Luanda - Sindicato dos professores do ensino superior contesta vinda de professores portugueses a Angola.

“ É uma mais valia mas não representa uma carência de docentes nacionais” – comenta o Presidente do Sindicato, Heitor Timóteo.

Segundo o docente, Angola tem quadros para suprir esta carência. O que acontece é que não existe salário e condições combatíveis para os angolanos.

 

“Se o Governo colocar à disposição de que quem quiser entrar na universidade ou dar aulas para minimizar a insuficiência destes docentes, dando um salário digno, comparável ao dos magistrados e uma casa, tenho a certeza que muitos professores vão aparecer”- referiu.

 

Cerca de 20 docentes universitários portugueses estão já a caminho de Angola, para leccionar nas universidades públicas angolanas, ao abrigo dos acordos bilaterais entre os Governos de Angola e de Portugal.

 

O analista político e docente universitário, Justino Pinto de Andrade considera a contratação de professores portugueses como um dos ganhos mais significativos dos acordos entre os dois países.

 

“Eu acho que isso é muito importante para Angola, isto é ter a cooperação de professores vindos de várias origens, sobretudo vindos de Portugal, uma vez que sabemos que o domínio da língua portuguesa está muito difícil aqui em Angola” – sustentou.


Fonte: Apostolado



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