Música

"É triste ver artistas bajuladores e lambe-botas", lamenta Bonga

Luanda – O cantor angolano Bonga lamentou que alguns artistas angolanos sejam bajuladores do poder. "É muito triste ver os lambedores de botas... os bajuladores", disse o popular cantor, respondendo aos ouvintes do programa Angola Fala Só, da Voz da América.

Fonte: Voa

Autor de 450 canções em dezenas de albuns publicados ao longo de 40 anos de carreira, Bonga disse que os bajuladores "existem em todas as profissões e existem na nossa também".

Afirma que "eu não sou bajulador" e manifesta-se disponível para trabalhar com todos em Angola, desde que o convidem e lhe paguem pelo seu trabalho.

Bonga defende que "devemos reivindicar aquilo a que temos direito" e que "Temos que ter democracia à nossa maneira, sem atropelos. Exigimos às autoridades que estejam em sintonia com o seu povo".

Bonga exortou os angolanos a defenderem activamente sua cultura, dizendo: "Não queremos combater outras culturas; queremos afirmar a nossa... Quando as misses estão a desfilar, ponham música de Angola; nos casamentos, toquem música de Angola. Há um esforço a fazer, a nível nacional, para promover a cultura angolana".

"Temos que nos re-encontrar em volta daquilo que faz parte da nossa expressão cultural", adiantou, insurgindo-se contra a pirataria a qual prejudica os músicos que vivem do seu trabalho.  "Há muita gente que cauciona a pirataria", disse, notando, todavia, que foi iniciado um combate à mesma. "Temos que a combater", frisou.

Músico angolano Manax morre em palco

Luanda – É bem verdade que a maior parte dos menestréis almejariam morrer em pleno palco cantando pela última vez para os seus fãs. Pois, um desconhecido músico angolano de nome Manax morreu, em pleno palco, na noite da última quinta-feira (13), do corrente mês, em Luanda, vítima de uma paragem cardíaca.

Fonte: Club-k.net

Na altura da sua morte, segundo fontes da agência Angola Press que confirmaram a informação, o artista recebeu os primeiros socorros, mas acabou por não resistir.

Surgido no mundo da música na década de 1980 ao lado de nomes como Mamborró, também já falecido, Joseca, Flávia, Venâncio Prata, entre outras referências, Manax mexeu com o mundo da música infantil com alguns temas, entre os quais “Natacha”.

Outrossim, na sexta 14, os restos mortais do compositor e cantor Zecax, falecido domingo, 09, vítima de doença, na República da Namíbia, foram enterrados no Cemitério do Alto das Cruzes.  Durante a caminhada para o último adeus ao cantor e antes de a urna ser depositada na cova, os músicos presentes foram cantando os seus sucessos, tais como “Undengue Uami”, “Fim-de-semana”, “Caminhar é difícil”, “Mana Tita”, “Maximbombo”, “Donzela”, “Independência”, “Parte o braço”, entre outros temas.

Morreu o cantor e compositor Zecax

Luanda – Depois do anúncio das mortes, curiosamente num mesmo dia, do fundador da “Xicola ya Semba”, Mário Clington, do Nito Nunes e do jovem intérprete, Chissica Artz, artistas de gerações diferentes e figuras referenciais da música popular, morreu no último sábado (08), no hospital central do Windhoek, vítima de doença prolongada, o cantor e compositor José António Janota, sob o pseudónimo artístico, Zecax, uma das vozes mais prestigiadas e representativas da história dos Jovens do Prenda.

Fonte: JA

A forma como Zecax se movimentava em palco fazia lembrar os artifícios dos grandes nomes do carnaval luandense, sobretudo as figuras que se notabilizaram na “Kazucuta”, estilo de dança do “Kabocomeu”, o histórico grupo de carnaval do Bairro Sambizanga.

Porta-voz da sociologia cultural dos musseques, Zecax cantava as contradições e alegrias do seu meio, enformando uma personalidade artística, tipicamente luandense, facilmente identificável no conteúdo textual das suas canções. O cantor distinguiu-se em palco pela forma muito peculiar de interpretar as suas canções, aliada ao impressionante impacto da dança, caracterizada por passos coreográficos artisticamente calculados.

Numa altura em que a colonização portuguesa dava os derradeiros suspiros, Zecax compôs, com apenas 15 anos, uma canção que lembrava o luto deixado pela violência da presença colonial e denunciava a deportação dos seus amigos mais próximos no campo de concentração de São Nicolau. Esta atitude, considerada ousada na época, determinou a primeira fase da carreira do compositor e a sua entrada, precoce, no universo simbólico e interventivo da canção política.

Filho de José António Janota Júnior e de Luzia Bento Anita, José António Janota nasceu em Luanda, no Bairro Marçal, no dia 2 de Junho de 1959 e assistiu aos melhores momentos dos grupos de carnaval do seu Bairro. Zecax, escolhido por uma criteriosa selecção, entre os amigos do seu bairro, integrou em 1970, como cantor, o agrupamento infantil “Mini-Bossa 70”.

O conjunto “Mini- Bossa 70”, formação apadrinhada pelo empresário Pedro Franco, embora fosse constituída por músicos muito jovens, teve a oportunidade de se apresentar no Clube Maxinde, Bom Jesus, Desportivo União de São Paulo, Ginásio e Centro Social de São Paulo, importantes espaços de recreação e entretenimento cultural da cidade de Luanda.

A aprendizagem e solidez criativa, adquirida no interior do “Mini-Bossa 70”, levaram-no a integrar, três anos depois, o agrupamento “Surpresa 73”. Estávamos numa época de intensa rebeldia e contestação estudantil e o produtor e técnico de gravação, Jofre Neto, solicita ao Zecax uma canção de teor revolucionário.

É assim que surge o tema “Colono”, uma canção que ficou famosa e que marcou a introdução de Zecax no universo da canção revolucionária: Tundé nga giba pangue jetu/ Angola tua xala ni luto ué/ kamba diami Meirim/ ua um tumissa kuá São Nicolau/ kamba diami Inocêncio éé/ Colono ué, uá mujiba/ kamba diami, São Pedro/ colono ué uá mujiba/ Colono palanhi ku tu jiba/ mukonda dia ngola ietu ué…, cantava Zecax.

Militância política

A militância política de Zecax na JMPLA, numa altura em que os jovens assumiam, de forma progressiva, a contestação política, como principal arma de mudança social, esteve relacionada, de forma directa, com a sua aproximação ao associativismo cultural estudantil. Zecax fez parte do histórico agrupamento “Kissanguela”, em 1976, formação musical ligada à JMPLA, como cantor, gravando o seu nome nesta importante banda musical, que representa o ponto mais alto da canção revolucionária. O cantor passou ainda pelos “Angolenses”, grupo musical engajado politicamente, que defendia, nos textos das suas canções, a libertação total de África.

Conjunto Merengues

Zecax passou ainda pelos “Merengues”, como viola ritmo e vocal, em substituição de Zeca Tirylene, tendo feito uma importante digressão pela França e União Soviética. Como funcionário do Ministério da Cultura, Zecax integrou os “Diamantes Negros”. Da época dos “Diamantes Negros”, ficou na memória a canção “Caminhar é difícil”, interpretada por Zecax.

A passagem de Zecax pelos “Jovens do Prenda” não foi menos importante, de 1981 a 1984, como intérprete e guitarra ritmo. Nesta formação ficaram na história os sucessos: “Undengue uami”, uma belíssima canção em que o cantor exalta a memória da sua infância nos becos do Capolo Boxi, no Bairro Marçal, “Makota mami” e “Fim-de semana”.

Zecax interpretou ainda os sucessos “Maximbombo”, “Boleia” e “Donzela”, nos Kiezos, onde passou de 1984 a 1988. Ainda na condição de funcionário do Ministério da Cultura, Zecax fez parte do agrupamento “Semba África”. No agrupamento “Semba África” ficaram conhecidos os sucessos “Mana Tita” e “Caçador”.

Registos e participações

Até à data da sua morte, Zecax preparava o seu primeiro CD de originais e canções com nova roupagem, que incluía os principais sucessos da sua longa e notável carreira.
O cantor participou em várias colectâneas, uma das quais, “Memórias do Marçal”, com vários cantores oriundos deste histórico bairro da cidade de Luanda. O palco foi, nos últimos momentos de vida, uma das suas mais frequentes residências, onde revelou o seu dinâmico talento.

Para além das digressões e participações em festivais internacionais, Zecax foi uma presença ordinária nas sessões do “Caldo do Poeira”, da Rádio Nacional da Angola, e no “Muzonguê da Tradição”, onde foi um dos convidados da sua primeira edição, em Fevereiro de 2006, realizado pelo Centro Cultural e Recreativo Kilamba. O cantor participou também, em Outubro de 2010, no concerto de homenagem ao cantor e compositor Alberto Teta Lando.

Ministra da Cultura lamenta a morte do músico Zecax

Rosa Cruz e Silva, ministra da Cultura, lamentou, em Luanda, a morte do compositor e cantor Zecax. Numa nota de imprensa, a ministra sublinha que a morte do músico Zecax deixa um vazio irreparável no conjunto das figuras referenciais da música popular angolana. “Em meu nome pessoal e do colectivo de trabalhadores do Ministério da Cultura endereço à família enlutada, à classe artística em geral, os meus mais profundos sentimentos de pesar”, refere o documento.

Desde Setembro deste ano, Zecax preparava o seu primeiro trabalho disco a solo, intitulado “Avó Sara”, uma síntese da sua trajectória artística de 30 anos, e que seria dedicado à sua avó, que muito o incentivou na carreira musical.

Morreram músicos angolanos Chissica Artz e Nito Nunes

Luanda – Mais uma vez o panorama cultural angolano voltou a perder dois dos seus membros. Tratam-se dos músicos Edson Ecóteo Chissica, vulgarmente conhecido por “Chissica Artz” e Nito Nunes. O primeiro foi traído por uma paragem cardíaca e faleceu por volta das 20 horas e pouco minutos, na clínica Sagrada Esperança (pertencente a diamantífera nacional Endiama).

Fonte: Club-k.net

Já o segundo foi vítima de tensão arterial (uma doença que o mesmo já vem carregar há largos meses). Curiosamente os dois músicos perderam a vida no mesmo dia, isto é, na terça-feira, 04, em Luanda, mas em locais diferentes.

A informação sobre à morte de Chissica Artz – que deixa uma viúva e três filhos (cujo último tem apenas seis meses de vida) – foi confirmada pelos familiares a uma emissora sedeada na capital angolana.  Enquanto de Nito Nunes foi avançada pelos vizinhos. 

Este portal soube de uma fonte que a paragem cardíaca, de Chissica, terá sido originada de um Acidente Vascular Celebral (AVC). Segundo um dos técnicos de saúde que se encontrava de plantão naquela unidade hospitalar, garantiu que tudo foi feito para salvar o músico. "Mas infelizmente não foi possível”, rematou. 

Natural da província do Huambo, Edson Ecóteo Chissica iniciou a sua carreira musical, aos 16 anos de idade, a cantar no coral infantil de uma igreja protestante em Luanda. Venceu nas categorias “Música do ano” e “Artista Revelação”, no Top Rádio Luanda, edição 2001, e ficou em terceiro lugar no prémio africano Kora, na categoria “Melhor Artista da África Austral”, ao lado dos músicos africanos de referência Ivony Chakachaka e Koffi Olomidé.

Do seu repertório já contam três discos nomeadamente “Inconformado”, em 1998, “De traz para frente”, em 2002, “Influências”, em 2005, e por último “Realidade”, em 2010. Antes da sua partida para o além, o músico preparava o seu quinto trabalho discográfico, cujo título mantêm-se em segredo dos deuses. A obra em questão, possivelmente, será lançado nos próximos tempos pelos seus familiares a título póstumo. 

Já o Nito Nunes foi um artista de sucesso na década de 70, e deixou no seu repertório apenas  um disco intitulado “N’Gueza”, que comporta dez temas de semba e rumba, com a participação dos músicos Yeyé, Sacerdote, Livongh, Presilha, Alex Samba, Texas, Mayó, Inácio do Fumo, Lutuima e Meu.

“Cheguei a ser assediada sexualmente”, confessa Ary

Luanda – À margem da sessão de venda e de autógrafos da sua segunda obra discográfica intitulada “Crescida, mas ao meu jeito”, lançada neste sábado, 27, no Parque da Independência, em Luanda, a “extravagante” cantora angolana Ariovalda Eulália Gabriel, ou simplesmente "Ary", revelou que já foi vítima de assédio sexual, sobretudo no momento em que decidiu “correr” atrás dos patrocínios.

Fonte: Club-k.net

Música angolana atravessa uma fase de vitalidade

A cantora (dona de uma voz singular) confessou – segundo a notícia veiculada pela Angola Press – ter passado por momentos de extrema dificuldade. “Um dos piores foi quando decidi andar atrás dos patrocínios para o meu primeiro disco. Cheguei até a ser assediada sexualmente”, confessa sem papas na língua.

Apesar dos pesar, Ary (vencedora de vários prémios culturais) mostra-se satisfeita por ter literalmente surgido numa época em que a música angolana abarca uma fase de vitalidade e crescimento. “O mercado está mais exigente. Os artistas nacionais têm que se esforçar mais, até porque são cada vez mais valorizados internacionalmente”, enfatizou.

A jovem cantora – que foi considera “Diva do Momento”, em 2008 – referiu não ser fácil lidar com a fama em certas situações. “Já não me sinto exactamente igual ao que era. Agora sou obrigada a ser mais perfeita e muito cuidadosa em tudo o que faço. No princípio as pessoas faziam muitos comentários sobre mim. Os negativos faziam-me sentir pessimamente, mas a minha mãe aconselhou-me que se este era o caminho que eu escolhi, então tinha que ultrapassar tudo”, disse.

Informou que a obra contou com a colaboração de vários compositores, entre os quais Heavy C, e conta com faixas já conhecidas pelos ouvintes como “Amor da minha Vida”, “Betinho” e “Sou louca só por Ti”. Recentemente Ary esteve em Portugal onde gravou mais um vídeo deste seu novo álbum que contém 12 faixas musicais e foi gravado pela LS Produções.

Importa realçar que muito recentemente a psicóloga Maria de Encarnação Pimenta condenou veemente, a partir na cidade do Kuito, província do Bié, a pratica do assédio sexual que se verifica em alguns locais de trabalho a nível do território nacional. A mesma mostrou-se desapontada pelo facto de se verificar, com alguma frequência, esta prática nas instituições laborais.
“Tal atitude errada em nada contribui para o bom funcionamento de um órgão público, nem tão pouco privada”, garantiu a também escritora, enfatizando que “hoje nota-se em vários locais de serviços a prática do assédio sexual, um comportamento menos digno e de tamanha vergonha na nossa sociedade".

Para a psicóloga, o assédio sexual é resultado das incompetências dos gestores das instituições de trabalho, tendo também solicitado das mulheres mais responsabilidades e competências nas suas tarefas, para evitarem que se caia neste mal que acaba por prejudicar grandemente o convívio familiar.

Insólito: O único mudo-surdo que canta no mundo é angolano

Luanda - O mundo já o recebeu mudo-surdo. Devido a essas duas dificuldades, Luís Pí teve uma infância difícil de se enfrentar, mas graças a sua coragem e determinação nunca se sentiu inferior as crianças que falavam e ouviam. Tentou sempre ser igual a elas, jogando a bola, brincando. Mas entre as mil e uma brincadeiras existentes  a que mais despertou interesse naquela criança surda/muda foi justamente a música.

Fonte: Club-k.net

Esta a gravar disco em Lusaka

Aos oito anos quase que já não deixava ninguém em casa em Paz tal era o "barulho" ensurdecedor que fazia quando, perante a um espelho e com o pente na função de Microfone, cantava imitando músicos. Ele não tinha a mínima noção dos "estragos" que causava sempre que efectuasse os seus indispensáveis ensaios. A família não tinha outra solução senão a de o deixar fazer o que mais gostava.

Anos depois, e de tanto presenciar diversas actividades  musico -culturais,  Luís Pí é convidado por Luis Montez, um dos pioneiros  na realização de espectáculos musicais em Luanda a época, por insistência sua. Pí achava-se que não era inferior a todos os demais cantores que animavam os espectáculos na altura.

"Este mudo vai cantar? Como?" indagavam-se os promotores e os músicos. Assim que lhe foi dado a possibilidade de estar em palco, o principal seu sonho naquela altura, Luís Pí mostrou que a deficiência que consigo transportava desde a nascença jamais o impossibilitaria de ver o seu sonho realizado... O sonho de ser musico.

Pí cantou e encantou. Chegou a casa com muitos fãs atrás de si. O Rangel, no geral, e a C-6, em particular, ganhava assim uma estrela diferente das demais. A partir daí passou a ser uma "coqueluche" do músic hall Luandense e a sua presença era indispensável em variadíssimos espectáculos promovidos na capital do País.

Pisou o mesmo palco com renomeados músicos da década de 60,70 e 80, com particular destaque para Elias Dya Kimuezo( o Rei), Luis Visconde, Urbano de Castro, Santocas, David Zé, Carlos Burity, Carlos Lamartine, Artur Nunes... e já foi acompanhado por quase todos os agrupamentos musicais, muito embora a sua preferência recaísse para os Kiezos.

Aos 59 anos de idade completados a 23 de Agosto ultimo Luis Pí, que é Membro da União dos Artistas e  Compositores de Angola "UNAC", terá a possibilidade  de realizar o seu segundo e mais importante sonho: a gravação de um disco. Escolheu a capital da Zâmbia, Lusaka, para a realização de tal proeza pois, segundo informações, não haviam portas abertas  para ele em Luanda. "Também com o kuduro a bater quem vai querer patrocinar o disco de  um mudo?", ironizou o kota Pépe, um fã incondicional de Pí.

Por diversas vezes Luis Pí solicitou apoios através de entrevistas que concedeu aos Programas "Musical" da TPA e "Viva o Sábado" da Radio Nacional de Angola, mas,infelizmente, o seu grito de socorro não  tinha sido ouvido.

De acordo com  fontes  familiares, Luis Pí pretende levar o primeiro disco da sua carreira a praça da Independência antes do Natal de 2012.  A ser verdade, não nos espantemos se Luis Pí for eleito pelo Guiness Book como  o primeiro cantor Mudo-Surdo no mundo a gravar um Disco.

*Antwen Kemps

Paul G em contactos com norte-americano P. Diddy para participar no seu novo disco

Luanda – O músico angolano Paul G está a negociar com o rapper norte-americano P. Diddy para a participação deste no seu segundo disco intitulado “Nova Era”, cujo lançamento está agendado para Dezembro, em Luanda.


Fonte: Angop

Numa entrevista concedida, quarta-feira, à Angop, a propósito do seu “Grande Show”, agendado para o próximo dia 19 de Outubro, no Cine Atlântico, Paul G avançou que as duas partes estão a pormenorizar a participação do norte-americano.

 
Caso se concretize, Paul G passa a ser o primeiro artista angolano a ter no seu disco a voz de um rapper norte-americano de top.
 

Paul G começou a carreira nos anos 90 e foi membro fundador do grupo hip-hop SSP, onde ganhou experiência quer como bailarino quer como cantor.
 

Ao longo da sua carreira artística Paul G produziu vários sucessos enquanto produtor musical, sucessos que podem ser ouvidos no grupo SSP, Bruna Tatiana e Ary.

 
O cantor gravou o seu primeiro disco a solo sob o título “Transition”, estreando-se como uma das referências

Mc Boneco anuncia lançamento de obra discográfica - Vídeo

Luanda - O músico angolano  MC Boneco, actualmente a  residir  nos Estados Unidos da America   prepara-se para lançar, em Luanda,  o álbum “a última coisa fofa” que é um projecto em parceria  com a “Project World Family”.


Fonte: Club-k.net

De acordo com uma nota da equipa de promoção do grupo “O lançamento oficial do vídeo da musica Wo Jiao será feito acompanhado de uma mini  apresentação do cd  bem como alguns grupos  convidados que ajudarão o grupo para entreter o público presente”


“Para levar o CD  a periferia de Luanda ,este ano o MC  Boneco actuou já em varias espetáculos tais como na quinta feira   dos famosos em que se encontram também vários cantores de renome e  algumas figuras da televisão e socialize ,e no no Giga Club aonde  estiveram presentes mister k sany neto Moreno Paim entre outros   cantores ,com viagem marcada para a província de Benguela a  musica do grupo continua a popularizar-se”, Le-se da nota.


Segundo os promotores da obra, o  CD intitula-se a “ultima coisa fofa” porque primeiramente serão   feitas apenas duas mil copias contrariamente a norma que muitos   músicos fazem dez mil copias ou mais e por vezes sobra,a edição será limitada , o   afinco posto no CD que levou mais de cinco anos a terminar indo  buscar e tentando se espelhar em CDs clássicos da música mundial,o   c d teve como objetivo criar um CD que possa ser ouvido durante  décadas e do principio ao fim,e não ser musica descartável como   muitas musicas actuais.”

O grupo acrescenta que o facto de ter musicas em varias línguas apenas   ajudara o CD  a ser internacionalizado ,e o facto de ter a musica Wo Jiao em chinês não afugentara o publico pois a instrumentalização é  puramente Angolana.

Quem Somos

CLUB-K ANGOLA

CLUB-K.net é um portal informativo angolano ao serviço de Angola, sem afiliações políticas e sem fins lucrativos cuja linha editorial consubstancia-se na divulgação dos valores dos direitos humanos, educação, justiça social, analise de informação, promoção de democracia, denuncias contra abusos e corrupção em Angola.

Informamos o público sobre as notícias e informações ausentes nos canais informativos estatal.  Proporcionamos ao público uma maneira de expressar publicamente as suas opiniões sobre questões que afectam o dia-a-dia, qualidade de vida, liberdades e justiças sociais em Angola... Leia mais

Contactos

 

  • E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

  • WhatsApp: (+244) 918 512 433 Para uso no aplicativo WhatsApp apenas!

  • Reino Unido : (+44) 784 848 9436

  • Buffalo / EUA: (+1) 347 349 9101 

  • New York /USA: (+1) 315 636 5328

Newsletter

Assine a nossa Newsletter para receber novidades diárias na sua caixa de e-mail.

INSERE O SEU E-MAIL

Infográficos