Luanda –  Artur Queiróz,  um cidadão português  com dupla nacionalidade  ao serviço do Jornal de Angola terá se descuidado num dos seus textos que assina com o nome fictício de Álvaro Domingos, revelando a sua verdadeira identidade


Fonte: Club-k.net

O “velho”  Álvaro Domingos

Na edição de sábado, este veterano  jornalista  escreveu um texto de propaganda contra a UNITA com o titulo “Isaías Samakuva e a banda larga à velocidade da luz”, em que no quinto parágrafo avançou  dados ao qual se pode calcular a sua  verdadeira idade.


“há 40 anos fui fazer um serviço à cidade de Nova Lisboa (Huambo) e nem por telefone consegui mandar o serviço para Luanda. Passei quatro longas horas na estação dos correios e a simpática operadora não conseguiu estabelecer a ligação. Paciência! As máquinas, tal como as pessoas, também falham.”, diz o parágrafo.


Ao revelar  um episodio de  40 anos atrás, o texto demonstra que se esta diante de alguém que  na altura já desenvolvia uma  profissão  de   responsabilidade  e que  deveria ser maior de idade (com  uma idade não inferior a 18 anos ou 20 anos),  o que  equivale que hoje  estará hoje na  casa dos 60 anos de idade.


De entre as pessoas que trabalham no Jornal de Angola, Artur Queiroz é o que tem esta idade e pela discrição que faz no texto denota que exercia a profissão de jornalista na altura e fora despachado para a  província do Huambo desejando enviar o  seu trabalho para a sede do jornal em que trabalhava (A província de Angola), que tinha a sede  em Luanda.


Aldemiro da Conceição que também se empenham, na consignação de textos de opinião  desta categoria, também esta hoje na casa dos 60 mas na altura não era ainda jornalista, pelo que fica  descartada a hipótese de o mesmo ser o “velho” Álvaro Domingos.  


De  recordar que Artur Queiróz viveu era colonial  em Angola tendo regressado a Portugal depois da descolonização. Na altura, ficou  zangado com o regime e  dedicou-se  a  fazer uma campanha de difamação  contra o Estado angolano  através de textos em jornais portugueses, conforme vê no facsmile a baixo. Anos depois juntou-se ao então adido de imprensa  da embaixada de Angola em Portugal, José Ribeiro que o contratou   para trabalhar como seu assessor do diário angolano onde assina uma coluna virada  a criticas contra a UNITA, e o seu líder.



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