Bruxelas - As grandes potências ocidentais vão concebendo uma crise financeira que a humanidade nunca antes experimentou. As suas teorias e as contigency plans vão falhando. Por enquanto o solo africano é a melhor alternativa para tapar as fossas económicas da economia do mundo desenvolvido e que vai expandir a escala do desequilibro entre o norte e sul, entre os ditos países industrializados contra os pobres.


Fonte: Club-k.net


Angola pertence ao grupo dos países africanos divinamente abençoados, que se localize na região que se considera por ‘’escândalo geológico’’, que infelizmente esta egoisticamente e invejosamente colocado num mercado cujo dono reside no cemitério dos mudos. Esta bênção (talvez pejorativa) é hoje o fulcro da miséria o povo angolano. Os polvos políticos do mundo desenvolvido colocaram no cimo de cada país africano dinossauros económicos que facilitem-lhes a tarefa; castigando seus cidadãos.


Eu crescera acreditando, como fui ensinado, que o cabelo branco é sinal e sinonimo da boa experiencia, justiça, amor e paz. O que se repare hoje assente as concepções filosóficas sobre a verdade e realidade em contradições com as suas respectivas definições. Os velhos que nos lideram hoje já não têm noção de patriotismo, ainda muito menos seu sentimento. Tornaram-se teimosos e não escutem conselhos embora que tenham multidões de conselheiros, que servem de figuras de embelezamento arquitectural. Jovens que ontem sabiam o que a lógica, trabalharam respeitando a cultura, a deontologia profissional são hoje carrascos sem piedade, esqueceram-se da visão, trabalham sem direcção e preocupam-se mais com as suas próprias contas bancárias, que na realidade são fortunas do estado. Esses optaram colocar-se com suas familiares em cima da lei. São hoje donos da pátria com pleno poder de nomear e exonerar quando e como quiser e achar. Eles pensam ser mais do que Deus, enquanto outros não passam por lixos da humanidade.


Os injustos trabalham sempre usando a manipulação e corrupção como arma de combate contra a população, o bem, a mudança e tudo que progressivamente traz a inovação. Porquê haver numa Angola paralisada, instituições que tem nada para desempenhar? Tal como tribunais que não apliquem leis, uma Assembleia que não aceite a oposição, um governo que não precisa outros partidos, um corpo policial que não honra a população etc.


Aproxima-se as eleições e agudiza-se as injustiças. Os debates na casa da lei vão borbulhando mesmo quando se prefere ofertar o membership só aos surdos e mudos. Assim oferece-se a oposição a via da política da cadeira vazia. Esta alternativa proposta indirectamente pelo partido da situação e a única via em que a oposição se atina. Portanto não estamos numa democracia onde as leis e normas são empregues e respeitadas. O partido no poder tendo a maioria esmagadora na Assembleia Nacional (AN), a lei, as instalações e poder politico, mediático e financeiro e todo o mecanismo robótico da manipulação e corrupção é já um vencedor antecipado.


Nas nações democráticas onde o objectivo comum do governo e oposição é desenvolver a pátria, a politica da cadeira vazia tem uma expressão muito fértil. Isto porque cada membro da AN (vulgo deputados) tem condições socioprofissionais que se consideram por normal ou aceitável. Porem quando a barriga não é cheia, sabe-se bem que a barriga vazia não tem ouvidos. Abandonar o parlamento ou mesmo abandonar as eleições deve ser estrategicamente um ponto culminante to expose o partido da situação perante o mundo. Por enquanto Angola constitui uma fonte de ‘’honey’’ que embebedesse o pequeno tutsiamericano Barack Obama e seu governo, tanto como outros ditadores que dirigem hoje as grandes nações europeias em crise principalmente França, Alemanha e Grande Bretanha. Esses detentores de decisão estão ainda encaracolados nos bolsos dos dirigentes que alguém chamaria de criminosos, mas que os portugueses considerem por ricos palhaços e não estão dispostos a considerar a opinião da oposição de qualquer povo africano que aspire a prosperidade. Outra realidade adicional é a falta das condições de deputados, que vai condenar muitos fracos deputados da oposição de não cumprir esta politica de ‘’cadeira vazia’’, optando pela política da ‘’barriga cheia’’, seguindo a chuva dos verdes.


Esta política necessita muita cautela, uma vez nas repúblicas bananeiras a lei não funciona. A maquinação da midia bolchevica pode usar isso como uma deserção ou má vontade, acusando assim a oposição de boicotar as leis, que eles nunca respeitaram.


Esse tempo, cada verdadeiro politico angolano deve sacrificar-se, jejuando para que a situação de Angola mude!!