Lisboa - Circula em meios empresariais chineses (regiões autónomas e cidade de Guangzou), um boletim informativo “Welwítschia Mirabilis”, emitido pelo consulado geral de Angola na região administrativa de Macau, ao quais as autoridades colocam a disposição uma lista contendo o nome de personalidades angolanas de referência, ao quais os interessados daquele país asiático, podem contactar para estabelecer parcerias ou contactos comerciais.

Fonte: Club-k.net

Cotadas em boletim diplomático

A referida edição do boletim (que é bilíngüe) apresenta na primeira vista, uma lista contendo o nome das figuras que integram o executivo e seus respectivos contactos e outra com cerca de trinta nomes de individualidades empresariais e gestores angolanos tais como o empresário e ex-director do gabinete presidencial, José Leitão da Costa e Silva (na foto), o ex- CEMGFAA João Baptista de Matos (Gestor do ramo da construção e etc), Francisco Simão Júnior (Grupo Gema), António Mosquito (Mbakassy),  Joaquim Sebastião (Gestor do ramo da construção), Bartolomeu Dias (Grupo BD), Elias Chimuco (Grupo Chimoil) e etc.

Desconhece-se se as referidas figuras tem já sido contactadas por empresários chineses ou se tem interesses por aquela região asiática. Sabe-se   na existência  de um plano de  construção  de uma fábrica para a produção de medicamentos  que começou a ser construída no município do Porto Amboim, província do Cuanza Sul, num investimento de empresários angolanos (Armando José António Kapassola) e chineses avaliado em 72,7 milhões de dólares.

A região do Macau é uma antiga colônia portuguesa em território chinês embora gozando de um estatuto especial autônomo.  A República de Angola, desde Novembro de 2007, e Portugal, desde 20 de Dezembro de 1999, são os únicos países da lusofonia a manter em Macau consulados-gerais.

Pedro da Silva Feijó Sobrinho é o cônsul angolano que por inerência do cargo é igualmente o director geral do Boletim Informativo “Welwítschia Mirabilis” que tem como editor, Adalberto Barros.



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