Depois de ter analisado profundamente dezenas de discursos e declarações penosas e utópicas, cheguei logo a conclusão de que em Angola, há ainda muita coisa a fazer no ponto de vista filosófico, no ponto de vista histórico, no ponto de vista religioso e social.

Tudo que se passa e que continua suceder-se no nosso país, trata-se apenas de uma canga política de aventureiros e não de verdadeiros defensores dos direitos e liberdades fundamentais do erário Povo.  Isto é uma abominação, confusa e atroz.

Portanto, é preciso que cada um de nós questiona-se em si próprio, para onde vai Angola?

Será que, haverá ainda futuro para os nossos filhos e filhas?

Logo que submete-se esta questão, a sua consciência dará-lhe uma resposta consciente. Isto é, quem ama o seu povo, nunca o castigará. E quem ama o seu país, jamais o destruirá.

Agora comprendi perfeitamente porque que os nossos adversários continuam apoderar-se do nosso país e oprimir o erário povo;

1ª razão: A falta do amor entre irmãos e irmãs;
2ª razão: O nosso povo aceite tudo e acredita em tudo;
3ª razão: É um povo patologicamente perturbado e frustrado pela guerra;
4ª A ausência do conhecimento histórico do nosso país.

Minhas irmãs e meus irmãos, quer que isto não torna um acto de ofensa de modo nenhum, mas serve apenas para corrigir as nossas atitudes que podem-nos comprometer.

Não estejam nos escombros da parvisidade nem na ignorância, mas conformem-se sobre a realidade actual do nosso país. A realidade é que, Angola é um dos países mais ricos do continente africano mas com uma taxa de pobreza mais elevada do mundo.

A saber que, o cidadão e a sociedade têm os direitos, mas também deveres. Os cidadãos têm que estar convencidos que os valores democráticos são dos direitos imprescritíveis, onde a perenidade exige os deveres quanto a nossa sociedade tem mais que jamais necessidade duma coesão mais forte, baseada sobre a adesão de todos autores.

Uma nova vida política deve-se articular à volta de um programa de mudança que tem mais liberdade e força, igualidade e responsabilidade social.

O Movimento para a mudança, sinta-se como centro activo de defesa destes direitos. A reforma é política para a ultrapassagem de clivagens tradicionais, económico para a supremacia do fenómeno de comunização e social para o encontro de boas necessidades.

O Movimento para a mudança que reune todas forças políticas da oposição angolana,  proporciona uma competência ao centro ideológico, afim de reconciliar os cidadãos com a potência pública. É esta a ideologia da mudança, responder a preocupações de todos cidadãos, em emancipar-os,  à romper com o cliantelismo instalado no nosso país. O programa da mudança proposto pela oposição, é portanto, um apelo para todos aqueles que interessem trabalhar para da nação e de fazer pergunta da cidadania responsável e da emancipação individual.

Se por acaso fôr aquele ou aquela que pretende dar um sentido à vida em comunidade,  recoloca o indivíduo ao centro de preocupações, defender um novo modelo social que permite a emancipação dos mais fracos sem dissuadir os mais empreendedores e participar activamente ao desenvolvimento da sua sociedade,  dizendo sim, e aderindo plenamente ao programa da mudança do nosso país que é proposto pelos partidos políticos da oposição.

Este não quer dizer ainda o fim do mundo, mas vamos trabalhar para o bem das gerações vindouras no nosso país.

Antes do pleito eleitoral a UNITA lançou uma vasta reflexão sobre a recomposição duma federação de todos partidos da oposição num movimento pluralista, situado no centro das preocupações dos cidadãos , e que deveria reagrupar o conjunto de intelectuais, estudantes, moderados e cidadãos independentes interessados ao programa da mudança. Esta reflexão trazia para o nosso país uma nova visão e prosperidade para todos cidadãos sem excepção filosófica, religiosa e cultural,  cuja esta, não chegou ao cumprimento por falta de um consenso e compromissos.

Este programa foi fundado, sobre uma democracia pluralista o único sistema político duradouro de representatividade cidadã e de garantia do pluralismo. Contornamos a página com os doctrinários do século passando a rejeitar a visão económica fundada sobre as únicas leis do mercado, toda forma do coletivismo, do socialismo integrista, do obscurantismo religioso e toda a forma de opressionismo. A nossa dinâmica política, é única da reconciliação de cada pessoa e da sociedade em geral, da aceitação do cidadão de assumir os deveres em reconhecimento dos direitos que lhes garante a sociedade.

O Estado deve antes de tudo permitir a emancipação das pessoas de todas as étnias e raças que compõem a República de Angola. Também o Estado deve permitir a emancipação das pessoas de todos os constrangimentos que reprimem o talento que cada um e cada uma tem em si.

Vocês respondem também as intenções da composição de um pólo dos comunistas no nosso país?

Repreendo face à um pólo que, para seu (solo) posicionamento ideológico, exclui uma parte da sociedade. Respondo que, face à um veículo (relooke), importado da Rússia, qui chamavam (o socialismo leninista) e que se revelava ser uma máquina à perder, o centro activo dota-se duma máquina à ganhar. Uma máquina à ganhar que repousa sobre a convicção profunda que todos cidadãos têm lugar.

O que constatam com o texto de convergências que o MPLA apresenta-nos hoje?

Vem acompanhar a declaração da vice-ministra da Saúde, Evelize Fresta  de 16/09/2008, onde vem declarar sobre a evacuação de doentes angolanos para o exterior. A vice-ministra da Saúde disse obter uma redução aproximadamente de 60%, graças a evacuação de doentes para o exterior.

Meus irmãos e minhas irmãs, esta não a maneira de servir os nossos cidadãos mas o governo tem que procurar formas de poder irradicar as doenças dentro do território angolano e não no exterior.

E quais são estes cidadãos que beneficiam a evacuação no exterior?                                                                                      
São os cidadãos mais proxímos´do clã, sabiamente. Nem todos angolanos terão este privilégio.

Enquanto o relatório anual da Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta Angola e Moçambique, como integrantes da lista de 30 países que em todo mundo se destacaram pela nagativa, na luta contra a malária. E ao contrário a distinta vice-ministra, chama do progresso.

O relatório apresentado pela respectiva Organização traz-nos dados confirmativos e não aproximativas como a senhora vice-ministra revelou-nos.

Em relação os dados aproximativos da vice-ministra angolana da Saúde sobre a evacuação dos doentes para o exterior de Angola, uma equipa dos angolanos encarregada pelo MPDA em Lisboa, logo a sua visita em certos hospitais onde registaram a presença de certos pacientes angolanos, esta equipa diz, estar chocado com o tratamento dado aos nossos irmãos evacuados nos hospitais  portugueses!

Segundo o relatório feito pela esta equipa, confirma a falta de prestação de um serviço adequado ou de um tratamento correspondente, por falta de recursos necessários em relação a patologia. A remeça disponibilizada pelo governo angolano é insuficiente e incapaz aos angolanos evacuados de poder beneficiar um tratamento igual à outros pacientes. Isto é, cada paciente angolano
Beneficia apenas de dois doláres por dia, o que não responde absolutamente nada em relação ao tratamento necessitado.
 
Apenas 10 dias após a cruel vitória dos camaradas, começaram com os argumentos pretestos, como já sábio.

Caros compatriotas e amigos,

Para melhor deparar-se com o macaco, é preciso acompanha-lo passo-à-passo e notará finalmente que o macaco não um animal tão esperto. Este animal acha ser muito esperto em relação à outros animais, mas tem um defeito muito natável e que não consegue reparar, é de esconder-se com a cauda fora.

As declarações levadas acabo pelos governo angolano (MPLA) desde a cruel independência até o momento, não corresponde com a realidade actual que sobrevivem os angolanos do interior.

Ou alguem pode acompanhar a declaração que considero vazia,  do ministro-adjunto do primeiro-ministro Aguinaldo, na sua declaração de Sexta-feira passada afirmando de que,  o na proxíma legislatura o seu novo governo vai combater a pobreza com programas de diversificação da económia, criação de emprego e construção de habitações sociais. Isto só pode acreditar um estrangeiro que não conhece a nomenclatura . Durante 33 anos do poder, ruinaram o país em todos domínios agora querem aldrabar mais os camponeses prara especular novamente as presidenciais que se anunciam em 2009.  Jamais, porque o nosso povo cresceu.

Mais um testemunho mais concreto para concretizar a aldrabixa deste governo, é a declaração de um velho Soba esquecido: António
Mbazela, Secretário executivo do Fórum das Autoridades Tradicionais em Luanda, que considera inaceitável a desorganização das cruelas eleições de 5 à 6 de Setembro do ano em curso.

Se um Soba como António Mbazela, afirmou esta segunda-feira em Luanda a antena da Rádio Ecclésia que as eleições legislativas de 2008 foram uma vergonha. Qual é a prova que um órgão legislativo com  a CNE, precisar para legitimar as acusações do líder da UNITA?
O Soba, acrescentou que, este procedimento e outros da CNE não só revelam desorganização, como também retiram a credibilidade e transparência do processo eleitoral, uma vez que o fórum que dirige não tem nenhuma situação que o obrigue a ter registo criminal.

O Soba Mbazela vai mais longe diz a fonte que, na caaraterização das eleições “nunca viu tanta desorganização, os membros das Assembleias de Voto a treparem gradeamentos como se fossem presos, ou macacos, só para poderem ser credenciados”, lamentou, acrescentando que o credenciamento devia ser feito, quando os membros das assembleias foram seminariados. Ochá bem a ideia daquele que muito podem ignorar! António Mbazela é um verdadeiro patriota angolano, e os nossos sentimentos e calorosos cumprimento senhor António.

António Mbazela, fez uma anàlise profunda que muitos analistas políticos formados na U.R.SS, não conseguiram fazer. Merece um reconhecimento.

Ora bem, 14 dias apenas a cruel vitória do MPLA, à capital angolana Luanda está privada de água a (necessidade de base) de um ser humano. 8 dias sem água na capital angolana (santuário do MPLA), devido a paralização da Estação de Tratamento de água de Kifangondo, Sistema II, para a interligação de condutas.

Uma fonte segura diz, de acordo com a Empresa Pública de Água de Luanda (EPAL-EP), o Sistema II estará fora de serviço no período de 20 a 30 de Setembro para permitir que seja efectuada a interligação do troço enterrada da conduta de DN 1200mm em ferro fundido com a parte do troço existente.

Caros compatriotas e amigos,

Onde já ouvir falar de um governo seja ele comunista ou capitalista, que priva a primeira necessidade vítal à mais de um mês ao seu Povo. Imaginem meus irmãos, a falta de água durante algumas horas apenas qual é a reação de um cidadão na europeu ou mesmo estrangeiro?

A água figura no primeiro lugar sobre as necessidades vítais de um ser humano e nunca deve ser privado de formas nenhuma este direito legítimo. Sobretudo, o governo (MPLA) tem pouca consideração do contéudo porque são as populações desfavorizadas que carecem de água.
É momento para que esta sociedade muda a sua filosofia de imputação e de acusa a UNITA. A UNITA já é um partido democrático e muito menos pensa na desgraça deste povo. Ao contrário, os nossos irmãos da UNITA passem muitas vezes insónias para encontrar soluções capazes de intrascender e irradicar a pobreza e a miséria imposta no nosso país como remissão do pecado da ditadura eduardista.

Não passem tempo a condenarem os verdadeiros defensores do erário povo. É tempo de (METAMORFOSE COMUM).

Metamorfose da nossa individualidade; metamorfose do nosso pensar; metamorfose política, económica e social. É preciso acabar-se com o individualismo e sentirmos a dor do nosso proxímo.

Caros Compatriotas,

Não porque estás na Europa, na América ou na Austrália que deve abandonar Angola e os seus Povos. Mas é questão da convicção e patriotismo a sua mãe Pátria. A problemática de Angola, deve interpelar todos angolanos do Sul ao Norte e de áfrica as Estremidade da terra. Angola é a nossa mãe Pátria, a Pátria de todos angolanos.

Nesta visão exclusiva, o Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA) recomenda a reconciliação da sociedade angolana. Esta dinâmica da mudança significa que a adjunção de todas as componentes de base é um sucesso.

Para o Presidente do MPDA, isto é sem dúvidas. Tem como prova dois elementos concretos.

O primeiro é que, séis anos após a constituição de um Governo da Unidade e Reconciliação Nacional (GURN), juntos adoptamos um Manifesto audacioso que pôs os cidadãos no centro das preocupações e pelo qual os cidadãos estavam directamente implicados, porque pensamos ter em consideração os seus desejos, comentários e proposições.

O segundo, durante estes séis anos do (GURN), proporcionaram a constituição de um Parlamento semi-democrático, os partidos da
Oposição aproximaram os cidadãos, defenderam apesar de tantas dificuldades, os direitos e liberdades fundamentais do povo angolano. As opresões diminuiram palatinamente e os cidadãos ousaram de exprimir e cumprir os seus direitos. Foi assim também que Angola conseguiu no dia 5 de Setembro do ano em curso, organizar o segundo cruel pleito eleitoral que deveria transcender as dificuldades dos angolanos e proporcionar um programa mais creativo, mais efectivo, mais amplo e cheio de inovações. Infelizmente, isto não aconteceu.

Os angolanos creiam que, com a maioria fraudulente do MPLA no Parlamento angolano, o país poderá conhecer uma (Caos) na jovem democracia pré-instalada no nosso país e o aumento virtiginoso da corrupção, perseguição e prisões arbitrárias de líderes, membros e simpatisantes dos partidos políticos da oposição.

Por isso o MPDA lança apelo a cada comunidade presente, cada quiosque, cada indivíduo de identificar-se com o logotipo da (MUDANÇA) e veio dizer à todos angolanos de que, o Movimento da Mudança conheceu os seus erros mas não a derrota fraudulenta.

O Movimento da Mudança, vai adoptar com os cidadãos angolanos e amigos, uma nova estratégia para as futuras eleições. Soubemos todos que, o povo angolano votou para a mudança, mas cujo este careceu da verdade das autoridades que controlem o Estado e o Governo. Mas isto não tudo, vamos trabalhar para o futuro do nosso país e garantir as gerações vindouras uma chance no nosso país.

A oposição não tem medo de qualquer que seja, mas refletiu na necessidade de salvaguardar a nação e o seu povo. Esta é a razão, que obrigou-nos aceitar substancialmente estes fraudulentes resultados.

Isto é também um sinal da maturidade política e de um verdadeiro patriotismo à mãe Pátria.

Por isso o MPDA agradece o importantíssimo e essencial papel desempanhado pelos cidadãos da diáspora e do interior de Angola, para chegarmos a estes resultados que proporcionaram a organização das respectivas eleições e insisteremos que as proxímas sejam estendidas até a diáspora.
O MPDA insiste sobre a necessidade da diáspora nas proxímas eleições presidenciais anunciadas em 2009 em Angola.

O Movimento para a Paz e a Democracia em Angola em colaboração com o Movimento para a Mudança em Angola, é certo a formação que ilustre na defesa dos interesses dos angolanos do interior como do exterior. Hoje mais uma vez, levantamos para chamarmos atenção sobre o nosso engajamento para uma Comunidade forte que se apoia sobre a solidificação do projecto angolano e a emergência de um projecto angolano.

Pois isto é sem dúvida, Angola tem muita necessidade dos angolanos para se emancipar de uma coleira de ferro institucional pouco propício ao seu desenvolvimento, seja política como económica, que Angola precisa dos teus filhos, que lhe ofere ao mesmo tempo montra e uma porta angolana sobre a África e o mundo. Cessem com as divisões tribais, políticas e religiosas. 

Neste contexto, o MPDA propõe a criação de um Conseil Consultivo dos angolanos da diáspora sob egíde da Comunidade Angolana Universal.

       
Viva a unidade nacional, viva a Paz e viva a liberdade de expressão


Massunguna da Silva Pedro
Presidente do MPDA


Feito em Bruxelas, aos 20 de Setembro de 2008
Fonte: Club-k.net



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