Lisboa – Funcionários dos Serviços de Inteligência e Segurança Militar (SISM) notam que o chefe daquela instituição, general António José Maria terá adoptado uma postura reveladora de distanciamento em relação a outros oficiais generais daquele organismo.

Fonte: Club-k.net

Distanciou-se dos oficiais generais

Aquela alta patente militar  deixou de fazer as refeições na mesa dos oficiais, onde confraternizava com outros generais, quando em serviço. Passou a almoçar sozinho no seu gabinete.  Duas versões concorrem para o entendimento da postura do mesmo. Uma versão invoca que  passou a isolar-se depois da publicação no site makaangola sobre o seu envolvimento em praticas de corrupção. A segunda   alude que  a atitude do mesmo serve para evitar a exposição da sua doença, que o leva a ter dificuldades em levar os alimentos à boca. 


O ambiente à sua volta é, descrito como “cada vez mais hostil”.  O general iniciou também uma campanha de sensibilização dos oficiais e soldados para provar que a sua filha Nyanga Viandi Tyitapeka nunca trabalhou no SISM. Pergunta-lhes sempre, a cada indivíduo com que cruza e em tom ameaçador, “você alguma vez viu a minha filha aqui?”, e obtém sempre a mesma resposta: “Não”.

O atarduamento  do general esta ligada a um artigo publicado no website Maka Angola, em Março passado, denunciando um esquema de corrupção envolvendo o mesmo, que terá introduzido a  filha Nyanga Tyitapeka  e a sua empresa Infonauta, para prestação de serviços, no SISM. Desde a publicação do artigo, a sua filha e o namorado americano, David Stark, que se apresentava como sendo ex-agente da CIA, deixaram de ser vistos nas instalações do SISM. Nyanga Tyitapeka ocupava o gabinete do então inspector-geral do SISM, o general José Massano, cujo cargo continua vago.



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