Lisboa - Segundo a revista «SÁBADO» do dia 8 de Março de 2012, uma  série de angolanos próximos dos círculos do poder são suspeitos de violarem a «lei portuguesa de branqueamento de capitais» e por isso estão a ser investigados num inquérito crime aberto em 2011 no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DVIAP).


Fonte: Sábado

Na base da investigação está o não cumprimento do «dever de diligência»  previsto pela Lei 25/2008, que obriga as entidades que gerem fundos imobiliários a exigir aos compradores a identificação da origem do dinheiro. Dos investigados salienta-se os nomes de Luísa Giovetti, mulher de Manuel Dias («Kopelipa») chefe da Casa Militar do Presidente de Angola.


A mesma segundo o artigo  desloca-se em Portugal num «Bentley 3 W» ou num «Rolls-Royce Ghost Family», que custa mais de 250.000 euros. Tem casas em Lisboa e Vilamoura e terrenos para construir na Quinta da Marinha, em Cascais, avaliados em 5 milhões de euros. E comprou dois apartamentos de luxo no Estoril, por mais de 6,4 milhões de euros.


Outros angolanos a serem investigados são:


1.Álvaro Sobrinho, presidente do BES Angola.


2.General Leopoldino Nascimento, que já foi chefe das telecomunicações  da Casa Militar do Presidente de Angola, que têm o usufruto simultâneo e sucessivo de dois apartamentos avaliados nas Finanças em 734.000 euros, apartamentos em nome dos quatro filhos menores do casal.


3.José Pedro Morais Júnior, ministro das Finanças entre 2002 e 2008.


4.Manuel Rabelais, antigo ministro da Comunicação Social.


Para mas detalhes confira o jornal em anexo:

 

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