Luanda - Uma repórter sénior da TPA foi impedida de assistir a conferência de imprensa da direção da UNITA e não conseguiu gravar as declarações de Isaías Samakuva.


Fonte: Facebook/Herculano Coroado

Telejornal retalia

Segundo jornalistas no local, a TPA atrasou-se e à porta da sede nacional, a segurança alegou que haveria transtornos caso ela entrasse, muito devido ao atraso revistado.


Alertado sobre a situação, um membro da direção do Galo Negro ainda permitiu a entrada da repórter e do camaraman, uma hora e meia mais tarde, mas a conferência de imprensa realizada ontem já tinha terminado.


A TPA também obteve uma cópia da gravação feita pela a RTP. Mas em reunião editorial da direção, o editor/coordenador do telejornal da TPA recebeu instruções para "ignorar o evento e não passar as declarações do presidente da UNITA", em aparente retaliação ao incidente envolvendo a equipa de reportagem da TPA. Uma indicação do mal estar na relação entre o maior partido da oposição e a Televisão Pública de Angola.


Testemunhas oculares indicaram que durante a conferência de imprensa Isaías Samakuva fez ataques directos à direção da TPA aquém acusa de ser a responsável por aquilo que considera ser "manipulação e sensura" sobre os eventos relacionados a UNITA.


Agora, o partido da oposição promete uma nova manifestação, possivelmente, contra aquilo que acredita ser "uma vasta onde sensura e manipulação" dos órgãos públicos de imprensa e comunicação social, especialmente a TPA.



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