Lisboa - Ignorando e mesmo atropelando os seus postulados e as suas próprias normas concernentes aos direitos humanos, mais uma vês é evidenciado que estados membros da União Europeia colocam os interesses económicos acima dos valores humanistas que devem presidir às suas relações internacionais com Angola e quesão o bem publico comum maior sobre o qual nenhum outro pode imperar.

No passado recente várias vezes a denuncia dessa pratica foi feita e pura e simplesmente ignorada. Inclusive uma carta aberta endereçada à presidência portuguesa da UE sobre esta matéria até hoje continua sem a resposta a que se deviam obrigar pelo menos por civilidade.

Remeto-vos a matéria divulgada pelo CLUB-K citando como fonte o jornal angolano Apostolado, órgão de comunicação Da Igreja Católica.

Quando quem dirige instituições estatais e ou internacionais perde a vergonha as cidadãs e cidadãos perdem o respeito por elas por deixarem de o merecer.

A União Europeia e os órgãos de soberania portugueses em particular carecem de ser reabilitados da sua cumplicidade com a manutenção da impunidade dos violadores dos direitos humanos em Angola.

Queremos acreditar e fazemos votos para que as cidadãs e cidadãos europeus e o seus representantes, a prazo que queremos breve, obriguem as instituições da União Europeiae dos seus estados a assumir sem ambiguidade a defesa dos direitos humanos em Angola.

Todos os predadores da condição humana têm um encontro marcado com a justiça no futuro. Poderão adia-lo mas não impedirão eternamente que a justiça seja feita.

As causas justas, a prazo, são sempre vencedoras.

Saudações,

* Luiz Araújo
SOS Habitat
Coordenador da Direcção

Fonte: Club-k



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