento.

 

Aludisse que a ideia do general é destinada a governar Luanda num ambiente de coabitação harmoniosa com o partido visto que tem boa amizade com Carolina Cerqueira e que se estende a sua família. Um irmão desta, o economista José Cerqueira é desde a muitos anos assessor particular de Higino Carneiro.

 

Estima-se que a nível do Bureau Politico do MPLA, o general Higino Carneiro poderá contar com o apoio de uma corrente interna da linha de João Martins “Jú” e Bornito de Sousa. A nível do Comité Central poderá ter na correlação de força, o apoio do general Bento dos Santos “Kangamba”.

 

Caso a sua ideia venha a ser chumbada, o general, segundo os referidos rumores, deverá ele próprio se apresentar como candidato a Primeiro Secretario do partido em Luanda. Para segundo secretario provincial alega-se que Carneiro conta ter o antigo governador de Luanda, Job Castelo Kapapinha.

General Wala propõe-se a cuidar dos “revús”

Lisboa – Oficiais  do  chamado comando unificado (que inclui FAA, Polícia  e SINSE) de Luanda, revelam-se indignados com alegados planos do comandante da região militar de Luanda, general Carlitos Simão Wala, de chamar a si, o dossiê dos presos políticos acusados de planearem um suposto golpe de Estado contra o Presidente da República de Angola.

Fonte: Club-k.net

Altas patentes militares reprovam os seus reais planos 

À Carlitos Wala é atribuída a defesa de um plano para “cuidar” definitivamente dos presos políticos para que não voltem a ser incomodo a imagem do Presidente José Eduardo dos Santos. O general terá apresentado o referido plano, a margem de uma reunião operativa ocorrida antes da recente quadra festiva.

 

Carlitos Wala terá identificado como alvo do seu plano, os activistas Luaty Beirão, Domingos da Cruz, Osvaldo Caholo, Sedrick de Carvalho e Mbanza Hanza que no seu ponto de vista denotam ser os cabeças pensantes do grupo dos presos políticos.

 

De acordo com uma fonte, a materialização do plano do general Wala passaria primeiro pela substituição, dos agentes (da Polícia Nacional e guarda prisionais) que fazem a guarda dos jovens - enquanto observam a prisão domiciliaria, em suas casas - e por  sua vez,  colocaria  homens da sua confiança. Desta forma, os jovens estariam expostos para a alega fase final do seu plano.

 

Segundo apuração, este plano do general Wala em desejar “cuidar” dos presos políticos gerou opiniões contrarias dentro do aparelho de segurança do regime por considerarem que uma vez o caso já chegou ao Tribunal e originou contestação internacional, seria despropositado para o Estado angolano confrontar-se novamente com episódios de eventuais desaparecimento de pessoais.

 

“Se acontecer alguma coisa a estes miúdos ele é quem vai ser responsabilizado. Se o Presidente da Republica já enviou o caso para o tribunal porque que ele (general Wala) esta meter-se nisso”, interrogou uma patente militar que se opõe que Angola volte praticar ações como as que aconteceram com os activistas Cassule e Kamulingue.

 

Desde que assumiu o comando da região militar de Luanda, o general Wala tem sido citado em  situações que extravasam as suas competências (como mediação de problemas de apropriação de terrenos em Viana) mas também de não acatar orientações que lhe são baixadas. Há informações denotando que o comissário-chefe  Antônio Sita, comandante provincial de Luanda já se queixou dele.

 

O general Carlitos Wala é o comandante da região militar de Luanda. Diz-se que é nesta condição que se julga  ter autoridade para cuidar todo assunto de natureza de defesa e segurança que ocorrem na capital do país, razão pela qual propõe a substituição dos agentes guardam os presos políticos em suas respectivas residências.

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