Lisboa –  São atribuídas, a cúpula do regime  do MPLA,  um clima de   inquietação   em função  de um  apelo presidencial  que se destinou em  encorajar membros da entourage que beneficiaram de  empréstimos milionários  no Banco Espírito Santos de Angola (BESA), a estudarem modalidades de devolução dos créditos.

Fonte: Club-k.net

Pensou que fosse oferta

O Vice-Presidente do MPLA, Roberto de Almeida que terá recebido o crédito de  10 milhões de dólares que aplicou na construção de um edifício  no terreno ao lado da sua residência na Rua Rei  Katiavala, em Luanda terá  dado sinais de desentendido   alegando que julgou que o dinheiro teria sido uma oferta.

Ao todo, o  BESA emprestou 5,7 mil milhões de dólares a conhecidas figuras do regime angolano, incluindo vários membros do Bureau Político do MPLA  que alega  ter perdido rastos. Há suspeitas de  que 745 milhões foram parar às mãos de Álvaro Sobrinho, presidente daquele banco até 2012.

Em meios informais,  insinua-se que uma “Joint” ligada a empresaria Marta dos Santos, irmã do PR,  em parceria com um construtor  português José Guilherme, terão recebido cerca de 800 milhões de dólares de crédito  que aplicaram  na construção  de um conjunto de edifícios na rua onde se situa a Universidade Óscar Ribas, no Talatona, em Luanda.  

No sentido de salvar o BESA, do referido buraco financeiro, o Estado angolano emitiu uma garantia soberana  de 5 mil milhões - cujos termos exatos não são conhecidos.  Ao mesmo tempo as autoridades aplicam-se no sentido de ocultar nomes dos devedores a fim de evitar escândalos públicos. 



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