Política

UNITA capacita quadros em matérias de comunicação e marketing

Luanda - Vinte e oito quadros da UNITA participam de 02 a 5 de Março de 2015, em Luanda uma acção de formação sobre comunicação política e eleitoral e técnicas de jornalismo.

Fonte: UNITA

O seminário está a ser orientado pelo professor universitário e jornalista, José Luís Barceló, de nacionalidade espanhola, especialista em comunicação e Marketing digital.

Esta formação visa potenciar os quadros ligados a área de comunicação e marketing da UNITA para o melhor desempenho das suas funções no contexto das novas tecnologias de informação.

Convidado a proceder a abertura do seminário, o Deputado Piedoso Chipindo Bonga disse “que a formação não é um momento, mas um movimento porque é uma dinâmica”.


“O seminário é sempre uma nova etapa de debate de ideias na vida dos quadros e do partido”, disse o parlamentar.

Questionado sobre a importância do seminário, Júlio Kuambongue saudou a iniciativa da direcção do partido e considera ser “ferramenta necessária para responderem aos desafios”.

Governo angolano gasta 5 milhões de dólares para construção de website fantasma

Lisboa -  A Inspeção Geral da Administração dos Estado (IGAE), cujo Decreto Presidencial nº 215/13 lhe confere estatuto ministerial como “órgão auxiliar” de José Eduardo dos Santos, na sua qualidade de chefe do governo,   terá gasto mais de US $5.3 milhões para a construção de  um website fantasma.

Fonte: Club-k.net/Makaangola

A descoberta foi pelo jornalista Rafael Marques, ao divulgar, esta semana, no seu portal MakAngola,   uma analise sobre a revisão do  Orçamento Geral de Estado que está actualmente a ser debatida na especialidade, na Assembleia Nacional.

 

Segundo o jornalista, para este ano fiscal, em tempo de suposta crise, o IGAE tem um orçamento de US $2.1 milhões para a “criação da base de dados e estatísticas e desenvolvimento [do seu] do website”.

 

 Marques lembrou ainda que “Em 2014, o IGAE requereu US $2.2 milhões para o mesmo efeito. Já em 2013, o IGAE orçamentara US $272 mil para o mesmo projecto de criação do seu website e a base de dados.”

 

“Recuando ainda mais, em 2012, o IGAE tinha recebido US $388.6 mil dólares e no anterior, em 2011, US $398.6 mil para a mesma criação da sua base de dados e do seu website”, escreveu o responsável do Makaangola.

 

“Para poupar o leitor sobre os anos mais recuados, basta referir que não é possível encontrar o website do IGAE na internet, após quatro anos de criação e um investimento US $3.2 milhões. Com o orçamento actual, o IGAE terá gasto mais de US $5.3 milhões para um website fantasma”, concluiu.

Foto: Joaquim Mande, Inspector Geral da IGAE

"Financial Times" ataca elite política angolana

Luanda - Um artigo do jornal britânico Financial Times(FT) acusou na sexta-feira, 6, os dirigentes angolanos de formarem uma elite indiferente à pobreza da população. Para um dos mais importantes diários de economia a nível mundial, Angola é uma "cleptocracia".

Fonte: Lusa

No texto assinado por Simon Kuper "Porque o Ocidente adora um cleptocrata", lê-se que "os oligarcas deixam gorjetas de 500 euros nos restaurantes da moda em Lisboa, enquanto cerca de uma em cada seis crianças angolanas morre antes de completatar cinco anos".

"Mesmo pelos padrões dos Estados petrolíferos, Angola é quase risivelmente injusta", continua o articulista, para quem "os oligarcas angolanos habitam a economia do luxo global das escolas públicas britânicas, dos gestores de activos suíços, das lojas Hermès, etc".

O artigo do FT surge na sequência do lançamento em Londres na passada terça-feira, 3, do livro "Magnificent and Beggar Land: Angola Since the Civil War", do professor de Oxford Ricardo Soares de Oliveira.

"Por trás de cada magnata angolano há uma equipa de gestão maioritariamente portuguesa", que não se preocupa com as consequências da sua gestão, "por isso os estrangeiros bombam petróleo, fazem luxuosos vestidos e constroem aeroportos sem sentido no meio do nada", lembra o texto, citando o livro de Soares de Oliveira, que é referido como tendo reparado em fortes contrastes na sociedade angolana.

"A clique dirigente consiste largamente numas poucas famílias de raça mista da capital, Luanda, que considera que os cerca de 21 milhões de angolanos negros no mato ou musseques são imperfeitamente civilizados, e com pouco desejo para os educar", continua Simon Kuper, lembrando ainda que "são os expatriados que fazem a economia angolana mexer, desde as consultoras que ajudam a definir a política económica até aos bancos que financiam os negócios."

Kuper atira-se também aos Governos ocidentais, que, segundo ele, aceitam a cleptogracia angolana com quem fazem negócios sem olhar ao contexto político do país.

"A elite fez a festa durante o crescimento do petróleo, conclui o artigo, segundo o qual "o provável impacto no regime do colapso nos preços é pouco, porque só se está a alimentar uma pequena percentagem do povo, 50 dólares por barril chega e sobra".

Numa entrevista à VOA na passada quarta-feira, 4, o autor do livro "Magnificent and Beggar Land: Angola Since the Civil War", Ricardo Soares de Oliveira considerou que Angola tem de diversificar a sua economia urgentemente para não hipotecar o seu futuro.

Para Soares de Oliveira, o crescimento económico de dois dígitos da última década contribuiu para a melhoria do país, mas não teve o impacto que podia ter na estruturação da ecomomia, embora o país vá a tempo de mudar o rumo da sua política económica.

"A permanência exagerada no poder cria vícios" - Navita Ngolo

Luanda - A deputada da Unita Nvita Ngolo acusou o Governo angolano de não ter sabido aproveitar os anos de altos preços do petróleo para melhorar a vida dos angolanos ao mesmo tempo que teceu duras criticas ao Orçamento Geral do Estado revisto para 2015. Ngolo fez estas declarações no programa Angola Fala Só, da VOA, hoje, 6 de Março.

Fonte: VOA

A deputada da oposição afirmou que o partido no poder quer acabar com todos os acordos de paz numa tentativa de destruir o seu partido

Segundo Ngolo, durante anos o Governo gabou-se de enormes taxas de crescimento que contudo não tiveram influência real sobre os angolanos.

“Os crescimentos não influenciaram o bem-estar da vida dos angolanos”, disse a deputada que se interrogou também sobre o destino dado aos excedentes favoráveis do preço do petróleo nos orçamentos anteriores.

Esses excedentes, resultantes de preços mais altos do que previstos “deveriam servir de almofada” para tempos de crise", explicou Ngolo, perguntar "onde está o dinheiro?”

A deputada da Unita defendeu a necessidade de uma política de apoio à agricultura como meio de diversificar a economia. Apesar de reconhecer ser importante o apoio e incentivo às fazendas agrícolas, a convidada disse ser "preciso apoiar os camponeses” e expressou dúvidas quanto ao uso apropriado de fundos para os apoiar.

“A Mecanagro precisa de explicar como é que tem gerido os fundos”, desafiou Navia Ngolo para quem “um plano de emergência para revitalizar a agricultura já deveria ter sido feito”.

Interrogada sobre a redução de subsídios aos combustíveis, o que levou ao aumento dos preços dos mesmos, Ngolo disse que essa redução deveria ter sido feita “paulatinamente”, em vez da forma "brusca" como aconteceu.

A deputada defendeu a necessidade de, em contrapartida ao fim dos subsídios, aumentar os apoios aos segmentos mais pobres da população com, por exemplo, subsídios de transporte, de saúde e desemprego".

“Angola precisa de construir um modelo de distribuição da riqueza nacional”, disse a deputada fazendo notar o desemprego entre a juventude.

“A permanência exagerada no poder cria vícios como a monarquia”, disse em referência à declaração de um ouvinte de que o presidente José Eduardo dos Santos planeia ser sucedido por um dos seus filhos.

Ao falar sobre a situação política no país, a deputada concluiu dizendo que “a Unita foi informada de que há a vontade de não continuar com os preceitos dos acordos de paz”.

General angolano desafia Justiça portuguesa apresentar provas

Luanda - O general angolano Bento "Kangamba" afirmou que não foi constituído arguido pelas autoridades portuguesas, praticamente cinco meses depois de buscas às propriedades em Portugal, desafiando a Justiça a apresentar provas das suas alegadas atividades ilícitas.

Fonte: Lusa

O também empresário angolano revelou que se reuniu esta semana com os advogados que o representam em Portugal, tendo constatado, segundo disse, que a investigação em curso não se centra no dinheiro encontrado, mas em "notícias falsas dos jornais e da internet".

"Não sou arguido em nenhum processo. É estranho. Continuo sem nada", afirmou Bento dos Santos "Kangamba", sobre as alegadas acusações de fraude fiscal e branqueamento de capitais e desafiando as autoridades portuguesas a "apresentarem provas".

Em causa estão buscas realizadas a 15 de outubro às propriedades de Bento dos Santos "Kangamba" em Portugal, no âmbito de investigações do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) por suspeitas de branqueamento de capitais, alegadamente relacionadas com a atividade do militar angolano em território português.

"A Justiça portuguesa atravessa um momento complicado", disse ainda, alegando ter visto o seu nome "manchado" aos longos dos últimos meses com as notícias publicadas sobre o caso. Mantém, ainda assim, que contínua disponível para prestar esclarecimentos em Portugal, se for chamado para tal.

"Sempre estive à disposição. Quem não deve, não teme. [Ser chamado pela Justiça] não aconteceu, porque eu não cometi nada [crime]", disse.

De acordo com informação anterior do próprio general, de três estrelas, em duas casas que possui em Portugal foram encontrados, nas buscas, 1,7 milhões de euros e 900 mil euros, dinheiro que na sua versão serviria para "pagar aos trabalhadores e colaboradores mais próximos" no país.

"Guardo dinheiro em casa, em Portugal, porque não confio nos bancos portugueses. Não há problema nenhum nisso", garante agora o  general e empresário angolano.

Insiste tratar-se de dinheiro proveniente dos seus rendimentos e não de atividades ilícitas, afirmando que a Justiça portuguesa deve "apresentar as provas" que tem neste processo contra si.

"O problema que está aqui não é eu ser o empresário Bento ?Kangamba`, mas por estar casado com a sobrinha do Presidente José Eduardo dos Santos. Mas quando eu casei já era rico, nunca menti", afirma.

Bento dos Santos "Kangamba" tem vindo a assumir preponderância na estrutura de Luanda do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido liderado por José Eduardo dos Santos e no poder no país desde 1975, além de presidente do popular clube de futebol da capital Kabuscorp do Palanca (vice-campeão angolano).

Sobre as relações entre os dois países, o general, que tem sido acusado de envolvimento em tráfico de mulheres e redes de prostituição de luxo, diz que durante a colonização "o português fez filho em Angola" e recorda que "Bento dos Santos não é nome do bairro [angolano]".

"Os portugueses devem ser vistos como nossos irmãos. Somos família e devemos apoiar os portugueses", enfatizou.

Afirma que em Portugal só pretende "dar emprego aos portugueses", recordando que participou no "desenvolvimento do desporto", financiando vários clubes portugueses, e ironiza com a situação do Banco Espírito Santo (BES) e ramificações ao banco em Angola (BESA).

"No problema ?BES` o general não está. E esse problema deixou de dar de comer a milhares de portugueses", apontou, exigindo ser defendido pela Justiça em Portugal. "A Justiça portuguesa tem leis que defendem os cidadãos, por isso também me deve defender a mim", rematou.

Portugal: Diplomata angolano lança obra sobre Diplomacia Pública

Lisboa - O diplomata angolano Felício Bruno Teles lançou, na Quinta-feira, em Lisboa, o livro "Diplomacia Pública", resultante da sua tese de mestrado em "Diplomacia e Relações Internacionais", concluída na Universidade Lusófona de Lisboa, que teve uma classificação de “muito bom”.

Fonte: Angop

Segundo uma nota de imprensa da Embaixada de Angola em Portugal, a que a Angop teve acesso, o autor justifica a obra pela “inexistência de qualquer estudo do género no espaço da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e pela dificuldade no acesso à documentação dispersa”.

Felício Teles, segundo secretário na Embaixada de Angola em Portugal, dedica o tema defendendo que “o século XXI tem sido marcado pela democratização e pela globalização competitiva dos meios de comunicação, com impacto crescente sobre a opinião pública e sobre os processos de tomada de decisão dos Estados e das Organizações Internacionais”.

“Na contemporaneidade, a opinião pública tornou-se mais informada e exigente, passou a influenciar significativamente os processos de tomada de decisão em matéria de política externa, num período em que os assuntos do exclusivo domínio dos órgãos representativos dos Estados têm diminuído à medida que aumenta o papel das organizações internacionais”, acrescenta o autor.

Concernente à CPLP, Felício Teles atesta existir “uma consciencialização sobre a necessidade de desenvolver actividades de diplomacia pública, com vista a atingir os desígnios desta organização”.

Admite que “os condicionalismos de ordem financeira e política não estimulam, nem tornam prioritário o desenho de uma estratégia de diplomacia diplomática, que passaria pela exploração das potencialidades presentes neste domínio”.

Para ele, “a CPLP terá tanto mais reconhecimento interno e prestígio externo, quanto maior for a sua utilidade para os Estados-membros”, adiantando, contudo, a importância de a CPLP “desempenhar um papel de relevo no apoio ao desenvolvimento dos Estados-membros, especialmente dos mais carenciados, sendo importante o seu reconhecimento internacional"

Lançado no auditório da Missão diplomática angolana em Portugal e presenciado pelo embaixador José Marcos Barrica, o livro, editado pela Coimbra Editora, foi apresentado pelo antigo presidente da Assembleia da República Portuguesa, Jaime Gama, que também prefaciou.

Nascido em 1978, o autor é licenciado em Direito pela Universidade Estatal de Ivanova (Rússia), pós-graduado em Ciências Jurídicas pela Universidade Católica Portuguesa, Escola de Lisboa e mestre em diplomacia e relações internacionais na Universidade Lusófona de Lisboa.

Porta-voz do PRS adere a UNITA

Luanda - Joaquim Nafoia (na foto) e Figueiredo Mateus, antigos quadros na hierarquia do Partido de Renovação Social (PRS), aderiram à UNITA. O facto foi tornado público na localidade do Kuango e Kafunfu na província diamantífera da Lunda Norte, de onde um deles (Joaquim Nafoia) é natural.

Fonte: UNITA

“Tomamos esse decisão em consciência e não por impulso de ninguém”, esclareceu Joaquim Nafoia, sublinhando que “assumimos a UNITA e a partir de hoje vamos trabalhar para que em 2017 coloquemos a UNITA no poder”.

Joaquim Nafoia que desmentiu ter recebido qualquer dinheiro do líder da UNITA, assegurou que abraçou o programa político da UNITA e qualquer passivo que esse partido tenha tido no passado.

“Estamos com a UNITA porque entendemos que é o único partido alternativo ao governo, que tem um discurso pragmático, defende as populações com coerência e realismo”, justificou Joaquim Nafoia.

O político destacou que foi alvo de assédio por parte de ministros, deputados, generais e governadores que queriam aderisse ao MPLA.
“Fui assediado de uma forma impressionante para que fosse ao MPLA, eu neguei”, adiantou Joaquim Nafoia.

Por seu turno Figueiredo Mateus agradeceu o acolhimento do povo e da direcção da UNITA, tendo sublinhado quem defende o povo, quem está do lado dos sofredores terá sempre adeptos.

De recordar que Joaquim Nafoia desempenhou cargo de direcção no PRS de que tem foi secretário para a informação.

Administração de Benguela proibi regedor de assistir às Jornadas Parlamentares da UNITA

Benguela - O Regedor do município de Benguela Pedro Katchipoke, convidado pelo Grupo Parlamentar da UNITA para dissertar o tema  sobre “Os valores tradicionais perante os desafios da sociedade” foi impedido esta tarde, pela administração Municipal de Benguela, de continuar a assistir as V Jornadas Parlamentares da UNITA, que  decorrem nesta cidade, desde hoje.

 Fonte: UNITA

O Regedor que assistiu a sessão de abertura, onde foi apresentado como um dos convidados de honra das  V Jornadas Parlamentares da UNITA, foi chamado logo a seguir pelos responsáveis da Administração municipal de Benguela, que ofereceram a ele e a outras 5  autoridades tradicionais, um lanche onde lhes foi informado para não continuarem a assistir o evento e regressarem às suas casas. Com eles, foram igualmente mandados de volta, outros 60 membros da autoridade tradicional em Benguela, que aguardavam pela viatura da Organização das Jornadas a fim de se dirigirem ao local do evento.

 

O Tema do Regedor Pedro Katchipoke estava previsto para a sessão da tarde, logo depois do Tema dissertado pelo Dr. Vicente Pinto de Andrade, sobre “Angola e os actuais desafios no campo económico-financeiro”. Esta foi a  questão que deixou boquiabertos os participantes, que, numa altura em que aguardavam pelo prelector do segundo tema da tarde, foram informados pelo Deputado anfitrião, Alberto Ngalanela, sobre o sucedido.

 

As V Jornadas Parlamentares da UNITA  que decorrem até ao dia 11 de Março, sob o Lema “Transparência Eleitoral, Agora e Já”, para além do discurso de abertura do Deputado Raul Danda,  tiveram neste primeiro dia, dois temas, sendo o primeiro sobre  “Sistema de Informação e Gestão dos Processos Eleitorais”, dissertado pela Deputada Mihaela Webba Kopumi e “Angola e os actuais desafios no campo económico-financeiro”.

 

Para 3ªfeira dia 10 de Março, os deputados visitam os municípios do interior de Benguela e projectos de investimentos públicos, para constatar “in loco e in situ” o modo de vida das populações e o grau de execução dos programas do Executivo. O dia 11 terá ainda dois temas, antes da sessão de encerramento, sendo o primeiro sobre “O Papel da sociedade civil na construção de sociedades democráticas”, a ser dissertado pelo coordenador da OMUNGA, José Patrocínio e “ A importância da Transparência nos processos eleitorais em África, como garante da Estabilidade”, a ser dissertado pela Deputada de Cabo-verde, Janine Lelis.

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