Política

Révus vão para casa com Termo de Identidade e Residência

 Luanda - Os dezassete presos do Caso Revús devem ser soltos nesta Quarta-feira, ou, o mais tardar, até ao fim da primeira semana de Julho, contou a OPAÍS uma fonte judicial.A ordem de soltura, que a fonte deste jornal diz ter sido já decidida, faltando apenas cumprir alguma pequenas burocracias, deverá ser comunicada, se tudo correr bem, às entidades carcerárias e aos advogados ainda na manhã de hoje.

Fonte: Opais

Acórdão do Tribunal Constitucional decide que réus aguardem em liberdade condicional 

OPAÍS soube que o TC decidiu, sem votos contra, dar provimento ao recurso interposto pelos advogados dos réus, mas não anulou o acórdão dos tribunais de instâncias inferiores, até porque o Tribunal Supremo ainda não se pronunciou sobre o pedido de habeas corpus e sobre os recursos apresentados pelos advogados dos réus.


O Caso Revús está relacionado com o julgamento de dezassete activistas acusados dos crimes de actos preparatórios de rebelião, e tentativa de destituição do Presidente da República.


Detidos há um ano, os réus foram condenados a penas que vão dos dois anos e meio a oito anos e meio de prisão, pelos crimes de tentativa de rebelião e associação de malfeitores. Esta é o caso judicial mais mediático de Angola nos últimos anos, tendo provocado movimentos de pressão contra e pró-réus e relações de entidades estrangeiras.

UNITA acusa Ministerio do Interior de mentir sobre incidentes em Capupa

Luanda - CONFERÊNCIA DE IMPRENSA: OS INCIDENTES DE CAPUPA E OS RESULTADOS FABRICADOS PELA COMISSÃO DE INQUÉRITO DO MINISTÉRIO DO INTERIOR

Caros Jornalistas,

Tendo acompanhado ontem a conferência de imprensa efectuada por responsáveis do Ministério do Interior, ficamos com vontade de colocar algumas perguntas que nos ajudarão a perceber que o Inquérito afinal não esclareceu nada do essencial.

 

Começamos por uma das mais importantes. Afinal quem colocou em Cambulo as mais de 250 milícias que nos atacaram? O próprio Comissário Aristófanes adiantou este elevado número de atacantes!

 

Quem os preparou? Quem os avisou da ida dos Deputados?

 

A Comissão que fez o inquérito omitiu que as bandeiras do Mpla estavam colocadas na residência de um militante da UNITA. Não estavam nem em terrenos públicos, nem em terrenos pertencentes ao Mpla!

 

Mas segundo o Comissário Aristófanes os ataques deveram-se à retirada das bandeiras! Como foi possível eles prepararem 8 kms de emboscadas, em meia hora que foi o tempo que durou a retirada das bandeiras da casa do militante da UNITA e a minha ordem de as colocar lá de novo (apesar de termos toda a legitimidade em podermos retira-las)?

 

Quem acredita que em meia hora se mobilizam 250 homens, armados com catanas, zagaias e flechas, porrinhos, com tempo de cortar árvores de grande porte e atravessa-las em vários pontos da estrada? Talvez o “ speed gonzalez” personagem do livro de quadradinhos, fosse capaz de tais movimentos simultâneos, mas impossíveis num mundo real.

 

Agora vai a pergunta maior: porque é que o Ministério do Interior está a proteger milícias, que existem ilegalmente e realizam ataques contra Deputados? A quem o Ministério do Interior está a querer proteger?

 

Quem são afinal os mandantes que obrigam a tão grosseiras montagens? A incorrer em riscos tão perigosos, como o exercício a que ontem assistimos e que não é mais do que um sério aviso de que ninguém, absolutamente ninguém estará seguro quando em causa estiverem interesses do partido no poder, habituado a tudo pisar e nada respeitar?

 

Será que estes senhores, que nos serviram tão repugnante exercício de incompetência, refletiram bem ao pretenderem ser juízes em causa própria? Pode o Ministério do Interior, que já nos tinha servido um Comunicado cheio de falsidades, voltar a efectuar outro triste trabalho, onde os atacantes foram juízes e onde se pretende julgar quem permitiu que hoje aqui estivéssemos vivos? Estes que agiram sempre dentro do mais absoluto rigor, a quem por mais que tentem não conseguirão imputar qualquer desvio ao Direito e à Lei.

 

Será que todo este triste exercício resulta do facto de terem falhado a missão e de estarmos vivos?

 

Como é que um servidor público e um oficial da Polícia Nacional pode diferenciar o valor da vida e sugerir: “remeter à magistratura um processo crime aos autores dos disparos que causaram a morte de 2 cidadãos”; e nada remeterem contra quem atacou deputados e provocou o morte de um outro cidadão?

 

Desculpem, senhores jornalistas, será que os senhores ontem ouviram a intenção de responsabilizar alguém que atentou contra a outra vida perdida? Terá esta vida menos valor? Terão aquelas mais valor por serem militantes do partido no poder?

 

Mas, analisado pelo absurdo, ficou claro que o Ministério do Interior autoriza assassinar cidadãos quando em causa está a retirada de bandeiras! Autoriza atacar Deputados e desprotegê-los quando os atacantes são numerosos! Não há qualquer responsabilização contra estes factos, que constituem crime.

 

Foram estas as conclusões desta extraordinária e incompetente Comissão de Inquérito! Tristes conclusões que atentam contra a nossa Constituição e ferem a mais elementar regra de decência!

Senhores Jornalistas,


O Grupo Parlamentar da UNITA tem efectuado imensos trabalhos de auscultação à diferentes comunidades do nosso país; tem efectuado inúmeras intervenções sob os mais variados assuntos de interesse nacional; tem-se movimentado bastante e tem sobre a mesa da AN a solicitação da criação de 2 Comissões Parlamentares de Inquérito: uma exactamente sobre Capupa e outra sobre a SONANGOL. Tem efectuado conferências de imprensa, bastante fundamentadas, com aspectos relevantes da governação, como foram os casos da situação sanitária e da rede viária do país, com o destapar de gestão incompetente e de gritantes desvios de fundos praticados por muitos dos actuais governantes.

Senhores jornalistas

São muitos aqueles que nos dizem que o alvo do ataque de Capupa, era o Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA! Nós precisamos de respostas sérias e responsáveis das nossas autoridades. Por essa razão exigimos uma Comissão de Inquérito Multidisciplinar e o seu natural espaço de realização deverá ser a Assembleia Nacional.

Senhores Jornalistas,


Quando o Presidente do Grupo Parlamentar da UNITA chegou a Luanda, foi por sua iniciativa recebido pelo Presidente da Assembleia Nacional e antes de realizar a primeira conferência de imprensa, também por sua iniciativa encontrou o Ministro do Interior. Ambos solicitaram a entrega, por escrito, do relato efectuado. Este documento foi naturalmente entregue ao Presidente da Assembleia Nacional. Já a sua entrega ao Ministro do Interior mereceu alguma interrogação, pelo precedente de falsidades do comunicado do Ministério do Interior em Benguela. Ainda assim decidiu-se pela entrega.

Também o Presidente da UNITA escreveu ao Presidente da República sobre este grave assunto e manteve também um encontro com o Sr Ministro do Interior.


Pensamos que o Ministro do Interior, numa acção ética, deveria retribuir o tratamento que mereceu da UNITA, e partilhar o conteúdo final do inquérito. Talvez até enviá-lo antes da conferência! Mas nada disso fez, porque desconhece a importância destas acções. Nós lamentamos profundamente. Afinal temos mesmo, modos e praticas muito diferenciadas no que respeita à ética!


Importa dizer também que o Sr Comissário Aristófanes alterou intencionalmente toda a dinâmica dos factos! Porque o fez? Nós fomos verbalmente agredidos e ameaçados desde a chegada ao local de Cambulo. As milícias estavam a nossa espera e algumas delas, pelos dados que nos vão chegando foram transportadas para ali de municípios bem distantes.

Há reportagem de outros funerais que não interessaram a Comissão de inquérito. Porquê?

Qual a expressa intenção do chefe da Comissão inventar uma causa artificial aos ataques de que fomos alvo?

Por acaso este Comissário sabe que foram as armas recuperadas à polícia que permitiram resgatar da mão dos atacantes, 3 membros da delegação e também o polícia ferido pelos atacantes, que foi transportado numa carrinha dos membros da delegação da UNITA?

Por acaso o Comissário, tão ágil em conclusões, sabe como é que os Deputados conseguiram atingir o carro da polícia que os trouxe depois? Sabe que os deputados tiveram de correr entre os atacantes e desviar-se de catanas e flechas? Sabe que depois de atingirmos o carro da polícia, os agentes da polícia tiveram que abrir caminho a disparar e não foi sempre para o ar?

Lanço aqui um apelo: acabem com a impunidade e levem aos tribunais os inúmeros autores de vários crimes naquela região. A protecção aos criminosos é um forte incentivo á realização de novos crimes.

O encontro que os Deputados mantiveram com o Procurador do Cubal, antes de partirem para Capupa, foi para se inteirarem das razões porque 10 anos de agressões, com sete mortes de membros da UNITA, com a sistemática destruição de instalações do partido, destruição de bandeiras, nunca chegaram a julgado?

O nosso país tem um problema enorme, resultante da sobreposição da função de 1º Secretário com a de Administrador. Os Administradores comportam-se partidariamente na interpretação da sua missão e acabam por arrastar as instituições que deles dependem para praticas idênticas. Daí a partidarização das autoridades tradicionais e à desarmonia nas nossas aldeias! A maioria dos incidentes que perturbam as comunidades resultam dessa opção do Partido de regime. O Mpla vai responder perante a história por esta inquietação nacional. De nada vale hoje a manipulação dos órgãos de comunicação social que respondem aos chefes do regime!

Como balanço:

. O Ministério do Interior mentiu quando disse não ter sido informado!

. Foi o Presidente do Grupo Parlamentar quem entregou ao Ministro a Acta elaborada pelo Comando da Polícia do Cubal a afirmar o conhecimento atempado de todo o itinerário! Afinal tinham conhecimento. Porque mentiram?

. O Ministério engana intencionalmente quando esconde que as bandeiras do Mpla estavam na residência de um membro da UNITA!

. O Ministério mente quando diz que o ataque começou com a retirada das bandeiras!

. O Ministério não sabe porque intencionalmente não tinha colocado no relatório escrito, porque guardei alguns factos para o inquérito imparcial; mas o polícia ferido foi transportado do local do ataque até Capupa num carro dos membros da UNITA, agora acusados pela Comissão!

. O CMDT da polícia do Cubal foi transportado do local do ataque até Capupa num carro dos membros da delegação da UNITA, pelos mesmos também agora acusados de crime pela Comissão!

A História vai-vos julgar como uma geração de governantes incapazes de realizar a reconciliação nacional. São demasiadas as mortes a que vocês fecham os olhos! São demasiados os inocentes que o regime envia para os calabouços, acusados de crimes que não cometeram!

Temos a obrigação de deixar aos nossos filhos, à geração vindoura um país melhor para se viver.

Luanda, aos 28 de Junho de 2016

Adalberto Costa Júnior
Membro do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA

 

 

UNITA em Benguela nega responsabilidade por incidentes

Benguela - O secretário da Unita em Benguela, província onde se registaram confrontos entre militantes da UNITA e do MPLA que deixaram três mortos e vários feridos não aceita os resultados do inquérito do Ministério do Interior apresentado ontem e que culpabiliza o partido do galo negro.

Fonte: VOA

A organização liderada por Isaías Samakuva mostra-se bem mais surpreendida, semanas depois de ter falado em ‘’inúmeras inverdades’’.


Alberto Ngalanela, um dos três deputados que viveram os horrores da Capupa, lamenta a postura do Governo de Benguela.


O secretário provincial chorou ao apontar o dedo ao soba Tchimbuta, detentor, como diz, de um território e de um exército, à imagem de quem desafia as autoridades.


"O seu exército, depois do ataque, percorreu 18 quilómetros, queimando casas, desalojando e destruindo bens, até chegar à sede da Capupa. Ali, perante o olhar permissivo dos agentes da Polícia, destruiu mil blocos que serviriam para a construção do Secretariado da UNITA’’, sustenta, para mais adiante assinalar que os agressores tiveram o privilégio de receber a visita de membros do MPLA e da Administração, que lhes ofereceram apoio material, ao passo que ‘’o Governo nem sequer se dignou visitar a família de Fernando Bundo (inspector assassinado)."


A VOA viu rejeitados pedidos para um pronunciamento do MPLA.


Numa das ocasiões, o secretário para Informação, David Naenda, disse que o Comité Provincial estava à espera de um informe da sua representação no Cubal.

EUA doam 500,000 doses de coartem para apoiar combate ao surto de malária em Angola

Luanda – A Embaixada dos Estados Unidos anuncia que o seu governo, através da Iniciativa Iniciativa Presidencial contra a Malária,disponibilizou 500,000 doses de Coartem para combater o actual surto de malária, que afecta o país.

Fonte: Embaixada americana

No âmbito do seu apoio ao Programa Nacional de Controlo da Malária do Ministério da Saúde, a Embaixadora dos Estados Unidos, Helena La Lime, procedeu a entrega desta generosa contribuição de 500.000 doses de antimaláricos, no dia 28 de Junho, pelas 11:00, no Hospital Américo Boaviida, ao Ministro da Saúde. Esta contribuição está já a ser distribuída nas unidades sanitárias das províncias de Luanda, Benguela, Cunene, Huambo, Huíla, Cuanza Sul, Malanje, Uíje, e servirá para tratar 500,000 pacientes de malária.

 

Durante o acto de entrega, a Embaixadora La Lime anunciou que o seu Governo, através da USAID, espera entregar nos próximos meses outras doações de 100,000 doses de medicamentos de segunda linha para o tratamento da malária grave e 500,000 kits de testes rápidos.

 

No acto, que teve lugar no pátio do hospital Américo Boavida, o Ministro da Saúde, Luís Gomes Sambos, agradeceu o gesto e disse que a doação dos Estados Unidos é o seguimento da cooperação que os dois países têm no domínio da saúde. O Ministro Sambo referiu-se igualmente que através da Iniciativa de Combate à Malária, PMI, o governo dos Estados Unidos investiu nos últimos anos mais de 270 milhões de dólares em Angola.

 

Em 2016, o governo dos Estados Unidos, através da sua Iniciativa Presidencial Contra a Malária, (PMI) implementada pela USAID, investiu um total de U$D 28 milhões de dólares na luta contra malária em Angola.

 

A doação feita ao governo de Angola é um apoio adicional da Iniciativa Iniciativa Presidencial contra a Malária e, que ocorre todos os anos. A USAID, que implementa o programa em Angola, tem canalizado este apoio para actividades de mobilização social, campanhas de distribuição de redes mosquiteiras, fortalecimento do sistema de saúde, formações laboratoriais e para o manejo adequado de casos de malária, e por fim, apoio ao CECOMA para melhor planificação e armazenamento no manejo da cadeia de medicamentos e equipamentos de saúde.

UNITA: Adriano Sapinãla faz balanço dos primeiros 100 dias que marcaram o seu mandato no Cuando Cubango

Cuando Cubango - Integra do discurso do Secretario Provincial da UNITA no Cuando Cubango, proferido na conferência de Imprensa do dia 28 de Junho do ano em curso.

Fonte: UNITA

Ilustres Jornalistas aqui presentes
Digníssimos Membros do Executivo Provincial do nosso Partido
Minhas Senhoras e meus Senhores

É com bastante satisfação que nos apresentamos hoje diante de vós, para podermos fazer o balanço dos primeiros 100 dias que marcaram o nosso mandato, iniciado a 11 de Março do ano em curso, quando nesta nossa sala magna tomamos posse para o cargo de Secretário Provincial da UNITA aqui no Cuando Cubango.

Naquele dia eu notei a nossa sala ser tomada por um misto de sentimentos por parte dos meus companheiros que se de um lado, alguns viam aquele momento com reticencias por não nos conhecerem bem, por outro lado senti firmeza, determinação, satisfação e até mesmo sede de realizar por parte da maioria, que euforicamente reagia a nossa vinda para esta martirizada Província do Cuando Cubango, situação esta que galvanizou a nossa prontidão para o desafio ora assumido, cientes de que estávamos proibidos de defraudar a confiança que nos foi depositada pela Direcção do nosso glorioso Partido UNITA, na pessoa do seu Presidente Dr Isaias Henrique Ngola Samakuva.


Entretanto apesar deste misto de sentimentos, não nos coibimos de partilhar com os quadros do nosso Partido, os objectivos da nossa vinda aqui e começamos a trabalhar, dando a entender a todos que o contributo de todos e de cada um é necessário para o engrandecimento da nossa UNITA.
Assim sendo passamos a teorizar menos e praticarmos mais já que, como dissemos na UNITA, a Prática é o critério da verdade.


Depois de ouvirmos várias sensibilidades entendemos que o contacto com as populações se tinha revelado num imperativo e foi assim que decidimos optar por uma postura de maior proximidade com as populações e, no dia 18 de Março trabalhamos aqui no Município sede com os responsáveis a todos os níveis que movimentam a máquina Partidária em Menongue.


Na mesma optica no dia 02 de Abril deslocamo-nos para o Município do Cuchi onde constatamos a vida dos seus Munícipes e a situação partidária naquela Municipalidade, tendo terminado a nossa deslocação com um acto de massas que serviu para medir a pulsação do nosso Partido ali.

No dia 09 de Abril nos movimentamos para o Sector Dumbo de onde saímos animados dada demonstração de força da UNITA ali nos apresentada.


Chegados cá em Menongue, entendemos que precisávamos de fazer uma jornada patriótica que nos levaria a todos outros Municípios em que estamos implantados política e fisicamente com o fim de constatarmos a vida politica, social, económica das populações assim como a nossa vida partidária; Daí que decidimos em começar a referida jornada no dia 14 de Abril.


Como mandam as boas maneiras, informamos as autoridades Governativas e Policiais da nossa pretensão; e para o nosso espanto, no dia marcado vimos a nossa viagem a ser dificultada pela Polícia Nacional com o impedimento do avanço de uma das viaturas que fazia parte da nossa caravana sob pretexto de uma presumível superlotação da mesma, factor este que já nos chamou atenção uma vez que as autoridades policiais tiveram conhecimento antecipado do nosso movimento.


Ainda assim já que a Polícia Nacional alegava motivos de segurança do nosso pessoal que se fazia transportar naquela viatura, preferimos não colocar resistência as atitudes da Polícia que viria a ordenar o regresso da mesma para a unidade operativa de Menongue de onde já no dia seguinte viríamos a ter informações de que se tinham encontrado duas armas AKM 47 de fabrico soviético embrulhadas numa bandeira da UNITA e amarradas em dois colchões…….


Enquanto tudo indicava para a Polícia uma atitude voluntária da nossa parte, em nós já demonstrava claramente que haviam intenções de manchar o bom nome da UNITA como sempre o nosso adversário fez com manipulações de vária ordem. Entretanto, seguidas as tramitações legais, S.Excia Sr Governador Provincial decidiu a favor da continuação da nossa viagem que viria a acontecer apenas um dia depois da data inicialmente marcada, isto é, no dia 15 de Abril.


Dadas as dificuldades de locomoção derivadas da inexistência da rede viária em tapete asfáltico que liga o Município do Cuito Cuanavale à Mavinga, atingimos aquele município 22 horas depois de termos deixado a cidade de Menongue num trajecto caracterizado por enormes dificuldades.


Valeram a pena as 22 horas de marcha porque encontramos o povo a vibrar com danças e cânticos demonstrando assim a alegria contagiante e constante, sempre que a UNITA faz a sua festa naquele histórico Município de Mavinga.

No dia 18 de Abril partimos de Mavinga para Rivungo num percurso que nos levou 16 horas de marcha e que nos serviu também para contactarmos as populações instaladas ao longo da via que liga os dois Municípios e ali no Rivungo constatamos os primeiros actos de intolerância política perpetrados pelos militantes do MPLA sob orientações do Sr Júlio Vidigal que é também o Administrador Municipal ( portanto representante do Executivo Angolano ali), cuja sua postura tendia mais para chefe de uma milícia do que para autoridade governamental de um País Democrático e de Direito. Para a triste memória, no dia 19 de Abril assistimos a invasão dos efectivos da Casa Militar do Presidente da República sob o Comando do Administrador Municipal do Rivungo ao local do nosso acto de massas que acontecia de fronte ao Secretariado Municipal do nosso Partido no Rivungo, com arremessos de pedras as populações ali concentradas no intuito de as dispersar, numa manifesta atitude ciumenta e até mesmo criminosa e, outros materiais contundentes tendo como resultado desta invasão 6 angolanos feridos.


No dia 21 de Abril rumamos do Rivungo para a denominada Comuna do Luyana que para nós é e sempre será a Jamba (Bastião da resistência contra a invasão Russo-Cubana em Angola), onde trabalhamos durante 3 dias. Foi doloroso encontrar a Jamba como está hoje, porque ficou patente a destruição das suas infraestruturas, através dos seus vestígios, numa clara demostração de ódio por tudo quanto a UNITA construiu ali e foi devastado tão logo que a Administração do Estado chegou lá. Ademais, esta situação prevalece agora com a comunicação feita pela Administração local as populações em como, vão ser desalojadas da Jamba para uma zona por se identificar, porque aquela localidade se vai transformar num parque de animais selvagens com maior incidência aos elefantes; isso tudo só prova que o objectivo principal do Governo de Angola é apagar a Jamba da história contemporânea do nosso País, facto este que condenamos veementemente porque, a Jamba é uma parte importante de Angola e foi a partir de lá que se impos ao Governo Angolano o Multipartidarismo e consequentemente a Democracia e o Estado de Direito que hoje o País vive.


Ao se tratar dos destinos da Jamba não se pode faze-lo unilateralmente sob pena de a história vir a julgar os autores desta pretensa intenção, que é a de a destruir definitivamente.

Alias em vez desta pretensão, somos a sugerir que se erga um Museu de História Contemporânea de Angola na Jamba por ser mesmo o lugar de onde se escreveram várias páginas da mesma história e por feliz coincidência muitos dos seus autores ainda vivem e podem contribuir grandemente para se contar verdadeiramente a história de Angola, que está hoje numa versão totalmente deturpada.


Mas, voltando para o nosso balanço que se impõe, no dia 22 de Abril partimos da Jamba para a Comuna do Mucusso, onde atingimos no dia seguinte e encontramos o povo concentrado a nossa espera e por conta disso, decidimos falar para a população da referida Comuna no mesmo dia. Entretanto marcamos o acto de massas para as 15 horas do dia 23 de Abril e assim aconteceu. Infelizmente o acto não aconteceu como prevíamos porque uma vez mais os agentes do mal, comandados pelo Sr Jonas Kapoyoyo (Administrador Comunal) invadiram o nosso acto de massas tal como tivera acontecido no Rivungo, com arremessos de pedras, agressões físicas contra os componentes da nossa caravana e até que o cúmulo aconteceu, que foram os disparos de uma arma de fogo tendo por ironia do destino aquela acção provocado outros 6 angolanos feridos em pleno, num acto bárbaro de intolerância política energicamente condenável.


Catorze anos depois de alcançada a paz e o país a viver de um processo de reconciliação nacional nada, mas absolutamente nada justifica tamanhas atrocidades, muito menos quando se trata de motivações políticas, porque afinal de contas a política também subordina-se a ética e ninguém tem o direito eticamente de sabotar qualquer acto de um partido concorrente já que vivemos em um País que abraçou a democracia como seu sistema político e a democracia assenta-se no respeito pelas diferenças de opiniões.


Por outro lado, a UNITA afirmou-se e enraizou-se na memória colectiva dos angolanos como Partido político democrático, pacífico e tolerante, pelo que todos intentos contra ela neste sentido cairão sempre em saco roto porque, a UNITA está seriamente engajada na conquista da estabilidade social do país, com a promoção do desenvolvimento económico e com a missão histórica de realizar Angola e os angolanos a partir das eleições que vão acontecer já no próximo ano e para isso temos como maior aliado o povo angolano de Cabinda ao Cunene e do Lobito ao Luau.
Prosseguindo:


No dia 25 de Abril continuamos com o nosso movimento e desta feita rumamos para o Município do Calai onde nos desdobramos durante 2 dias em contactos com vários extractos da sociedade naquela Municipalidade e tudo tendo corrido na normalidade ficamos com a sensação de que Rivungo e Mucusso pertenciam a uma outra Angola….


No dia 27 de Abril partimos do Calai para o Município do Cuangar, onde uma vez mais fomos recebidos calorosamente pela população local numa demostração clara de que a UNITA goza de boa saúde em todo território da Província do Cuando Cubango, já que chegados ali estávamos a fechar um ciclo que nos levou a todos Municípios da nossa Província em que estamos implantados. Entretanto importa referir que o termino da nossa Jornada Patriótica aconteceu na Comuna do Caiundo num acto de massas memorável.


Terminada esta jornada, recolhemo-nos para o Menongue em balanço, do qual salientamos o seguinte, fruto das constatações feitas:


A nossa Província carece de maior atenção por parte dos Executivos Nacional e Provincial, a medida em que quase tudo falta as populações, começando mesmo pelo que comer, o que vestir, medicamentos, escolas, saneamento básico, estradas que liguem os Municípios entre si, água potável, energia elétrica, etc, etc. A extrema pobreza se transformou na maior marca da nossa Província, situação esta, que pode nos levar assistir brevemente se não se tomarem as medidas necessárias, a uma grande e grave hecatombe social cujas consequências serão incalculáveis.


Há quem diga que o que vivemos hoje na Província do Cuando Cubango é consequência da crise económica e financeira que o País vive mas, não; não porque o Cuando Cubango chega a ser a única Província de Angola que beneficiou em quase nada nestes 14 anos de paz se considerarmos as suas potencialidades hídricas, de recursos minerais, turísticas, agrícolas e humanas. Se as tivessem em conta estaríamos hoje no sentido inverso da situação que vivemos, com um taxa de desemprego razoável, um verdadeiro combate a pobreza e não um combate contra os pobres, como temos assistido ate hoje, um plano claro e exequível de promoção do turismo a nível da nossa província tal como acontece com os países vizinhos a exemplo da Namíbia, Botswana, e porque não referenciarmo-nos mesmo a África do Sul também, a exploração racional e cuidada da madeira nos marcos do que a lei ambiental do nosso País recomenda, a pesca, a apicultura e tantos outros elementos transformáveis que a natureza fez questão de nos brindar com eles mas que hoje em dia andam adormecidos feitos reféns das más políticas governativas do partido da situação…..


Ainda voltando as grandes potencialidades turísticas da nossa Província, o Cuando Cubango tem tudo ao seu alcance para se transformar na capital do turismo em Angola, bastando para isso, o Executivo angolano acabar com as assimetrias regionais, investir mais em acções atractivas reais e realizáveis para o fomento ao turismo e veremos que transformaremos esta bela província adormecida na mais desejada paragem turística do nosso País e quiçá mesmo da região Austral.


Já que estamos aqui diante de um desafio muito ambicioso, eu ponho a prova o Governo da nossa Província a declarar mesmo o Cuando Cubango como a Capital do Turismo em Angola e transformar este Slogan numa realidade concreta e este factor vir a ajudar na busca de soluções para os variadíssimos problemas que hoje a nossa Província enfrenta.


De contrário, os factos nos revelarão que os Governantes da nossa Província demitiram-se das suas responsabilidades de servir o povo, reservando-se a satisfação dos interesses pessoais em detrimento da colectividade o que é muito grave.


Voltando ao nosso balanço, em Maio, tivemos também várias actividades a nível da nossa Província que se consubstanciaram em dar respostas a questões organizacionais de ordem interna do nosso Partido cujos resultados já são visíveis e o ponto mais alto ficou marcado com a marcha pelas artérias da cidade de Menongue no dia 28 de Maio por milhares de Angolanos que culminou com um acto de massas na campo do Bairro Paz na presença da delegação dos Deputados à Assembleia Nacional do Grupo Parlamentar da UNITA que cá estiveram em mais uma missão de Deputação.


Neste mês de Junho tivemos a felicidade de realizar a primeira reunião ordinária do Comité Provincial do nosso Partido que congregou todos os seus membros espalhados por todo território da Província e abordou as linhas mestras para implementação das orientações saídas do XII Congresso realizado de 3 à 5 de Dezembro de 2015.


Sobre o crescimento do Partido: Importa salientar que o que podemos constatar, é extremamente positivo no que tange ao crescimento da UNITA a nível da nossa Província porque, do balanço feito nestes 100 dias do nosso mandato, temos estado a receber vários cartões de membros vindos de cidadãos outrora filiados em outros Partidos com maior destaque do MPLA que se juntam a UNITA e só para exemplificar temos aqui como amostras 1437 cartões dos quais 1431 são de cidadãos vindos do MPLA para a UNITA nestes últimos 3 meses. Entretanto abrindo um parêntesis neste particular, vimos na semana passada pela TPA um cidadão que responde pelo nome de Pio Chissingui a se pronunciar em como saía da UNITA para o MPLA no Cuando Cubango e a nós saltou-nos logo a vista o facto de que o cidadão em causa não o conhecemos, não é membro da UNITA aqui no Cuando Cubango e por isso mesmo aquela acção não passou de mais uma tentativa de manipulação do MPLA através da TPA, para tentar contrapor a força da UNITA aqui na Província que passa por esta amostra que trouxemos aqui hoje e se tem caracterizado pelos falhanços constantes do MPLA nas suas actividades, onde colhem a cada uma delas maior rejeição por parte da população do Cuando Cubango .


Alias, a UNITA hoje por hoje transformou-se no estuário dos angolanos que almejam a mudança em 2017 e que não poupam esforços para concretização deste desiderato.


Não há nada nem ninguém que travará este movimento da mudança que os angolanos preconizam para 2017 através da UNITA.


Pelo que aconselhamos prudência por parte do MPLA para que a alternância em Angola aconteça sem mais banho de sangue e que a vontade soberana do povo seja respeitada. o povo angolano deseja efectivar essa alternância já no próximo ano com a UNITA na vanguarda, porque volvidos 40 anos de governação do MPLA, este partido, perdeu todo seu capital político e já ninguém acredita mais nele, então se quisermos ver esses aspecto como no desporto, o MPLA chegou mesmo na sua fase de substituição porque já não aguenta mais em campo e o seu treinador está mesmo cansado precisa de um repouso.


Para terminar importa referir que o nosso Partido continua a festejar o seu cinquentenário que decorre sob o lema: UNITA – 50 anos por Angola e pelos Angolanos; assim sendo é com esse espírito que enfrentaremos os próximos desafios com esta grande equipa de quadros que temos aqui no Cuando Cubango, cujo capitão da equipa é quem vos fala.


Outrossim, posta esta situação toda que aqui descrevemos e com toda humildade e modéstia que o momento carece, já que estamos praticamente numa auto-examinação, pensamos considerar de positivo os cem primeiros dias do nosso mandato e deixamos o repto de que ainda assim precisamos triplicar a nossa dinâmica rumo a victória da UNITA em 2017.

Muito obrigado!
Menongue, 28 de Junho de 2016

“Liberdade já” para jovens presos em Angola levanta reunião magna bloquista

Lisboa - Uma intervenção pedindo liberdade para os presos políticos em Angola levantou hoje a quase totalidade delegados presentes no arranque do segundo dia da X Convenção do Bloco de Esquerda (BE), em Lisboa.

Fonte: Lusa

O tema foi trazido à reunião magna bloquista por Jorge Silva, ativista pelos direitos dos imigrantes e representante do Bloco Democrático de Angola em Portugal.

No final da sua intervenção, de cerca de quatro minutos, os presentes no pavilhão do Casal Vistoso levantaram-se e gritaram: "Liberdade já".

O delegado referia-se ao caso dos 17 jovens ativistas presos em Luanda (capital angolana) desde junho de 2015 e entretanto condenados até oito anos e meio de prisão por atos preparatórios para uma rebelião e associação de malfeitores, penas que começaram a cumprir em março desde ano, apesar dos recursos da defesa.

Pouco depois, o antifascista Camilo Mortágua falaria e, declarando ser "talvez o delegado mais velho" nos trabalhos, deixou um recado interno e outro externo.

O Bloco, disse o pai das deputadas Mariana Mortágua e Joana Mortágua, deve reforçar a sua "cooperação" interna, e no que refere à "geringonça", Camilo Mortágua foi claro: "A geringonça é uma coisa que necessita de paixão, dedicação, empenho. É uma máquina pouco sólida e que precisa de paixão".

“A geringonça precisa de dedicação, a máquina alemã só precisa de submissão”, desafiou.

O segundo e último dia da convenção do Bloco termina hoje com uma intervenção da porta-voz do partido, Catarina Martins.

Angola: Inquérito governamental responsabiliza militantes da UNITA por incidentes mortais

Luanda - Um inquérito do Ministério do Interior de Angola concluiu que disparos de armas de fogo, «retiradas indevidamente» à polícia, efetuados por militantes da UNITA, causaram a morte de duas de três pessoas, na província de Benguela, no mês passado.

Fonte: Lusa

Em causa está o incidente registado no dia 26 de maio, que envolveu uma delegação parlamentar do maior partido da oposição angolana, na localidade de Cambulo-Capupa, município do Cubal, província de Benguela e simpatizantes do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido no poder.


Os resultados do inquérito foram segunda-feira apresentados em conferência de imprensa pelo diretor do Gabinete de Estudos, Informação e Análise do Ministério do Interior, comissário Aristófanes dos Santos.


O inquérito concluiu que o problema, que resultou na morte de três pessoas e o ferimento de seis outras, duas delas por disparos de armas de fogo e as restantes por espancamento, dois dos quais efetivos da Polícia Nacional, alegadamente atacados por supostos simpatizantes da UNITA (União Nacional para a Independência total de Angola), foi a retirada de duas bandeiras do partido MPLA.


A retirada das duas bandeiras, acrescentou Aristófanes dos Santos, "levou com que os militantes do partido MPLA se revoltassem, originando os tumultos ocorridos".


O Ministério do Interior considera que a atuação da polícia ao não efetuar qualquer disparo, conforme solicitado pela delegação parlamentar da UNITA, chefiada pelo seu líder, Adalberto da Costa Júnior, justificou-se pela "prudência", evitando colocar em perigo vidas humanas.


Acrescenta que "o incitamento à utilização das armas de fogo, a agressão física e subsequente desarme dos efetivos policiais por parte de simpatizantes do partido UNITA, independentemente das circunstâncias, constitui crime grave".

"Quanto à utilização das armas de fogo caberia ao comandante da força pública no local avaliar as circunstâncias da necessidade ou não do uso da força", salientou.


Em consequência, foram abertos dois processos-crime, em que são participantes o secretariado do comité municipal da UNITA, por atos de agressões físicas, danos materiais, fogo posto e ofensas corporais, que resultaram em morte, e a Polícia Nacional contra elementos da UNITA, por uso e posse ilegal de arma de fogo, concorrido com homicídio voluntário.


"Em face dos acontecimentos, que indiciam o cometimento de crimes graves, a comissão propôs à direção do Ministério do Interior, a remessa dos resultados do presente inquérito à Procuradoria-Geral da República, para o devido procedimento com vista ao apuramento da verdade dos factos e a responsabilização dos seus autores", solicita do inquérito.


Sobre a comunicação às autoridades locais da intenção daquela visita, o resultado do inquérito avançou que foi apresentado o programa de visita, onde se incluía a deslocação ao município do Cubal, comuna da Capupa e quatro dias depois a pretensão de "visitar a aldeia de Cambulo pelo facto de lá se encontrar uma família do seu partido, que segundo relatos estaria a ser maltratada".


Aristófanes dos Santos lamentou que a inclusão dessa visita a Cambulo não tivesse sido comunicada atempadamente pelo comando municipal do Cubal da Polícia Nacional à delegação provincial do Ministério do Interior, facto que levou a que a primeira reação daquele ministério tivesse dito que não havia conhecimento antecipado da visita àquele local.


Aristófanes dos Santos, que disse que estavam no local cerca de 200 pessoas para um número de 16 polícias, frisou que caso tivesse sido inicialmente manifestada a intensão da UNITA chegar a zona de Cambulo, teria sido avaliada a correlação de força e aumentado o número de efetivos.

 

"Razão pela qual não se poderia fazer nem um tiro sequer e vê-se claramente que quando foram disparados tiros a situação tornou-se insustentável", afirmou Aristófanes dos Santos.

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Analista do regime agradece a JES por não ter fechado às escolas em tempo de guerra

Luanda - Um analista dos órgãos de comunicação do regime, Nani Vontade foi distinguido, na categoria destaque académico, na 8ª edição do evento “Angola 35 Graus”, promovido pela deputada Tchizé dos Santos na noite de quinta-feira, no Cine Tropical, em Luanda.

Fonte: Club-k.net

Na ocasião o analista Agradeceu à todos que considera terem contribuído directa ou indirectamente para a distinção e para completar incluiu o Presidente José Eduardo dos Santos, nos seus agradecimentos por não ter permitido que as escolas públicas fechassem nem mesmo em tempo de guerra e sucessivas greves.

 

Para além de Nani Vontade, Mestre em Ciência Política e Relações Internacionais, a promotora do evento, Tchizé dos Santos promoveu também os seus irmãos gêmeos Guilherme Abrantes Coulibaly e António Abrantes Coulibaly na mesma categoria de “destaque académico”.

Eis a lista dos premiados da noite:

Ciências e Tecnologia
Inácio Simão Augusto

Política e Sociedade
António Luvualu de Carvalho

Cultura e artes
Paula Nascimento

Comunicação Social
Sílvia Samara

Economia e negócios
Décio Coque

Destaque académico
Guilherme Abrantes Coulibaly
António Abrantes Coulibaly

Destaque académico 2
Marlon Martins

Destaque académico 3
Nani Vontade

Desporto
Associação angolana de Jiu-jitsu:
Aléxia Paiva
Josemar Lopes
André Ribas e
Paulo Alves

Música
Kiaku Kyadaffi

Entretenimento
Bismark José

Promoção Internacional
Maria Borges

Promoção Internacional 2
Amilna Estevão

Prémio Carreira
António Ole

Homenagem
Viliana Simba Bunga

Homenagem 2
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