Lisboa – O Comando Geral da Polícia Nacional (CGPN) está a ser criticado, em meios a si afectos, por efectuar pagamentos a um grupo de colaboradores de uma publicação ligada a corporação, a revista “Tranquilidade”, sem que estes estejam a trabalhar para a instituição.


Fonte: Club-k.net

Colaboradores de uma revista que já não circula

A revista “Tranquilidade” é uma publicação trimestral que está sob alçada do gabinete de comunicação e imagem do CGPN   tendo como director o comissário Carmo Neto. Com a entrada do actual Ministro do Interior, a publicação deixou de circular sob pretexto orçamentais. Porém, os seus colaboradores (Irene Gonçalves, Fula Martins, Maria Campos e Zuca) que trabalhavam como “part-time” continuam a auferir o salário mensal na ordem de 55 mil kwanzas, um factor que tem merecido reparos internamente. 


Ao tempo da sua circulação, a publicação tinha um chefe de redacção, António Quino que abandonou para atender um convite para se tornar director da comunicação e imagem do Governo  Provincial do Bento. Faziam ainda parte da redacção (Albertina Eduardo, Jorge Lemos, Hélio Kanda, Yolanda Dias) e um grupo de colaboradores permanentes, na sua maioria afectos ao Jornal de Angola (Nhuca Júnior, Adelino Paím, Carlos Miranda, Gaspar Francisco, Manuel Feio, Celestino Andrade).


Desde o inicio da sua publicação em 2004, a revista “Tranquilidade” começou com uma tiragem de 5 mil exemplares e dedicava-se a abordagem de matérias referentes ao combate à criminalidade, a manutenção da paz em Angola. Os seus mentores a criaram para também servir de "ponte" para o diálogo entre a corporação e a população.



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