Luanda – Na audiência concedida pelo presidente da Comissão Nacional Eleitoral (CNE), André Silva Neto, na última terça-feira, 07, em Luanda, o presidente da Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA), Lucas Ngonda, deixou claro que a sua formação política não tem condições financeiras para apresentar o número dos delegados de lista exigida por lei, muito menos convidar observadores estrangeiros para fiscalizar o pleito eleitoral de 31 do corrente.

Fonte: Club-k.net

Lucas Ngonda deu a conhecer à CNE que a ala que dirige não tem condições matérias, muito menos financeiras, para requerer o credenciamento dos seus delegados de lista, sendo apenas possível indicar, 1/3 do número necessário a nível do território nacional. Pela mesma razão, invocou ainda que não irá convidar observadores eleitorais estrangeiros. Tendo em conta a verba atribuída aos partidos políticos é insuficiente, concluiu.

Por outro, o actual líder da FNLA mostrou-se preocupado com o comportamento dos comissários nacionais eleitorais indicado pela bancada parlamentar (liderado por Ngola Kabangu) daquele partido, afirmando que “os mesmos não têm obedecido as várias orientações da nova liderança da FNLA”.

O mesmo manifestou a intenção de substitui-las. “Os comissários que temos na CNE foram nomeados pelo grupo parlamentar, isso para nós não constituiu nenhum problema, mas a questão é que alguns recusam-se a obedecer as várias decisões do partido, daí que é necessário a substituição destes”, frisou. Por sua vez, o líder da CNE disse apenas que compete apenas a FNLA a resolver seus “dikulos" internos.



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