Luanda – O aspirante à kudurista, Edy André da Moura, ou melhor, Edy Sex, foi recentemente “pedido em casamento” e mostra o anel de compromisso para os seus fãs e admiradores. O casamento não está para já conforme especulado, a data ainda não está marcada. “Eu não vou casar agora, mas temos um compromisso sério e firme”. O nome do seu “mas que tudo” não revelou porque acha que não é o momento certo. 

Fonte: Sapo

Depois de veiculada a notícia de seu casamento para Novembro, Edy foi “bombardeado” de mensagens de felicitações, piadas e até mesmo de assédios  que tem causado alguns problemas no seu relacionamento, mas para ele chega a ser engraçado.

Edy falou que as mentiras a respeito de sua pessoa são coisas que o fortalece mais e o que fez atrás vai fazer três vezes mais. Durante a conversa contou que é uma pessoa extrovertida, amigo dos amigos, gosta de estar bem com a vida e brincar bastante.

Tudo começou na brincadeira quando tratava dos assessórios e das indumentárias das africanas com a vocalista principal do grupo, Silana Manjanje, e teve então a ideia de cantar. Silana o aconselhou cantar R&B e Edy viu que não era seu foco, teve a ideia de transformar uma música de estilo rap em Kuduro e saiu muito bem, mas por má sorte foi roubada a ideia de cantar sobre Tchuna Baby.

“Eu e Angola inteira afirmamos que Edy sexy foi o primeiro a cantar Tchuna baby e os seguidores fizeram uma música com o mesmo título e algumas frases da minha música”, rematou o kudurista sem gaguejar com todas letras. Hoje o pessoal gosta de suas músicas e espera fazer em bons kuduros dançantes.

Edy Sex, agora com 22 anos de idade, quando mais jovem não lembra ter passado piores momentos na vida, mas revelou que na infância alguns amigos e vizinhos não aceitavam a sua opção sexual. “Consegui levar isso com a cabeça sempre erguida, eu nunca tive vergonha de assumir nada, nunca ando com a cabeça no chão”, falou com muita seriedade.

Acrescentou ainda que os preconceitos eram por ciúmes porque fazia mais amigos que os meus amigos dele. “ Quando falam de mim é sinal que existo e eu estou aí. Hoje eu vejo isso tudo muito engraçado e até me sinto bem, se não falarem de mim é complicado”.

No seu dia-a-dia usa “tchunas”, t-shirts, e gosta mesmo de estar entre as vestis femininas e masculinas. “Nada muito masculino e nem feminino, jamais verão o Edy vestido 100% feminino, gosto do meu jeito de vestir sexy”, sorriu. Faz parte da organização, divas, que todos os anos organizam uma festa gay que junta heterossexuais, bissexuais, gay, travestis que é uma coisa louca como referiu.



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