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CLUB-K ANGOLA - NOTICIAS DE ANGOLA

Música

"Sweete Maria" apresenta o "Super Adictivo"

Toronto/Luanda - Maria da Silva, que tem o como nome artístico "Sweete Maria", numa breve conversa via "chat/e-mail, com esta redacção adiantou que o cd intitulado "Super Adictivo", "ja esta produzido, e os exemplares já estão cá em Angola. No dia 26 de Junho, o mesmo estará disponível na praça da Independência" precisou.

 

* "J&J"
Fonte: Club-k-angola.com

É oportuno salientar que "Sweete Maria", residiu em Toronto, Canada por sete anos -2000/2007-. Durante este período produziu o primeiro CD com o título:  ``Imprevisivel``. De regresso a Angola a cerca de quatro anos, "Sweete Maria" esta segura que conquistará um espaço especial no mercado nacional. Numa óptica "investigativa" colocamos algumas questões pertinentes a nossa convidada de hoje e que transcrevemos na íntegra:

 

O actual CD tem como título "Super Adictivo". O que a levou a escolher este título?
Pela qualidade que o álbum possui. Eu e mais algumas pessoas nos tornamos adictas das
musicas. O Álbum é na realidade Súper Adictivo.



Tem alguma musica principal neste CD?
Se te referes a musicas promocionais, estao 4 musicas neste momento a ser promocionadas. Em destaque estao as musicas O DJ, A terceira pessoa, Seja meu, e Te amo.

 

Nos últimos anos os angolanos não só consumem como valorizam  muito mas a música nacional. Em tua opinião é mas fácil um cantor de Kizomba ou RNB granjear sucessos em Angola?
Não Para granjear sucessos não é preciso cantar Kizomba, ou Rnb. O sucesso é a consequência de muito trabalho, e muita dedicação.

Algum artista ou compositor angolano de destaque a participar neste CD?
Tenho a participação da Noite e dia com quem fiz uma fusão de Zouk, e Rnb.

"Foi produzido parcialmente em Angola, e em Paris". O que foi feito em concreto em Paris e alguma razão especial que a motivou a escolher esta cidade francesa?
Em Paris fizemos a produção, e a pós-produção. O que me levou a Paris, foi a qualidade sonora que infelizmente cá em Angola ainda não temos.


Considera fácil ou difícil conquistar um espaço especial no no mundo musical angolano
depois ter residido mas de 7 anos no Canada?
Sim, tem sido fácil Tenho tido muito bom feedback de parte do público sempre no decorrer das minhas performances, e na rua as pessoas me param, e dizem-me o quanto admiram o meu trabalho. E isto para mim é súper gratificante.



Tem participado em vérios eventos socioculturais e tem recebido convites para promover o álbum?
Sim, felizmente. Para promover o meu álbum, tenho participado em muitos eventos, principalmente aos eventos destinados especificamente a promover a música Angolana, entre eles: Terça festa, Quinta especial, e etc... Tenho igualmente estado a promover a minha obra em vários programas televisivos onde normalmente dão abertura aos músicos Graças a Deus, e graças ao meu team de manejamento que é súper dinâmico, e súper dedicado, a minha agenda tem estado sempre muito preenchida.

Para shows poderei ser contactada pelo número do meu agente, o Sr: Filipe De Brito: 923625198.
Os meus fans poderão também estar informados a cerca dos meus próximos eventos directamente da minha página no facebook.

 

Para terminar nada melhor que conferir os vídeos em anexo:


 


    Image

    Corrente de apoio para recuperar músico Mamborro

    Luanda - Um grupo de artistas nacionais, encabeçado pelo músico Lucas de Brito “Maya Cool” e o humorista Costa Vilola, do grupo Tunezas, lançou-se numa campanha de emergência visando a recolha de fundos para apoiar o cantor Mamborró, cujo estado de saúde é considerado grave.


    Fonte: O Pais


    De acordo com informações avançadas ao jornal O PAÍS por Costa Vilola, na qualidade de porta-voz da referida campanha, o cantor José Manuel Jorge Machado, ou simplesmente Mamborró, teve de ser evacuado ontem mesmo para a República da Namíbia, onde deverá receber tratamento médico.

     

    A campanha prevê a realização de dois espectáculos músico-culturais para os próximos dias, em que deverão participar dezenas de artistas, alguns dos quais já confirmados. O primeiro espectáculo deverá acontecer numa gala a se realizar na Casa 70, empresa que disponibilizou o seu estabelecimento para apoiar a causa.

     

    Pretende-se que o segundo espectáculo seja mais abrangente em termos de público, por isso os organizadores estão a negociar com a direcção do Cine Atlântico para que o mesmo aconteça naquele local. Para este show, a Rádio Vial garantiu já o seu apoio, responsabilizando-se pelo aparato sonoro.

     

    Outro apoio que também já está garantindo é o da Banda Maravilha que se predispôs a acompanhar instrumentalmente os músicos que venham a actuar nos referidos espectáculos, bem como participar na produção.

     

    Entretanto, a grande dificuldade até agora está em encontrar uma ou mais empresas que assumam a produção dos espectáculos. Costa Vilola lembrou que o seu papel, assim como do músico Maya Cool, é apenas o de apelar a solidariedade dos artistas e outros agentes no sentido de tornar efectiva a intenção de apoiar Mamborró, mas que deve ser uma empresa, ou várias, a assumir a produção.

     

    “Pedimos, por isso, a empresas como LS Produções, LS Republicano, assim como as Produtoras Associadas e muitas outras que existem em Angola para que possam nos ajudar neste sentido”. O humorista referiu também que muitos artistas têm estado a responder positivamente ao apelo.

     

    Confirmadas já estão as presenças dos cantores C4 Pedro, Ary, Pérola, Yola Semedo, Big Nelo, entre outros.

     

    Alguns destes artistas, para além de garantirem a sua presença nos espectáculos, prometeram apoiar também financeiramente esta iniciativa.


    Aliás, qualquer pessoa pode fazer o mesmo, desde que deposite os valores nas contas BPC 0026-D80385011 (em kwanzas) e 0026-D80385011 (em dólares).
     


    DE VOLTA À NAMÍBIA, DOIS ANOS DEPOIS
     


    Foi em Setembro de 2008 que Mamborró teve de ser evacuado pela primeira vez para a República da Namíbia, onde esteve internado num hospital durante alguns meses alegadamente devido a uma avançada hepatite C de nível 2. Na altura, a classe artística mobilizou-se igualmente à volta de uma campanha de solidariedade para apoiar o tratamento do mesmo.


    Várias instituições e pessoas singulares associaram-se à causa para salvar a vida do autor de “Belinha Chuchu”, criando condições logísticas de suporte, quer para o tratamento do músico no estrangeiro, quer para a fase pós-internamento. A União Nacional dos Artistas e Compositores (UNAC) desde a primeira hora deu o seu contributo, patrocinando ao artista o bilhete de passagem à Namíbia, gesto a que se seguiram outras manifestações de apoio, como a campanha de angariação de fundos levada a cabo pelo programa Sábado Mais, da Rádio Luanda.


    A verba arrecadada cifrou-se em quatro mil e 300 dólares, aplicados nos primeiros momentos do tratamento em terras namibianas, segundo informações do agente do artista, Manuel dos Santos “Kito”. Na altura, Maya Cool, o amigo desde os tempos do Rádio Piô, comprometeu-se a oferecer metade dos 15 mil dólares conquistados no Top dos Mais Queridos daquele ano. A então governadora de Luanda e ministra sem pasta, Francisca do Espírito Santo, a família do falecido empresário Valentim Amões e Ovídeo também contribuíram com as quantias de 15 mil, dez mil e cinco mil dólares, respectivamente. O empresário Bento Cangamba aliou-se a essa corrente com uma quantia de 30 mil dólares.

     

    À onda de solidariedade juntou-se a realização de espectáculos de homenagem e angariação de fundos, envolvendo músicos que repartiram o palco com Mamborró na década de 80, como Yuri da Cunha, Maya Cool, As Gingas do Maculusso e Ângelo Boss.

     

     
    BALDE DE ÁGUA FRIA NA CIDADELA


     
    De volta ao país e ainda em fase de recuperação, Mamborró fez várias aparições em palco, brindando os seus fãs e amigos com grandes sucessos como “Vavó Samba” e “Boda de sábado”, gravados no CD de estreia intitulado “Um pouco de mim”, publicado em 2007. Entretanto, foram surgindo notícias de que a sua saúde continuava a inspirar cuidados, até que deixou de ser visto, inclusive, nas ruas.


    Foi uma agradável surpresa saber que o seu nome constava na lista dos músicos nacionais que iriam animar o “Show da Saudade”, realizado sábado passado, em Luanda. Contudo, o balde de água fria caiu sobre os mais de 30 mil espectadores que se encontravam na Cidadela quando Mamborró apareceu sobre uma cadeira de rodas, debilitado fisicamente. Não tinha sequer forças para cantar. Muitos choraram, como ele. Há informações de que no dia seguinte teve mesmo de ser internado, no Hospital Militar. Ontem foi evacuado para a Namíbia. Daí a onda de solidariedade que mais uma vez move a sociedade angolana. Costa Vilola, dos Tunezas, refere que o apoio ao cantor deve continuar até mesmo depois do seu tratamento no exterior do país terminar.


    José Manuel Jorge Machado ou “Mamborró” nasceu a 7 de Agosto de 1970, na Rua C, na vila da Gabela, província do Kwanza-Sul.

      Father Mack: pai do rap angolano tem alternativa à delinquência juvenil

      Luanda - Canta há 20 anos. A ser rapper descobriu a sua paixão e a sua forma de ganhar vida. É autor de canções conhecidas. Muitas não se ouvem nas rádios mas são cantadas e lembradas em muitos bairros, por muitos jovens.


      Fonte: VOA


      Estamos a falar de António Alfredo Simão Macungi... daí o Mack que casa com o Father e deu no conhecido Father Mack. Nasceu humilde e sempre esteve contado nas estatísticas da maioria em Angola.

       

      Cresceu nos limites da zona urbana e na periferia do Cassequel, na zona do aeroporto. Brincou muito e também, muito cedo descobriu os seus dons e dotes. Primeiro dançou e depois cantou. E em miúdo foi como que tivesse sonhado com o seu futuro pela primeira vez.

       

      Da música consegui o título e a nova função que hoje desempenha junto da juventude. Pelo Conselho Nacional da Juventude de Angola Father e a sua esposa, Dona Kelly, também ela cantora de rap, foram escolhidos para serem os embaixadores da juventude na luta contra a delinquência. As obras sociais vieram com a música e com a influência da família de quem Father Mack aprendeu que é bom ajudar o próximo.

       

      Os seus temas são o dia-a-dia dos jovens e os seus problemas. O rapper tenta igualmente passar uma mensagem de esperança e optmismo, mesmo nos sítios mais difíceis. daí que as prisões sejam lugares preferidos do embaixador, para dar esperança a quem está em baixo.

       

      E isso, porque oportunidades e esperança é o que tem faltado a muitos jovens angolanos que continuam a enfrentar a falta de emprego, formação e acesso a condições melhores de vida. Father Mack está agora mais feliz porque pode, através de uma instituição que é o Conselho Nacional da Juventude, levar mais do que palavras, discos e t-shirts. Ele conversa com os jovens, nos sítios difíceis, onde um pouco de inspiração é mais precisa.

       

      Os encontros do Father já aconteceram em bairros como Viana, Benfica, Morro Bento, Cacuaco e Cazenga. Os mesmos, apesar de terem música e alguma diversão, não eram grandes aglomerados de jovens. A ausência de jovens sempre foi uma nota evidente.  Mas, o cantor não desanima nem desiste e dai que juntamente com o conselho vá passar para um plano nacional de combate a delinquência.

       

      Os índices de criminalidade são altos em cidades como Luanda e Benguela. O Rapper diz que a situação é gerada pela falta de ocupação. E apesar de estar mais confiante no apoio institucional que já tem, Father Mack não deixa de estender a mão a sociedade.

       

      Entretanto Father Mack identifica-se mais como músico. O cargo de embaixador tem sido  um bónus que lhe dá, e à mulher, mais um projecto a dois. Mas hoje o grande sonho do rapper Angola é construir uma oficina de hip hop onde possa juntar jovens para mostrar-lhes um novo mundo e uma nova perspectiva.

       

      Esse é o sonho de uma vida inteira do rapper angolano. No cargo de embaixador só tem um ano que já começou a correr, mas quando terminar o mandato, Father Mack garante que vai continuar com a sua missão.

        Bilo constitucional entre F.Macedo e F.Amaral - Wilson Dadá

        Luanda - Com uma expressiva vitória do contendor angolano, que acabou por encostar o português às boxes, Fernando Macedo (FM) e Diogo Freitas do Amaral (FA) travaram esta semana na Universidade Lusíada um pequeno "bilo"* à volta do carácter democrático da constituição angolana, um assunto que, pelos vistos, ainda não está resolvido.


        *Wilson Dadá
        Fonte: morrodamainga.blogspot.com


        Os autores da carta magna angolana continuam a ter necessidade de reforçar os seus argumentos com o concurso de renomadas personalidades estrangeiras, o mesmo acontecendo com a oposição em sentido contrário.


        O mercado dos mestres portugueses é aquele que está mais a mão para este tipo de contratação.Freitas do Amaral esteve em Luanda a fazer várias coisas, tendo a média governamental destacado as suas repetidas declarações políticas muito favoráveis ao carácter democrático da constituição angolana, do tipo cheque em branco.

         

        O catedrático FA que não é constitucionalista (é administrativista) chocou assim frontalmente com as anteriores apreciações negativas de colegas seus mais familiarizados com esta matéria, onde o destaque vai, certamente, para o demolidor parecer que foi encomendado pela UNITA ao Professor Jorge Miranda, ao que poderíamos acrescentar o devastador artigo de opinião escrito a propósito por Vital Moreira que considerou o modelo angolano como sendo um "hiperpresidencialismo".


        No "bilo" que chegou ao nosso conhecimento e que teve por "ringue" o anfi-teatro da Lusíada, o angolano Fernando Macedo, que é professor daquela instituição, depois de ter ouvido as elogiosas considerações de Freitas do Amaral com as quais não podia estar de acordo, considerando a sua posição a respeito do assunto (que já é sobejamente conhecida da opinião pública), começou por questionar o prelector português sobre o seu nível de conhecimento do texto fundamental angolano.

         

        Sem ter dado o dito pelo não dito (também não precisava), Freitas do Amaral pediu desculpas aos presentes, ao admitir que ainda não tinha feito nenhum estudo sobre a constituição angolana, o que prometeu fazê-lo proximamente para se poder pronunciar com mais propriedade sobre uma matéria que é efectivamente complexa e "complicosa", tendo em conta a intensa polémica que o novo modelo constitucional despoletou e continua a alimentar.


        Em abono da verdade, como também o admitiu, Freitas do Amaral pensava que o assunto já estava arrumado numa prateleira qualquer.


        Enganou-se redondamente, mas manteve em público as suas apologéticas declarações políticas, que estão a ser capitalizadas até à exaustão pela média governamental.

        Assim é que trabalhar!
        E que viva a Academia!

          Músico Coréon Dú publica CD de estreia

          Luanda – O músico angolano Coréon Du inicia neste domingo, na Praça da Independência, em Luanda, as vendas oficiais do seu CD de estreia a solo, "The Coréon Experiment".


          Fonte: Angop

          Segundo uma nota de imprensa da Semba Comunicação, chegada hoje à Angop, o álbum é uma fusão sonora que reflecte as várias influências musicais do autor, conjugando sonoridades Pop com ritmos como Semba, Jazz, Funk, Bossanova, Rock, Afro-beat, Lounge e ritmos Latinos.


          Cantada em Português, Inglês, Espanhol e Kikongo, a obra foi produzida por Luiz Brasil e gravada em Angola, Brasil e Portugal, com participação especial das vocalistas Irina (Angola), Luciana Abreu (Portugal) e Márcia Castro (Brasil).


          Coréon Dú é apaixonado pela música desde a infância.


          Descobriu a veia musical aos 13 anos e deu os primeiros passos participando em musicais durante o ensino médio e no coro escolar, onde foi solista nos últimos dois anos do ensino médio.


          Durante o seu curso de Comunicação Social e Gestão, foi introduzido à técnica clássica no coro universitário da Loyola Univeristy, New Orleans, com uma breve passagem pelo coro de gospel da mesma universidade, como segundo tenor.


          Desde 2001, Coréon Dú dedica-se a vários projectos criativos ligados ao teatro, televisão, música e dança, na qualidade de produtor, e a moda como designer e director criativo.


          Em 2007, centrou a sua atenção na principal paixão: à música.


          Foi nessa altura que começou a escrever e compor as canções do seu primeiro álbum "The Coréon Experiment".


          Durante este processo, desenvolveu intercâmbios com artistas conceituados, como André Mingas, a dupla Filpe Mukenga e Filipe Zau, DJ Manya, Matias Damásio, Simmons Massini, Wyza, Heavy C e Jeff Brown, que colaboraram na concepção do repertório de "The Coréon Experiment".

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