Angola está posta em todos molhos: a ser gerido pelos oportunistas, para alguns, reduzida ao estatuto de nações para os outras, quando não é considerada por alguns como uma entidade irresponsável. 
 
Para o Movimento para a Paz e a  Democracia em Angola (MPDA), os desafios e as prioridades estão em quatro níveis: 
 
1. Não podemos escapar a uma reforma do estado, a complexidade institucional do nosso país põe em causa a boa gestão e eficiência de alguns políticos, particularmente no seio das instituições do Estado. 
 
2. Esta reforma deverá respeitar um princípio absolutamente não-negociável; a descentralização e separação de poderes da futura Constituição. O país deve ter o sentido da sua existência através do reforço e valorização da sua riqueza humana em primeiro lugar, e em segundo,  os seus recursos naturais, mas em nenhum dos casos Angola pode ser co-gerida por outros como o sonham certos oportunistas e comunistas. 
 
3. Finalmente, o nosso país merece que sejam tomadas medidas dinâmicas em matéria de económia, emprego, saúde, moradia, segurança e justiça. Enquanto o Governo actual da República de  Angola, está muito longe de lhe doar um electro-choque! Ilusões? O Plano de Desenvolvimento Internacional (PDI) primordial para a economia angolana, mas mal partido.

Sem emprego, sem educação considerável, sem cuidados de saúde de qualidade, sem água, consideravelmente como uma necessidade básica da huminadade, ruas degradadas do que nunca, enquanto Angola merece ser conservada , como a kuwait, o Dubai, a Arábia Saudita e Emirado árabe. Todos esses países que eu acabei de citar por cima, não é um milagre ou fenômeno qualquer, mas é o resultado de uma boa gestão das instituições e dos recursos dos seus países. 


Para as eleições presidenciais de 2009! O país da África Austral! Uma série de catálogos de boas intenções! Os líderes da

oposição angolana não dizem palavra sobre o destino reservado para esta nação e as suas instituições! 
 
4. O debate político sobre os verdadeiros problemas que afligem o país no seu cojunto, e as liberdades dos outros, não são negociáveis. Estes são apenas alguns exemplos entre muitos outros ... 
 
As reformas, que pretendem revelar muito estes diferentes desafios! 
 
Por esta razão, o Movimento para a Paz e a Democracia em Angola (MPDA), convida todos os partidos políticos, sociedade civil e a Igreja, do Sul ao Norte e do Leste ao Oeste, que se reúnam para uma finalidade: a luta pela liberdade, a paz duradoura, a unidade nacional, a democracia pluralista e pelas melhores condições de vida no nosso país. 


Não esperamos duma intervenção qualquer da Comunidade internacional que não acontecerá isto é, pelas razãos bem conhecidas. Quanto a dita Comunidade Internacional, é atraída por questões político-económicos como resultado principal da mundialização.


Como provas: O Relatório tão provocativo e irresponsável da Missão de Observadores da União Europeia, sobre as Eleições fraudulentas de Setembro 2008 em Angola. 


Por isso, engajamo-nos ambos ao encontro de vias susceptíveis e concretas, para a salvaguarda do nosso país em particular e do continente africano em geral. Não somente mas o MPDA, já iniciou a sua campanha de mobilização e sensibilização de todos quadros angolanos e africanos da diáspora, cuja esta, teve o seu início com a primeira Conferência de Imprensa no Parlamento Federal belgo, aos 18 de Dezembro do ano em curso. 
 
Rejeitamos que as nossas primeiras necessidades sejam consideradas apenas, ou "melhor", relegados para o "mínimo sustento”. As "Necessidades", não devem só compreender o sentido primeiro, como abrigos, o que viria a reivindicar um mínimo, mas também e sobretudo a liberdade para todos nós, de ter realmente a "escolha". 
 
Sabendo pois que a "escolha", é condicionada por meios susceptíveis e pertinentes, não podemos estar limitados ao tratamento de "crise alimentar, ou de habitação", com soluções que fazem expandir violações.


Rejeitamos esta política de oportunismo e comunista que consiste a pobrecer o povo e enriquecer os políticos e as suas famílias. 


Recusamos a cooperar em representar-se como vítimas ou como gerentes de um sistema.


Rejeitamos a hipótese de Hipotecar o nosso país e os nossos recursos em troca de trilhões de dólares de dívida. 


Queremos lutar contra a ditadura política e econômica que determina as desigualdades político-económicas e sociais, nomeadamente no domínio da saúde, educação, segurança, habitação e justiça. A política sendo ela a "representante" dos interesses gerais desta sociedade, questiona-se apenas se cria um equilíbrio de força que nos será favorável, MPDA organiza-se para ampliá-la. 
 
Muitos dos nossos irmãos e irmãs gemiam nas prisões, por uma causa justa do nosso país.


Alguns deles, são exterminados metodicamente pelo Sinfo, SIE etc ... e ninguém vai a intervenção contra os tais actos bárbaros. 
 
O problema de Libertação total de Angola pelas mãos dos neocolonialistas de Luanda, não é um problema do Ocidente ou América, mas é um problema nacional que exige muitos esforços de todos cidadãos angolanos do Interior, bem como da diáspora. 
 
Muitos de nós, estão pendurados aos caprichos daqueles que têm poder sobre as nossas almas. 
 
Transforma-mos a nossa esperança em raiva! 
Juntos, somos mais fortes! 
Não somos nada, vamos TODOS! 
 
Contactos: MPDAA 
E-mail: Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 
www.e-monsite.com/mpda (está sendo revolucionado breve) 
Telef: 0032 485 92 35 11 +0032 486 16 43 37 + 0032 488 40 04 73

Fonte Club-k.net



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