Apesar do segundo lugar alcançado no grupo 3, o combinado nacional não ficou entre os oito melhores segundos no cômputo de 12 países na corrida, ficando sem possibilidades de seguir para a fase de grupos de apuramento ao mundial, a ser disputado pela primeira vez no continente africano.


O jogo, pontuável para a última jornada da primeira fase das qualificativas para a copa do mundo, no Estádio dos Coqueiros, ficou marcado pela falta de concentração da equipa nacional nos primeiros 45 minutos e pela boa exibição no segundo período.

Inicialmente, Angola até esboçou um futebol ofensivo na clara intenção de resolver o jogo logo nos primeiros minutos, mas os problemas de transição da bola da defesa a ataque, falhas de marcação e imprecisão no passe facilitaram a vida ao adversário, que aos 20 minutos inaugurou o marcador, por Moussa.

Até então sem ter efectuado uma única jogada de ataque, o golo dos nigerinos foi apontado na sequência da marcação de um livre directo.

A história do jogo na primeira parte resume-se a isto mesmo, muita intenção e pouca eficácia nos três sectores, fundamentalmente no defensivo e intermédio. Flávio Amado e Manucho Gonçalves eram obrigados a buscar a bola no meio campo para evitar a inércia no ataque.

No segundo tempo, o técnico Mabi de Almeida colocou Love no lugar de Manucho e Nelo no de Mateus Galiano, substituições que resultaram numa maior movimentação do meio campo e do ataque.

O golo do empate surgiu através de uma jogada de insistência de Love aos 53 minutos. O atleta do 1º de Agosto desferiu um remate que o defensor Kassali, na tentativa do corte, acabou por introduzir o esférico na sua própria baliza.

Restabelecida a igualdade, os Palancas Negras, moralizados, remeteram o adversário ao seu último reduto, e como consequência, mais dois golos foram marcados com naturalidade, por intermédio de Gilberto (68) e Zé Kalanga (73).

A vencer por três bolas, a selecção nacional construiu inúmeras jogadas que podiam terminar em golos, mas Love, Zé Kalanga, Flávio não tiveram melhor sorte com as oportunidades criadas.

Fonte: Angop



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