José Zangui contou à Ecclesia que quando chegou ao local, o grupo policial destacado no sítio disse-lhe que o conhecia, mas, pouco depois, o proibiu de recolher os dados pretendidos para a sua reportagem.

«Disseram que se insistisse eu teria o mesmo destino que o jovem que foi baleado. Ainda assim, insisti e eles me apontaram a arma. Pronto, desisti e fiquei apenas como assistente», acrescentou.

Zangui disse, ainda, não ser a primeira vez que lhe sucede este tipo de ameaça.

Sofreu outra em Outubro do ano passado, no bairro São Pedro da Barra, onde se registou igualmente a morte de um cidadão.

O autor da ameaça, aquela vez, foi um agente da polícia com o braçal 222, afecto à 11ª esquadra, indicou o jornalista, deplorando a multiplicação dos homicídios envolvendo os agentes da ordem.

Na sua conta, só de Junho a esta parte, no município de Sambizanga, este tipo de homicídios eleva-se a 13 caso

Fonte: Apostolado



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