Lisboa – O ministro do Interior, Sebastião Martins, faz transparecer - em fóruns privados - o sentimento de segurança de que venha sobreviver no próximo governo saído das eleições gerais de 31 de Agosto. São lhe atribuídos  invocações segundo as quais deverá ficar no executivo por vontade de José Eduardo dos Santos que, no seu entender, se revela “satisfeito com o seu trabalho” e que o vê como pessoa certa para o ministério do Interior.

Fonte: Club-k.net

Apesar do mandato marcado por repressão policial

A nível interno da instituição governamental que dirige, Sebastião Martins, conforme é relatado, advoga que tem melhorado a situação social dos funcionários do ministério que dirige.

A segurança denotada no ministro, em permanecer no cargo esvazia rumores postos a circular em Luanda, e em jornais privados, que o apontavam como estando de partido e que seria rendido  pelo general Higino Carneiro.

Sebastião Martins que acumula o cargo de ministro com as funções de chefe do Serviços de Inteligência e Segurança de Estado (SINSE) é uma das mais notáveis figuras do executivo.

Gozava inicialmente de aceitação na sociedade  mas acabaria por ter a sua  imagem prejudicada com a introdução de praticas de repressão policial que se tornou marca do seu consulado. O caso mais notável foi a agressão contra o político Filomeno Vieira Lopes, do partido Bloco Democrático, e o caso de jovens que viram as suas cabeças partidas acrescidas ao dossiêr Alves Kamulingue e Alves Cassule que terão sido executados  pelo regime.



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