Política

"Governo de Angola está apaixonado pela UNITA" - activista de direitos humanos

Luanda - As acusações que o governo tem feito contra o partido levam a sociedade a pensar de outra forma. Ângelo Kapwtcha no quintas de debate Ângelo Kapwtcha no "Quintas de Debate"

Fonte:blastingnews

Ângelo Kapwatcha, activista de direitos humanos, foi convidado pela associação angolana de promoção e defesa dos direitos humanos Omunga, para falar sobre os 13 anos de paz e o processo autárquico em Angola, no seu habitual programa "Quintas de Debate".

Na qualidade de defensor dos direitos humanos e residente na provincial do Huambo, onde aconteceu o passado conflito entre a policia e a seita adventista do sétimo dia "Luz do Mundo", decidiu tirar alguns minutos do tema e falou sobre as constatações e análises que fez sobre aquele acontecimento. Salientou que o tema Kalupeteka ainda não está bem construído pelos media, porque ninguém está a ser autorizado a chegar ao local e averiguar os verdadeiros factos.

Conforme os partidos criam as suas políticas, conforme as igrejas criam as suas doutrinas para mostrarem alguma diferença das outras. Kalupeteka, o líder da seita Luz do Mundo, não fez nada a não ser acrescentar no nome "Adventista do Sétimo Dia" a frase "a Luz do Mundo", e adicionar algumas restrições.

Do ponto de vista da doutrina, Kalupeteka não cometeu nenhuma anomalia; todavia foi diabolizado, sendo acusado pelo governo de utilizar métodos de actuação parecidos com os da UNITA.

Kapwatcha pode-se dizer que o governo de Angola está apaixonado pela UNITA, porque em qualquer problema a UNITA é apontada como principal causadora, e no caso Kalupeteka, disse que aquelas pessoas são da UNITA, e inclusive referiram que o local onde aconteceram as mortes pertence àquele partido. Ângelo Kapwatcha salientou também que aquele local está a 25 Km do centro da cidade e a 40 minutos do palácio do governador, e desde os longos tempos que habita no Huambo afirmou que o mesmo nunca pertenceu à UNITA.

Ainda de acordo com Kapwatcha, o pecado capital que Kalupeteka cometeu foi o de não mobilizar as pessoas para o partido MPLA, porque se o fizesse, aquelas coisas nunca aconteceriam; pelo contrário, a seita teria a máxima atenção do governo, mas como ele preferiu exercer apenas a palavra de Deus, foi considerado como inimigo da paz.

O activista terminou dizendo que, no seu ponto de vista, juridicamente, Kalupeteka não cometeu nenhum crime e toda a informação que a imprensa pública nos mostrou não passa de infiltração da verdade.

Brasileiro que liderou campanha eleitoral do MPLA sob investigação

Luanda - O jornalista brasileiro João Santana, 62 anos, está a ser investigado pela Polícia Federal do Brasil por alegadamente ter viajado com USD 16 milhões em 2012 de Angola para aquele país numa operação de branqueamento de capitais a fim de beneficiar o Partido dos Trabalhadores, actualmente no poder.

Fonte: RA

De acordo com o jornal Folha de São Paulo, naquele ano, o profissional, tido como uma “estrela do marketing político brasileiro” trabalhou em duas campanhas vitoriosas, a do presidente José Eduardo dos Santos e a do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad.

Segundo a notícia, a Polícia Federal suspeita que os recursos levados de Angola tenham sido pagos a João Santana por empresas brasileiras que actuam em Angola, “numa forma indirecta do PT quitar débitos com o profissional”.

O jornal ouviu João Santana, que, segundo a publicação, nega ter praticado irregularidade e diz que a suspeita de branqueamento de capitais para o Partido dos Trabalhadores não é verdadeira.

“Trata-se de uma operação legal e totalmente transparente”, disse.

Segundo João Santana, o custo da campanha presidencial que culminou na permanência do MPLA no poder custou USD 20 milhões, dos quais USD 4 milhões ficaram em Angola para cobrir despesas tributárias e com fornecedores.

Secretario da UNITA no Cuando Cubango actuazalia quadros sobre a situação do país

Cuando Cubango - O no 1 da UNITA no Cuando Cubango actualiza os Quadros a Situação vigente no País e em particular o acontecimento corrido no Huambo.

Fonte: UNITA

Dia 02 do corrente o Secretário Provincial da UNITA no Cuando Cubango, o Sr. Ernesto Kambinda Baco, realizou uma palestra de actualização aos Quadros, Militantes e Membros do Partido residentes em Menongue.

Sobre a situação do País em geral o dirigente político falou sobre aprovação da propósta de Lei do Registo Eleitoral que ao longo de debates passou a designar­-se Registo Oficioso, ultimamente pela Bancada do MPLA, tendo a Oposição abandonado a Sala em bloco.

Perante esta tamanha violação da Constituição e das Leis, achamos que os angolanos não se vão calar, salienta o mais alto dirigente.

Quanto aos acontecimentos ocorrido na área da Serra Sumi, a 25 km a sudeste do Município da Caala, Província do Huambo, onde se presume terem perecido mais de 1000 angolanos, o Político declara haver divergência de informação, pois, enquanto o Governo fala de uma seita ilegalizada que periga a paz e a estabilidade,

­ O Povo fala de uma seita com quem o governo mantinha relações privilegiadas, visto que alguns membros do governo são fieis desta seita Kalupeteka e já foi usada pelo MPLA na sua campanha política contra a UNITA nas eleições de 2008 e 2012.

O Líder desta seita, recebeu do governo uma viatura de marca TOYOTA PRADO, um gerador de alta potencia e um tractor.

Duma forma inequívoca, o Secretariado do Comité Provincial do Partido do Huambo, reafirmou que José Kalupeteka não é e nunca foi membro da UNITA, nem ex-­militar das FALA.

Por duas ocasiões, 2013 e 2014, o Secretariado acima citado, alertou as autoridades que seguissem as atitudes da seita de Kalupeteka. Na altura chamava atenção sobre quatro questões principais:

  1. a) A vandalização dos Akokotos (lugares tradicionais sagrados), onde são conservados os crânios dos antigos reis e sobas;
  2. b) Impedir as crianças ingressarem no sistema de ensino regular e oficial, pois, segundo o líder da seita, Jesus não estudou;
  3. c) Impedir as crianças serem vacinadas;
  4. d) Impedir o recenseamento dos seus fieis.

Galo Negro no Cuando Cubango acrescentou que o governo só fala dos 09 efectivos da policia mortos e não fala de várias centenas de civis dizimados /mortos que se encontravam no acampamento ou retiro,

Disse também que o governo sustentado pelo MPLA, para tapar a sua verdadeira imagem, está acusando a UNITA de estar por de trás do caso Kalupeteka enquanto o povo diz que Kalupeteka é do MPLA.

A TPA mostrou o material de propaganda da UNITA, para manchar o bom nome e a imagem da UNITA com fins eleitoralistas,

O cenário Kalupeteka tem como protagonista o MPLA, com o objectivo de desviar as atenções do povo sobre a proposta da Lei do Registo Eleitoral que fere sobremaneira o artigo 107º da CRA, ao assaltar as competências da CNE e a inesperada enchente no comício do Huambo do dia 14 de Março que foi fruto de um trabalho aturado de mobilização, está na base desse desespero de um regime que já não tem mensagem para as populações.

O regime pretende levar a cabo um programa que envolve cultos, manifestações e / ou marchas de apoio aos agentes mortos, excluindo as centenas de angolanos vítimas de genocídio ocorrido no mes de paz.

Nós da UNITA, já começamos trabalhar fortemente para buscarmos as verdades daquilo que aconteceu na Serra do Sumi e não só, também para contermos a quarta fraude eleitoral, rematou o Secretario Provincial.

Menongue, aos 04 de Maio de 2014

O Secretariado da Comunicação e Marketing do Cuando Cubango

 

LIMA condena conduta de dirigente do MPLA arrolado no caso Neth

COMUNICADO

Luanda - O Executivo Nacional da LIMA esteve reunido no dia 30 de Maio em sessão ordinária para analisar o caso das imagens chocantes de um vídeo que tem estado a correr nas redes sociais sobre a agressão física praticadas contra uma jovem de apenas 18 anos.

Fonte: LIMA

A LIMA sendo uma Organização vocacionada para a defesa dos Direitos da Mulher que são Direitos Humanos:

Manifestao seu veemente repúdio pelos actos de agressão, humilhação, ofensas e atentados à moral, praticados pela jovem Jussila e suas amigas contra Neth, na tentativa de fazerem justiça por mãos próprias.

Condena o corruptor e conivente suposto marido de Jussila, homem adulto cujas práticas levam as jovens a aliciamentos e prostituição.

Responsabiliza os proprietários do Hotel Confidente e os funcionários que não garantem segurança nenhuma nas suas instalações pois naquela fatídica Quinta- feira 16 de Abril nada fizeram em defesa da jovem agredida que viu a morte muito perto de si.

A LIMA apela às autoridades competentes: à PGR, à DNIC que sejam céleres e medidas exemplares sejam aplicadas aos envolvidos no caso Neth a quem manifesta, o seu apreço e solidariedade.

Luanda, aos 30 de Abril de 2015

O Executivo Nacional da LIMA

Cuando Cubango: MPLA quer maior dinamismo no funcionamento dos CAP

Menongue - O primeiro secretário do MPLA no Cuando Cubango, Higino Carneiro, incentivou, quarta-feira última, os membros dos Comités de Acção do Partido (CAP) no sentido de implementarem maior dinamismo no funcionamento dos mesmos, por formas a possibilitarem, cada vez mais, a inserção de novos militantes.

Fonte: Angop
Higino Carneiro reiterou este aspecto no âmbito de uma visita de constatação, ajuda e controlo que está a efectuar às estruturas de base das comunas, aldeias e bairros, que constituem o município de Menongue, sede capital do Cuando Cubango.

Realçou que, com um maior empenho dos comités e reuniões periódicas com abordagens de matérias de índole político-partidária, os militantes terão igualmente oportunidades de analisar as principais dificuldades que ainda afectam as suas populações, reportando oportunamente às autoridades de direito afim de serem resolvidos no mais curto espaço de tempo.

De acordo com Higino Carneiro, os CAP devem ajudar a velar pelo património e segurança das suas localidades no sentido de uma convivência pacífica e harmoniosa na massa militante e populacional.

De igual modo, informou aos militantes sobre a realização do VII Congresso previsto para 2016, explicando que para a efectivação do mesmo haverá um conjunto de actividades precedentes, que terão início no primeiro trimestre do ano corrente (2015).

Entre estas, disse, os processos de realização de assembleias, de renovação de mandatos, bem como a realização das conferências municipais e provinciais para a eleição dos delegados e pré-candidatos ao comité central do partido.

Acrescentando que muitas destas tarefas terão de ser inicialmente realizadas nas estruturas de base com base nas instruções e directivas que poderão receber futuramente.

Sublinhou que a contribuição dos CAP é importante para a continuidade e manutenção do MPLA na condução dos destinos do país, acrescentando que toda a luta da sua força partidária está alicerçada na melhoria das condições de vida das populações.

Na sua digressão ao município de Menongue, o primeiro secretário visitou os CAP dos bairros Castilho, Futungo Cazenga, Victória, Bom dia prassa, Jubileu, arredores da cidade, bem como todos os CAP existentes no centro urbano do município.

O dirigente visitou igualmente os CAP das aldeias São Paulo, Sahunga, Chinhama, Micha, Lissenga, Abel, Tchitangua, Tchinene, Kamosso, Kalulo, Vinga, Ndala Mutango, Vilengo, Jamba Misse entre outras.

Naquelas paragens, Higino Carneiro conversou demoradamente com os militantes, abordando com os primeiros secretários dos referidos CAP, questões relacionadas com o número de militantes, estruturas de funcionamento e principais constrangimentos, por formas a buscar soluções conjuntas no melhoramento das suas actividades.

O programa reserva para hoje, quinta-feira, uma deslocação à comuna do Caiundo, cerca de 140 quilómetros da sede municipal de Menongue, para aferir igualmente o nível de funcionamento das estruturas de base e as principais preocupações que afligem a população.

Abel Chivukuvuku afirma que seita Kalupeteka não era ameaça a paz

Luanda - O presidente da segunda maior força política da oposição angolana, Abel Chivukuvuku, afirmou que se perderam vidas "desnecessariamente" nos confrontos no Huambo entre polícia e uma seita que "não representava perigo para a estabilidade" de Angola.

Fonte: JN

O líder da Convergência Ampla de Salvação de Angola - Coligação Eleitoral (CASA-CE) falava durante a visita ao acampamento da seita ilegal "A luz do mundo", na Serra Sumé, próximo da Caála, no Huambo, onde os confrontos com a Polícia Nacional, na versão das autoridades angolanas, provocaram a 16 de Abril nove mortos entre os agentes e 13 vítimas entre os seguidores.

Depois da tentativa, frustrada pelas autoridades, de deputados da União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA) para aceder ao acampamento desta seita, onde estariam concentrados mais de três mil seguidores, Abel Chivukuvuku visitou o local na quarta-feira - prossegue esta quinta-feira nas aldeias vizinhas -, constatando que naquela área estes fiéis dispunham de água, electricidade e agricultura de subsistência.

"Não representava perigo absolutamente nenhum para a estabilidade da República. Não representava. Os ritos e as práticas [da seita], é possível que fossem anti-sociais, mas não representavam perigo para a estabilidade", afirmou o líder da CASA-CE, em declarações aos jornalistas no local dos confrontos, ocorridos quando a polícia tentava dar cumprimento a um mandado de captura dos dirigentes da seita, liderada por Julino Kalupeteka.

Esta seita, não reconhecida pelo Estado angolano, advoga o fim do mundo em 2015, sendo conhecida por travar a escolarização e vacinação dos fiéis, tendo os seus seguidores mantido alguns confrontos com a polícia nos últimos meses.

Desde os confrontos na Serra Sumé, há três semanas, que surgem versões contraditórias sobre o número de mortos entre os civis, tendo a UNITA alegado, esta semana, que os levantamentos que realizou no terreno apontam para 1080 vítimas entre os fiéis.

A polícia tem vindo a negar estas versões, mantendo as 13 mortes oficiais e desafiando à apresentação de provas sobre outros números.

Abel Chivukuvuku não entrou na discussão sobre estes números, afirmando mesmo que a CASA-CE não pretende alinhar em "extremismos" ou com quem "despreza o que aconteceu".

"Porque é que fomos perder vidas de crianças, de senhoras, de adultos, de polícias? É só isso que me dói, arranjemos é maneira de resolver os nossos assuntos pela via do diálogo", rematou.

JMPLA promove debate sobre situação do ensino superior em Angola

Luanda - O Secretariado Nacional da organização juvenil do MPLA (JMPLA) promoveu nesta, quinta-feira, em Luanda, uma conferência versada a situação do ensino superior em Angola, visando contribuir para a melhoria gradual da qualidade deste.

Fonte: Angop

A iniciativa, orientada pelo primeiro secretário da organização juvenil, Sérgio Luther Rescova Joaquim, agregou membros do Ministério do Ensino Superior, com destaque para o seu titular, Adão do Nascimento, dos comités Nacional e Provincial da JMPLA, do Comité do MPLA de Luanda e das associações dos estudantes de universidades estatais e privadas.

Deputados a Assembleia Nacional também participaram no evento, realizado no Memorial António Agostinho Neto, no quadro da jornada Abril Jovem, implementada pela JMPLA.

Temas como o preço das propinas das universidades privadas, condições de trabalho nas mesmas, bolsas de estudos internas e externas foram aflorados no certame.

Durante as intervenções, o primeiro secretário aventou a necessidade de se acautelar questões inerentes as bolsas de estudo, visando salvaguardar os investimentos do Estado nos quadros angolanos.

A título de exemplo, defendeu a necessidade de se dar mais uma oportunidade aos estudantes que reprovam no terceiro e quarto ano do ensino superior, depois de terem aprovado nos primeiros anos com notas elevadas.

“Fique bem claro que não estamos a incentivar as reprovações, mas pensamos que nestes casos em que o Estado já assumiu as despesas do primeiro e segundo ano, e o estudante neste período cumpriu e aprovou com boas notas, deve-se procurar dar mais uma oportunidade. Nós temos alguns casos em que, depois de retirada a bolsa por reprovação, o estudante acaba por desistir por não ter como assumir financeiramente. Nestes casos, quem perde é o próprio Estado”, explicou no encontro.

O político recomendou um maior acompanhamento aos estudantes bolseiros, de parte do Ministério do Ensino Superior, com ênfase para o Instituto Nacional de Bolsa de Estudo.

 

Declaração do BP do MPLA sobre o dia internacional do trabalhador

Luanda - Comemorando-se sexta-feira, 01 de Maio, o DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR, o Bureau Político do Comité Central do MPLA saúda, efusivamente, os trabalhadores angolanos que labutam nos vários domínios, contribuindo, decisivamente, para a construção de uma nova Angola, que possa orgulhar todos os seus filhos.

Fonte: MPLA

Neste ano, em que se assinala o 40º aniversário da conquista da Independência Nacional, a 11 de Novembro de 1975, é mister que se faça um reconhecimento particular aos trabalhadores angolanos, principalmente aqueles patriotas que, não obstante as dificuldades, cumprem com brio, dedicação, espírito de missão e amor à Pátria as tarefas que lhes são acometidas.

É com estes recursos humanos, a maior riqueza de Angola, que o Executivo conta para a materialização do Plano Nacional de Desenvolvimento 2013/2017, cuja ideia-força é a estabilidade, o crescimento e o emprego.

Nesta ocasião, o Bureau Político do Comité Central do MPLA exorta os trabalhadores angolanos, sem distinção, quer sejam dos sectores público, misto, ou privado, a continuarem firmes, cada um no seu posto de trabalho, reafirmando o seu engajamento nas tarefas da reconstrução e do desenvolvimento de Angola, condições indispensáveis para a melhoria das suas condições laborais, salariais e de vida.

O MPLA reitera o seu propósito de continuar a apoiar as iniciativas com vista a capacitação e qualificação dos trabalhadores angolanos, para que a força de trabalho nacional esteja melhor preparada para a concorrência no mercado de trabalho.

As felicitações do Bureau Político do Comité Central do MPLA estendem-se a todos os trabalhadores estrangeiros que, legalmente, trabalham na República de Angola, expressando o seu profundo reconhecimento, pelo seu contributo à causa da reconstrução e do desenvolvimento do país.

Em nome dos militantes, simpatizantes e amigos do Partido, o Bureau Político do Comité Central do MPLA reitera as suas felicitações a todos os obreiros da nova Angola e exorta-os à vigilância cerrada sobre os desordeiros que, a coberto de princípios ditos religiosos, ou não, pretendam alterar a ordem pública, com atitudes que atentam contra a unidade nacional, a coesão e a estabilidade social, denunciando todos os comportamentos opostos aos anseios dos angolanos de, em paz, reconstruírem e desenvolverem o país.

MPLA – ANGOLA A CRESCER MAIS E A DISTRIBUIR MELHOR
PAZ, TRABALHO E LIBERDADE
A LUTA CONTINUA
A VITÓRIA É CERTA.

Luanda, 30 de Abril de 2015.

O BUREAU POLÍTICO DO COMITÉ CENTRAL DO MPLA.

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