Luanda - O vice-presidente da Federação Angolana de Futebol (FAF), João Lusevikueno, não ganhou para o susto no final do jogo entre Progresso do Sambizanga e Kabuscorp, do Girabola, já que, quando abandonava o Estádio dos Coqueiros após o jogo, o veículo automóvel em que seguia foi apedrejado, apanhado no meio de confrontos entre membros das claques das duas equipas, sofrendo danos avaliados em três mil dólares.


Fonte: A Bola

Recomposto do susto, João Lusevikueno soube mais tarde que um adepto do Progresso teve de ser hospitalizado em estado grave, embora não em risco de vida.

Esta situação veio reforçar os apelos e preocupações que a FAF vem manifestando há algum tempo no que a casos de violência entre adeptos diz respeito. Podem ser casos isolados, é certo, mas que começam a justificar que se pense a sério, e se atue em conformidade, o problema da violência entre claques.

«Temos de, juntos, enfrentar esta situação. E tomar algumas medidas. Nomeadamente, impedir que as claques dos dois clubes abandonem o estádio ao mesmo tempo e sem a devida vigilância. Há que garantir que haja um desfazamento de uma hora. Depois, os clubes devem também assumir um papel no controlo das claques e a Polícia Nacional numa efetiva vigilância, antes, durante e depois dos jogos», frisou o vice-presidente federativo.



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