Luanda - O director nacional da polícia de investigação criminal, Eugénio Pedro Alexandre, garante que a prova de um crime é mais importante que a confissão de um arguido – noticiou a RNA.

Fonte: RNA

Para Eugénio Pedro Alexandre que falava terça-feira, 24 de Setembro de 2013, em Luanda, na abertura do curso intensivo de capacitação de instrução processual, a prova permite que não seja alterada qualquer declaração feita.

“Uma prova, bem consolidada, é mais importante que qualquer confissão do arguido, aliás, a experiência vem demonstrando que alguns arguidos, na fase inicial, confessam os crimes que cometeram e, posteriormente, quando compreendem a evolução do processo e a sua gravidade dão o dito, por não dito, chegando ao ponto de acusar a polícia de ter conseguido confissões por vias de coerção”, disse.


DNIC precisa de aprimorar o nível de instrução de processos

A Direcção Nacional de Investigação Criminal está bem, em termos de investigação, mas precisa de aprimorar o nível de instrução dos processos – soube a RNA.

Tal informação foi prestada terça-feira, 24 de Setembro de 2013, em Luanda, pelo director nacional daquela instituição, Eugénio Pedro Alexandre, na abertura do curso intensivo de capacitação de instrução processual.


“Sob o ponto de vista de investigação, no meu entender, estamos bem, embora devamos melhorar muito mais, esclarecendo, cada vez mais, os crimes que se cometem. Já à nível de instrução, temos que nos empenhar maispara que todo o esforço, antes despendido, não se vá por água abaixo”, disse.



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